Save Your Internet

A UE brilhava era se proibisse estas plataformas de divulgar vídeos que vão contra a vida pessoal de cada um, por exemplo dois gajos à pancada num avião, ou uma cena caricata não sei aonde, o tipo de coisas que pode acontecer a qualquer um de nós e que passado um minuto já estão na Internet para toda a gente ver.

Isto é algo que me faz muita impressão já há muito tempo e que não vejo a ser regulamentado. Quero ter o direito a dar um murro num gajo (só um exemplo, não sou de andar à pancada) ou cair da bicicleta (outro exemplo, não tenho bicicleta) sem ter milhares ou milhões de pessoas no conforto dos seus sofás a verem-me a fazer figuras tristes.
 
(...)

Quero ter o direito a dar um murro num gajo (só um exemplo, não sou de andar à pancada) ou cair da bicicleta (outro exemplo, não tenho bicicleta) sem ter milhares ou milhões de pessoas no conforto dos seus sofás a verem-me a fazer figuras tristes.

Quase que aposto que esse foi um dos argumentos que a indústria usou na venda destas medidas à UE.
Qual é o político que não sonha em voltar a poder meter a mão ao bolso sem que toda a gente saiba passados uns tempos?! [;)][:D][:D]
 
Abres uma pastelaria e lá decides fazer uns croissants folhados recheados de Nutella e pões a vender. A Ferrero não vai cair em cima de ti por estares a usar Nutella no teu produto e a comercializar. Agora se pegas num balde de Nutella e vendes esse balde como HazelnutKream (ou outra marca inventada, sei lá), aí sim a Ferrero vem em cima de ti porque estás a pegar na Nutella (produto) e estás a comercializar como se fosse teu...

O meu ver no Artigo 13.
 
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Em relação ao youtube e alguns videos serem ou não censurados, já sabemos que tudo vai acabar, há que esquecer todo o passado, não se pode pensar nos erros do passado, mas no futuro, e vai haver tópicos daqui que vão com porcos, mas o que devia acabar, são todos os outros sites que muitos não estão a fazer nada no google e quem tira fotos ou videos e os coloca pela net fora, tal como o amigo raistaparta referiu não os deveria revelar se não quiserem que ninguém os veja, ou seja todas as redes sociais da vida pessoal/profissional deveriam acabar no meu entender para salvação da humanidade, tudo deve ser guardado fora da net, até porque alguém está a ganhar à custa da vida de cada um.Os fóruns penso que deviam continuar a existir, de acordo com as necessidades das pessoas, até porque muita gente precisa de ser ajudada no seu dia-dia em múltiplas atividades.
 
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Abres uma pastelaria e lá decides fazer uns croissants folhados recheados de Nutella e pões a vender. A Ferrero não vai cair em cima de ti por estares a usar Nutella no teu produto e a comercializar. Agora se pegas num balde de Nutella e vendes esse balde como HazelnutKream (ou outra marca inventada, sei lá), aí sim a Ferrero vem em cima de ti porque estás a pegar na Nutella (produto) e estás a comercializar como se fosse teu...

O meu ver no Artigo 13.

Esse tipo de situações já estava previsto e implementado. Para isso não era preciso nenhum art.13.
No Youtube, a título de exemplo, se monetizasses o teu balde de HazelnutKream, tudo o que a Ferrero teria de fazer era denunciar o teu vídeo e, automaticamente, ficava com o dinheiro que esses baldes fizessem.
A coisa até já estava de tal maneira desiquilibrada para o lado dos dententores dos direitos que, durante o ano, houve vários """escândalos""" com pessoal que ficou sem o dinheiro dos seus vídeos, mesmo sem sequer estar a infringir qualquer direito, como mais tarde se vinha a provar (mas os valores entretanto perdidos já não voltavam).

O problema do art.13 está no facto de, como a responsabilidade passa para as plataformas no acto de upload, o que elas vão fazer é simplesmente não aceitar nada que se assemelhe a um creme castanho e, muito menos, se estiver dentro de um balde não só porque tu não provaste que aquilo não é Nutella, como há não sequer a certeza de que a pessoa que desenhou e a empresa que fabricou o balde se sentem ou não roubados por estar ali o balde "deles" na porra do vídeo e eles não ganharem nenhum.
 
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Esse tipo de situações já estava previsto e implementado. Para isso não era preciso nenhum art.13.
No Youtube, a título de exemplo, se monetizasses o teu balde de HazelnutKream, tudo o que a Ferrero teria de fazer era denunciar o teu vídeo e, automaticamente, ficava com o dinheiro que esses baldes fizessem.
A coisa até já estava de tal maneira desiquilibrada para o lado dos dententores dos direitos que, durante o ano, houve vários """escândalos""" com pessoal que ficou sem o dinheiro dos seus vídeos, mesmo sem sequer estar a infringir qualquer direito, como mais tarde se vinha a provar (mas os valores entretanto perdidos já não voltavam).

O problema do art.13 está no facto de, como a responsabilidade passa para as plataformas no acto de upload, o que elas vão fazer é simplesmente não aceitar nada que se assemelhe a um creme castanho e, muito menos, se estiver dentro de um balde não só porque tu não provaste que aquilo não é Nutella, como há não sequer a certeza de que a pessoa que desenhou e a empresa que fabricou o balde se sentem ou não roubados por estar ali o balde "deles" na porra do vídeo e eles não ganharem nenhum.

Bons pontos, mas penso que não vai ser assim tão "picuinhas" a esse ponto de provar que cada molécula de CO2 no momento do vídeo saiu dos teus pulmões. É certo que o art. é muito vago também, mas penso que é para combater sites de filmes pirateados por exemplo.

Digo eu.
 
Bons pontos, mas penso que não vai ser assim tão "picuinhas" a esse ponto de provar que cada molécula de CO2 no momento do vídeo saiu dos teus pulmões. É certo que o art. é muito vago também, mas penso que é para combater sites de filmes pirateados por exemplo.

Digo eu.

Mas o problema está no texto ser vago, as marcas podem pegar por qualquer coisa e as plataformas não estão para isso
 
Bons pontos, mas penso que não vai ser assim tão "picuinhas" a esse ponto de provar que cada molécula de CO2 no momento do vídeo saiu dos teus pulmões. É certo que o art. é muito vago também, mas penso que é para combater sites de filmes pirateados por exemplo.

Digo eu.

Pensas mal, esses site já são ilegais e não vão deixar de existir por causa deste art. , a esse tipos de sites é completamente irrelevante se o art. passa ou não

É obvio que a internet não vai acabar, mas todas as plataformas sociais que conhecemos/usamos, vão sofrer alterações profundas , e algumas poderao mesmo se afastar do publico europeu, este artigo acaba invariavelmente por ser atentatório a um direito básico que é a liberdade de expressão, não da forma que os "youtubers" querem vender é claro, mas no limite é limitativo
 
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