RTP prepara série sobre o regicídio

Regicídio de D. Carlos "envolto em mistério"
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DR
Mistério de um assassinato

O assassínio do Rei D. Carlos e do Príncipe D. Luís Filipe, há cerca de 100 anos, "continua envolto em mistério e suscita dúvidas" ao investigador José Manuel de Castro Pinto, que escreveu uma nova biografia do monarca.


"Há coisas que não se percebem. O Governo foi avisado mais que uma vez, uma delas a partir da embaixada em França de que o Rei corria risco de vida. Não se compreende como a carruagem régia ia tão desguarnecida, sem qualquer guarda militar ou municipal atrás", disse à Lusa o autor.

Para José Manuel de Castro Pinto, "apesar do que se conhece, nomeadamente que o atentado foi cuidadosamente preparado, o regicídio está envolto em mistério, e há no mínimo clara incúria do Governo de João Franco".

O Rei D. Carlos e o Príncipe Real D. Luís Filipe foram assassinados na Praça do Comércio, em Lisboa, a 01 de Fevereiro de 1908, quando regressavam de Vila Viçosa.

A Família Real seguiu numa carruagem descoberta sem escolta da estação fluvial de Sul e Sueste em direcção à rua do Arsenal, onde Buíça e outro seu cúmplice atentaram contra a vida do soberano e do príncipe herdeiro.

Segundo o autor, que faz uma leitura de vários relatos de testemunhas da época, o Rei tinha optado por mandar abrir a carruagem, segundo o coronel Alfredo Albuquerque, que adianta ainda ter o monarca telegrafado afirmando preferir usar carruagem ao automóvel.

Citando várias fontes da época, o autor afirmou que "era já voz corrente que se ia matar o Rei até como um gesto contra o Governo do ambicioso João Franco. Até o criado de Thomaz de Mello Breyner, médico da Corte, o informou que iam matar o Rei".

"Havia vários sectores da sociedade descontentes com a governação de João Franco, não só sectores republicanos como até monárquicos convictos", afirmou Castro Pinto, segundo o qual a consequência directa do regicídio foi a implantação da República em 1910.

Do atentado escaparam ilesos a Rainha e o infante D. Manuel, que assumiria a coroa até à implantação da República, vindo a falecer em Londres em Julho de 1932, aos 42 anos.

Para o autor "não há ilesos nos sectores nobres e monárquicos da morte do Rei e do Príncipe".

Autor de outras biografias, nomeadamente da do salteador José do Telhado, Castro Pinto afirmou ter escolhido a figura de D. Carlos por lhe "suscitar interesse" e ter sido "um diplomata notável, um artista de mérito" e também "para que se fizesse justiça à Rainha D. Amélia, a quem muito devemos desde a fundação do Instituto dos Socorros a Náufragos à Assistência Nacional aos Tuberculosos e o Museu dos Coches".

"D. Carlos. A vida e o assassinato de um Rei", com chancela da Plátano Editora, é qualificado pelo seu autor como "uma obra de divulgação".

"Não é uma biografia definitiva de todo, mas antes uma aproximação à vida do monarca desde a sua meninice até ao bárbaro assassinato", afirmou.

O autor divide o livro em quatro partes. A primeira, desde o nascimento de D. Carlos em 1863 à sua subida ao trono em 1889; a segunda aborda a questão do ultimato inglês e a partilha de África e ainda as querelas partidárias e dissidências; a terceira intitulada "a galopada final para o assassínio" começa com a chamada de João Franco para presidir ao Governo até 1908.

A quarta parte dedica por inteiro à personalidade de D. Carlos Fernando Luís Maria Vítor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Jose Simão de Bragança Sabóia Bourbon e Saxe-Coburgo-Gotha, 35º e penúltimo Rei de Portugal.

Em http://www.rtp.pt/index.php?article=307203&visual=16

Para os interessados no assunto.
 
Em
Regicídio de D. Carlos "envolto em mistério"

Mistério de um assassinato

O assassínio do Rei D. Carlos e do Príncipe D. Luís Filipe, há cerca de 100 anos, "continua envolto em mistério e suscita dúvidas" ao investigador José Manuel de Castro Pinto, que escreveu uma nova biografia do monarca.


