Que vinho bebem?

Confesso que uma vez experimentei um vinho de Talha e não gostei do travo a "barro" que tinha.

Mas este branco é de uma suavidade incrível. E mesmo tendo 14.5º... Tem uns taninos muito suaves, se bem que é um pouco alcoolico no nariz.

os vinhos alentejanos brancos têm um grau bastante elevado, os tintos também! [;)]

Estou a preparar uma encomenda forte (não corrente), depois partilho, a ver se é desta que me pede o divórcio [:D]
 
Confesso que uma vez experimentei um vinho de Talha e não gostei do travo a "barro" que tinha.

Mas este branco é de uma suavidade incrível. E mesmo tendo 14.5º... Tem uns taninos muito suaves, se bem que é um pouco alcoolico no nariz.

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Isso pertence à mesma adega dos vinhos Piteira que o Continente tem sempre com 90% de desconto?
O logo com a ânfora pelo menos parece-me igual.
 
3a geração? Muito bom!

Um tio avô meu (alentejano) andava sempre com uma no bolso que tinha um cordel atado a ela.

Uma vez num almoço perguntou-me se eu sabia para que era o cordel. Respondi que não.

Explicou-me que nos petiscos com os amigos conseguir sacar a navalha de outro é uma espécie de troféu/brincadeira.

Então ele atava o cordel ao banco dele, assim ninguém lhe fanava a navalha. [:)]

Não chego a tanto...

Quanto ao tinto apresentado, é feito por um dos vizinhos com que tenho acordo. Eles tratam dos 2ha de vinha que tenho, fazem o vinho e eu quando quero vou buscar umas garrafas ou bag in box.

Este julgo ser só com uvas dele, já que as iniciais são as dele. Quando leva das minhas, leva as iniciais do meu falecido avô paterno... MA.

Por norma ajudo-os também na vindima...
 
Isso pertence à mesma adega dos vinhos Piteira que o Continente tem sempre com 90% de desconto?
O logo com a ânfora pelo menos parece-me igual.

Sim pertencem ao mesmo produtor.

Curiosamente acho que o Piteira já usava a denominação "Premium" antes das promoções do continente (ele e o Paulo Laureano).
 
Falando um bocadinho de cor, porque não conheço esse Sousão, vai com expectativas baixas quando fores beber esse vinho. Digo isto não no sentido de que não vai prestar ou não vais gostar, mas no sentido de que por força da idade que tem, do teor alcoólico, e da especifica casta de que se trata, é um vinho muito diferenciado... se vais a pensar num grande vinho pelos cânones mais típicos, podes ficar chochado com o que o distingue.
A mim, o Sousão é uma casta que me deixa com "sentimentos mistos", se posso dizer assim...

Obrigado. Não tenho a casta como consensual também. Mas ia à procura de um Sousão do Vallado que (a)provei numa feira (bebido um bocado mais fresco que o normal) e depois em conversa com a senhora da garrafeira aceitei esta sugestão. Para beber em breve[;)]
 
No fim de semana lá fui outra vez a Almeirim desgraçar-me na loja da Quinta da Alorna. [:D]

Fui lá antes de aparecer o Covid, os gajos não fazem provas de vinhos por isso vi-me embora sem trazer nada! [:D]

Também parei na Quinta da Casa Branca ou algo do género e foi a mesma coisa, se não provo não trago! [:)]

Por acaso da Quinta da Alorna já bebi noutros sítios e gostei.
 
Fui lá antes de aparecer o Covid, os gajos não fazem provas de vinhos por isso vi-me embora sem trazer nada! [:D]

Também parei na Quinta da Casa Branca ou algo do género e foi a mesma coisa, se não provo não trago! [:)]

Por acaso da Quinta da Alorna já bebi noutros sítios e gostei.

Não preciso de provar, já sei ao que vou...[;)]
 
Fui lá antes de aparecer o Covid, os gajos não fazem provas de vinhos por isso vi-me embora sem trazer nada! [:D]

Também parei na Quinta da Casa Branca ou algo do género e foi a mesma coisa, se não provo não trago! [:)]

Por acaso da Quinta da Alorna já bebi noutros sítios e gostei.

Casal Branco, frequentava muito um restaurante em Almeirim em que o vinho era de lá.

Nessa rota tens ainda a Casa Cadaval, está tem um potencial turístico enorme, mas não me parece existir grande intenção de explorar esse filão de forma intensiva.
 
Casal Branco, frequentava muito um restaurante em Almeirim em que o vinho era de lá.

Nessa rota tens ainda a Casa Cadaval, está tem um potencial turístico enorme, mas não me parece existir grande intenção de explorar esse filão de forma intensiva.

Tanto a Quinta da Alorna como o Casal Branco também me parece que têm um potencial turístico maior do que está aproveitado neste momento, mas eles lá terão as suas razões para estarem assim, às tantas já fizeram as contas e não compensa o investimento.
 
Bem, sou péssimo a tirar fotos a garrafas... em compensação sou optimo a esvaziar...

Herdade do Rocim 2017

Bebo pouco vinho do Alentejo. Fiquei impressionado com o equilíbrio. É difícil de apontar alguma coisa, tudo na medida certa, gastronómico e elegante ao mesmo tempo. Uma escolha muito consensual quando existem muitos gostos à mesa.

O único problema é que desaparece com uma facilidade desconcertante.

Acho que vou comprar umas quantas, depois de descobrir quanto dei por ele.

Fico curioso de experimentar mais vinhos desta herdade.

.........

Não resisti a experimentar os novos vinhos do Alentejo do universo Symington:

Florão 2017

Muito diferente. Um vinho bem mais fresco e leve, com mais notas vegetais que o habitual nesta região, sem perder o lado gastronómico.

Impressiona muito a textura do corpo, sedoso. Creio que a madeira ficou perfeitamente integrada: está lá mas não sobressai (pessoalmente gosto assim). Muito bem feito...

O vinho é excelente mas menos consensual, como acontece com muitos vinhos mais complexos. Não é uma escolha de olhos fechados, convém provar primeiro e saber se se enquadra no gosto/ocasião/prato.

Não sou expert. Isto é a minha opinião pessoal. Dois bons vinhos alentejanos... muito diferentes um do outro.
 
Tanto a Quinta da Alorna como o Casal Branco também me parece que têm um potencial turístico maior do que está aproveitado neste momento, mas eles lá terão as suas razões para estarem assim, às tantas já fizeram as contas e não compensa o investimento.

Conheço a Alorna e a Casa Cadaval por questões de serviço.

A Casa Cadaval tem um descasque de arroz desactivado, com características técnicas e estéticas fenomenais, em que se inclui um gerador de electricidade a partir de vapor, datado da década de 40 (?)... é uma obra de arte. A adega é de dimensão inferior à da Alorna.

O Casal Branco nunca visitei, apenas bebi uns vinhos deles há uns anos.

Mais para os lados do Cartaxo está ainda a DFJ Vinhos, em Vila Chã de Ourique. Não conheço as instalações, mas já bebi um vinho deles e agradou.
 
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