[Antevis?o] Renault Alpine (2017)

São coisas distintas.

A Alpine é uma marca independente.

Na realidade a Alpine ainda existe e é onde são desenvolvidos os Renault Sport, em Dieppe.

Mas falta à Alpine um modelo exclusivo para Honrar a sua história.

Os Gordini são à semelhança da Abarth, séries especiais de Renault's que o Sr. Amédée Gordini modificou como o Dauphine, R8, R12, etc..

Os Gordini eram isso.
Actualmente não passam apenas de um nivel de equipamento. Uma versão mais luxuosa dos Renault RS.

É esse o receio do ressuscitar de uma marca ou modelo de que existem belas memórias no passado. Acaba sempre por haver um desvirtuar dos conceitos que originalmente levaram à construção e imagem de um nome.

Tendo em conta a realidade que temos hoje em dia, acrescentar um simbolo a algo que sabemos que partilha as entranhas com meia-dúzia de modelos, acaba por ser mais um exercicio de branding do que propriamente a tentativa meritória de se fazer melhor ou diferente dos outros (e no caso da Alpine, sempre com resultados muito interessantes).

Há uma diferença clara entre os objectivos propostos. Num caso temos objectivos de fazer uma máquina que achamos que vai responder de forma mais eficaz às propostas que existem no mercado, no outro, adiciona-se um simbolo para preencher mais eficazmente um nicho de mercado, ou para estar presente em determinado segmento de mercado, onde é necessário um simbolo com mais pedigree. Acaba tudo por parecer demasiado "fabricado", faltando aquela componente de ingenuidade e até genialidade que caracterizam alguns dos modelos mais marcantes da história auto.

Tiveram o seu tempo, o modelo de negócio não resistiu, morreu. E deixem aquilo morto e enterrado.
Mesmo que a Alpine regresse ao mercado, depende muito do modo como o fará, e os olhos estarão todos em cima do hipotético modelo que lançarão, que será dissecado ao último parafuso, para compreender se se trata de algo que realmente mereça o simbolo ou se é apenas um mero exercicio de branding, onde o factor diferenciador é apenas uma pele.
 
Os Gordini eram isso.
Actualmente não passam apenas de um nivel de equipamento. Uma versão mais luxuosa dos Renault RS.

É esse o receio do ressuscitar de uma marca ou modelo de que existem belas memórias no passado. Acaba sempre por haver um desvirtuar dos conceitos que originalmente levaram à construção e imagem de um nome.

Tendo em conta a realidade que temos hoje em dia, acrescentar um simbolo a algo que sabemos que partilha as entranhas com meia-dúzia de modelos, acaba por ser mais um exercicio de branding do que propriamente a tentativa meritória de se fazer melhor ou diferente dos outros (e no caso da Alpine, sempre com resultados muito interessantes).

Há uma diferença clara entre os objectivos propostos. Num caso temos objectivos de fazer uma máquina que achamos que vai responder de forma mais eficaz às propostas que existem no mercado, no outro, adiciona-se um simbolo para preencher mais eficazmente um nicho de mercado, ou para estar presente em determinado segmento de mercado, onde é necessário um simbolo com mais pedigree. Acaba tudo por parecer demasiado "fabricado", faltando aquela componente de ingenuidade e até genialidade que caracterizam alguns dos modelos mais marcantes da história auto.

Tiveram o seu tempo, o modelo de negócio não resistiu, morreu. E deixem aquilo morto e enterrado.
Mesmo que a Alpine regresse ao mercado, depende muito do modo como o fará, e os olhos estarão todos em cima do hipotético modelo que lançarão, que será dissecado ao último parafuso, para compreender se se trata de algo que realmente mereça o simbolo ou se é apenas um mero exercicio de branding, onde o factor diferenciador é apenas uma pele.

Certo. Aliás na prática e em termos de filosofia os RenaultSport até se coadunam mais com a Gordini que com a própria Alpine (na prática são Alpine). Os Gordini como os RS de hoje eram versões apimentadas dos modelos básicos e comerciais da Renault. No entanto da Gordini apenas ficou o nome, e pouco mais.

No entanto hoje são apenas versão exclusiva de equipamento.

Mas eu até concordo com a Renault, estar a criar várias marcas só iria baralhar os consumidores. Até os RS se poderiam chamar Alpine mas acho desnecessário, se se vier a ressuscitar como marca independente será isso sim um modelo exclusivo.
 
Os Gordini eram isso.
Actualmente não passam apenas de um nivel de equipamento. Uma versão mais luxuosa dos Renault RS.

