Têm Qualidade de Vida ?

EnginE

Banido
A qualidade de vida em Portugal está cada vez mais fraca, principalmente nos grandes centros urbanos, como por exemplo o Porto e Lisboa.

No Natal, há pessoas que nos mandam msg de boas festas, algumas dessas pessoas dizem-nos muito, mas "nunca" estamos com elas, porque simplesmente não há tempo, nem atitude.

O transito é impossível, os olhares, as expressões de quem anda na rua, stressados, com cara de quem vai a pensar nos problemas da sua vida...! É curioso que isto nada tem haver com ter ou não ter muito dinheiro, porque há quem tenha pouco dinheiro e uma grande qualidade de vida e o contrário(literalmente). A vida resume-se a ganhar dinheiro?

Vivemos para o trabalho ou para estudar e pouco mais, e perde-se por vezes uma vida com coisas que nada têm haver com o sentido dela.

É urgente partilhar, estar com os amigos que já não se vê há muito tempo, aproveitar um fim de semana para fazer uma escapadinha, ouvir "aquela" música, recuperar alguma paz de espirito e se possível alguma qualidade de vida.


Nota: Espero que este tópico enriqueça com mais algumas opiniões e que quem o leia, possa pensar um pouco sobre a sua vida e sobre o rumo que ela está a tomar.



M/Cumps
 
Sim, tenho qualidade de vida.

A vida não se resume a ganhar dinheiro mas a saber gastá-lo. :P

A desculpa da falta de tempo quando as pessoas moram a meia hora umas das outras é uma desculpa esfarrapada.
 
Antes de mais Parabéns pela reflexão!

Coloco muitas vezes algumas dessa questões a mim mesmo e nunca arranjo uma resposta que me convença.

Porque será que muitas das vezes passamos ao lado daquilo que é essencial? Toda a nossa vida é uma luta contra o tempo. E temos muito pouco tempo!

Parece-me que não conseguimos tirar o melhor partido daquilo que realmente é importante. Tenho por vezes a sensação de ser um autómato e seguir a direcção de todos os outros. E não digo isto em termos de personalidade, nem em termos de atitudes, porque sei o que quero e o que não quero. Digo isto em termos mais latos.

Por exemplo porque é que eu me hei-de matar a trabalhar até às tantas, quando o que me fazia feliz era estar com a minha namorada ou amigos. Não quero ser rico. Porque raio é que eu hei-de responder ao mendigo que não tenho moedas, se o que me fazia mais feliz era dar-lhe uma nota. Porque é que eu estou sempre a pensar no futuro e a condicionar o presente, se a minha vida é hoje e não amanhã? Se calhar amanhã não estou cá ou alguém que gosto não está!

A pergunta acho que não é se tenho qualidade de vida, mas se a nossa vida tem QUALIDADE!

A minha tem alguma, mas luto para que tenha mais!

:)
 
Qualidade de Vida - Uma Problemática do Desenvolvimento da Sociedade



A ideia de qualidade de vida aparece na literatura, como um conceito que poderá ser classificado de "sincrético", quer dizer de uma visão de conjunto, confusa e compreensiva de um todo complexo. Este todo complexo reside numa perspectiva geral da questão social e da melhoria da condição humana, sob todas as suas formas e em cada um dos sectores da existência. Esta melhoria apresenta-se pois como um critério de base servindo para definir a orientação de todo o desenvolvimento duma sociedade, como segurança face a desenvolvimentos que não respeitam certos valores humanos e como expressão duma transformação obrigatória das formas e das modalidades de desenvolvimento que conhecemos historicamente.

A qualidade de vida, enquanto elemento de análise do bem estar, aparece de alguma forma associada ao "grito de toque a reunir" de grupos e de indivíduos conscientes dos problemas sociais que temos conhecido nas últimas décadas, associados à actual opção de desenvolvimento das sociedades. A qualidade de vida é pois uma discussão de natureza económica, social, cultural e política, constituindo o seu discurso uma linha de pensamento em conflito com o discurso tradicional. Ele propõe uma nova prática - uma prática social centrada sobre a mudança.

