RANGE ROVER 2.5DSE

citação:Originalmente colocada por Flying BJ

É uma pena realmente que um jipe com tão boas qualidades como conforto, capacidade para TT e boas performances seja no fim um fardo para quem os tem. Eu gostava de ter um 4.6HSE mas pelo que sei o único RR que se pode considerar fiável é o Classic 300tdi (ou é td?).

É por isso que um Classic, seja ele Tdi ou V8, é sempre outra coisa (isto para além do valor histórico).
 
citação:Originalmente colocada por MGomes

citação:Originalmente colocada por Flying BJ

É uma pena realmente que um jipe com tão boas qualidades como conforto, capacidade para TT e boas performances seja no fim um fardo para quem os tem. Eu gostava de ter um 4.6HSE mas pelo que sei o único RR que se pode considerar fiável é o Classic 300tdi (ou é td?).

É por isso que um Classic, seja ele Tdi ou V8, é sempre outra coisa (isto para além do valor histórico).

amen, irmão.
Por falar nisso, alguém do Porto se lembra de ver um saudável Range Rover 3.5 de matrícula "FU" que parava muito no "Concha d'Ouro" e arredores ( Av. Antunes Guimarães) via muito quando eu era puto ( há meia dúzia de dias atrás [:p] )... já na altura admirava aquele "monstro" branco, mal sabia eu que essa espécie ia tornar-se uma obsessão...
 
citação:Originalmente colocada por highlander

citação:Originalmente colocada por jonibigud

mas é mau p causa do ano, 1997, ou pq é o DSE?


é por ser de 1997. ser "DT"; "DSE" ou "SE" / "HSE" vai dar tudo ao mesmo, no caso dos modelos de 1994 a 1998. O horizonte dos problemas centra-se nas suspensões pneumáticas ( um regalo de utilização mas caprichosas quando avariam - não é por acaso que se comercializam kits de transformação de "ar para molas" )e da parte eléctrica. Há, inclusivé, relatos de versões equipadas com TAE que, devido à má estanquicidade do tecto deixam entrar água e a mesma vai alojar-se debaixo dos bancos da frente, afectando as conexões eléctricas que comandam os bancos; os vidros; etc...

A estanquicidade do tecto não deve ser só defeito do RR DSE, ainda na semana passada vi um Freelander a ser reparado precisamente por ter "problemas" de agua deste genero, o meu já recebeu atenção nesso ponto...
 
citação:Originalmente colocada por highlander

citação:Originalmente colocada por MGomes

citação:Originalmente colocada por Flying BJ

É uma pena realmente que um jipe com tão boas qualidades como conforto, capacidade para TT e boas performances seja no fim um fardo para quem os tem. Eu gostava de ter um 4.6HSE mas pelo que sei o único RR que se pode considerar fiável é o Classic 300tdi (ou é td?).

É por isso que um Classic, seja ele Tdi ou V8, é sempre outra coisa (isto para além do valor histórico).

amen, irmão.
Por falar nisso, alguém do Porto se lembra de ver um saudável Range Rover 3.5 de matrícula "FU" que parava muito no "Concha d'Ouro" e arredores ( Av. Antunes Guimarães) via muito quando eu era puto ( há meia dúzia de dias atrás [:p] )... já na altura admirava aquele "monstro" branco, mal sabia eu que essa espécie ia tornar-se uma obsessão...
Eu fui ao Porto experimentar um 3.5 mas era verde e estava um bocado mal tratado, sinceramente o motor desiludiu muito (também poderia não estar boa saúde!)mas imagino que o 3.9 seja bem melhor, se não me engano aínda são 50 ou 60cv de diferença. Acabei por comprar o mês e meio depois o meu Bj73.
 
citação:Originalmente colocada por gessler

Eu explico: entre várias histórias que já ouvi, um amigo meu comprou um com 150.000kms, 1 registo, impecável.Entre várias avarias foram, suspensão que avariou, culassa nova (rachou), alternador, embraiagem, bomba injectora, diferencial traseiro gripado,etc...
Para não falar de avisos no painel, que não deixavam pôr o motor a trabalhar; por vezes a chave ficava sem código etc...

