Sistemas de Diagnóstico / Marcas

monicamelo

New member
Actualmente e fruto da crescente utilização de electrónica associada à utilização do automóvel, são várias as marcas que têm sistemas de diagnóstico muito avançados, que permitem detectar rapidamente qualquer tipo de anomalia a este nível.

É realmente impressionante como uma mera ligação por ficha, permite aceder imediatamente ao registo de uma suposta anomalia.

Esta situação permite obriga ainda a um maior profissionalismo por parte dos utilizadores. Quer pelo investimento neste equipamento, quer pelo nível de formação que obrigatoriamente lhe tem que estar associado.

O nível de potencialidades que este sistema permite, não se fica meramente pelo diagnóstico, permitindo também a alteração de dados e variáveis. Desde a potência do motor (através de programas próprios), quer de outro tipo de intervenções.


O que pretendo que se discuta é o nível de funções, recursos e potencialidades que cada sistema de cada marca permite fazer.

Gostava que, quem souber mais informações de sistemas de disgnóstico de várias marcas, apresentasse alguns dados para se poder ver como a electrónica tomou de assalto o mundo automóvel.

Acho que o grupo VW tem um sistema também muito evoluido.
Acho que se chama VAG-COM, certo? :confused:
Mas gostava de saber de outras marcas, como se processa, quais as funções que lhe estão associadas, etc...
 
Bom, todas as marcas utilizam esses métodos de diagnóstico.

Eu conheço relativamente bem o da Opel – Tech II.

O aparelho, é este (aqui no meu carro):

01vh9.jpg


Aqui a testar a tomada de imagem do Display:

001mj1.jpg


Aqui a configurar o computador de bordo, e a fazer ajuste de consumo de combustível num Astra onde montei computador de bordo:

02pm4.jpg



Aqui a testar o Ecrã:

03av7.jpg



Neste caso o Tech II é quase um aparelho dos milagres, e é fundamental na detecção de avarias, problemas, codificações, etc.

Nos actuais modelos da Opel, em que são usados sistemas de rede Can Bus, é preciso um adaptador para ligar o Tech II à porta de diagnóstico, esse adaptador chama-se Candi.


As potencialidades, com ou Candi são basicamente as mesmas, mas os veículos que funcionam totalmente com sistemas de rede Can (na Audi também é assim), as funcionalidades são muitas mais!

Com o Tech II podemos fazer tudo o possível e imaginário, além do simples diagnóstico.

Dentro do diagnóstico, para alem de poder fazer uma verificação geral do sistema, é possível fazer ensaio de actuadores! Desde as simples teclas para acertar o relógio, em que ao pressionar é-nos indicado no Tech II que foi pressionado, e a tensão que está lá nesse momento (no caso, 5 Volt), passando pelo acelerador, travão, embraiagem, sensores de tudo e mais alguma coisa, comandos do volante, enfim, testa-se ao mais ínfimo pormenor!

É possível editar variáveis, é possível configurar tudo, desde um painel de instrumentos (através dos índices de código, e medidas de pneu), a um computador de bordo, um Ar Condicionado, ou mesmo a unidade de comando do motor.

É com ele que se activam e instalam funções como Cruise Control.

É possível activar ou desactivar funções, estou a recordar-me de uma que activei recentemente no painel de instrumentos de um amigo meu, que foi a simples indicação das horas!

Podemos instalar ou desinstalar o software da unidade de comando motor, mas não podemos editar.

Nos painéis de instrumentos podemos anular a quilómetros dos Quilómetros apenas 3 vezes, até aos 100 Km.

É possível também programar a unidade de comando dos airbags, já que são todas iguais, tenha um ou 10 airbags com pré-tensores e sensor de banco ocupado etc.

Mas atenção, que é preciso ter inteligência para utilizar o Tech II, é preciso saber o que se está a fazer, se vamos, por exemplo, testar um determinado sensor cuja avaria é apenas dar um valor que não corresponde à realidade, mas ainda está dentro dos parâmetros, o Tech II vai assimilar que este está bom.