É esse o receio do ressuscitar de uma marca ou modelo de que existem belas memórias no passado. Acaba sempre por haver um desvirtuar dos conceitos que originalmente levaram à construção e imagem de um nome.

Tendo em conta a realidade que temos hoje em dia, acrescentar um simbolo a algo que sabemos que partilha as entranhas com meia-dúzia de modelos, acaba por ser mais um exercicio de branding do que propriamente a tentativa meritória de se fazer melhor ou diferente dos outros (e no caso da Alpine, sempre com resultados muito interessantes).

Há uma diferença clara entre os objectivos propostos. Num caso temos objectivos de fazer uma máquina que achamos que vai responder de forma mais eficaz às propostas que existem no mercado, no outro, adiciona-se um simbolo para preencher mais eficazmente um nicho de mercado, ou para estar presente em determinado segmento de mercado, onde é necessário um simbolo com mais pedigree. Acaba tudo por parecer demasiado "fabricado", faltando aquela componente de ingenuidade e até genialidade que caracterizam alguns dos modelos mais marcantes da história auto.

Tiveram o seu tempo, o modelo de negócio não resistiu, morreu. E deixem aquilo morto e enterrado.
Mesmo que a Alpine regresse ao mercado, depende muito do modo como o fará, e os olhos estarão todos em cima do hipotético modelo que lançarão, que será dissecado ao último parafuso, para compreender se se trata de algo que realmente mereça o simbolo ou se é apenas um mero exercicio de branding, onde o factor diferenciador é apenas uma pele.

Concordo plenamente.

Fazer um Renault transvestido de Alpine, com componentes renault e uma saia bonita não é o que a Alpine merece, e se assim é, que estejam quietos e deixem o bom nome da Alpine quieto. Estragar apenas para trazer a marca de volta, der por onde der, não irá trazer de novo o nome e filosofia que a Alpine representava.

Já a Citroen quando pegou na Maserati e decidiu produzir Citroen's mascarados de Maserati's... resultou na total falência da marca, e a continua venda de marca em marca, e ninguém lhe pega. Se é isso que espera a Alpine, estejam mas é quietos.
 
Fazer um Renault transvestido de Alpine, com componentes renault e uma saia bonita não é o que a Alpine merece, e se assim é, que estejam quietos e deixem o bom nome da Alpine quieto.

E o que é que sempre foi um Alpine ?

Eu respondo: Automóvel com componentes Renault e com uma saia mais bonita !

[:D]
 
Eu acho piada é a estes miúdos que pensam que por duas marcas fazerem parte do mesmo grupo isso significa obrigatoriamente que tenham algo em comum. Como se um Alpine seja obrigado a ter algo em comum com um Clio. Ou que por exemplo um VW Polo tem algo em comum com um Lamborghini[:D]

E o mais engraçado é eles tentarem-se convencer que têm razão.

Como se uma marca de grande prestigio fazer parte de um Grupo generalista fosse desprestigiante.

Além de não ser desprestigiante é a única maneira de elas sobreviverem.

enfim crianças...[:D]
 
Eu acho piada é a estes miúdos que pensam que por duas marcas fazerem parte do mesmo grupo isso significa obrigatoriamente que tenham algo em comum. Como se um Alpine seja obrigado a ter algo em comum com um Clio. Ou que por exemplo um VW Polo tem algo em comum com um Lamborghini[:D]

E o mais engraçado é eles tentarem-se convencer que têm razão.

Como se uma marca de grande prestigio fazer parte de um Grupo generalista fosse desprestigiante.

Além de não ser desprestigiante é a única maneira de elas sobreviverem.

enfim crianças...[:D]

Também falas na 3a pessoa? mais uma qualidade tua que desconhecia. [;)]

P.S.: Chamar miudo a pessoas mais velhas que tu, não revela bons conhecimentos de calculo.

Uma coisa é duas marcas fazerem parte do mesmo grupo e partilharem peças.
Outra é uma marca construir um carro com componentes inteiramente dessa marca, e meter-lhe um logotipo de outra marca sob o pretexto de trazer uma marca de volta.

Isso nunca funcionou.
A bentley partilha imensos componentes com a VW, e a Bentley Funciona, vende e faz dinheiro. Porque não é um VW com o simbolo da Bentley em cima.

É um Bentley que partilha componentes com a marca VW.

Não compreendes a distinção?

Já agora, "Ou que por exemplo um VW Polo tem algo em comum com um Lamborghini[:D]".. que argumento fantástico! quase tão bom ao teu ultimo em que dizes que um Duster é igual a um Quashqai. Muito bom

Ah ja agora, ao fim de me chamares criança 10 vezes, na 11ª recebes um brinde surpresa! [:D]
 
A Renault q se deixe dessas manias e invista o seu esforço tecnológico/financeiro na elaboração de uma gama completa de carros eléctricos, pois é ai q está o futuro.
 
