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Do Click só se aproveita practicamente a lição, de resto não achei nada de especial.
O Green Mile revi a semana passada no Hollywood e é um filme muito poderoso, à semelhança do Shawshank.
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Absolutamente fantástico apr
Eu sou fã de Batman, e sempre gostei dos dois primeiros filmes (não gostei da escolha do Val Kilmer em Forever, e o B&R não merece sequer ser mencionado como um filme sobre este herói), e fiquei muito agradado com a mudança de rumo levada por Batman Begins.
Mas confesso q não esperava o q Dark Knight me mostrou. Não li grande coisa acerca do filme pois não tive oportunidade de o ver no cinema (com pena minha, pois acho q merecia mesmo ser visto em grande écran com o som em altos berros) e queria q fosse surpresa total, e foi mesmo. Christian Bale demonstra q é aposta ganha para encarnar o fato de Batman, mas não posso deixar de referir q foi completamente abafado pela majestosa representação de Heath Ledger. Não esperava uma profundidade tão grande deste personagem, não esperava a história e não esperava o desfecho do filme.
O papel de Aaron Eckhart foi também bastante bem desempenhado, principalmente na transição da moralidade para a loucura, sendo também de referir os bons desempenhos de Morgan Freeman e Michael Caine, ainda q este último estivesse pouco inspirado, esteve melhor no Begins. Maggie Gyllenhaal não se saiu mal (encarnou melhor o personagem q Katie Holmes), mas a Rachel merecia ser um pouco mais bonita []
Ainda estou um bocado com a excitação de ter acabado de ver o filme, mas é mesmo brutal apr, acho q amanhã o vou ver outra vez.
Cheguei agora do cinema, e de facto é um filme bem agradável! Tem partes muito boas!Yes Man
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Confesso que aprecio muito os filmes de Jim Carrey. Consegue, na maioria, deixar-nos bem dispostos, e numa comédia é um grande elogio.
Quando o filme se aproximava do fim, dei por mim a desejar que o filme não acabasse. Tanto por querer mais gargalhadas, como por prever o fim melancólico que sempre acontece neste tipo de filmes.
Foi € bem empregue. Ri-me como não me ria há muito no cinema. E também de realçar as presenças femininas no filme. Muito agradáveis à vista.[]
No IMDB: 7.3 (8 para mim).apr![]()
http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/412885.html
Tão tradicional como o Natal ou o Secchino d'Oro (que, a propósito, apercebi-me este ano que se mantém igual à versão anos 70 e 80, incluindo a narração de Eládio Clímaco) é a malfadada lista dos melhores de 2008, de acordo com o gosto pessoal dos bloguistas. Cá vão os meus 20 filmes mais que tudo, ordenados cronologicamente pela estreia!
The Darjeeling Limited
Wes Anderson continuando a desbravar o seu planeta muito peculiar, com uma história fabulosa sobre o momento em que temos de largar a bagagem.
Nome de Código: Cloverfield
Pegando em clichés do género, baralhando-os e voltando-os a dar, a equipa de J.J. Abrams reinventa o monster movie de forma inspirada e imparável. E os segredos escondidos nas imagens são muito divertidos.
Sweeney Todd: O Terrível Barbeiro de Fleet Street
O musical da Broadway que nasceu para ser reinterpretado por Tim Burton. Poético, negro e com um humor delirante. O Mamma Mia da malta fixe.
Haverá Sangue
Tinha de pertencer a P.T. Anderson um dos melodramas mais inovadores dos últimos anos, onde, mesmo quando parece não se passar nada, tudo acontece. E tem o melhor final do ano.
Juno
Bem escrito, realizado, interpretado, musicado. Jason Reitman e Diablo Cody fizeram o update definitivo da comédia teen inteligente que John Hughes costumava fazer nos 80s.
Persépolis
Como se as páginas da genial BD de Marjane Satrapi ganhassem vida própria. Uma hilariante e tocante ode ao poder libertador da imaginação e da cultura pop.
Este País Não É Para Velhos
Os Coen pegam no espantoso livro de Cormac McCarthy e transformam-no no tipo de filme que os Coen faziam quando nos apaixonámos por eles, nos tempos de Sangue por Sangue ou História de Gangsters.
O Amor e a Vida Real
Steve Carell provando uma vez mais que é o homem ideal para fazer rir (e muito) temperando a coisa com uma convincente melancolia. Uma comédia romântica inteligentíssima, com uma das bandas sonoras do ano, cortesia de Sondre Lerche.
