Que vinho bebem?

Este fim de semana comprei um garrafa de espumante bruto rosé da Murganheira, já alguém provou?
E como despedida do Verão lá comprei mais 4 garrafas de Rosé, deve dar para os petiscos de Inverno. [kiss]

Já bebi pelo menos 2 ou talvez 3 Muganheiras diferentes, mas rose não.

Têm algumas diferenças de qualidade (naturalmente) mas são espumantes porreiros, o degrau acima dos Raposeira, no mínimo.

Um de que gosto particularmente é o Quinta do Cabriz Meio Seco e é relativamente barato.
 
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Costumo gostar dos vinhos dos Lavradores.
Se não for promoção "à la Continente",poderá ser uma boa compra.(PD).

O lettering habitual dos Lavradores de Feitoria não é esse .....

Cheira-me a tanga.
 
tambem estou interessado em saber.. queria levar para um almoço no domingo na casa de um casal amigo...
estou a procura de tinto, algo até 30€
 
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Já,já.Gostei bastante.E depois,mais tarde,um leite creme.[:D]

O leite creme dispenso. [:D]

Já bebi pelo menos 2 ou talvez 3 Muganheiras diferentes, mas rose não.

Têm algumas diferenças de qualidade (naturalmente) mas são espumantes porreiros, o degrau acima dos Raposeira, no mínimo.

Um de que gosto particularmente é o Quinta do Cabriz Meio Seco e é relativamente barato.

Também já bebi uns Murganheiras, este é que eu nem sabia que existia e por isso resolvi comprar, acho que os Murganheiras estão bem mais do que um degrau acima dos Raposeira.
 

É a promo que eles têm a decorrer há 1 mês, vão metendo e tirando garrafas

Alguém que faça aí um sumário do que vale a pena mandar vir sff, estou sem tempo nenhum para ver a lista e comprar preços e ver o que vale a pena.

Desta vez não vi nada a preços bombástico.

2017 Quinta do Couquinho Reserva tinto - 21,36€ não é mau de todo.


tambem estou interessado em saber.. queria levar para um almoço no domingo na casa de um casal amigo...
estou a procura de tinto, algo até 30€

Até 30€ e algo diferente:
https://www.cavelusa.pt/loja/produto/crochet/
 
Esse Palácio dos Távoras apr:)

Os outros não conheço, não bebo vinhos desse preço, só quando a empresa paga [:)]
 
Estou muito curioso para saber o que vais achar do Palácio dos Távoras, eu bati um pouco de frente com o vinho, era o Grande Reserva Edição Limitada, julgo que é da mesma vinha que esse, são vinhas velhas também, na altura nem percebi muito bem porque este Edição Limitada era um pouco mais caro.


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Estou muito curioso para saber o que vais achar do Palácio dos Távoras, eu bati um pouco de frente com o vinho, era o Grande Reserva Edição Limitada, julgo que é da mesma vinha que esse, são vinhas velhas também, na altura nem percebi muito bem porque este Edição Limitada era um pouco mais caro.
e os outros conheces?
 
Os outros não conheço (de os ter bebido), mas já ouvi falar, o Arché deve ser daqueles vinhos sublimes (já li maravilhas sobre ele), o Taboadella vais ter de o guardar durante uns anos.

Vamos ver então

Hoje vou receber um Arinto que me convenceram ser melhor que a Quinta do Boição, mas mais barato
Já partilho
 
CHEGOU O BARCA VELHA, O REI DA VINHA

É o mais conceituado dos vinhos nacionais. Uma raridade, que só aparece em anos excecionais - e não é marketing: em 68 anos nasceram 20 Barca Velha, menos de um terço. Prova da exigência com que é produzido, e que leva então o enólogo, Luís Sottomayor, a fazer a comparação com o rei da selva: "Este Barca Velha é como um leão a andar na savana, é um vinho confiante, que sabe o seu valor e que todos respeitam. Tem uma personalidade única, muito bem definida, e por aqui conseguimos perceber realmente o que o Douro consegue ser".

É este o vinho que temos no copo, o mais novo dos Barca Velha, da colheita de 2011, e o cenário não podia ser mais adequado, em plena Quinta da Leda - Quinta da Lenda podiam chamar-lhe - no meio das vinhas onde nasce, em altitude e junto ao rio, em vales onde o sol se deita mais cedo. Um vinho único, com uma profusão de aromas como já não se encontra, de uma elegância incrível na boca, cheio, fresco e um final longo, longo…

É um Barca Velha para deixar o "pai" orgulhoso. O BV "clássico" que Fernando Nicolau de Almeida queria fazer quando imaginou, nos anos 40 do século passado, que o Douro tinha potencial para produzir vinhos tão bons, e com a mesma longevidade que os de Bordéus. E isto numa altura em que ninguém fazia tintos, só Porto. E se os primeiros anos não foram fáceis, ficam para a história os camiões carregados de gelo, de Matosinhos ao Pocinho, viagem terrível e demorada, só para conseguir fazer a fermentação a uma temperatura controlada. Um louco, sim, e um teimoso, mas foi desta força de vontade que nasceu a lenda e ao longo de quase 70 anos apenas três enólogos tiveram o privilégio - e a responsabilidade - de declarar um Barca Velha (ver caixa). Sendo que os dois que lhe seguiram - José Maria Soares Franco, primeiro, e Luís Sottomayor, agora - trabalharam ambos diretamente com o Mestre. Daqui resulta uma coerência e uma consistência de estilo praticamente sem paralelo no mundo vínico.