Teve-o 2 anos e foi sempre a gastar dinheiro.Quando digo manutenção, estou a incluir este tipo de surpresas...

ENTAO É ASSIM

SUSPENSAO - levou compressor novo a semana passada e modulo electronico novo no mes passado, assumiram em garantia (percebi porque não queriam dar garantia de suspensao nesse momento), baloes em 2005 e 2004 e estao em bom estado, precisa de casquilhos e amortecedores novos, estes ultimos vou ver se consigo meter tb em garantia pq afinal sao parte da suspensao e os casquilhos pago eu, penso q nao deve ser por ai alem... depois corrigam-me - agradeço!

MOTOR - tem um motor recondicionado com 90.000kms e garantia para um ano por isso à partida nao me vou chatear... não tem fugas mas sei que tem de levar um volante-motor novo, aí não há problemas pq vai ser assumido pela garantia e precisa de uns apoios de motor novos mas vao ter q ser eles a assumir pq queixei-me desde inicio disto.

CAIXA E DIFERENCIAIS - garantia de 1 ano e por enquanto sem queixas

DE UM MODO GERAL - não me posso queixar muito do carro em si mas sim do serviço, o carro ja la ficou duas semans para fazerem verificaçoes e reparar o que fosse necessaro e nem a revisao fizeram antes de eu o levantar..., queixo-me de algumas *****s e dizem que é normal e depois ...dá estrilho - e eu tinha razão no que dizia, até agora têm assumido que os erros sao deles e as pequenas paneleirices de que me queixo têm reparado sem me cobrar o que for.


- só gostava é que cumprissem com o que se comprometem, um gajo compra um carro na marca e mesmo usado espera um serviço diferente, quando se deixa um carro numa oficina com o compromisso de que vao verificar tudo e reparar e uma semana depois se levanta o carro com metade das coisas como estavam.... ou pior ainda - por mexer... é de um gajo ficar chateado, claro que é... se fosse numa oficina de esquina já mandava vir mesmo esperando que fosse tudo mais aldrabado mas fazerem isto numa oficina de marca... quer dizer... PORRA

*** desculpem o desabafo - mas já sei a soluçao, o caro segue para lá com uma check-list e só o levanto depois de o experimentar com a chek-list na mão, afinal comprei o carro para andar na estrada e não na oficina, ainda não me pediram que pagasse nada (tb era o q faltava) mas o serviço da oficina deixa muito a desejar
 
RESUMINDO

- TEM TUDO MEDO DO CARRO PORQUE?
- 3.000 EUROS /ANOS DE MANUTENÇAO - NEM A MINHA GAJA GASTA ISSO!!!
- ATÉ AGORA TENHO MAIS QUEIXAS DO SERVIÇO DO QUE DO CARRO.
- 1 ANO/50.000KMS DE GARANTIA PARA CAIXA, DIFERENCIAIS, MOTOR E SUSPENSAO É STANDART?
 
Também não são tão maus como os pintam. Tenho um dse de 98, vai fazer
5 anos e as únicas coisas que lhe mudei foi o radiador (estalou na
zona de plástico), o tensor da correia da ventoínha (defeito do motor
alemão que possui), o viscoso da ventoínha e um rolamento.
Com estes carros não convém ser-se muito miudinho, convém isso sim
ter a confiança na oficina que deve conhecê-los e devem ser honestos.
Em termos de prazer de condução, a nivel de TT, são do melhor e com
um equipamento como não há outros dos anos a que respeitam e são extremamente robustos no que diz respeito à suspensão, havendo que ter cuidado com zonas de muitos paus para não arrancarem um sensor.
Têm velocidade de ponta elevada mas o motor não gosta de andar sempre
a gritar e aquece com alguma facilidade. Para saber mais sobre estes
modelos é ir a www.rangerovers.net , onde existe a maior base de dados sobre este veículo, assim como susgestões para resolver problemas.
Cumpts.
raul
 
boas julius-kaiser.desculpa só ter colocado o link,no outro dia,mas já era tarde.aqui fica a noticia completa que eu retirei de outro forum.tens aqui as conclusões de um estudo elaborado pela deco.um abraço e boa sorte para o teu RR.