"Há coisas que não se percebem. O Governo foi avisado mais que uma vez, uma delas a partir da embaixada em França de que o Rei corria risco de vida. Não se compreende como a carruagem régia ia tão desguarnecida, sem qualquer guarda militar ou municipal atrás", disse à Lusa o autor.


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http://www.rtp.pt/index.php?article=307203&visual=16

Para os interessados no assunto.


Há razões que a razão desconhece !

Este é outros dos Mistérios da Historia/Mundo ...questões que se levantam, e ficam sem resposta.

[;)]
 
Não é legítima, mas sempre é melhor que uma monarquia.[;)]

sim.... tens razão.... vê o caso espanhol..

Aki á tempos deu 1 reportagem sobre as transferencias (o custo do PR ou Rei a cada cidadão) em pt e es.

é só lembrar os valores e ver qual é o melhor.....

Para não falar no estado geral de cada país....
 
Cultura

História: Álbum de Marina Tavares Dias mostra fotografia rara de D. Carlos a rir

Lisboa, 18 Dez (Lusa) - Uma fotografia do Rei D. Carlos a rir é uma das "raridades" incluídas num álbum biográfico do monarca, de autoria de Maria Tavares Dias, que se afirma "fascinada" pela sua personalidade.

"Esta é a única foto que conheço onde o Rei está a rir e mostra os dentes, surgindo de uma forma muito informal. Há também outra, na parada de Cascais, mas está muito ao longe", disse à Lusa a investigadora.

A fotografia, "um instantâneo" de Joshua Benoliel, foi tirada na Tapada da Ajuda, em Lisboa, durante um torneio de florete. D. Carlos é acompanhado do irmão, o infante D. Afonso, que enverga uma farda militar.

"D. Carlos surge de maneira muito simples e informal. Traja um casaco sem bandas, colete de gola e um chapéu de abas, chamado na altura `à republicana`", explicou Marina Tavares Dias.

"O Rei nem esconde a dedeira na mão direita, que protege o ferimento no dedo queimado pelo calor do charuto que fumava. Era o Rei na época que mais fumava", realçou.

A investigadora afirmou que, do estudo feito sobre a vida do monarca que reinou de 1889 a 1908, quando foi assassinado em Lisboa, "nasceu um fascínio pela personagem régia".

"D. Carlos foi um chefe de Estado esclarecido e brilhante que colocou Portugal na Europa. Graças à sua acção diplomática Portugal manteve as colónias, o que foi muito importante no contexto da época", explicou.

Para a investigadora resta "intrigante" o facto de como "um Rei experiente e competente em termos políticos, foi tão crédulo em certas coisas".

Estudiosa da correspondência régia dos reinados de D.ª Maria II e D. Pedro V, respectivamente avó e tio de D. Carlos, Marina Tavares Dias salientou "a perspectiva de futuro" do Rei, que "procurou tapar buracos abertos por políticos incompetentes".

A viagem que o Príncipe D. Luís Filipe fez às colónias em 1907, de que no álbum se reproduz a primeira página do jornal "O Benguella" (Sul de Angola), é um exemplo.

"Foi a primeira vez que um membro da realeza visitou as colónias, desde a fuga da Família Real para o Brasil em 1807. Uma viagem instigada aliás pela Rainha D.ª Amélia", acrescentou.

"O príncipe herdeiro foi recebido entusiasticamente em todas as localidades coloniais que visitou, de Cabo Verde a Moçambique, passando por S. Tomé ou Angola", disse.

Além de várias fotografias do monarca, algumas do seu arquivo pessoal, o álbum editado pela Quimera Editores, que celebra 20 anos, inclui imagens de outros membros da família real e até de Reis estrangeiros, casos de Eduardo VII de Inglaterra ou Afonso XIII de Espanha.

A maioria das fotografias reproduzidas no álbum é do arquivo da autora.
"Há casos em que até tenho a chapa como acontece com essa em que o Rei está a sorrir", afirmou.

Além do seu arquivo, Marina Tavares Dias reproduz neste álbum fotografias do Museu dos Coches, das colecções José Monteiro e Mário Marques e da Fundação da Casa de Bragança.