O Segredo de um Cuscuz
Só o vi ontem e fiquei fascinado. Possivelmente o melhor filme do ano, uma tragicomédia familiar que nos entranha de tal modo no seu universo que, no fim, nos sentimos amigos ou, pelo menos, vizinhos daquelas pessoas. Deveria ter sido o Amélie deste ano. A conjugação perfeita de filme de autor e apelo popular.
Tropa de Elite
Um vigoroso soco no estômago. Nunca percebi porque houve quem apelidasse o filme de "fascista": é uma obra complexa, sem heróis nem vilões, lançando assunto de debate. E é muitíssimo bem realizado.
O Cavaleiro das Trevas
Christopher Nolan cumprindo inteiramente as promessas lançadas com Batman Begins. Tão válido e "de autor" como os Batman de Tim Burton; uma visão diferente, aproximando o cinema das múltiplas visões de autor perante um superherói, tal como acontece na BD. Heath Ledger despede-se em grande.
Wall-E
Mais uma jóia da Pixar, quase perfeita; a fusão de Disney e Kubrick e uma divertida sátira futurista à vida moderna. E agora, em blu-ray, é de cortar a respiração.
Hellboy II: O Exército Dourado
Tal como O Cavaleiro das Trevas, outra fusão perfeita entre sensibilidade autoral e blockbuster de massas. É menos Mike Mignola e mais Guillermo del Toro que a primeira parte, mas é muito bom.
Gomorra
É capaz de ser o filme mais cru e brutal do ano, mergulhando-nos numa realidade selvática que parece de outro planeta, apesar de acontecer aqui perto.
Tempestade Tropical
Ben Stiller em modo pessoal e ácido, como já não acontecia há anos, arrasando Hollywood de forma inspirada e lembrando os tempos de liberdade experimental de The Ben Stiller Show.
Destruir Depois de Ler
Se Seinfeld era a série sobre nada, esta brilhante obra dos Coen é o filme de espionagem sobre nada - e é por isso que é tão divertido e desconcertante.
Em Bruges
A comédia mais negra e original do ano, revelando o dramaturgo Martin McDonagh (The Pillowman) como um realizador a não perder de vista.
A Turma
Possivelmente o melhor e mais pertinente filme de sempre sobre professores e alunos. Tenso e intenso, embora ninguém aponte armas de plástico a ninguém, nem haja telemóveis metidos ao barulho.
Ensaio Sobre a Cegueira
O tipo de fita capaz de dividir opiniões. A mim caiu-me no goto: achei a adaptação fidelíssima (tendo em conta que se trata de um livro bem difícil de adaptar) e Fernando Meirelles um realizador capaz de encenar de forma arrepiantemente convincente uma metáfora feita pesadelo claustrofóbico (e o branco leitoso da cegueira segundo Saramago).
Filho de Rambow - Um Novo Herói
Uma celebração do poder do VHS e das fitas de porrada dos anos 80, feita por quem cresceu nessa época. Impossível não falar ao coração de muita gente da respectiva geração, e feito sem lamechices e com um humor muito british.
Ele refere isso mesmo.Qualquer lista de melhores filmes do ano (já agora, 80% são de 2007 e não de 2008, por isso deve ter visto muitos deles em DVD) que inclua o Hellboy 2 só pode ser para rir [][
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Também leio o blog do gajo nos meus feeds, e já na altura tinha pensado que o homem se tinha alucinado... deve ser da namorada!!
Concordo plenamente. Vi o Hellboy 2 na semana passada e achei-o péssimo. Nunca gostei do primeiro, mas ainda assim prefiro-o a este 2...Qualquer lista de melhores filmes do ano (já agora, 80% são de 2007 e não de 2008, por isso deve ter visto muitos deles em DVD) que inclua o Hellboy 2 só pode ser para rir [][
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Acho que 2008 foi um ano de filmes fracos, The dark night foi para mim o melhor de longe.
Não consegui ver até ao fim o there will be blood e comecei a ver o ensaio sobre a cegueira mas tambem não consegui ver mais de 5 min tal era a monotonia do filme.
Avaliar um filme pelos seus primeiros 5 minutos é no mínimo
O filme, principalmente para quem leu o livro, é extraordinário!!
Mas eu não o avaliei simplesmente não o consegui ver [], um dia que tenha a mente mais aberta volto a pegar-lhe.
O filme é 1 ensaio como o nome diz. Basicamente é 1 reflexão sobre a animalidade existente na sociedade.
Se viste os 5 primeiros minutos e ficaste enjoado é porque concordas com o autor. Vivemos numa sociedade cega, em que é tudo a correr, não damos sentido às necessidades básicas de 1 ser humano.
No entanto, Men of Children com Clive Owen é 1 muito melhor filme que o Ensaio sobre a Cegueira na mesma temática. Isto na minha opinião claro