Standes em rota de colisão

Pouca informação e garantias com exclusões ilegais fazem da venda de carros usados uma actividade com manobras perigosas

Em segunda mão, mas em bom estado. Quando o dinheiro não é muito, a carta de condução recente ou há outras prioridades, um carro usado pode ser uma boa opção. Antes de se lançar à luta, prepare-se como
um leão. Porque o reino dos vendedores de carros usados é uma selva.
Há cerca de três anos, simulámos a compra de um automóvel em segunda mão em 10 standes da Grande Lisboa, num teste prático publicado na DINHEIRO & DIREITOS n.º 60, de Novembro de 2003.
Neste estudo, fomos verifi car se os maus resultados então detectados se mantinham. A resposta é afi rmativa, com uma agravante: estendem-se
ao resto do País. Entre os 127 estabelecimentos visitados, a falta de transparência e de informação obrigatória, as infracções
nos prazos e limitações da garantia legal, bem como as propostas de financiamento sem indicar a taxa anual de encargos efectiva global (TAEG), fazem parte dos cartões de visita encontrados. Nenhum dos
standes conseguiu cumprir todos estes critérios.

Janela para um mau negócio
O bilhete de identidade do automóvel usado é decisivo para a escolha de quem compra.
Por isso, a lei obriga a que seja afixado, no veículo, a matrícula, o preço, o ano de construção, a data de matrícula, os registos de propriedade anteriores e os prazos de garantia de fabricante ou de usado. E bem à vista.
Verificámos se eram afixados três dos elementos obrigatórios mais relevantes: preço, data de matrícula e prazo de garantia.
Mesmo assim, em 56 dos estabelecimentos visitados, a informação era insufi ciente e, por isso, ilegal. Se na afi xação do preço e da matrícula existem falhas, a maioria dos standes “derrapa” na indicação da garantia:
ou porque não a apresenta (em 48 casos) ou porque o período indicado viola a lei, como os 6 meses anunciados em três casos.
Em 74 standes, os anúncios “ofereciam” prazos de um ano. Apenas em dois estabelecimentos era afixada uma garantia de dois anos.