A propósito: onde estava em 2011? A célebre pergunta de Baptista-Bastos já se torna pertinente, se não imaginem: há nove anos o último grito em tecnologia era o Samsung Galaxy S…2 ou o iPhone 4S. Sendo que para os lados da Apple o ano seria marcado sobretudo pela perda de Steve Jobs. Em Portugal estava instalada a crise e Pedro Passos Coelho sucedia a José Sócrates. No mundo, as dívidas da Europa dividiam atenções com o início da Primavera Árabe, uma revolta de esperança que em breve terminaria em pesadelo, mas para quem prefere notícias mais cor-de-rosa o ano foi de arromba, com os casamentos reais de William e Kate, e do Príncipe Alberto II, do Mónaco.

Entretanto, em Portugal o inverno foi frio e chuvoso, o que deixou água no solo ao longo do verão, que ainda por cima não foi escaldante, e estes dois fatores permitiram às uvas maturarem mais calmamente. Já sabíamos que 2011 resultou na maior declaração de Vintages de Porto de sempre, e faltava apenas esta certificação para confirmar o ano como mítico. Sottomayor admite que nunca teve dúvidas sobre o resultado, "Este já nasceu BV", e o tempo confirmou-lhe o prognóstico: "Um vinho que já está soberbo, mas que daqui por 25 anos estará ainda melhor […] Quanto pode evoluir em garrafa só o tempo dirá…"

A última vez que um Barca Velha tinha sido declarado, o diretor de enologia da Casa Ferreirinha não tinha assim tantas certezas, ou tão rápidas e em 2017 dizia, sobre a colheita de 2008, "é um vinho que precisa de tempo e paciência para revelar tudo o que vale. Mas vale muito". Esse vinho alcançou 100 pontos na Wine Enthusiast, o que significa que, para os críticos daquela reputada publicação, é mesmo um vinho perfeito. E uma honra nunca alcançada por outro vinho português não fortificado. Nem antes nem depois - ou será que este 2011 vai conseguir repetir a proeza?

Como nasce um Barca Velha?

Já aqui dissemos que um BV apenas surge em anos excecionais, porque se a equipa de enologia não acredita estarem reunidas as condições de qualidade e longevidade a colheita nem sequer é engarrafada. Assim, após uma maturação de 18 meses em barricas de carvalho francês, escolhem, de entre vários lotes um final, "O Escolhido" - e é aqui que reside provavelmente o "segredo" do BV. Mas ainda falta o teste do tempo, porque "um BV não se pode apressar". O lote passará então sete anos e meio (mais ou menos) em garrafa, e só então o enólogo estará em condições de declarar se a colheita é - ou não - Barca Velha. Quando não, é relegada à condição de Reserva Especial.

Será seguramente um momento de angústia, até pelas consequências comerciais que isso acarreta - um Reserva Especial vende-se nas garrafeiras a 200 e um BV a 600! Pior ainda quando nem sequer é engarrafado. Mas importa acima de tudo preservar este legado de excelência e por isso a decisão cabe exclusivamente ao enólogo, e este prefere muito mais errar por excesso, ou seja, despromover um vinho que a generalidade da crítica acredita ter potencial de BV à categoria de Reserva Especial, do que elevar um sem ter os pergaminhos certos. Na dúvida prefere não declarar, e esta mesma exigência é observável na obra dos três enólogos responsáveis: em 68 anos saíram 20 BV e 17 RE ou seja 31 colheitas não viram sequer a luz do dia - e podemos já avançar que o mesmo vai acontecer aos anos de 2012 e 2013. Agora, para voltar a provar um BV novo só daqui por três anos. Se for um Barca Velha!

https://www.must.jornaldenegocios.p...2WX0lLJV4Z_Pu0HsRCanI1etz9cNUX2lU32f-IxhgyOBY
 
ao almoço, um dos meus preferidos deste patamar

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infelizmente, a rolha cedeu, não o estragou por completo, mas tirou-lhe a devida essência, uma pena [s)]

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CHEGOU O BARCA VELHA, O REI DA VINHA

É o mais conceituado dos vinhos nacionais. Uma raridade, que só aparece em anos excecionais - e não é marketing: em 68 anos nasceram 20 Barca Velha, menos de um terço. Prova da exigência com que é produzido, e que leva então o enólogo, Luís Sottomayor, a fazer a comparação com o rei da selva: "Este Barca Velha é como um leão a andar na savana, é um vinho confiante, que sabe o seu valor e que todos respeitam. Tem uma personalidade única, muito bem definida, e por aqui conseguimos perceber realmente o que o Douro consegue ser".



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Estou para ver o preço...
 
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