portishead
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Esta foi a única casa que encontrei na subida da serra da Arada. Estava praticamente vazia, a porta da frente encontrava-se aberta e tinha claros sinais de arrombamento. Uma casa de vigia, certamente.
Excelentes fotos que me deixaram com saudades. Há mais aldeias abandonadas, (não tão míticas quanto Drave) na parte oeste do concelho de São Pedro do Sul, mais junto a Arouca.
Se te lembrares dos nomes de algumas delas, deixa-os por aqui. Pode ser que dê para visitá-las numa próxima viagem para aqueles lados.
Eu já tou a planear mentalmente uma semaninha para explorar aquela zona nas férias do ano que vem...
Porreiro. Ainda te desafio para uma caminhada naquela zona.[]
Como ainda me sobram vários dias de férias, tenho tempo de sobra para mais umas aventuras destas, mas este ano, provavelmente, já não devo voltar a esta região.
Sou mais um que é capaz de se juntar ao grupo! Também adoro estes locais! []
Sim, pode-se até fazer um mini-evento AHO... []
É ver quantos alinham[]. Ainda reocupamos a aldeia e abrimos um tasco...[
]
E sem a GNR a fazer operações stop...[Olha, isso é que era! Um sítio para o pessoal poder estar, ouvir música alto até de madrugada, comer e beber à vontade... []
Como não tenho visitado nada, aqui ficam alguns locais adicionados ''recentemente'' ao site espanhol.
Piscinas Castellnou
Galletas
Tren
Club Mditerrane
Hotel
Hospital de niños
Gosto bastante deste site.
Tenho andado a ver se alguns dos locais seriam perto de Portugal, mas são quase todos para a zona da Catalunha.
Drave, a “aldeia mágica”, é o ex libris de um percurso pedestre da zona de Arouca, que tem o seu início na aldeia de Regoufe.
São cerca de 8 Kms (ida e volta) por um caminho algo irregular: o início é ingreme e com cascalho solto, para o fim o percurso já se faz por um estreito trilho de xisto. Mas pelo meio, face a tanta beleza natural envolvente, nem nos damos conta por onde pomos os pés.
Depois de percorrer alguns quilómetros sem observar vestígios de civilização, chega-se a uma encruzilhada e avista-se, bem lá no fundo do vale, uma pequena aldeia isolada e despovoada.
Isso pode servir de explicação para o seu cognome: no meio do “nada”, ela aparece, de repente, como por magia. Mas não é um truque, é pura emoção, acreditem. E depois só desejamos chegar lá o mais rápido possível, para seborear um pouco daquela realidade perdida no tempo.
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Moro para estes lados. É facil de lá entrar, mas só a pé porque a entrada de carro tem uma pequena cancela de ferro.