[Antevis?o] Renault Clio IV

É obrigatório como opção em lançamentos de modelos novos e não em carros novos? porque há modelos ainda sem trazer de serie, de serie em todos só em Novembro de 2014. Pelo menos é isto que percebi.

Pelo que deu pra perceber da notícia, são os veículos ligeiros de passageiros e de mercadorias novos (registados) a partir de Novembro de 2011, e todos os outros veículos a partir de 2014. Ou seja, todos os carros (chamemos-lhe carros) lançados a partir de Novembro passado já têm que ter ESP.
 
Já agora, espero que a Renault tenha trabalhado bem na escolha de materiais e equipamentos para depois os primeiros IV produzidos não virem com defeitos tão notórios como aconteceu no III.

Passo a explicar: acabo por lidar de perto com 2 Clios de amigos. Um de 2006 (bem equipado) e outro de finais de 2007 (menos equipado) e este último tem vários "defeitos" corrigidos:

- o acabamento em tinta plástica na peça da consola central em redor do rádio e AC que descascou todo no de 2006, não descasca por nada no de 2007 (a utilização é muito mais agressiva, btw [:D], o mundo é injusto ehehe);
- o ecrã no topo da consola (info do rádio, horas) cheio de "falhas em linha" e que se torna completamente ilegível ao sol. O ecrã é diferente no de 2007 (não me parece que seja por acaso...) e funciona impecavelmente;
- puxadores exteriores de acabamento satinado (ou lá o que é...) começaram a perder MUITA cor nas zonas de maior contacto, o que dá um ar de desgaste ao exterior muito mau (o defeito não foi completamente corrigido pois o de 2007 também perde, mas muito menos);
- o de 2006 está equipado com os faróis de máscara escura (com luz de curva e tudo) tem uns médios fraquíssimos. Durante muito tempo achava estranho a Renault ter abandonado esses faróis de máscara escura (porque eram muito mais giros, e até tinham a luz de curva), tendo ficado apenas com os de máscara branca e óptima não-olho de boi. Ora, o de 2007 tem estas últimas e a iluminação é muito muito superior. O farol "mais básico" era o melhor? Weird! [:D]

Ok, ok, eu sei que é normal existir correcção de pequenos defeitos mas pronto...

Quanto ao primeiro, o pormenor prateado realmente saiu a partir de 2007 não sei porquê, já que a Renault não fez nenhum restyling, mas coincidiu com um momento de cortes nos equipamentos (por exemplo vidros eléctricos traseiros, luz interior traseira...).

O problema na ecrã do rádio é uma realidade que apareceu no meu e a Renault assumiu já depois da garantia terminar. Foi substituído pelo tal mais recente.

A questão dos puxadores também me apareceu, mas não é de grande gravidade.

No que toca aos faróis não entendi...Saiu em todo tempo de vida do Clio III phase I, até em versões como Rip Curl... Por exemplo um de 2008 com esses farois.
 
Se para ti o cartão não tem utilidade prática, duvido que conduzas o suficiente para que o xenon te faça diferença![;)]
Com a condução que pratico, o xenon dá-me bastante jeito.

O cartão tinha utilidade se não fosse necessário tirá-lo do bolso e enfiar na ranhura, para depois ir ao botão e por o carro a trabalhar. Ou seja, tinha utilidade se fosse um cartão inteligente, em vez de uma simples chave em forma de cartão pseudo-futurista. [;)]
 
- o ecrã no topo da consola (info do rádio, horas) cheio de "falhas em linha" e que se torna completamente ilegível ao sol. O ecrã é diferente no de 2007 (não me parece que seja por acaso...) e funciona impecavelmente;

É a mesma treta que tenho no meu Mégane, um display da marca Sagem cuja durabilidade deixa muito a desejar... Eu que o diga !
 
Com a condução que pratico, o xenon dá-me bastante jeito.

O cartão tinha utilidade se não fosse necessário tirá-lo do bolso e enfiar na ranhura, para depois ir ao botão e por o carro a trabalhar. Ou seja, tinha utilidade se fosse um cartão inteligente, em vez de uma simples chave em forma de cartão pseudo-futurista. [;)]

Só é preciso tirá-lo do bolso nas versões mais básicas. Uso um Megane II, cujo cartão nunca sai do bolso. O carro abre e fecha automaticamente e para o colocar a trabalhar basta carregar no botão.
Eu acho um excelente sistema, pelo menos até falhar.[:D]





Namasté.
 
Com a condução que pratico, o xenon dá-me bastante jeito.

O cartão tinha utilidade se não fosse necessário tirá-lo do bolso e enfiar na ranhura, para depois ir ao botão e por o carro a trabalhar. Ou seja, tinha utilidade se fosse um cartão inteligente, em vez de uma simples chave em forma de cartão pseudo-futurista. [;)]

Posso estar enganado, mas todos os renault de cartão, dispensam a colocação do mesmo na ranhura!
 
