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Well-known member
Isso não será só em Linda-a-Pastora?
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Essa história dos brancos realmente "assusta". Também tenho de ir "despachar" assunto...até porque nestes dois últimos anos tenho comprado mais do que bebido. E se forem lotes com alguns anos, o tempo começa a somar...
Nos tintos o risco será sempre menor, certo?
Essa história dos brancos realmente "assusta". Também tenho de ir "despachar" assunto...até porque nestes dois últimos anos tenho comprado mais do que bebido. E se forem lotes com alguns anos, o tempo começa a somar...
Nos tintos o risco será sempre menor, certo?
Fiquei hoje a saber que o vinho tambem sofre uma pasteurização.
Qualquer dia ainda bebo vinho UHT.... []
Nos tintos (não correntes) é o contrário, demasiado novos ainda estão "verdes" para consumo, vão melhorando com o tempo até determinados anos (uns mais que outros), depois começam numa fase descendente depois do auge.
Diria que de uma maneira geral (há excepções) ali pelos 8 anos é garantido que estamos a bebê-los próximo do auge ou mesmo na janela do auge, alguns aguentam ali até aos 10 para depois começar o seu declínio.
Pasteurização antes de engarrafamento é relativamente frequente. Principalmente em vinhos para exportação em contentor.Pasteurização em vinho felizmente não me parece que seja processo corrente, além de caríssimo, cozer "uvas" nunca será boa solução (na cerveja também não é mas... que remédio), já estabilização a frio é normalíssima.
Depende muito, se falarmos em Bairrada gama média para cima, a janela quase que começa nos 10 anos. Nada como olhar para a recomendação da ficha técnica e a sugestão do produtor
Exemplo: Vinha Pan | Luís Pato
Pasteurização antes de engarrafamento é relativamente frequente. Principalmente em vinhos para exportação em contentor.
Que me lembre vi só nas linhas de enchimento de garrafas. A temperatura ronda os 80 graus, se bem me lembro.Nada como um especialista no tema! Sempre a aprender mas faz sentido! Imagino que bag in box passe mt pelo mesmo não?
Fiquei hoje a saber que o vinho tambem sofre uma pasteurização.
Qualquer dia ainda bebo vinho UHT.... []
Normal, também sou assim.Lembrei-me de BiB precisamente por ser mt vinho para exportação para mercados longe e muito por via marítima (US, UKI, Nordicos, etc). Mas o BiB já protege um bom bocado mais que a garrafa.
Não consigo retirar a curiosidade de engenheiro alimentar de dentro de mim, quero saber todas as coisas sobre todos os processos[][
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Pasteurização em vinho felizmente não me parece que seja processo corrente, além de caríssimo, cozer "uvas" nunca será boa solução (na cerveja também não é mas... que remédio), já estabilização a frio é normalíssima.
Depende muito, se falarmos em Bairrada gama média para cima, a janela quase que começa nos 10 anos. Nada como olhar para a recomendação da ficha técnica e a sugestão do produtor
Exemplo: Vinha Pan | Luís Pato
Nos tintos (não correntes) é o contrário, demasiado novos ainda estão "verdes" para consumo, vão melhorando com o tempo até determinados anos (uns mais que outros), depois começam numa fase descendente depois do auge.
Diria que de uma maneira geral (há excepções) ali pelos 8 anos é garantido que estamos a bebê-los próximo do auge ou mesmo na janela do auge, alguns aguentam ali até aos 10 para depois começar o seu declínio.
Pasteurização antes de engarrafamento é relativamente frequente. Principalmente em vinhos para exportação em contentor.
Nada como um especialista no tema! Sempre a aprender mas faz sentido! Imagino que bag in box passe mt pelo mesmo não?
Que me lembre vi só nas linhas de enchimento de garrafas. A temperatura ronda os 80 graus, se bem me lembro.
Com o boom de exportação de vinhos por via marítima, começou a chegar vinho que não estava em condições, devido às temperatura atingida no interior dos contentores marítimos. Anulou-se isso levando o vinho a uma temperatura superior na fase do engarrafamento.
Por isso é que o Vinho do Porto corrente não envelhece na garrafa....uma vez que é previamente pasteurizado.
O mesmo não acontece com os vintage que não sofre esse processo previamente ao engarrafamento
Explicação dada há largos anos pela «menina cicerone» da Caves Cálem em Gaia.
Pois, talvez seja interessante criar categorias de idades de consumo na garrafeira. Por exemplo, correntes até 4 anos, médios até 8 anos, e mais especiais, caso a caso?
Isto simplifica andar "preocupado" caso a caso, e organiza a garrafeira. A minha está organizada mais ou menos por regiões, mas tenho os anos completamente ignorados.
Para mim é ligeiramente superior ao esporão reserva. Mas sendo os 2 belos vinhos, já entramos no gosto pessoal para classificar um como melhor que o outro.Bebi há relativamente pouco tempo(2019,acho) e gostei bastante.
Apesar de gostar bastante do Esporão reserva,este não fica atrás.
Pois, talvez seja interessante criar categorias de idades de consumo na garrafeira. Por exemplo, correntes até 4 anos, médios até 8 anos, e mais especiais, caso a caso?
Isto simplifica andar "preocupado" caso a caso, e organiza a garrafeira. A minha está organizada mais ou menos por regiões, mas tenho os anos completamente ignorados.
O ideal é organizar por regiões, categoria e idade. Mas o principal é mesmo separar os correntes dos não correntes, não faz sentido estarem misturados, uns são para consumo imediato e os outros são de guarda.
Mas depois só a experiência vai ditando o que sabemos sobre determinado vinho, não há outra maneira.
Por norma, Bairrada e Dão proporcionam vinhos longevos, mas há vinhos especiais de outras regiões que também são há prova do tempo.
Essa garrafeira comigo já tinha levado uma volta daquelasJá agora na minha garrafeira meto os vinhos por região e por ano. E coloco uma pequena etiqueta com o ano aproximado de consumo, assim quando chego à garrafeira, é fácil escolher o que levar.
Depois fica assim
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(sim sim, eu sei eu sei.... ).... :sh):sh)