Outras fotografias são do Rei D. Luís, pai de D. Carlos, que surge numa pose apoiando a cabeça "parecendo ilustrar a preocupação com os deveres do Reino", ou de D. Luís Filipe de 1904 que serviu de postal ilustrado da Papelaria Costa.

Outra é de D. Amélia, da sua sessão fotográfica com João Francisco Camacho. Numa delas enverga uma vestido de renda de Bruxelas e noutra esboça um sorriso, "atitude rara nas fotografias da época", realçou a investigadora.

Outra é o último retrato com toda a família real, em Vila Viçosa a 27 de Janeiro de 1908.

Marina Tavares Dias tornou-se conhecida como olissipógrafa com obras como "Photografias de Lisboa 1900" (1989), "Os melhores postais de Lisboa" (1989) e a célebre colecção "Lisboa desaparecida" que logo em 1987 lhe valeu o Prémio Júlio Castilho.

A Quimera Editores, fundada em 1987, tem-se especializado na edição de grandes formatos, nomeadamente livros de mesa e álbuns, relacionados com Lisboa, Monarquia e História.

NL.

Lusa/Fim

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2007-12-18 10:20:03

Em http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=314713&visual=26&tema=5

Uma abordagem da questão em que não se pode negar o interesse histórico da situação retratada.
 
Lisboa, 16 Jan (Lusa) - A petição para que o próximo 01 de Fevereiro seja declarado dia de luto nacional, em memória do Rei D. Carlos e do Príncipe Luís Filipe, assassinados há cem anos, "é um apelo à não-violência".

A afirmação é de João Paredes, presidente da Real Associação da Madeira (RAM), líder da iniciativa que congrega todas as 21 associações federadas na Causa Real.

"Além de recordar a morte do chefe de Estado, e do seu herdeiro directo, esta petição é um apelo à não-violência", disse à Lusa João Paredes.

A petição, que se encontra on-line em http://www.petitiononline.com/1fev2008, reuniu já cerca de 4.000 assinaturas, as necessárias para ser entregue no parlamento e que para este leve a plenário a proposta dos monárquicos.

"Este dia tem apenas um sentido simbólico e é a oportunidade do Estado português desagravar a memória de um Rei que era o chefe de um Estado democrático", disse à Lusa António de Sousa Cardoso, presidente da Causa Real.

"É necessário que se saiba que democracia e partidos políticos já existiam antes da República, esta não foi libertadora, assenta antes num crime", acrescentou.

Crime, que segundo João Paredes "é contra natura da nossa tradição de brandos costumes".

O presidente da RAM espera que esta petição "suscite um debate em torno do regime político" que possa levar "daqui a um tempo" ao agendamento de um referendo sobre esta matéria.

Os dois dirigentes monárquicos sublinham que D. Carlos, assassinado a tiros de carabina na Praça do Comércio, em Lisboa, na tarde de 01 de Fevereiro quando regressava de Vila Viçosa, "foi um acto intolerável", pois era um monarca constitucional.

"Apenas pretendemos que a bandeira nacional, verde e rubra, seja simbolicamente colocada a meia haste em sinal de luto, não queremos feriado para ninguém, apenas um sinal de pesar pela morte de um soberano constitucional", sublinhou Sousa Cardoso.

Os monárquicos contam entregar a petição ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, "no final deste mês", mas fonte do seu gabinete disse à Lusa que "nada está agendado".

A petição on-line apresenta também várias afirmações anti-realeza que João Paredes afirmou deverem ser encaradas com "desportivismo".

"Vivemos em liberdade e tal como os monárquicos têm direito a expressar as suas opiniões, outras sensibilidades também o têm, mas ninguém mata ninguém", argumentou Paredes.

Do total de 3661 assinaturas "haverá cem que não são representativas, e são antes de pessoas que pretendem expressar uma ideia diferente".

Em Portugal existem filiadas na Causa Real cerca de 8.000 pessoas, sendo a maior parte pertencente à Real Associação de Lisboa, com mais de 3.000 inscritos, seguindo-se Porto (cerca de 1500) e Viana do Castelo (900), segundo dados fornecidos por Sousa Cardoso.

