Flyingsauce
New member
Uma questão que tenho (ou melhor, interrogação) é a sua "qualidade percebida". O carro em si parece estar bastante bom. O peso não aumentou apesar das dimensões terem aumentado e do conteúdo tecnológico ser maior, o comportamento parece estar a ser elogiado (olhando às reviews), os motores parecem ser adequados ao mix de vendas do segmento e por aí fora.
Mas a "qualidade percebida" parece estar na linha da frente de quase todas as reviews. Tudo bem que as marcas, perante os tempos que a economia atravessa, tentam poupar em tudo o que podem. No que é visível e nas entranhas dos carros. Mas de facto, no caso deste Clio IV, é raro o jornalista que não fala neste ponto.
E aqui, atendendo à concorrência europeia (começando pelo oponente 208), passando pelos produtos do grupo VW, o Fiesta e os cada vez mais incontornáveis coreanos, parece que o Clio fica ali a perder um pouco na dita da qualidade percebida. Isso não invalida que seja um excelente produto mas os olhos também comem. E no primeiro impacto ou na escolha mais emocional, isso pode ter influência. Dito isto, e muito sinceramente, se calhar desta feita está com um ar interior mais espartano e vai envelhecer bastante melhor do que produtos anteriores. E, no deve e haver, isso é até mais importante.
Mas sempre que vejo uma análise ao 208 (especialmente o seu interior, ainda que aquela questão do volante painel tenha os seus quês e porquês) e depois ao Clio IV, parece que há uma diferença sensível no ambiente e na dita qualidade percebida. Vamos a ver ser a Renault ao dar demasiada liberdade aos contabilistas não se estampa face ao concorrência. Dito isto, acho que ainda assim, entre os dois, ia para o Clio IV (gosto mais do seu exterior) mas ia sempre ficar com uns pensamentos no interior do 208 (isto só para comparar os franceses).
Ou muito me engano ou no primeiro restyling do Clio IV, eles vão fazer ali um upgrade no ambiente interior e na qualidade percebida, no sentido de "desplastificar" aquele interior.
Mas a "qualidade percebida" parece estar na linha da frente de quase todas as reviews. Tudo bem que as marcas, perante os tempos que a economia atravessa, tentam poupar em tudo o que podem. No que é visível e nas entranhas dos carros. Mas de facto, no caso deste Clio IV, é raro o jornalista que não fala neste ponto.
E aqui, atendendo à concorrência europeia (começando pelo oponente 208), passando pelos produtos do grupo VW, o Fiesta e os cada vez mais incontornáveis coreanos, parece que o Clio fica ali a perder um pouco na dita da qualidade percebida. Isso não invalida que seja um excelente produto mas os olhos também comem. E no primeiro impacto ou na escolha mais emocional, isso pode ter influência. Dito isto, e muito sinceramente, se calhar desta feita está com um ar interior mais espartano e vai envelhecer bastante melhor do que produtos anteriores. E, no deve e haver, isso é até mais importante.
Mas sempre que vejo uma análise ao 208 (especialmente o seu interior, ainda que aquela questão do volante painel tenha os seus quês e porquês) e depois ao Clio IV, parece que há uma diferença sensível no ambiente e na dita qualidade percebida. Vamos a ver ser a Renault ao dar demasiada liberdade aos contabilistas não se estampa face ao concorrência. Dito isto, acho que ainda assim, entre os dois, ia para o Clio IV (gosto mais do seu exterior) mas ia sempre ficar com uns pensamentos no interior do 208 (isto só para comparar os franceses).
Ou muito me engano ou no primeiro restyling do Clio IV, eles vão fazer ali um upgrade no ambiente interior e na qualidade percebida, no sentido de "desplastificar" aquele interior.