Uma mudança que passa por múltiplos campos do bem estar como a habitação, as condições de trabalho, a saúde, a alimentação, a educação, a cultura, os modos de vida urbana, os lazeres, etc. A qualidade de vida é, portanto, um objecto multidimensional do desenvolvimento social que polariza as formas de tratar tanto um conjunto de realidades concretas imediatas e quotidianas, como o conjunto dos mais diversos problemas que se colocam a longo prazo. Os lugares de aplicação deste objectivo são de tal forma diversos que é ilusório pensar que ele pode ser plenamente realizado num período de tempo imediato.Tal como no caso da democracia, trata-se de uma realidade de identificação social sempre possível de ser melhorarada e que opera, de certa maneira, como uma prática reguladora do desenvolvimento.

É pois na dinâmica da acção social que a qualidade de vida pode encontrar um conteúdo real para a mudança da sociedade em que vivemos. Uma sociedade que, neste final de século, se caracteriza por um conjunto de transformações consideráveis que têm afectado a qualidade de vida dos indivíduos, especialmente dos que residem em meio urbano.

As grandes urbes apresentam características e situações particulares e comuns assentes num mesmo padrão de referência, profundamente marcado pela convergência típica do modelo de homogeneização dos comportamentos. Por exemplo, ao nível da cidade, por uma lado, é a utilização intensa de parcelas do território urbano que conduz à proliferação de florestas de cimento, a perder de vista, de habitações estereotipadas e edifícios de escritórios, onde predominam os canhões de betão e de vidro e, por outro, é a utilização massiva do automóvel que conduz à poluição desenfreada.

Nenhuma metrópole teve a sorte de escapar de maneira significativa a esta conjunção, que parece por agora fatídica senão - em muitos lugares - fatal.

A forma como se desenvolve o tecido urbano é hoje preocupante. Os cidadãos, porque o sentem quotidianamente, começam a tomar consciência que a convergência do elevador e do automóvel conduz a uma forma de vida urbana caótica, em que a instabilidade e o custo se tornam intoleráveis. Este sistema, devora e esteriliza o espaço, e cria um envolvimento marcado por uma poluição constante e crescente, aumentando esta de maneira exponencial à medida que a região urbana continua a crescer. É neste contexto que os habitantes começam a dar os primeiros sinais de preocupação com o problema. Tanto na cidade como na periferia começa a haver uma exigência de melhores espaços de vida e de lazer, de novos e melhores serviços de saúde, de cultura e de educação. Mas a ainda não total disponibilidade destes, bem como a sua necessária acessibilidade são elementos maiores que faltam para garantir uma parte do bem estar e da qualidade de vida das populações.

Independentemente da existência de uma ligeira oferta de bens e serviços públicos de qualidade, dos cidadãos terem mais consciência dos seus direitos e deveres socias e civícos, de se assistir a um ligeiro crescimento do rendimento médio das famílias, da melhoria do nível de instrução, do aumento da mobilidade física ou de um acesso facilitado a bens de consumo básicos, a exigência de uma melhor qualidade de vida não passa ainda de uma nova e mera aspiração. O desafio é tamanho. Os espaços de habitação e o acesso aos bens e serviços sociais de interesse público deverão ser bem diferentes. Os que hoje existem não passam nos padrões de certificação de qualidade que agora se exige para o bem estar dos indivíduos.

Compete aos vários níveis de decisão contribuir decisivamente para criar o quadro multivariável para o desenvolvimento de um melhor quadro de vida, seja na habitação, na saúde, na educação, na cultura, no trabalho ou na ocupação do tempo livre. Fazê-lo numa perspectiva de desenvolvimento durável, muito mais do que a mera criação de condições gerais de conjuntura económica, é uma obrigação dos responsáveis dos vários patamares políticos que tomam decisões. Organizar os objectivos deste quadro, numa perspectiva de harmonização das intervenções para metas que permitam responder às aspirações dos cidadãos, é o que se espera como resposta às exigências impostas pelas modificações do quadro actual. A não ser assim, as aspirações de uma melhor qualidade de vida podem muito bem ser uma meta inatingível, deixando proliferar os germes que contaminam e transformam cada vez mais a vida numa civilização de betão edificado e de catedrais de consumo gigantescas que nos leva a questionar: será que mesmo com toda a riqueza produzida não somos capazes, ou não estamos ainda preparados, para fornecer, a toda a sociedade, uma civilização de bem estar ?

Montréal, Março de 1999.

