Confirmem-me uma coisa, o Clio III phase II tinha "cornering light"? Por sinal dão bastante jeito (dito por quem tem um Clio III)
O punto evo, se nao estou em erro tambem tem cornering light!
Só o facto de não se ter que tirar a mão do volante para (des)ligar as luzes já me faz crer que será melhor ter o comando na manete em vez de ter o tal botão rotativo no tablier.
(Mas como eu ainda não conduzi nenhum carro com o tal comando rotativo, não devia opinar.:sh))
O Bravo tem si senhora, e com o mesmo sistema do Evo!
Confirmem-me uma coisa, o Clio III phase II tinha "cornering light"? Por sinal dão bastante jeito (dito por quem tem um Clio III)
Irmão bastardo do Grande Punto.
As marcas obviamente não agradam a gregos e a troianos. Eu prefiro o botão rotativo.
Parece-me que é algo que vai de encontro ao gosto pessoal de cada um e não um defeito de um carro.
Já agora, nunca vi grande utilidade às cornering lights do meu Polo, mas ontem tive que fazer umas manobras dentro de um parqueamento com muito pouca iluminação, onde havia um espaço com muito material e deu muito jeito. Iluminou os "obstáculos" de uma maneira que os médios não iluminam.
pc, essa é a versão carrinha não é? Estou mesmo a gostar.
El nuevo Clio es, tarifa en mano, unos 250€ más barato que la anterior generación (13.700€ para el más básico por 13.950€ ambos en carrocería cinco puertas y mecánica equivalente) en su mercado local, Francia. Y eso a pesar de estar más y mejor equipado, fabricado con mejores materiales, y tener más tecnología. ¿Cómo puede permitírselo Renault?
El nuevo Clio es el primero de su serie que comparte elementos de manera masiva con sus hermanos de la Alianza Nissan-Renault. Hasta el 50% de los componentes que lo constituyen son compartidos con el Micra o el Modus (según cuál), partiendo todo de una plataforma B común, mejorada en lo relativo a sonoridad, dinamismo y seguridad.
De esta manera las compras de componentes se pueden conseguir con mayores volúmenes, exigiendo mejores precios a los proveedores. Es la fuerza de las economías de escala, una vez más, y la clave para permitir que Renault siga teniendo un producto competitivo en un segmento donde la guerra de precios en Europa cada día es más y más feroz.