Só é preciso tirá-lo do bolso nas versões mais básicas. Uso um Megane II, cujo cartão nunca sai do bolso. O carro abre e fecha automaticamente e para o colocar a trabalhar basta carregar no botão.
Eu acho um excelente sistema, pelo menos até falhar.[:D]





Namasté.
Haverão os cartões inteligentes. Quando se fala nesses, acho que fazem todo o sentido.

No entanto, o cartão de série para o Clio não será desse tipo, com certeza.

Quando o cartão falhar não tens a chavinha que o substitui?

Posso estar enganado, mas todos os renault de cartão, dispensam a colocação do mesmo na ranhura!
Se para ti todos os cartões Renault dispensam a colocação do mesmo na ranhura, duvido que conduzas o suficiente em Renault's para argumentar comigo. [;)]

(Não pude deixar de retribuir. [:D])
 
O cartão da Renault devia ser mais pequeno.

Mesmo não sendo preciso inseri-lo na ranhura, andar com aquilo no bolso não dá jeito nenhum na minha opinião.

Outra coisa que reparei no Phase 2 é que as versões com chave clássica tinham uma chave...retráctil. E muito melhor acabada!
 
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Btw, a Renault devia aprender qualquer coisinha em personalização com a Citroën...poder pôr o volante assim...credo :sh)

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O volume do reservatório passa de 55L para 45L (e 40L! nas versões xpto-eco-preciso-de-poupar-no-peso-para-obter-uns-CO2-ridiculamente-fantásticos)!
 
E para se ter uma noção, a tal hiper mega construção inteligente do 208 para poupar peso...

...redunda num 1.6 HDi 92 a pesar 1080 Kg.

O suposto gorducho do Clio IV que até teve o desplante de crescer...1.5 dCi 1071 Kg [:D]

Mais factos anti-senso comum.

O 0.9 TCe pesa mais 29 Kg que o 1.2 16v (provavelmente as graças às cenácias S&S e afins) [:D]
 
E para se ter uma noção, a tal hiper mega construção inteligente do 208 para poupar peso...

...redunda num 1.6 HDi 92 a pesar 1080 Kg.

O suposto gorducho do Clio IV que até teve o desplante de crescer...1.5 dCi 1071 Kg [:D]

Mais factos anti-senso comum.

O 0.9 TCe pesa mais 29 Kg que o 1.2 16v (provavelmente as graças às cenácias S&S e afins) [:D]

uhhh, já existe spec-list do Clio? aduonde, carago?

O peso extra do 0.9 tce relativo ao 1.2 explica-se facilmente pela sobrealimentação do primeiro.
Hardware extra, e provavelmente componentes reforçados, como acontece na maior parte das motorizações sobrealimentadas.
 
uhhh, já existe spec-list do Clio? aduonde, carago?

Site da Renault.fr [;)]

Acho que são valores são em norma DIN.

Advogado do diabo: mas então que evolução é esta para termos motores mais pequenos mas mais pesados? cof cof [:D]
 
Site da Renault.fr [;)]

Acho que são valores são em norma DIN.

Advogado do diabo: mas então que evolução é esta para termos motores mais pequenos mas mais pesados? cof cof [:D]

Repara, o facto da capacidade do motor ser menor não diz nada relativamente ao seu peso, como até ao seu tamanho real ou volume ocupado.
Por exemplo, e falando de coisas maiores, a Maserati quando trocou o v8 3200 biturbo pelo v8 4200 atmosferico, o motor de capacidade superior em 1000cc era mais leve cerca de 20kg.
O M3 ao recorrer a um v8, subsituindo o 6 cil em linha, também conseguiu um motor maior mas mais leve.

Há muitas variáveis a ter em conta. E claro, a principal decorre do material com que o bloco é feito.
Blocos em ferro são mais pesados que blocos em aluminio. E normalmente, o bloco aluminio ocupa mais volume que um de ferro para capacidade semelhante, dado que é preciso usar mais material para conseguir os mesmos niveis de resistência.

Nestes blocos pequenos, não é o facto de perder um cilindro ou capacidade que os fazem efectivamente mais leves. E, como no caso do 1.0 da Ford, a escolha recaiu no ferro para o bloco, dado que o custo/beneficio de o mesmo ser em aluminio era negligente, dado a compacticidade do bloco.
Além que estamos a substituir motores NA por motores sobrealimentados, e isso acarreta sempre hardware extra, que por sua vez acarreta peso.

Confirmando-se esse peso do Clio é realmente muito bom.
Fui ver quanto é que pesava o Clio III com motorização idêntica, só para quantificar os progressos, e no site francês está 1099kg.
Curioso, não tinha noção de que o peso do Clio III era assim tão razoável.
O Peugeot 207 era conhecido por ser peso-pesado do segmento, pelo que o trabalho de optimização foi bem mais profundo, e que deu aqueles números fantásticos como os 170kg perdidos na versão de acesso.
O CLio também é mais leve que o seu antecessor, no caso destas versões 1.5dci, quase 30kg.

Ou seja, foi mais a Peugeot a chegar ao nivel dos seus rivais que propriamente o caminho inverso pela Renault.
 