Por exemplo, um determinado sensor de temperatura no motor indica 30º quando este está a 80º, para o Tech II, os 30º estão dentro dos parâmetros, portanto, interpretará (obviamente), que o sensor está bom! Nestes casos é preciso ter qualquer coisa dentro da cabeça, senão sai asneira.

Hoje, no caso da Opel, com as redes Can, e ainda na geração anterior, com sistemas mistos, de electrónica "normal" com os sistemas de rede (como já acontece no meu Astra), o Tech II tem um papel fundamentalíssimo na activação e desactivação dos equipamentos do veículo.

Por exemplo,

Todos os sistemas estão "casados" uns com os outros, e não aceitam funcionar com outros que não estejam casados com eles.

Por exemplo, num Astra dos novos, eu retiro o rádio, ou o display, ou painel de instrumentos, ou qualquer coisa, por mais insignificante que seja, ao montar noutro carro, não vai funcionar!

É preciso antes de retirar, ligar o Tech II, e dizer-lhe "olha, vais ser desactivado, para ser activado noutro carro", e só depois se pode tirar, e aplicar noutro modelo, fazendo então de novo a operação inversa para casar o sistema.

Quem gere toda a rede Can Bus, é a famosa Placa CIM.

No meu carro isso já acontece entre rádio, ecrã, caixa de CD’s, e unidade de telefone. O sistema está casado, se eu tirar um deles sem descasar, ele não funcionará noutro sistema, mesmo que seja igual.

Entretanto se eu tirar a caixa de Cd’s e colocar outra, mesmo que venha descasada, eu sou obrigado a descasar todo o meu sistema, ligar a nova caixa, e casar de novo tudo em conjunto com o Tech II.

Bom, e o post já vai longo, com certeza poucos vão ler, portanto, por aqui me fico.[;)]
 
Obrigado,

Tenho que ver o esquema electrónico da unidade de comando do motor, e verificar se o Tech II permite configurações para o Corsa C nesse campo, e também se dá para enganar.

O meu Astra é um 1.7 DTI, motor para o qual não existia computador de bordo nem como opção, mas como o funcionamento geral do carro não é por Can Bus, consegui enganar o sistema e funciona tudo muito bem! Apesar do ecrã já funcionar em Rede Can com o rádio, e o computador de bordo acede-se a partir do rádio, a informação que chega lá vem pelas vias normais – cada fio traz um dado.

3 Vêm do painel de instrumentos (temperatura do motor, rotação, nível de combustível), o da velocidade já lá está, um vem do motor (sinal de consumo), existe outro do pedal de travão, e depois são os sinais normais, que acaba por dar um total de 32 pinos.

Mas basicamente é a comunicação normal entre os sistemas, havendo apenas 2 pinos para a rede can entre o ecrã e o rádio.

No Corsa C, o próprio painel é por Can Bus, o que significa que não há um pino para isto, um pino para aquilo, etc. há sim, pinos para a alimentação, ignição, um ou outro para uma luz, e depois dois para a comunicação.

Os ecrãs normais da geração Astra G não interpretam essa informação, apenas os novos (Astra H, Vectra C, etc.) E estes novos, como funcionam em rede, sabem em que carro estão montados, e que informações têm que receber, o que dificulta um bocado as coisas.

A aplicação nem é complicada, o problema mesmo são as configurações.

Mas vou tentar saber de algo mais concreto![;)]
 
Obrigado,

Tenho que ver o esquema electrónico da unidade de comando do motor, e verificar se o Tech II permite configurações para o Corsa C nesse campo, e também se dá para enganar.

O meu Astra é um 1.7 DTI, motor para o qual não existia computador de bordo nem como opção, mas como o funcionamento geral do carro não é por Can Bus, consegui enganar o sistema e funciona tudo muito bem! Apesar do ecrã já funcionar em Rede Can com o rádio, e o computador de bordo acede-se a partir do rádio, a informação que chega lá vem pelas vias normais – cada fio traz um dado.

3 Vêm do painel de instrumentos (temperatura do motor, rotação, nível de combustível), o da velocidade já lá está, um vem do motor (sinal de consumo), existe outro do pedal de travão, e depois são os sinais normais, que acaba por dar um total de 32 pinos.

Mas basicamente é a comunicação normal entre os sistemas, havendo apenas 2 pinos para a rede can entre o ecrã e o rádio.