A Renault q se deixe dessas manias e invista o seu esforço tecnológico/financeiro na elaboração de uma gama completa de carros eléctricos, pois é ai q está o futuro.


Como sabes que o futuro é viaturas eletricas?

Já descobriste uma solução para as baterias? È que se não descobriste uma solução para as baterias, como por exemplo os supercondensadores que os Japoneses desenvolvem à anos, toda essa historia de carros electricos como são apresentados hoje é lixo, nunca será o futuro, porque simplesmente como dizem alguns de uma forma simplicista para que todos compreendam e cito: " viaturas a pilhas não têm qualquer hipotese de sucesso porque as pilhas..."
 
Rapaz a Alpine não é um Renault. Assim como um Ferrari não é um Fiat, um Bugatti ou Lamborghini não são um VW, um Aston Martin não é um Tata[:D], etc.. Mas no entanto fazem parte dos mesmos respectivos Grupos.

...

A diferença aqui é que o Bugatti ou a Lamborghini tem maioritariamente componentes retirados de carros VW.. o Motor do Veyron é VW... O do Lamborghini tambem.. Assim como os travões e caixa de Velocidades (tanto do Bugatti como dos Lambo..)

A Ferrari tem os componentes fabricados na fabrica mãe da FIAT, por um grupo de pessoas à parte.. alguns componentes desses passam para os FIAT Abarth..

Dizes que um Alpine não é um renault.. bem, mostraste 3 prototipos com símbolo Renault e não com símbolo Alpine..

Para que se perceba:

Ao comprares um Ferrari, estas a comprar um estatuto. Uma peça de arte e de história..
Ao comprares um Lamborghini, compras uma marca que fazia carros que davam muito mais prazer que qualquer um, pela forma louca como se comportavam..Agora, é um carro italiano fabricado por alemães..
Bugatti é um VW, pois foi projectado por engenheiros da VW..

Comprar um Supercarro com símbolo VW não resultaria.. Comprar um Supercarro com símbolo da fiat nem venderia uma unidade,
Comprar um Supercarro com simbolo Renault? Não me parece..

O que interessa ser Alpine se no "pacote" diz Renault?

"ah e tal, o simbolo muda-se.." mas foi projectado para ser um Renault a andar rápido..

Assim como o Ferrari foi projectado para ser um Ferrari, um Bugatti para ser um VW Lindo que anda mais que qualquer um ou um Lamborghini para ser um Lamborghini, mas mais bem comportado do que deveria..

Percebes? Fazer um "Alpine" partindo de um Renault, não o torna um Alpine, mesmo que tenha o Simbolo da Alpine..
 
Como sabes que o futuro é viaturas eletricas?

Já descobriste uma solução para as baterias? È que se não descobriste uma solução para as baterias, como por exemplo os supercondensadores que os Japoneses desenvolvem à anos, toda essa historia de carros electricos como são apresentados hoje é lixo, nunca será o futuro, porque simplesmente como dizem alguns de uma forma simplicista para que todos compreendam e cito: " viaturas a pilhas não têm qualquer hipotese de sucesso porque as pilhas..."

sinto que o Olimpo vai discordar de ti e passarás a ser uma criança de 12 anos
 
Não respondo a esse Nefelim.

Fazes bem, eu adoptei a mesma filosofia. [;)]
(Deviamos era responder a todos os posts dele daqui para a frente com "enfim crianças" [:D])

Respondendo à tua questão, parece-me que estás correcto. O projecto de carro electrico actual não me parece uma solução de futuro, mas antes uma solução para curto/médio prazo, até que a tecnologia de baterias evolua de facto.
 
Dado que acertei que hoje seria mais um dia para o Olimpo levar na cabeça, decidi ir agora jogar no Euromilhões. [;)]

Mas pronto.... de relevante apenas um desejo de que a Alpine faça um roadster eléctrico e concorrente para o 911.

Completado com estas palavras sábias:

Apenas com estes dois automóveis de nicho a Alpine ficaria bem servida e com boas perspectivas de futuro.
Posto isto, e dado que a minha bola de cristal anda afinada, prevejo um futuro mesmo brilhante para o roadster, potencialmente ao preço ou até mais caro que um Laguna, mas que só daria para umas voltas pela cidade dada a autonomia.

Felizmente vislumbro um futuro ainda mais brilhante para um Alpine a alinhar pela bitola de um 911.

Certamente que toda a gente aqui concordará com a viabilidade financeira disto. [8b]:sh)
 
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