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Repara, o facto da capacidade do motor ser menor não diz nada relativamente ao seu peso, como até ao seu tamanho real ou volume ocupado.
Por exemplo, e falando de coisas maiores, a Maserati quando trocou o v8 3200 biturbo pelo v8 4200 atmosferico, o motor de capacidade superior em 1000cc era mais leve cerca de 20kg.
O M3 ao recorrer a um v8, subsituindo o 6 cil em linha, também conseguiu um motor maior mas mais leve.

Há muitas variáveis a ter em conta. E claro, a principal decorre do material com que o bloco é feito.
Blocos em ferro são mais pesados que blocos em aluminio. E normalmente, o bloco aluminio ocupa mais volume que um de ferro para capacidade semelhante, dado que é preciso usar mais material para conseguir os mesmos niveis de resistência.

Nestes blocos pequenos, não é o facto de perder um cilindro ou capacidade que os fazem efectivamente mais leves. E, como no caso do 1.0 da Ford, a escolha recaiu no ferro para o bloco, dado que o custo/beneficio de o mesmo ser em aluminio era negligente, dado a compacticidade do bloco.
Além que estamos a substituir motores NA por motores sobrealimentados, e isso acarreta sempre hardware extra, que por sua vez acarreta peso.

Eu acho que a evolução no papel destes "nano" motores nem sempre se efectiva na vida real.

Veja-se o bicilíndrico da Fiat que tem consumos reais altíssimos e é bastante desagradável de utilizar (trepidações) e fraco nos baixos regimes.

Por oposto é divertido de utilizar nos regimes altos e a sonoridade agrada em condução desportiva.

O que traduz uma total inadaptação à sua utilização natural que é equipar carrinhos de cidade onde a disponibilidade a baixos regimes é o que se pretende, bem como consumos baixos e baixo ruído de funcionamento...

Mesmo este 0.9 TCe vs o 1.2 16v...raio...que ganho houve em reduzir-lhe a cubicagem para depois acabar mais pesado à pala da sobrealimentação e outros componentes necessários para poder ter um nível de potência aceitável/equivalente a um motor de 1200? Não é um contra-senso?

Que evolução é esta quando fica quase exclusivamente fechada em tabelas de CO2 e "green marketing"? [;)]

Acho que devíamos pensar nisto.

Não incluo o 1.0 da Ford nesta crítica. É um belo motor, a meu ver uma das GRANDES surpresas dos últimos tempos.

E outro ponto de vista desta discussão é a manutenção do 1.5 dCi e adiar sistemático da Renault em lançar o 1.2 dCi que já apresentou em...2002!

Certamente não encontrou ganhos suficientes em perder os 300cc, face à complexidade, custo, menor disponibilidade, etc. do putativo 1.2 dCi, quando evoluções "metódicas" do 1.5 dCi conseguiram resultados adequados na redução do consumo/emissões (83g!!!).

Veja-se também o falhanço do 1.2 TDI vs 1.6 TDI, com consumos médios reais SUPERIORES (vários relatos o indicam), muito menor agradabilidade de utilização, além de ser uma indiscrição auditiva comparativa...

Tudo isto para dizer que esta mania (então aqui no FAHO há um completo deslumbramento (!), em que downsizing = sempre melhor) às vezes é uma ilusão que só ajuda a criar carros menos agradáveis de utilizar e que se preocupam mais em ser bons em cenários de irrealidade teórica e não na vida real do dia-a-dia.

Por último espero que este 0.9 TCe seja um bom motor. Digo isto porque o novo 1.2 tricilíndrico da Peugeot é uma valente...

Confirmando-se esse peso do Clio é realmente muito bom.
Fui ver quanto é que pesava o Clio III com motorização idêntica, só para quantificar os progressos, e no site francês está 1099kg.
Curioso, não tinha noção de que o peso do Clio III era assim tão razoável.
O Peugeot 207 era conhecido por ser peso-pesado do segmento, pelo que o trabalho de optimização foi bem mais profundo, e que deu aqueles números fantásticos como os 170kg perdidos na versão de acesso.
O CLio também é mais leve que o seu antecessor, no caso destas versões 1.5dci, quase 30kg.

Ou seja, foi mais a Peugeot a chegar ao nivel dos seus rivais que propriamente o caminho inverso pela Renault.

A vantagem de peso do 208 esbate-se por completo nas versões 1.6 HDi, alguma coisa isso quererá dizer.

Foi a mesma coisa quando a Audi colocou no press-release de lançamento do A1 uma redução de peso extraordinária para o segmento. Foi-se a ver e estava-se a falar da versão de acesso, sendo o peso praticamente indistinguível do Ibiza SC de motor equivalente.
 
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O volume do reservatório passa de 55L para 45L (e 40L! nas versões xpto-eco-preciso-de-poupar-no-peso-para-obter-uns-CO2-ridiculamente-fantásticos)!

Bolas... [8b] [8b] [8b]

Lá se vai a fantástica autonomia que os distinguia dos demais concorrentes.
 
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