Para aqueles que, aqui do forum, me conhecem há mais tempo, deixo aqui duas situações que, de certeza, vão achar hilariantes:
1 - fiz um test-drive a um A3 (era para ter sido ao Limousine mas acabou por ser ao cabrio);
2 - (para explicar o anterior) parece que, para o ano, vai um A3 Limousine lá para casa. Mas não é para mim. E foi a modos que imposto, não foi uma escolha nossa. Ou melhor, foi: era esse ou um Passat...
Quanto ao test drive, e apesar de ter sido no cabrio, deu para avaliar os pontos que são transversais, mas destaco a insonorização, que muito me espantou para um descapotável.
De resto, o carro cumpre em tudo mas, quanto a mim, sem entusiasmar ou sequer cativar, opinião que foi prontamente partilhada pela minha esposa.
Tem boa qualidade nos materiais e construção mas não tanta como a sensação geral que passa. A forma como conjuga funcionalidades e algum "eye candy" nos comandos e mostradores ajuda a essa sensação, pese embora toda a envolvente do tablier e consola seja algo "seca" e pouco inspirada, ainda que esteja infinitamente melhor nesse aspecto que o Passat.
A suspensão é rijinha mas filtra bem, o que, conjugado com a direcção, que filtra praticamente tudo, torna a experiência de condução num exercício que pouco ou nada envolve o condutor. O lado bom é que, numa utilização citadina ou rotineira, é muito fácil de conduzir e não coloca grandes pressões sobre o condutor.
O motor que experimentei foi o 2.0 de 150cv que mexe bem e parece gastar menos que o 1.6 de 120cv do meu Bravo. No entanto, em termos de aceleração não me parece que seja particularmente pródigo e não senti a diferença dos 30cv de forma explícita.
Já agora, alguém sabe que parâmetros é que é suposto alterar aqueles modos de condução? Porque ao passar do modo "conforto" para o "performance" também não senti diferenças mas, se calhar, foi por não saber o que esperar ao certo.
Em suma, a minha ancestral opinião sobre carros alemães no geral não mudou muito, apesar de, talvez devido à idade, também já não me chatearem tanto

Seja como for, vou ter que levar com um na mesma e, muito provavelmente, vou ter que o conduzir. A vida prega-nos destas