Garantia de 2 anos, se faz favor
Quem compra um carro ou qualquer outro bem móvel, tem dois anos de garantia legal para reclamar de eventuais defeitos ou avarias, sem ter de
pagar nada pela reparação.
Porém, no caso de bens usados, a lei admite que a garantia seja reduzida para um ano, se houver acordo entre vendedor e comprador. Na prática, o mercado antecipa-se a essa negociação e impõe, à partida, a garantia de um ano.
A prová-lo estão os 117 standes, que apresentaram, desde logo, uma garantia de um ano. Um deles, o Fimafra, em Mafra, foi mais longe, passando por cima da lei e dos direitos do cliente. No carro exposto, um
folheto anunciava um ano de garantia. Quando abordámos o
vendedor, ficámos a saber que, caso optássemos por ter esse
período de garantia, o preço seria agravado em 450 euros.
“Lei” parece ser uma palavra estranha para alguns standes. Nos estabelecimentos Stand Sérgio Cristina, em Almancil
(Loulé), Automóveis Sérgio Silva, em Lagos e Tino Automóveis, no Cacém (Sintra), quando tentámos negociar o preço, ofereceram-nos uma redução de € 500, e, no último stande, de € 300, caso aceitássemos
a proposta ilegal de abdicar de qualquer garantia.
Há ainda quem restrinja o prazo da garantia a seis meses. Foi o que aconteceu em 4 estabelecimentos: Automóveis Ocasião, em Castelo Branco, Automóveis Sérgio Silva, em Lagos, C. A. P. de Fernando Palhinhas, Lda., no Porto, e Comércio Auto, em Alhandra.
Apenas 5 vendedores apresentaram o prazo de dois anos
previsto pela lei (Auto Martins e Louro, Lda., em Leiria, Globalcar, em Sintra, Fernando Simão, no Porto, Auto Cesares, em Santarém, e Entreposto de Setúbal, em Almada).
Na altura em que nos informámos sobre as condições de garantia, em 26 dos estabelecimentos que ofereciam uma garantia de um ano, era possível prolongá-la por mais 12 meses. Com um custo, claro, que podia
ir de 175 a 500 euros.
Em 9 standes foi-nos dito que optar por um maior prazo de garantia seria “um desperdício de dinheiro”. Quem o recomenda sabe que o cliente
pouco ganha com isso. É que a maioria dos contratos que prolongam os prazos são assegurados por terceiras empresas e apresentam tantas exclusões de componentes do carro e restrições que poucos ou nenhuns
benefícios oferecem.
Pedimos sempre uma cópia dos contratos de garantia. Contudo, apenas trouxemos para casa 22 exemplares. Dos restantes que não as forneceram, ouvimos a justifi cação de que não tinham mais cópias no momento ou de que o fariam na altura da compra, por exemplo.
É preciso ter muito cuidado com as garantias efectuadas por empresas externas ao stande. A menos que essa garantia “contratual” seja mais abrangente do que a “legal”, o consumidor pode recusá-la, sem
perder a que a lei prevê. Para accioná-la só precisa da factura. Os standes tentam, dessa forma, esquivar-se das suas responsabilidades quando é o vendedor que tem de assumilas junto da terceira entidade.

Peças sem garantia
Qualquer cláusula que pretenda limitar os seus direitos é nula, segundo a lei. Significa que tudo o que restrinja a garantia em função de certas peças do carro, da quilometragem ou do valor da reparação é ilegal.
Contudo, verificámos que a exclusão de peças nas garantias é uma prática comum, mencionada por 118 dos standes visitados. E, em poucos
casos, se informa antes o comprador sobre os defeitos.
Apenas 34 vendedores indicaram a existência de pequenas mossas ou riscos e, em alguns casos, a necessidade de substituição de bateria. Regra geral, disseram que os problemas seriam resolvidos antes da entrega do carro.
Quanto aos restantes defeitos não visíveis, na parte eléctrica ou mecânica do veículo, pouco ou nada se diz. Mas as garantias são esclarecedoras. Mais de metade dos standes que impunham exclusões na
garantia, informaram que esta só cobria “motor e caixa de velocidades”,
o que é ilegal.
Peças como a embraiagem, a correia de transmissão ou outros
elementos mecânicos não estavam, por norma, protegidas pelas garantias oferecidas. Ora, se o vendedor não declara
a existência de falhas a esse nível, na altura da compra, o cliente tem o direito de assumir que essas estão em bom
estado e garantidas no prazo acordado. Assim, tem todos os motivos para desconfi ar de exclusões.
Confirmámos neste estudo que, nos 105 veículos com equipamentos eléctricos, como ar condicionado e auto-rádio, estes “extras” são, geralmente, excluídos das garantias.
Além da eliminação de peças, em 20 standes, foi-nos dito que a garantia estava limitada em função da quilometragem do carro ou por um valor máximo de reparação, em 14 casos.
Em 18 standes, o vendedor referiu a existência de algum tipo de certificação de usado para o veículo. Nesses, o prazo de garantia continua a ser de um ano e 12 mencionam que algumas peças ficam de fora. Esse tipo de documento pressupõe uma série de verificações a pontos considerados revelantes para avaliar o estado da viatura. Mas, como verificámos, nem por isso se traduz numa garantia mais protectora.

