TubularBells
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Bons dias,
Este é um tema que sempre gera bastante discussão, há sempre opiniões divergentes, umas mais violentas, outras mais racionais, enfim, é um tema extremamente vasto. Ifelizmente tenho a certeza que vou chocar os moralistas. Paciência.
Se há pessoas que adoram os indivíduos de raça negra, ou ciganos, etc. outras acham que deviam ir para a terra deles, etc. Verdade seja dita, todos nós temos uma opinião.
Sejam pessoas diferentes em termos de cor, cultura, país, etc. todos temos diferentes ligações em relações a elas, e em relação a todas elas há o dito racismo.
Bom, mas vejo-me obrigado a relatar aqui o que me aconteceu durante as férias para alertar as pessoas para uma situação que frequentemente vejo.
Algo do género: eu digo "preto filho da mãe" – para quem vê, estou a ser racista, para o rapaz estou a ser ainda mais racista e sou um filho da mãe de um branco.
Mas se o individuo de raça negra disser "é branco, parto-te os tromba pá" – o individuo é violento, é isto é aquilo, mas não será racista, ou então foi o branco que foi racista e então o jovem reagiu mal.
Há também uma espécie de Auto-Racismo, ou de vitimização por parte de pessoas "diferentes" que se servem da existência de racismo para se fazerem de coitadinhos ou algo assim.
Bom, mas vamos a factos.
Um dia, ao final da tarde, depois da praia, ia no carro, quando vejo ao longe um jovem de cor. Talvez tivesse os seus 15 anitos.
Quando estou a passar mesmo ao lado, ele começa aos berros e lança-me uma porcaria qualquer contra o carro. Mas um lançar bem lançado e com força! Aquilo bate-me no carro, o jovem começa a correr, eu ainda abrando, mas não valia de nada.
Primeiro não podia fazer inversão de marcha, depois o que me adiantaria ir atrás dele? Felizmente depois de parar o carro vi que não tinha qualquer estrago.
Pareceu-me lançar uma peça de fruta, ou talvez uma banana, ou um amendoim, já que à dias no Jardim Zoológico apercebi-me que os macacos adoravam bananas e amendoins.
Adiante, isto passou. Assunto encerrado. Quem viu, de certeza não considerou racismo por parte dele, apenas uma criancice, ou algo do género. Para mim, uma prova perfeita de que o homem descende do macaco.
No dia seguinte, estou a passear perto da praia, e o que vejo montado em cima de uma bicicleta? O dito indivíduo de raça negra, a dar umas voltinhas, com ar inocente e triste... olhei-o com ar natural. Com certeza reconheceu-me, pois olhou-me com ar extremamente humilde e meio comprometido, até senti pena daquilo.
Não comentei, nem fiz nada à pobre criança. Afinal aquela pequena besta nem tinha causado nenhum dano fisico no meu carro.
Mas foi aí que pensei para mim "se eu atirava agora um calhau a este palhaço, ia tudo chamar-me nomes e dizer que eu era racista, e que estava a atacar uma criança inocente, e ainda tinha o bairro todo dos achocolatados a quererem acertar-me o passo."
A verdade é que nós, pessoas, temos dois pesos para lidar com estas situações. Se um preto ataca um branco, é porque o branco lhe fez alguma, se o branco ataca o preto, é porque o branco é racista, e assim sucessivamente.
Muitas vezes os negros, são, infelizmente, vítimas da sua auto-inferiorização, e o seu auto-racismo. Se a um concurso tipo Ídolos da TV vai um branco e um preto, e é seleccionado o branco, é porque, coitadinho do preto, foi descriminado, foi assim, foi assado. Preferem justificar as coisas, ou as suas falhas, ou atitudes, atirando a culpa para o racismo dos outros, fazendo-se assim de vitimas, e de coitadinhos. Se têm algum complexo, é simples, há aqui um chapeiro na minha zona que em termos de pintura é fantástico! É o Senhor Silva, ele dava um fuminho em branco/beije ao pessoal complexado e estava o assunto encerrado.
Outra situação que me deixa um bocado chateado é que, tinha que ser um jovem de cor a atirar aquilo carro. De facto, há brancos, e há chineses, e há Ucranianos e há de tudo e há bons, e há maus em todo o lado. Mas porra, quando eu vejo as coisas em termos de percentagem, bem! Volta e meia há incidentes aqui ou ali, e geralmente há indivíduos de cor metidos, também há brancos, mas se virmos a percentagem de brancos a fazer este tipo de coisas, e depois a percentagem de indivíduos de cor a fazer este tipo de coisas, se calhar vamos pensar duas vezes. É que a relação parece tipo em 1000 brancos há 10 que fazem asneira, em 100 pretos há 10 que fazem asneira.
Resta-me avisar que não sou racista, e obviamente isto aplica-se a quem servir a carapuça.
Tenho colegas negros, e são excelentes pessoas, tenho toda a consideração do mundo por eles. Agora, haja paciência em relação a certas situações que vou observando no dia-a-dia.