A mais pequena é a Real Associação da Europa, com sede em Bruxelas, com menos de 50 filiados.

Em termos do território nacional as mais pequenas são as de Bragança, Guarda e Portalegre com menos de 100 inscritos cada.
Todavia os dois líderes monárquicos afirmam que "a quota de simpatia pela monarquia é muito mais elevada, estes números são os militantes da causa".

João Paredes exemplifica afirmando que estão inscritos na RAM cerca de 200 pessoas, mas os seus convívios reúnem cerca de quinhentas.

Para Paredes, "os portugueses começam a olhar para as monarquias desenvolvidas da Europa e não questionam a República, pois quando nasceram esta já estava instituída e há ainda quem relacione o ideal monárquico com palácios e cabeleiras empoeiradas".

Prevista para o próximo dia 01 de Fevereiro está também uma concentração na Praça do Comércio pelas 17:00, para o qual são convidados "todos quantos reprovam a violência como arma política", como se lê no site da evocação - www.regicidio.org - da responsabilidade da Aliança Internacional Monárquica Portuguesa.

Às 19:00, na igreja de S. Vicente de Fora, onde se encontra o Panteão Real, em Lisboa, realiza-se um Requiem Soleníssimo presidido pelo Cardeal Patriarca, D. José Policarpo.

Hoje em Lisboa, ao princípio da tarde, o Duque de Bragança, Duarte Pio de Bragança, chefe Casa Real Portuguesa, apresenta à imprensa a comissão que irá coordenar um conjunto de iniciativas em memória do Rei D. Carlos.

Em http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/217554

Que cada cidadão da República retire as suas próprias conclusões do artigo em causa.
 
A comissão, hoje apresentada em Lisboa por Duarte Pio de Bragança, chefe Casa Real Portuguesa, pretende assim "lançar as bases para o estudo alargado sobre a dimensão política e diplomática" do Rei D. Carlos.

A editora Équilo deverá editar o livro "Diário íntimo de D. Manuel II", e a Asa irá reeditar a obra "O príncipe real - D. Luís Filipe de Bragança".

Em http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=320099&visual=26&tema=5

Toda a informação histórica, credível e imparcial (só esta!) é positiva para a escrita da história de Portugal.
 

Esse artigo, tal como a esmagadora maioria dos artigos sobre o Regicídio, branqueia a Maçonaria portuguesa, a Carbonária e a conspiração dos "senhores do avental" no assassinato do Rei e do Príncipe que já vinha a verificar-se desde os últimos 20 anos do século XIX!

A República e a máxima Liberdade Igualdade e Fraternidade deriva da Revolução Francesa e exprime o pensamento maçónico sendo tal como a maioria dos seus símbolos susceptível de diversas interpretações.

A Fraternidade é a deles com certeza, não fossem eles tratarem-se por Irmãos em união "fraternal" e os outros, o povo, a arraia miúda os... profanos!

Essa série da RTP a omitir a influência da Maçonaria na implantação da república e no Regicídio de 1908 é lixo!

Verifiquem como a maior parte dos nossos presidentes foram ou são maçons.
 
Cultura
Regicídio: Livre Pensamento organiza romagem ao túmulo dos autores da morte do rei

Lisboa, 22 Jan (Lusa) - Um grupo de cidadãos realiza quinta-feira uma romagem "discreta" ao cemitério do Alto de São João, em Lisboa, para homenagear os regicidas Manuel Buíça e Alfredo Costa, mortos há cem anos, e assinalar um "importante momento histórico".

A romagem é da comissão instaladora da Associação Promotora do Livre Pensamento (APLP) e tem como destino a sepultura onde "jazem as ossadas dos cidadãos Manuel dos Reis Buíça e Alfredo Luís da Costa", autores da morte do rei Dom Carlos I e do Príncipe Real Dom Luís Filipe.

Luís Gonçalves Vaz, da comissão instaladora da APLP, disse à Lusa que esta iniciativa se pretende "discreta" e tem como único objectivo "homenagear ou pelo menos recordar a data de um momento histórico" que foi a morte do rei a 01 de Fevereiro de 1908, há cem anos.

Este elemento da organização da romagem recordou que, até 1940, esta homenagem era uma realidade que, agora, vários cidadãos pretendem recuperar.