Crédito num rascunho
Solicitámos uma simulação de crédito, com uma entrada de dois mil euros, a um prazo de três anos. A maioria dos standes apresentou uma proposta, com a prestação mensal e os custos envolvidos, verbalmente, num rascunho, ou ainda num cartão de visita. Só 17 standes nos entregaram um documento formal e impresso.
A indicação da taxa anual de encargos efectiva global (TAEG) é essencial para comparar propostas, pois tem em conta todos os custos do crédito, como juros, comissões dos bancos, impostos, entre outros.
A lei tornou-a obrigatória, mas a TAEG continua esquecida pelos comerciantes. Apenas dois standes a apresentaram, o Carplus,
em Alcabideche (Cascais) e o Joveauto, na Lagoa (Faro).
Pior: alguns vendedores desconheciam até o próprio conceito e indicaram a taxa em euros.
O consumidor não pode continuar a pagar pela falta de profissionalismo dos standes e pelas falhas da fiscalização.

USADOS, MAS COM DIREITOS

Com mais ou menos ar de “calhambeque”, um carro usado tem uma garantia de 2 anos, tal como todos os bens móveis. Mas há um detalhe
na lei que faz com que, na prática, os vendedores limitem os direitos dos consumidores: se houver acordo, o prazo pode ser reduzido para 12 meses. Pode ser interessante para quem compra, se conseguir uma redução no preço do carro, por exemplo. Se acordar uma garantia de
1 ano, esta deve ficar expressa num documento escrito que sirva como prova.
Quando sair do stande e durante 2 anos, em caso de defeitos, tem direito à reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato, sem encargos. Para exigi-los só precisa de um recibo ou factura da compra. Não precisa de nenhum contrato.
É comum o vendedor ou, no caso de bens novos, o fabricante propor uma garantia voluntária.
Esta terá de ser sempre mais ampla do que a legal, em termos de prazos e de protecção, para que prevaleça. E deve existir um documento que comprove as condições oferecidas. Ao comprar um carro usado, este pode ainda estar protegido pela garantia voluntária da marca ou de um stande. Esta ser-lhe-á transmitida, a menos que exista uma cláusula na garantia ou no contrato de compra e venda, dizendo que deixa de ser válida se o bem for vendido a outra pessoa (o que é legal).
O consumidor não pode invocar a garantia, se for informado, antes de comprar, dos defeitos existentes ou “faltas de conformidade” do carro. Ou seja, se quiser excluir peças da garantia, o vendedor terá de dizer quais são e que tipo de defeito têm. De preferência, por escrito, se o cliente avançar com a compra. Só assim este pode decidir se, mesmo nessas condições, é um negócio atractivo.
Se tiver problemas em accionar a garantia de um bem, não hesite em recorrer ao Centro de Arbitragem do Sector Automóvel (Av. da República, 44, 3.º Esq, Lisboa; telefone: 21 795 16 96). Para obter mais informações, pode contactar-nos (808 200 145).

5 PASSOS PARA COMPRAR
Faça a sua própria inspecção ao stande: verifique se anunciam, visivelmente, o preço, a matrícula, o número de registos anteriores e o
prazo de garantia. Se algum destes elementos falhar, não compre e denuncie, pedindo o livro de reclamações.
Pergunte sempre quais os defeitos que o carro escolhido tem e se esses serão reparados antes da sua entrega, caso decida avançar com a compra.
Exija a apresentação do livrete do veículo e título de registo de propriedade (ou o Documento Único do Automóvel) para verificar se
os dados técnicos coincidem com os do carro à vista e para saber quantos proprietários já teve. No caso de ser um ligeiro de passageiros,
com mais de 4 anos, verifi que se a inspecção periódica obrigatória foi realizada, se foram registadas falhas e de que tipo.
Compare ainda a quilometragem da viatura à data de inspecção com a actual.
Peça o livro de revisões e veja a periodicidade das intervenções, o número de quilómetros com que foram feitas e se estão dentro do estipulado pelo fabricante.
Caso aceite uma garantia voluntária, consulte as condições, antes de assinar. Exija este documento completo, onde constem as condições
negociadas, de garantia e de pagamento, bem como a descrição detalhada do carro.