António Mendes Lopes
Centro Estudos Geográficos /Universidade de Lisboa
Instituto Politécnico de Setúbal

Autor do Artigo
António Mendes Lopes
Instituto Politécnico de Setúbal
amlopes@netcourrier.com
 
citação:Originalmente colocada por MS

Antes de mais Parabéns pela reflexão!

Coloco muitas vezes algumas dessa questões a mim mesmo e nunca arranjo uma resposta que me convença.

Porque será que muitas das vezes passamos ao lado daquilo que é essencial? Toda a nossa vida é uma luta contra o tempo. E temos muito pouco tempo!

Parece-me que não conseguimos tirar o melhor partido daquilo que realmente é importante. Tenho por vezes a sensação de ser um autómato e seguir a direcção de todos os outros. E não digo isto em termos de personalidade, nem em termos de atitudes, porque sei o que quero e o que não quero. Digo isto em termos mais latos.

Por exemplo porque é que eu me hei-de matar a trabalhar até às tantas, quando o que me fazia feliz era estar com a minha namorada ou amigos. Não quero ser rico. Porque raio é que eu hei-de responder ao mendigo que não tenho moedas, se o que me fazia mais feliz era dar-lhe uma nota. Porque é que eu estou sempre a pensar no futuro e a condicionar o presente, se a minha vida é hoje e não amanhã? Se calhar amanhã não estou cá ou alguém que gosto não está!

A pergunta acho que não é se tenho qualidade de vida, mas se a nossa vida tem QUALIDADE!

A minha tem alguma, mas luto para que tenha mais!

:)



Partilho totalmente essa ideia;)
 
Sempre achei que as pessoas que vivem nas grandes cidades têm menos qualidade de vida.

O trânsito é terrível, principalmente para aqueles que moram nos subúrbios e têm que andar várias horas de carro dum lado para o outro. Depois há a criminalidade. Se no Porto (que conheço bem) já é perigoso, imagino Lisboa.

De qualquer das formas, o problema é que toda a gente parece querer fazer planos a longo prazo. Tenho colegas de curso que já têm um plano de vida totalmente definido. Matam-se a estudar para acabar o curso com boas notas. Para quê? Fará assim tanta diferença? Será assim que vão ser felizes? Serão as pessoas que têm melhores notas as mais felizes? Tenho ENORMES dúvidas disso...

Toda a gente parece perder a vida inteira à conquista dum objectivo que nunca irá alcançar.
A minha filosofia é diferente. Eu não acho que a felicidade se atinja por realizar um grande sonho ou objectivo. A felicidade é a soma de todos os pequenos momentos, das coisas simples. Coisas que parecem não ter importância no momento mas depois acabam por tornar-se as nossas melhores recordações.

Mas também, ao contrário da maioria das pessoas, eu sou um optimista. Acho fabuloso que me tenha sido dada a oportunidade de viver e aproveito cada dia (naturalmente tenho como toda a gente dias piores e dias melhores).

Não confundir esta filosofia de vida com a "viver cada dia como se fosse o último". Não é disso que se trata. Trata-se de aproveitar as coisas simples da vida.
 
citação:Originalmente colocada por Lukin


Toda a gente parece perder a vida inteira à conquista dum objectivo que nunca irá alcançar.
A minha filosofia é diferente. Eu não acho que a felicidade se atinja por realizar um grande sonho ou objectivo. A felicidade é a soma de todos os pequenos momentos, das coisas simples. Coisas que parecem não ter importância no momento mas depois acabam por tornar-se as nossas melhores recordações.

Mas também, ao contrário da maioria das pessoas, eu sou um optimista. Acho fabuloso que me tenha sido dada a oportunidade de viver e aproveito cada dia (naturalmente tenho como toda a gente dias piores e dias melhores).

Concordo plenamente. É óbvio que é sempre necessário criarmos uma margem de manobra para imprevistos e para os pequenos luxos, que ajudam à felicidade, mas nunca levar isso ao extremo e condicionar todo o percurso com enfoque num só objectivo!
 
Sim, tenho qualidade de vida.

- Tenho saúde
- Tenho trabalho, embora nao ganhe muito
- Consigo-me sustentar com o que ganho
- Tenho família
- Tenho namorada
- Tenho amigos
- Uma a duas vezes por mês passeio um bocado ou dou uma volta por ai com a namorada ou com os amigos, convivo com a família com regularidade

Para mim são os principais componentes da qualidade de vida, se o são, posso admitir que sim, tenho qualidade de vida!!!
 