Este é um tema que sempre gera bastante discussão, há sempre opiniões divergentes, umas mais violentas, outras mais racionais, enfim, é um tema extremamente vasto. Ifelizmente tenho a certeza que vou chocar os moralistas. Paciência.
Se há pessoas que adoram os indivíduos de raça negra, ou ciganos, etc. outras acham que deviam ir para a terra deles, etc. Verdade seja dita, todos nós temos uma opinião.
Sejam pessoas diferentes em termos de cor, cultura, país, etc. todos temos diferentes ligações em relações a elas, e em relação a todas elas há o dito racismo.
Bom, mas vejo-me obrigado a relatar aqui o que me aconteceu durante as férias para alertar as pessoas para uma situação que frequentemente vejo.
Algo do género: eu digo "preto filho da mãe" – para quem vê, estou a ser racista, para o rapaz estou a ser ainda mais racista e sou um filho da mãe de um branco.
Mas se o individuo de raça negra disser "é branco, parto-te os tromba pá" – o individuo é violento, é isto é aquilo, mas não será racista, ou então foi o branco que foi racista e então o jovem reagiu mal.
Há também uma espécie de Auto-Racismo, ou de vitimização por parte de pessoas "diferentes" que se servem da existência de racismo para se fazerem de coitadinhos ou algo assim.
Bom, mas vamos a factos.
Um dia, ao final da tarde, depois da praia, ia no carro, quando vejo ao longe um jovem de cor. Talvez tivesse os seus 15 anitos.
Quando estou a passar mesmo ao lado, ele começa aos berros e lança-me uma porcaria qualquer contra o carro. Mas um lançar bem lançado e com força! Aquilo bate-me no carro, o jovem começa a correr, eu ainda abrando, mas não valia de nada.
Primeiro não podia fazer inversão de marcha, depois o que me adiantaria ir atrás dele? Felizmente depois de parar o carro vi que não tinha qualquer estrago.
Pareceu-me lançar uma peça de fruta, ou talvez uma banana, ou um amendoim, já que à dias no Jardim Zoológico apercebi-me que os macacos adoravam bananas e amendoins.
Adiante, isto passou. Assunto encerrado. Quem viu, de certeza não considerou racismo por parte dele, apenas uma criancice, ou algo do género. Para mim, uma prova perfeita de que o homem descende do macaco.
No dia seguinte, estou a passear perto da praia, e o que vejo montado em cima de uma bicicleta? O dito indivíduo de raça negra, a dar umas voltinhas, com ar inocente e triste... olhei-o com ar natural. Com certeza reconheceu-me, pois olhou-me com ar extremamente humilde e meio comprometido, até senti pena daquilo.
Não comentei, nem fiz nada à pobre criança. Afinal aquela pequena besta nem tinha causado nenhum dano fisico no meu carro.
Mas foi aí que pensei para mim "se eu atirava agora um calhau a este palhaço, ia tudo chamar-me nomes e dizer que eu era racista, e que estava a atacar uma criança inocente, e ainda tinha o bairro todo dos achocolatados a quererem acertar-me o passo."
A verdade é que nós, pessoas, temos dois pesos para lidar com estas situações. Se um preto ataca um branco, é porque o branco lhe fez alguma, se o branco ataca o preto, é porque o branco é racista, e assim sucessivamente.
Muitas vezes os negros, são, infelizmente, vítimas da sua auto-inferiorização, e o seu auto-racismo. Se a um concurso tipo Ídolos da TV vai um branco e um preto, e é seleccionado o branco, é porque, coitadinho do preto, foi descriminado, foi assim, foi assado. Preferem justificar as coisas, ou as suas falhas, ou atitudes, atirando a culpa para o racismo dos outros, fazendo-se assim de vitimas, e de coitadinhos. Se têm algum complexo, é simples, há aqui um chapeiro na minha zona que em termos de pintura é fantástico! É o Senhor Silva, ele dava um fuminho em branco/beije ao pessoal complexado e estava o assunto encerrado.
Outra situação que me deixa um bocado chateado é que, tinha que ser um jovem de cor a atirar aquilo carro. De facto, há brancos, e há chineses, e há Ucranianos e há de tudo e há bons, e há maus em todo o lado. Mas porra, quando eu vejo as coisas em termos de percentagem, bem! Volta e meia há incidentes aqui ou ali, e geralmente há indivíduos de cor metidos, também há brancos, mas se virmos a percentagem de brancos a fazer este tipo de coisas, e depois a percentagem de indivíduos de cor a fazer este tipo de coisas, se calhar vamos pensar duas vezes. É que a relação parece tipo em 1000 brancos há 10 que fazem asneira, em 100 pretos há 10 que fazem asneira.
Resta-me avisar que não sou racista, e obviamente isto aplica-se a quem servir a carapuça.
Tenho colegas negros, e são excelentes pessoas, tenho toda a consideração do mundo por eles. Agora, haja paciência em relação a certas situações que vou observando no dia-a-dia.