No Corsa C, o próprio painel é por Can Bus, o que significa que não há um pino para isto, um pino para aquilo, etc. há sim, pinos para a alimentação, ignição, um ou outro para uma luz, e depois dois para a comunicação.

Os ecrãs normais da geração Astra G não interpretam essa informação, apenas os novos (Astra H, Vectra C, etc.) E estes novos, como funcionam em rede, sabem em que carro estão montados, e que informações têm que receber, o que dificulta um bocado as coisas.

A aplicação nem é complicada, o problema mesmo são as configurações.

Mas vou tentar saber de algo mais concreto![;)]

ja agora, se der pra ver se se consegue instalar num corsa c, mas o 1.3cdti (2006)!!! Agradecia.

Obrigado

bruno
 
Bom, todas as marcas utilizam esses métodos de diagnóstico.

Eu conheço relativamente bem o da Opel – Tech II.

O aparelho, é este (aqui no meu carro):



Aqui a testar a tomada de imagem


Neste caso o Tech II é quase um aparelho dos milagres, e é fundamental na detecção de avarias, problemas, codificações, etc.

Nos actuais modelos da Opel, em que são usados sistemas de rede Can Bus, é preciso um adaptador para ligar o Tech II à porta de diagnóstico, esse adaptador chama-se Candi.


As potencialidades, com ou Candi são basicamente as mesmas, mas os veículos que funcionam totalmente com sistemas de rede Can (na Audi também é assim), as funcionalidades são muitas mais!

Com o Tech II podemos fazer tudo o possível e imaginário, além do simples diagnóstico.

Dentro do diagnóstico, para alem de poder fazer uma verificação geral do sistema, é possível fazer ensaio de actuadores! Desde as simples teclas para acertar o relógio, em que ao pressionar é-nos indicado no Tech II que foi pressionado, e a tensão que está lá nesse momento (no caso, 5 Volt), passando pelo acelerador, travão, embraiagem, sensores de tudo e mais alguma coisa, comandos do volante, enfim, testa-se ao mais ínfimo pormenor!

É possível editar variáveis, é possível configurar tudo, desde um painel de instrumentos (através dos índices de código, e medidas de pneu), a um computador de bordo, um Ar Condicionado, ou mesmo a unidade de comando do motor.

É com ele que se activam e instalam funções como Cruise Control.

É possível activar ou desactivar funções, estou a recordar-me de uma que activei recentemente no painel de instrumentos de um amigo meu, que foi a simples indicação das horas!

Podemos instalar ou desinstalar o software da unidade de comando motor, mas não podemos editar.

Nos painéis de instrumentos podemos anular a quilómetros dos Quilómetros apenas 3 vezes, até aos 100 Km.

É possível também programar a unidade de comando dos airbags, já que são todas iguais, tenha um ou 10 airbags com pré-tensores e sensor de banco ocupado etc.

Mas atenção, que é preciso ter inteligência para utilizar o Tech II, é preciso saber o que se está a fazer, se vamos, por exemplo, testar um determinado sensor cuja avaria é apenas dar um valor que não corresponde à realidade, mas ainda está dentro dos parâmetros, o Tech II vai assimilar que este está bom.

Por exemplo, um determinado sensor de temperatura no motor indica 30º quando este está a 80º, para o Tech II, os 30º estão dentro dos parâmetros, portanto, interpretará (obviamente), que o sensor está bom! Nestes casos é preciso ter qualquer coisa dentro da cabeça, senão sai asneira.

Hoje, no caso da Opel, com as redes Can, e ainda na geração anterior, com sistemas mistos, de electrónica "normal" com os sistemas de rede (como já acontece no meu Astra), o Tech II tem um papel fundamentalíssimo na activação e desactivação dos equipamentos do veículo.

Por exemplo,

Todos os sistemas estão "casados" uns com os outros, e não aceitam funcionar com outros que não estejam casados com eles.

Por exemplo, num Astra dos novos, eu retiro o rádio, ou o display, ou painel de instrumentos, ou qualquer coisa, por mais insignificante que seja, ao montar noutro carro, não vai funcionar!