Uma vez que em 1940 o governo de Salazar mandou destruir o mausoléu, a associação pretende ainda que sejam colocados os seus elementos "no local onde se encontram hoje as ossadas de Buíça e de Costa, como forma de repor a verdade histórica contextualizada no tempo".

Os subscritores desta pretensão - que foi já enviada por escrito ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa - estão dispostos a assumir "os gastos inerentes", desde que "tenham acesso aos respectivos elementos que constituíam o mausoléu", nomeadamente um facho, uma lápide e uma cercadura.

Na quinta-feira, os autores desta homenagem aos regicidas planeiam depositar uma coroa de flores no local onde estão as suas ossadas, estando igualmente prevista uma intervenção "alusiva ao centenário do seu falecimento".

Luís Vaz recusou a ideia de que esta homenagem é uma provocação aos monárquicos, que vão assinalar o centenário da morte do rei Dom Carlos I.

"Não pretende esta comissão fazer o panegírico da morte e muito menos beliscar o sentimento de quem quer que seja", asseverou.

A APLP pretende, "tão somente, lembrar o respeito que tem por aqueles que, nas suas convicções, entenderam pôr fim a um `governo que actuava pela violência e pelo terror` e decidiram `aplicar uma sentença que um povo inteiro não tivera a coragem de decretar e executar`".

A romagem foi dada a conhecer à Divisão de Gestão Cemiterial da Câmara Municipal de Lisboa e à Governadora Civil de Lisboa.

SMM.

Lusa/Fim


© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-01-22 13:45:01

Em http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=321505&visual=26&tema=5

Uma perspectiva diferente da história.
 

Diferente em quê e aonde?

Não sou monárquico, sou republicano, venho de famílias humildes de parte do pai e da mãe mas sou totalmente contra homenagens a dois assassinos iniciados pela Carbon[SIZE=-1]á[/SIZE]ria que mataram premeditadamente e a sangue frio um homem e um adolescente, desmembrando uma família.

Esses senhores, que devem ser descendentes de carbon[SIZE=-1]á[/SIZE]rios, tenham mas é vergonha na cara!
 
Entram uns, saem outros, é como no bcp... [:p] :rolleyes:

Verdade seja dita, prefiro a maçonaria à opus dei, pelo menos os ideais e objectivos parecem-me mais "saudáveis".

O problema da maçonaria não são os seus ideais e pressupostos que são de grande valor espiritual e sobretudo humanitários, o grande problema são os maus maçons, os infiltrados, os novos-ricos, os oportunistas e médio-burgueses que pretendem benefícios pessoais, ascensão rápida na carreira política e privilégios em função de pertencerem a uma elite.

Em Portugal a maçonaria bateu tão fundo que se fragmentou tendo actualmente a maçonaria regular (crente no G.A.D.U.) uma conotação com membros do PSD e do PP e a liberal (laica) com o PS.
 
Essa ideologia de laurear os mártires da causa republicana já é tão antiga quanto o regicídio. Miguel Sousa Tavares, por exemplo, foi criticado por se manifestar contra a "adoração" aos regicidas.

O membro Jorge Correia anda um pouco confuso nesta matéria, pois aqui não se anda a laurear absolutamente nada, apenas foi feito uma referência a uma notícia que invoca um determinado assunto enquadrado num tempo histórico, visto de uma perspectiva diferente (as ditas correntes ideológicas opostas!).
 
O membro Jorge Correia anda um pouco confuso nesta matéria, pois aqui não se anda a laurear absolutamente nada, apenas foi feito uma referência a uma notícia que invoca um determinado assunto enquadrado num tempo histórico, visto de uma perspectiva diferente (as ditas correntes ideológicas opostas!).

Ai é? Ora troque-me lá isso por miúdos!
 
Não vejo onde está a dificuldade em se ler os diversos artigos aqui colocados e relacionados com o assunto em questão e observar a existência de duas correntes opostas, que já o tinha referido atrás.

Sim de facto existem duas correntes opostas sendo uma republicana e outra monárquica, pelo que se entende o TURBO favorece a primeira. O que talvez seja estranho é haver republicanos como eu que condenam o acto do regicídio.
 
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