Que vinho bebem?

A última compra:

IMG-0733.jpg


O Arrepiado, já é meu conhecido, e estava a com preço e comprei para ficar de Branco de stock.
O Blog Branco nunca bebi. Já é caro para um branco (20€) por isso espero algo especial. Se não for não volto a comprar.
Quinta do Sobreiró Grande Reserva Branco. Um branco de 14º... O Reserva foi um dos vinhos do ano a cerca de 7€, este custa 11€. Vamos lá ver. (metade do blog...)
Gravidade Branco. O tinto dá muito que falar entre entendidos, então comprei o pack.
Gravidade Tinto. Já ouvi falar muito bem. Vamos lá ver
Dona Matilde Grande Reserva. Nunca tinha ouvido falar, gostei do aspecto do rótulo e comprei. 14€. Até acho que vai surpreender.
Quinta do Sobreiró Grande Reserva Tinto. Como o branco, aproveitei e comprei o pack. 11€ era no brainer.
Grande Rocim. Um dos vinhos do Ano. E com esta nova publicidade do Júpiter o vinho de 1000€... que é um Vinho Rocim, este que custa 50€ deve valer a pena. [:D]
 
A última compra:

IMG-0733.jpg


O Arrepiado, já é meu conhecido, e estava a com preço e comprei para ficar de Branco de stock.
O Blog Branco nunca bebi. Já é caro para um branco (20€) por isso espero algo especial. Se não for não volto a comprar.
Quinta do Sobreiró Grande Reserva Branco. Um branco de 14º... O Reserva foi um dos vinhos do ano a cerca de 7€, este custa 11€. Vamos lá ver. (metade do blog...)
Gravidade Branco. O tinto dá muito que falar entre entendidos, então comprei o pack.
Gravidade Tinto. Já ouvi falar muito bem. Vamos lá ver
Dona Matilde Grande Reserva. Nunca tinha ouvido falar, gostei do aspecto do rótulo e comprei. 14€. Até acho que vai surpreender.
Quinta do Sobreiró Grande Reserva Tinto. Como o branco, aproveitei e comprei o pack. 11€ era no brainer.
Grande Rocim. Um dos vinhos do Ano. E com esta nova publicidade do Júpiter o vinho de 1000€... que é um Vinho Rocim, este que custa 50€ deve valer a pena. [:D]

Não é de agora, o Grande Rocim sempre foi muito apreciado pelos entendidos, infelizmente ainda não tive o prazer de o provar, mas seria no mínimo uma de 2015, ou ainda mais antiga.

Para "imitar" o Júpiter ias para Herdade do Rocim Clay Aged... [:D]
 
Ora bem, desta vez trago 2 tiros ao lado, estava com expectativas elevadíssimas nos dois e ambos desiludem, com justificações diferentes.

Começando pelo vinho do Dão, Quinta do Perdigão Touriga Nacional 2009, aroma super complexo, frutado misturado com suor a cavalo, na boca rústico e bastante enjoativo, um vinho bastante desconcertante.

Nota: 16,5

Preço: 26€

DzSw9TO.jpg


lOdrl39.jpg


RBBoqHT.jpg



Seguindo para o vinho da Bairrada, Quinta da Vacariça Tonel nº 18 Garrafeira 2011, às cegas teria dificuldade em dizer que era Baga, parece um blend, a casta Baga está escondida/descaracterizada, vinho com boa acidez, de certa forma afinado, mas esperava mais.

Nota: 17,0

Preço: 35€

9wI1HW7.jpg


vJUGcPK.jpg


eSr1uYf.jpg
 
E bate certo, estamos a falar de um varietal de Touriga Nacional:

Também chamado ‘suor de cavalo’ – ou estrebaria – o brett será talvez o defeito mais perniciosos do vinho contemporâneo, o qual, na maioria dos casos, já não apresenta defeitos maiores no fabrico. Castas como a Touriga Nacional e o Cabernet Sauvignon são particularmente sensíveis à levedura Brettanomyces / Dekkera.

Brett é o nome comum do género de leveduras Brettanomyces / Dekkera bruxellensis. Podem-se encontrar na uva, mas o seu ambiente preferido é a barrica, onde ataca sobretudo o vinho tinto em estágio (quase não se manifesta no vinho branco). Insta¬la-se durante o estágio, nas borras finas, aumen¬tando lenta e progressivamente a sua produção de etilfenóis, que se dividem de duas formas: em 4-etilfenol, que dá aromas mais depreciativos de couro e suor de cavalo; nos piores casos os vinhos cheiram a pocilga ou estrebaria. Quando os etil¬fenóis se dividem em 4-etilguaiacol, surgem aromas queimados e medicinais. Os etilfenóis são um grande problema da enologia moderna.
 
Contaminação por brettanomyces:

https://grandesescolhas.com/brett-esse-defeito-indesejavel/


É uma levedura muito caricata, principalmente no meio das indústria cervejeira.

Para umas industrias de bebida é virtude, para outras defeito....Apanha-se muito em sidras e em algumas cervejas artesanais (algumas vezes propositadamente). No vinho é considerado defeito e encontra-se com frequência. Vai de um ligeiro aroma a papel molhado ou cheiro a penso rápido/cola até ao mais pungente cheiro a cabedal, couro ou estrebaria. De uma forma ou de outra estraga sempre a fruta. De forma ligeira até pode transmitir alguma complexidade ao vinho.
 
Hoje bebi este branco. Não é o meu estilo. Vinho bem feito e correto mas, para mim, excesso de madeira. Nota-se muito e abafa a fruta. E a fruta até devia ser exuberante visto que tem moscatel. Muito cravinho dado pelo carvalho francês. Boa acidez, equilibrado e correto. Para mim peca pela madeira...questão de gosto pessoal.


5aedac2a105fc416d718c4a27f9ec969.jpg
 
Ora bem, desta vez trago 2 tiros ao lado, estava com expectativas elevadíssimas nos dois e ambos desiludem, com justificações diferentes.

Começando pelo vinho do Dão, Quinta do Perdigão Touriga Nacional 2009, aroma super complexo, frutado misturado com suor a cavalo, na boca rústico e bastante enjoativo, um vinho bastante desconcertante.

Nota: 16,5

Preço: 26€



lOdrl39.jpg

Ameixa, Amora, Figo, Framboesa, Mirtilo, Cassis, Violeta, Chá, Bergamota, Bâlsamicos, Brisa Fresca da Mata Mediterrânea, Aroma de chocolate, café e tabaco

Pegaram em todas as notas que há e escreveram no rótulo. [:)]

E gostava de saber como é que um vinho do perdigão tem "Brisa fresca da mata mediterrânea"... Parece que estamos a falar de um vinho de colares, do resto da extremadura, ou até da Bairrada litoral. :confused:
 
Voltar
Superior