Neste momento não, saio todos os dias de casa antes das 8h e chego perto das 21h (com sorte!). Faço 65km para cada lado para ir trabalhar, gasto mais de 300€ do meu ordenado em gasóleo e portagens só pra ir trabalhar e como paga disto tudo vou ser despedido no início do ano!
A qualidade de vida vai ser ganha agora em Janeiro, estou na expectativa de arranjar um emprego perto de casa, ter tempo pra ir ao final da tarde dar uma corrida ou a um ginásio, chegar ao fds e não estar estourado a tal ponto que não me apetece ir saír..
Enfim, isto está um bocado mau, mas em 2007 vai melhorar!
 
1) Saúde: check (Ja foi melhor, maldito stress)
2) Familia: Check (das mulheres mais bonitas do mundo, e o filho mais lindo)
3) Trabalho: Check
4) Casa: Check (cara e boa demais até :))
5) Carro que sempre quis: Check (mais ou menos claro ;) A4 1.6 avant 2000/Polo 2001)
6) Francezinha fora todas as sexta-feiras á noite com a esposa
7) Não faço contas ao inicio do mês, nem ao fim.

Eu não me posso queixar mesmo nada.
 
Depende do conceito de qualidade de vida de cada um.... Se for, levantar às 06h00 todos os dias para estar no emprego às 08h00, passar mais de 2h parado no trânsito todos os dias, não ter transportes que sirvam realmente de alternativa ao transporte prórpio (leia-se carro), gastar quase meio ordenado em gasóleo e portagens, gastar a outra metade na renda da casa, alimentação, água, luz, telefone, etc..., então sim, tenho uma qualidade de vida excelente (NOT) [8)][xx(][8]
 
voces confundem a qualidade de vida com bens materiais... não é que não conte, mas para mim é mais que isso... eu tb tenho tudo aquilo que quero neste momento... só falta mesmo é a qualidade de vida ;)
 
acima de tudo sou feliz!

vivo em duas cidades que gosto, estudo onde quero, tenho saúde, estou perto de quem amo, tenho tempo para fazer o que mais gosto (e atenção ao tempo, que hj em dia é um bem precioso), não há nada que realmente me faça falta, portanto posso dizer que tenho qualidade de vida!

obvio que podia ter mais 1001 coisas, mas todas supérfluas, logo sim... acho que tenho qualidade de vida!
 
citação:Originalmente colocada por Messerschmitt

voces confundem a qualidade de vida com bens materiais... não é que não conte, mas para mim é mais que isso... eu tb tenho tudo aquilo que quero neste momento... só falta mesmo é a qualidade de vida ;)

x2

Bens materiais tenho muitos, falta-me é tempo para usufruir dos mesmos. Quando tiver tempo para o fazer, então sim, passo a ter uma boa qualidade de vida...
 
Olhando para a minha vida de estudante em Coimbra ... aquilo é que era qualidade de vida. [^][^][^]

Mas não podia ser eterno, e há vantagens no facto de se começar a trabalhar ... Ganha-se independência financeira, começa-se uma carreira, começamos a pensar em criar uma familia. Conjugar isto tudo é que é dificil, e muitas vezes coloca-se o trabalho à frente das relações pessoais, à espera que isso nos traga alguns frutos no futuro.

Engraçado que quando pensamos se temos qualidade de vida, não pensamos tanto na carreira que temos, mas mais nos nossos amigos, familia e relações pessoais... ;);)
 
Agora que estudo em Lisboa, por lá não tenho grande qualidade de vida, é assaltos na rua onde estou, é barulho vindo de todo o lado, uma porcaria resumindo.

Mas quando não estou em aulas e volto para o Algarve, sim, aí tenho qualidade de vida, a um custo de vida mais baixo dignasse de passagem.
 
Eu moro e trabalho na cidade, e confesso que o trânsito nunca foi
grande problema para mim. Estou habituado a acordar cedo, e prefiro
entrar mais cedo no trabalho para sair mais cedo, também.
Mesmo quando vinha de carro para Lisboa, a sair de Cascais às 7 da
manhã o trânsito não passa de uma recordação.
Mas já há 1 ano que venho de transportes, e também não é por isso que
me stresso. Aliás, eu vejo pessoal a correr para o metro, desenfreados,
e não consigo entender porquê, até porque há outro 2 ou 3 minutos
depois. Eu vou sempre nas calmas.