Comunicámos os resultados do nosso estudo à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e à Secretaria de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor. Num serviço que peca pela falta de qualidade e pelas infracções à lei, é preciso apostar na profissionalização e numa vigilância mais apertada. Esperamos um travão rápido e forte para acabar de vez com este cenário sem regras.


P.S.desculpem a extensão da matéria,se a moderação achar melhor,pode coloca-la num tópico mais apropriado.
 
Antes de mais, obrigado por teres respondido ao meu pedido!

- ASSIM FICAMOS TODOS A SABER QUE AFINAL PARA TER GARANTIA NUM CARRO USADO, É SÓ COMPRÁ-LO E SE AVARIAR, RECLAMAR NO STAND!!!*

* claro que depois lé teremos de ir parao Centro de Arbitragem mais próximo mas ao menos não se precisa de advogado.....

Aposto que ninguem aqui no forum sabia desta das garantias "contra tudo" e "automaticas" para os carros usados, afinal é só preciso a factura de compra e temos DOIS ANOS DE GARANTIA!!! e como diz a peça e muito bem mesmo exista algum documento assinado pelo comprador se este for menos abrangente que a Lei não tem validade.

OBRIGADO MAIS UMA VEZ CONSTANTINO
 
todos sabemos que é complicado reclamar uma garantia,quer seja nos automoveis,quer seja noutra coisa qualquer.eu proprio já tive o meu negocio de automoveis usados,que não deu muito certo,em parte por ser honesto nas reparações em garantia.tive um caso em que tinha uma margem de lucro de 2500euros na venda de um carro,valor esse que foi integralmente gasto em reparações de garantia(desculpem o offtopic). de qualquer modo penso que deves ser muito chato com eles,deves insistir muito,porque eles sabem que a razão está do teu lado e vão acabar por ceder.
 
JA SABIAM DESTA?

Pois tenho andado com azar, o DSE com 2 semanas na minha mão levou com um autocarro em cima e la foi pra oficina LR (começo a desconfiar que gosta mais de estar lá que em casa), entretanto, se não me aparecerem surpresas, 3ªf levanto-o já arranjadinho de chaparia e com as minhas queixas quanto a mecanica e AC resolvidas (assim espero...) 4ªf vou à inspecçao com ele e depois la direi como andam as coisas.

ENTRETANTO:
Tirei o BJ40 do meio do pó, que para não variar pegou à primeira apesar de não andar desde Fevereiro do ano passado e tenho me entretido tanto com ele que quando o DSE voltar ou me engano muito ou vai ficar de castigo, na garagem (ou pior, nas maos da mulher).

MAS: (há sempre um)
Como bom portuga que sou lá fui à seguradora levantar a minha viatura de substituição, caí na asneira de dizer que qualquer TT servia e espetaram-me com um Hyundai Tucson.... resumindo nem sei para que aquilo serve mas pela positiva a mulher está toda entretida naquele carrito de miuda.

NOTA FINAL - vamos a ver se o pessoal da LR afinal são boa gente - QUARTA FEIRA MANDO NOTICIAS
 
são sempre más notícias as que nos chegam a dar relatos de estadias em oficinas... Julius, estamos contigo, pá.
Quanto ao BlowJob... isso é só meter diesel e andar!!
boas venturas com o P38 ;)
 
citação:Originalmente colocada por highlander

são sempre más notícias as que nos chegam a dar relatos de estadias em oficinas... Julius, estamos contigo, pá.
Quanto ao BlowJob... isso é só meter diesel e andar!!
boas venturas com o P38 ;)

- Vamos lá ver no que dá...
 
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