É preciso antes de retirar, ligar o Tech II, e dizer-lhe "olha, vais ser desactivado, para ser activado noutro carro", e só depois se pode tirar, e aplicar noutro modelo, fazendo então de novo a operação inversa para casar o sistema.

Quem gere toda a rede Can Bus, é a famosa Placa CIM.

No meu carro isso já acontece entre rádio, ecrã, caixa de CD’s, e unidade de telefone. O sistema está casado, se eu tirar um deles sem descasar, ele não funcionará noutro sistema, mesmo que seja igual.

Entretanto se eu tirar a caixa de Cd’s e colocar outra, mesmo que venha descasada, eu sou obrigado a descasar todo o meu sistema, ligar a nova caixa, e casar de novo tudo em conjunto com o Tech II.

Bom, e o post já vai longo, com certeza poucos vão ler, portanto, por aqui me fico.[;)]


Tu realmente és um mágico com Opel.[;)]
 
Grande post, Tubs, no tamanho e no conteúdo! [;)]

Essa ideia de "casar" uns elementos com outros é porreira para evitar roubis de uns carros para os outros. Por outro lado, impede-te de ir uma vulgar sucata buscar equipamento que avariou no teu carro, por exemplo.
 
Obrigado pessoal.

Sim Clio II, é realmente essa uma das grandes desvantagens desse sistema.

E eu que o dia, que trouxe o ecrã a cores para ligar ao rádio de Navegação da sucata, e não estava "descasado".

O rádio comprei-o no ebay "limpinho", mas o ecrã não. Tentámos tudo por tudo na Opel, perdi muitas horas a tentar "enganar o sistema".

Em relação ao carro consegui faze-lo, já que quando colocava o índice de código para o meu carro (que era o 015), desapareciam-me as funções do computador de bordo! Como eu sei que a unidade de comando da versão 1.4 é "igual" à do meu (igual no sentido de sinais, tipos de sinais, impulsos e informações), coloquei o índice de código do 1.4 (006), e ele assumiu correctamente! Depois foi ir às funções suplementares configurar a medida dos pneus, e fazer o ajuste de consumo de combustível.

Mas isto só foi possível por não haver comunicação interna de sistema de rede entre o ecrã (computador de bordo), e o motor. Se este existisse, o motor "ia-lhe dizer" que não era o 1.4, e o ecrã ia-lhe "dizer" que estava configurado para um 1.4, o que gerava uma grande confusão e o sistema não funcionaria.

Por outro lado, o ecrã vinha casado com o sistema antigo, mas em relação ao rádio (com o qual usa o sistema de rede can – tal como tinha dito anteriormente, no Astra G o sistema é misto, há funções em rede, e "normais").

Fizemos 30 por uma linha e nem o rádio aceitava o ecrã, nem o ecrã aceitava o rádio! É impressionante!

Devido a isso fui obrigado a ir novamente à sucata com o ecrã, aplica-lo novamente no carro de onde saiu, montar o rádio e a unidade de telefone (para ter a rede completa), e com o Tech II e o código original, descasar todo o sistema!

Só aí foi possível colocar a funcionar no meu tudo a 100%.

Portanto, são sistemas extremamente seguros, e eficazes em termos de funcionamento. Facilitam muito as questões de alterações, configurações, segurança, funcionamento sem erros, e diminui consideravelmente o número de fios. Por outro lado é muito complicado ir a uma sucata buscar qualquer equipamento que seja de electrónica, e ficamos de mãos atadas quando queremos fazer alguma alteração que saia fora daquilo que está estabelecido de fábrica.

O sistema não se deixa enganar.

Estou-me a lembrar que no Vectra, o simples comando da porta (vidros eléctricos, tranca, e espelhos eléctricos) funciona por can bus, apenas vão para lá 4 fios! Positivo, Massa, Can Bus Low, e Can Bus High, com as cores – Vermelho, Castanho, Verde e Branco.

Por exemplo, um pormenor engraçado,

Quando montei o meu rádio de navegação apercebi-me que no esquema da Opel o rádio não recebia sinal de iluminação (que neste caso já vem de um outro módulo electrónico – a unidade MultiTimer), vi aquilo e pensei "que caraças, assim vou perder a regulação da intensidade luminosa à noite" como geralmente anda no máximo, nem me preocupei.

