Que vinho bebem?

Boas.

Obrigado pelo feedback, pois pesquisando pela net, não consegui encontrar valores para estes portos.

Vou tentar vender este Niepoort Garrafeira 1931 e o Niepoort 1978, pois é garrafa de 1,5 Lt, o resto será para beber.

Diamondplus , mais uma vez, faço votos que possas partilhar de novo as tuas provas.

Um Bem haja.
 
Vim passar uma semana à terrinha,excecionalmente deu para provar o vinho novo.

Dez almudes engarrafados e bota.

A casta cá de casa é 100% Loureiro.
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Alguém foi à Feira de Vinhos na FIL?

Andei por lá no sábado, algumas coisas positivas outras negativas.
Feira muito mais pequena do que o normal, e apesar de ter vindo a diminuir a afluência de pessoas, talvez por ser mais pequena, as 17h estava uma confusão. Começa a haver grupos que claramente vão lá para embebedar.
 
Alguém foi à Feira de Vinhos na FIL?

Andei por lá no sábado, algumas coisas positivas outras negativas.
Feira muito mais pequena do que o normal, e apesar de ter vindo a diminuir a afluência de pessoas, talvez por ser mais pequena, as 17h estava uma confusão. Começa a haver grupos que claramente vão lá para embebedar.

Tem vindo a diminuir de ano para ano e as perspetivas de futuro, no sector, não são animadoras. É natural que os produtores comecem a cortar a presença nestas feiras cujos resultados, para muitos, não justificam o tempo e dinheiro investido.
 
Tem vindo a diminuir de ano para ano e as perspetivas de futuro, no sector, não são animadoras. É natural que os produtores comecem a cortar a presença nestas feiras cujos resultados, para muitos, não justificam o tempo e dinheiro investido.

Sim para todos os produtores pequenos, não compensa em nada. Os stands são caros e raramente alguém sai de lá a dizer "vou comprar este vinho".
Eu gosto de ir com amigos para ver as novidades e conversar com um ou dois produtores que já conheço ou que vou encontrando nestas feiras.

Vi muitos stands de produtores conhecidos com vinhos de topo a servir, nesse aspecto até me pareceu que estavam mais permissivos que noutros anos.
Se bem que alguns produtores querem que proves os 20 vinhos deles para poder provar o de topo. [:D]
 
Vi muitos stands de produtores conhecidos com vinhos de topo a servir, nesse aspecto até me pareceu que estavam mais permissivos que noutros anos.
Se bem que alguns produtores querem que proves os 20 vinhos deles para poder provar o de topo. [:D]

Obviamente que quando se chega aí, o vinho só pode ter qualidade mesmo que não a tenha. [:D]
 
Alguém foi à Feira de Vinhos na FIL?

Andei por lá no sábado, algumas coisas positivas outras negativas.
Feira muito mais pequena do que o normal, e apesar de ter vindo a diminuir a afluência de pessoas, talvez por ser mais pequena, as 17h estava uma confusão. Começa a haver grupos que claramente vão lá para embebedar.

Eu fui também Sábado, mas desta vez não te vi [:D]

Tento não faltar, acho um evento porreiro, combino sempre com amigos/as e passa-se um bom bocado a provar umas vinhaças e em conversa num mood relaxado e bem disposto.

Desta vez até fui muito disciplinado e ainda provei talvez uns 12 brancos antes de passar para os tintos, nem sempre experimento brancos, destes um dos que gostei bastante foi o Guru, creio que de 2023 !?

Nos tintos menção honrosa ao Quinta do Vale Meão, Chriseya, Quinta do Noval e Quinta do Vesuvio, embora genericamente lhes faltasse tempo e estivessem mais quentes que o desejável. Provei ainda um tinto com 36 meses de estágio, acho que nunca tinha provado algo com tanto tempo de madeira. Era interessante e complexo mas precisava de ser acompanhado por uma comida à altura para se poder aproveitar no seu máximo explendor.

Depois de uns 70 ou 80 tintos, ainda provei um Colheita tardia e 5 ou 6 portos.

Normalmente pelo meio como sempre uma "fit e light" sandes de leitão e bebo alguma água que ajuda a nunca ficar bêbado.

Acho que se mantém a tendência de haver mais monocastas, talvez um pouco menos de utilização de vinhas velhas e da mesma forma que uns eram generosos nos vinhos que tinham, também havia alguns como a Casa Ferreirinha que estava numa versão muito pobre ou a Nieport que acho que nem sequer foi !?

Ainda não foi desta que tinham lá um Château Petrus, mas ainda não perdi a esperança [:D]
 
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Eu fui também Sábado, mas desta vez não te vi [:D]

Tento não faltar, acho um evento porreiro, combino sempre com amigos/as e passa-se um bom bocado a provar umas vinhaças e em conversa num mood relaxado e bem disposto.