E é um bocado assim que encaro a vida. Tenho alguns planos para o futuro,
mas nada de muito elaborado, até porque não sei se amanhã não me cai
um piano em cima.
Trabalho e tenho vindo a fazer uma carreira, com sucesso, mas nunca
me submeti à famosa pescadinha-de-rabo-na-boca do "trabalhar para
viver e viver para trabalhar".
Se tenho um contracto de 8 horas/dia, é exactamente isso que faço.
Há colegas meus que entram às 10 ou até mesmo às 11 da manhã, e uns
fazem as 8 horas, outros mais... e outros menos, porque almoçam em
2 horas e fartam-se de ir ao café.
Eu chego aqui às 8 da manhã e às 17 piro-me, a não ser que tenha
engatado aqui nalguma coisa que não descanso enquanto não resolver.

Depois vou para casa e posso aproveitar o tempo que tenho para tratar
de assuntos pessoais, dar um jeito na casa, ir ter com os amigos,
fazer um biscate qualquer ou, nos dias em que estou mesmo cansado,
ficar a ver umas séries ou uns filmes.

Tenho um carro que comprei com o meu dinheiro (novo, mas nunca mais
compro carros novos a não ser que tenha "demasiado" dinheiro) e
comprei uma casa a 5 minutos de casa dos meus pais. Continuo perto
de todos os amigos, continuo a morar em Cascais, onde cresci, e
tenho tudo à mão: praiaa, jardins, autoestrada, shoppings, cafés,
Sintra, belas paisagens, boas estradas cheias de curvas e gente
bonita.

Aos fins-de-semana costumo fazer um jantar lá em casa para alguns
amigos, às 6ªs jogamos às cartas (que com o frio sai-se menos),
mas também vou beber uns copos com o pessoal e jantar fora.

Se tenho qualidade de vida? Sim, acho que tenho. Tenho até perspectivas
de mudar de emprego e, caso isso aconteça, vou ficar mais perto de
casa (de Lisboa passo para Miraflores), devo conseguir ir de carro
todos os dias porque há ali um parque que acho que não se paga e
levo comida de casa. Gasto menos dinheiro, ando mais à vontade,
como comida mais saudável... ah, e fico com um horário de 7 horas
diárias em vez de 8 ;)
Se isto se concretizar, a vida há-de correr ainda melhor, espero.
 
Off-topic:Boxer eu trabalho em miraflores no arquiparque, e a menos que a empresa para onde vais tenha estacionamento,ou entres antes das 9 vai-te preparando para a aventura, eu tive um Mês até a empresa me dar lugar na gragem e por vezes era algo complicado tinha de deixar bastante longe.

Ontopic: Não tenho a qualidade de vida que queria, estou no principio da vida, ganho razoavelmente mas não tenho tempo para o gozar, o transito e as viagens pra casa consomem-me muito a paciência, a familia está longe, os amigos lá nos vamos vendo e almoçando.

Dias melhores virão.
 
citação:Originalmente colocada por Dias

Off-topic:Boxer eu trabalho em miraflores no arquiparque, e a menos que a empresa para onde vais tenha estacionamento,ou entres antes das 9 vai-te preparando para a aventura, eu tive um Mês até a empresa me dar lugar na gragem e por vezes era algo complicado tinha de deixar bastante longe.

Ontopic: Não tenho a qualidade de vida que queria, estou no principio da vida, ganho razoavelmente mas não tenho tempo para o gozar, o transito e as viagens pra casa consomem-me muito a paciência, a familia está longe, os amigos lá nos vamos vendo e almoçando.

Dias melhores virão.

Muito off-topic: eu costumo acordar às 6 e moro em Cascais, conto
chegar ali bem antes das 8 da manhã. Devo ficar no edifício da
Clínica Dr. Chaves, e vi que há um parque mesmo em frente, do outro
lado da estrada. Já aí deixei o carro ao fim do dia, e acho que não se
paga, certo?

On-topic: apesar de ser giro trabalhar em Lisboa, ver muita gente,
ter tudo aqui na zona e termos aquela azáfama da cidade, qualidade
de vida para mim era trabalhar em Cascais, perto de casa.
Podia ser mais "monótono", mas tinha tudo ali à mão e não perdia
mais de 10 minutos entre casa e trabalho.
 
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