O engraçado foi quando liguei o ecrã, e vi que o ecrã é que diz ao rádio a percentagem de iluminação que tem! Até se consegue ver isso nos menus escondidos!


01ca3.jpg


Isto é apenas um exemplo de como as coisas comunicam entre si!

[;)]
 
Nunca achei piada a essas ligações nos automóveis porque nunca se chegou a um standard. [8b] Faz-me lembrar o Canbus que cada marca usa a sua especificação, parecem as regiões dos DVD's [8b] Ao menos no OBD-II parece que acertaram...

Depois com estas supostas multiplexagens e CanBus aparecem alguns problemas interessantes, principalmente com os autorádios que têm que ser programados para trabalharem no carro X em vez do carro Y. Por outro lado é uma maravilha para alguns electricistas porque é só ligar uma ficha e está tudo a funcionar.
 
Obrigado,

Mas vou tentar saber de algo mais concreto![;)]
Obrigado pela dedicação, se conseguires alguma coisa vou ter contigo.apr:)
Até pensei que fosse simples porque o carro tem a tecla de “BC” mas quando pressiono aparece no visor “No Function”.:sh)
 
Tubular Bells dava jeito aqui em Coimbra (Auto industrial) um crânio como tu pah!!! acho que ias revolucionar esta bem como outras oficinas!! Parabéns pelas prestações dadas há comunidade opel! apr:)
 
Obrigado pela dedicação, se conseguires alguma coisa vou ter contigo.apr:)
Até pensei que fosse simples porque o carro tem a tecla de “BC” mas quando pressiono aparece no visor “No Function”.:sh)

Ja somos dois!!! :)

Se fosse uma tarefa simples, tb me juntava para ver o engenheiro "Tubular" a trabalhar!!!! LOL
 
Tenho um Honda Civic de 2006, os valores da média de veloc e média de gasto combustivel fogem um pouco á realidade, será que isso dá para calibrar com esses sistemas de diagnóstico que a Honda possui ??

Ja falei com eles acerca disso, ligaram o carro ao computador e para eles (mecânicos) olhavam uns para os outros e diziam estar tudo normal :( , mas na realidade não está...


Cumps
 
Tenho um Honda Civic de 2006, os valores da média de veloc e média de gasto combustivel fogem um pouco á realidade, será que isso dá para calibrar com esses sistemas de diagnóstico que a Honda possui ??

Ja falei com eles acerca disso, ligaram o carro ao computador e para eles (mecânicos) olhavam uns para os outros e diziam estar tudo normal :( , mas na realidade não está...


Cumps

São todos assim e é por isso que aparecem ai TDI's com médias de 2 litros aos 100. São processadores lentos, alguns nem calculam consumos abaixo dos 20km/h e outros chegam a X l/100 e não sobem mais do que isso.
 
Obrigado pela dedicação, se conseguires alguma coisa vou ter contigo.apr:)
Até pensei que fosse simples porque o carro tem a tecla de “BC” mas quando pressiono aparece no visor “No Function”.:sh)

Há, já tens um CD 30, então aí o caso muda de figura! [;)] Portanto tens um carro MY 2004/5, certo?

Se fosse anterior a esta data é que se aplicava a 100% o que eu disse. Desculpa, pensei que fosse mesmo anterior.

Assim sendo, essa tecla BC do rádio, apenas vai dizer ao ecrã (que será o GID) "é pá, olha, apresenta aí a função correspondente a esta tecla", e o ecrã é que coloca os dados do computador de bordo.

Ou seja, o CB não é do rádio, o rádio tem uma tecla que pede ao ecrã uma função, e essa função parte do ecrã - neste caso o CB.

Portanto, precisas do ecrã gráfico - GID, e quanto ao resto necessário, vou então informar-me![;)] [;)]

Tubular Bells dava jeito aqui em Coimbra (Auto industrial) um crânio como tu pah!!! acho que ias revolucionar esta bem como outras oficinas!! Parabéns pelas prestações dadas há comunidade opel! apr:)

Obrigado! O pessoal geralmente até sabe, falta-lhes é a vontade... Embora eu já tenha visto cada coisa, que começo a colocar em causa a sabedoria de alguns... :sh)


Ja somos dois!!! :)

Se fosse uma tarefa simples, tb me juntava para ver o engenheiro "Tubular" a trabalhar!!!! LOL

[:D] Qual é o ano do teu carro, ou melhor, que rádio tens?