Desta vez até fui muito disciplinado e ainda provei talvez uns 12 brancos antes de passar para os tintos, nem sempre experimento brancos, destes um dos que gostei bastante foi o Guru, creio que de 2023 !?

Nos tintos menção honrosa ao Quinta do Vale Meão, Chriseya, Quinta do Noval e Quinta do Vesuvio, embora genericamente lhes faltasse tempo e estivessem mais quentes que o desejável. Provei ainda um tinto com 36 meses de estágio, acho que nunca tinha provado algo com tanto tempo de madeira. Era interessante e complexo mas precisava de ser acompanhado por uma comida à altura para se poder aproveitar no seu máximo explendor.

Depois de uns 70 ou 80 tintos, ainda provei um Colheita tardia e 5 ou 6 portos.

Normalmente pelo meio como sempre uma "fit e light" sandes de leitão e bebo alguma água que ajuda a nunca ficar bêbado.

Acho que se mantém a tendência de haver mais monocastas, talvez um pouco menos de utilização de vinhas velhas e da mesma forma que uns eram generosos nos vinhos que tinham, também havia alguns como a Casa Ferreirinha que estava numa versão muito pobre ou a Nieport que acho que nem sequer foi !?

Ainda não foi desta que tinham lá um Château Petrus, mas ainda não perdi a esperança [:D]

Pois foi, desta vez não nos encontrámos.

Eu por norma começo sempre nos brancos (que até é o que tenho preferido mais) e depois raramente vou aos tintos. [:D]

Mas tenho tido abordagem diferente, dos que falas Chryseia, Noval, Vesuvio, e depois Boavista, ´Qta Vale D Maria etc etc. Estavam lá todos com os seus vinhos de topo, mas felizmente já os bebi muitas vezes e estar a provar colheitas de 2023 e afins desses vinhos deixa sempre a desejar. São vinhos novos que precisam de amaciar.

Por acaso desta vez estive foi mais tempo no Maçanita do que costumo estar, havia umas novidades que queria provar e consegui estar lá à conversa bem simpática com dois colaboradores. Provei o Crosta Calcária, Os Pala Pinta, o tinta Carvalha, o Morgado de Oliveira, entre mais 2 ou 3. Mas é de longe o stand com mais gente e mais confusão.

Depois andei quase tudo por novidades e pequenos produtores.

Onde fui pior atendido foi no Soalheiro, foi lá provar a novidade o Cota 27... Mas aquilo é só brasileiros e estrangeiros e a senhora que lá estava não foi nada simpática, explicou zero, e com zero vontade para conversar.
 
Eu fui também Sábado, mas desta vez não te vi [:D]

Tento não faltar, acho um evento porreiro, combino sempre com amigos/as e passa-se um bom bocado a provar umas vinhaças e em conversa num mood relaxado e bem disposto.

Desta vez até fui muito disciplinado e ainda provei talvez uns 12 brancos antes de passar para os tintos, nem sempre experimento brancos, destes um dos que gostei bastante foi o Guru, creio que de 2023 !?

Nos tintos menção honrosa ao Quinta do Vale Meão, Chriseya, Quinta do Noval e Quinta do Vesuvio, embora genericamente lhes faltasse tempo e estivessem mais quentes que o desejável. Provei ainda um tinto com 36 meses de estágio, acho que nunca tinha provado algo com tanto tempo de madeira. Era interessante e complexo mas precisava de ser acompanhado por uma comida à altura para se poder aproveitar no seu máximo explendor.

Depois de uns 70 ou 80 tintos, ainda provei um Colheita tardia e 5 ou 6 portos.

Normalmente pelo meio como sempre uma "fit e light" sandes de leitão e bebo alguma água que ajuda a nunca ficar bêbado.

Acho que se mantém a tendência de haver mais monocastas, talvez um pouco menos de utilização de vinhas velhas e da mesma forma que uns eram generosos nos vinhos que tinham, também havia alguns como a Casa Ferreirinha que estava numa versão muito pobre ou a Nieport que acho que nem sequer foi !?

Ainda não foi desta que tinham lá um Château Petrus, mas ainda não perdi a esperança [:D]

Mesmo vinhos de topo, tão jovens dão prova medíocre, calculo que bebeste as colheitas de 2023 (2022 no máximo), são vinhos que no mínimo precisam de 5 anos, e mesmo assim estou a ser optimista.

A feira vale mais pelos brancos, porque estes jovens não padecem do problema dos tintos, e pelos Porto Tawny, provas temáticas e aqui e acolá de vinhos mais antigos que alguns produtores têm no seu portfólio.

Para tipos como eu, em que a preferência são vinhos tintos a rondar os 10 anos ou mais, não vou lá fazer grande coisa à feira... 😬

Ficava reduzido aos poucos Porto Tawny (que já conheço a maioria) e a alguns brancos (novas colheitas), mas se morasse em Lisboa iria certamente mesmo assim, agora do Algarve acho que não vale o esforço, no contexto actual da feira.
 
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