Bom, pode parecer ridiculo eu estar a perguntar o rádio, mas o que se passa é o seguinte:

Durante a fase de rádios: CAR 2003, CAR 2004, CDR 2005, etc. (até 2004 e uns meses), a rede can bus é apenas entre unidade de comando e painel de instrumentos, os rádios e o display não usam Can Bus, o que significa não é viavel misturar os dados de um sistema Can Bus, com os dados de um sistema "normal" - pelo menos neste tipo de coisas, isto dava para explicar, mas ocupava o resto da página, lolol

Já na 2ª fase de rádios: CD 30, CD 30 MP3, CDC 40 Opera, CD 50 Phone, e CD 70 Navi, o rádio e o ecrã já comunicam por Can Bus, e já há cominucação com a rede "motor + painel", via Can Bus, o que facilita drasticamente as coisas! [:cool:]
 
São todos assim e é por isso que aparecem ai TDI's com médias de 2 litros aos 100. São processadores lentos, alguns nem calculam consumos abaixo dos 20km/h e outros chegam a X l/100 e não sobem mais do que isso.

Isso é mais ou menos assim mas,

Por exemplo, o meu, conta sempre, e ao ralenti altera a unidade para L\h já que não há distancia percorrida, mas há na mesma consumo.[;)]

O máximo não sei, deve haver, mas nunca chegou lá.

No entanto é possivel fazer o ajuste de combustivel atravez do Tech II, assim como ajuste da distância percorrida! [;)]
 
[:D] Qual é o ano do teu carro, ou melhor, que rádio tens?


Bom, pode parecer ridiculo eu estar a perguntar o rádio, mas o que se passa é o seguinte:

Durante a fase de rádios: CAR 2003, CAR 2004, CDR 2005, etc. (até 2004 e uns meses), a rede can bus é apenas entre unidade de comando e painel de instrumentos, os rádios e o display não usam Can Bus, o que significa não é viavel misturar os dados de um sistema Can Bus, com os dados de um sistema "normal" - pelo menos neste tipo de coisas, isto dava para explicar, mas ocupava o resto da página, lolol

Já na 2ª fase de rádios: CD 30, CD 30 MP3, CDC 40 Opera, CD 50 Phone, e CD 70 Navi, o rádio e o ecrã já comunicam por Can Bus, e já há cominucação com a rede "motor + painel", via Can Bus, o que facilita drasticamente as coisas! [:cool:]

O meu carro é de 2006, e o rádio é o CD 30! :)
 
Há, já tens um CD 30, então aí o caso muda de figura! [;)] Portanto tens um carro MY 2004/5, certo?

Se fosse anterior a esta data é que se aplicava a 100% o que eu disse. Desculpa, pensei que fosse mesmo anterior.

Assim sendo, essa tecla BC do rádio, apenas vai dizer ao ecrã (que será o GID) "é pá, olha, apresenta aí a função correspondente a esta tecla", e o ecrã é que coloca os dados do computador de bordo.

Ou seja, o CB não é do rádio, o rádio tem uma tecla que pede ao ecrã uma função, e essa função parte do ecrã - neste caso o CB.

Portanto, precisas do ecrã gráfico - GID, e quanto ao resto necessário, vou então informar-me![;)] [;)]
Boas, Tubular Bells então basta trocar o display actual para o GID?apr:) [;)] :confused:
 
Boas, Tubular Bells então basta trocar o display actual para o GID?apr:) [;)] :confused:

pelo que entendi atras... estamos na mesma situação certo?

e agora uma pergunta estúpida!!! o q é o GID, é o painel que mostra as informações certo??

E qual é a diferença para o actual??
 
Last edited:
Resumindo...

Para colocar um Comp Bordo num Corsa C com o rádio CD 30, quais serão os passos necessários?

Cumps

Bruno
 
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