Tópico da Apple

Não digas asneiras.
Escreves a olhar para o teclado?
Se o "teclado" for um ecrã, só podes escrever olhando para o "teclado". Não tens noção de onde estão os dedos.
Nem podes descansar os dedos no teclado. Qualquer toque é uma acção. A produtividade é uma bosta.
Se fosse uma coisa boa, os tablets não tinham a opção de ter teclados físicos.

Não sejas um dos gajos acéfalos que se lembrou de substituir teclas físicas por uma barra-cócó.

Não leste bem o que eu escrevi, Isso só será possível quando force touch der uns passos em frente. A parte de encostar os dedos ao teclado sem que haja qualquer acção é um problema que já está tecnicamente resolvido. A parte de sentir os contornos das teclas ainda não, mas vem a caminho!
 
Agora que começa a assentar a poeira do lançamento dos novos macbooks há algumas coisas que começam a ficar mais claras.
Em primeiro lugar, trata-se de mais um evolução na continuidade. A touch bar é uma nova forma de interagir com o pc, que me parece bastante interessante, mas ainda não representa uma revolução. Só vai ser revolução quanto todo o teclado for um touch bar, mas isso só será feito quando o force touch estiver mais aprimorado e quando a energia gasta por um novo ecran (no fundo será um ecran) for negligenciável (e-ink talvez?).
O resto é mais do mesmo: mais finos, mais leves, mais poderosos, écrans melhores, etc.

Quanto aos pontos que têm sido criticados:

USB type C:
Assiste-se novamente à resistência e confusão que assistimos na altura em que a Apple decidiu apoiar o primeiro USB. Impor um novo standard tem custos de curto prazo, que aqui se traduzem sobretudo em ter que haver adaptadores para tudo e mais alguma coisa. Mas se os fabricantes, sobretudo os fabricantes que são capazes de definir tendências, continuarem sempre a vender os seus equipamentos com todas as portas e mais algumas, as coisas nunca vão mudar. É preciso que alguém dê um sinal claro ao mercado, e aqui a Apple não se está a fazer rogada. Não esquecer que o USB type C é tecnicamente capaz de transportar sinal USB até 3.1 (naturalmente), mas também carga e sinal thunderbolt.

Fim do magsafe, já iniciado com os primeiros macbook nothing: acho mal. Já salvei o meu macbook pro de caír ao chão por 2 ou 3 vezes à conta disto.

Manter o jack de áudio: Claro que quem é contra o desaparecimento do jack de áudio no Iphone 7 deve estar contente por ele se manter nos macbooks, mas a Apple perdeu uma boa oportunidade de ser coerente.

Quanto à crítica de desaparecer a linha Air (o antigo vai continuar a vender-se mas não vai haver novos), não vejo onde está o problema. É a evolução natural das coisas. O macbook pro mais pequeno é já mais fino e tão leve quanto o Air, portanto acaba por ser uma questão de branding. Se tivessem chamado Macbook Air ao novo Macbook Pro 13” já havia continuidade da linha Air mas era a mesma coisa. No aspecto da oferta de modelos ganhou-se em simplicidade. Há o macbook simples, de entrada de gama, e depois vêm 3 pro.

Ninguém está contra o USB-C. Já toda a gente percebeu que irá ser o futuro. Até a parte do carregamento dou de barato, no entanto é completamente idiota ter de perder uma porta de I/O num computador "PRO" para estar ligado à fonte de alimentação, como acontece tantas vezes quando se trabalha num sítio por períodos prolongados.

Eu estou contra fazer um computador em 2016 SÓ com USB-C, que precisa de adaptadores caríssimos e docks para 99% dos periféricos que se usam hoje.

Acho que é estar a mugir a cash cow demasiado, e ir na direcção completamente oposta do rMBP de 2012, que foi dos primeiros Macs que sinceramente vieram com as portas todas que faziam sentido. E não me parece que fosse menos prático ou elegante por causa disso, bem pelo contrário.
 
Que comentário de gênio, é mesmo caso para dizer "o que é que o c* tem haver com as calças", espera somos malta nova não é suposto perceber.

Achas ano e meio muito sem formatar ? Não vas às empresas então.

Noção dos riscos ? Que riscos ? Se tu andas em sítios manhosos apanhar viroses em que chegas ao ponto que o teu computador mal se mexe, o problema não é propriamente da malta nova :D

Yep, confirma-se.
Malta nova que não sabe do que está a falar.

Já agora, nessas empresas joga-se nos computadores de trabalho?
Não? Então porque falas nesses computadores para comparar com "ano e meio sem formatar"?
[:)]
 
Estás a jogar.
A gráfica está a bombar à força toda.
De repente, boum! Pifa a gráfica.
— Txxxiiii... e agora? Tinha um trabalho para acabar esta noite no XXX (programa que ias usar)...

Não exageremos. A não ser que haja um defeito de fabrico conhecido (como uma Nvidias mobile que ao fim de uns tempos queimavam) ou hardware em overclocking, ou soluções "custom" com ventilação inexistente, o hardware não pifa por assim dá cá aquela palha. Ainda por cima qualquer CPU/GPU com mais de 10 anos tem seguramente thermal throttling e até desliga se forem ultrapassados os limites para o qual o chip está especificado para funcionar 24/24.
 
Não leste bem o que eu escrevi, Isso só será possível quando force touch der uns passos em frente. A parte de encostar os dedos ao teclado sem que haja qualquer acção é um problema que já está tecnicamente resolvido. A parte de sentir os contornos das teclas ainda não, mas vem a caminho!

Qual é a diferença entre ser Force/3D touch ou não?
O resultado é exactamente o mesmo. Não tens noção de onde estão as teclas (só olhando).

Já alguma vez te questionaste porque razão as teclas F, J e 5 (num pad) têm um "altinho"?

Explica-me porque razão os tablets têm a opção de teclados físicos?

Achas mesmo que escrever numa bosta de ecrã (force ou não) tem o mesmo desempenho/produtividade que um teclado físico?

Não digas asneiras.
 
Ninguém está contra o USB-C. Já toda a gente percebeu que irá ser o futuro. Até a parte do carregamento dou de barato, no entanto é completamente idiota ter de perder uma porta de I/O num computador "PRO" para estar ligado à fonte de alimentação, como acontece tantas vezes quando se trabalha num sítio por períodos prolongados.

Eu estou contra fazer um computador em 2016 SÓ com USB-C, que precisa de adaptadores caríssimos e docks para 99% dos periféricos que se usam hoje.

Acho que é estar a mugir a cash cow demasiado, e ir na direcção completamente oposta do rMBP de 2012, que foi dos primeiros Macs que sinceramente vieram com as portas todas que faziam sentido. E não me parece que fosse menos prático ou elegante por causa disso, bem pelo contrário.

O que dizes parece fazer sentido, contudo tem a enorme desvantagem de não promover a mudança, antes pelo contrário, promove a estagnação. Se os fabricantes continuarem sempre a fazer computadores com portas diferentes para tudo, nunca vai haver qualquer estímulo para se caminhar numa direcção.
É isto que a meu ver escapa a quem critica a Apple. A uma marca branca qualquer não se pede nada disto, porque segue o mercado. Já de uma Apple tem que se esperar decisões polémicas destas. Faz parta da sua identidade de marca.
 
O que dizes parece fazer sentido, contudo tem a enorme desvantagem de não promover a mudança, antes pelo contrário, promove a estagnação. Se os fabricantes continuarem sempre a fazer computadores com portas diferentes para tudo, nunca vai haver qualquer estímulo para se caminhar numa direcção.
É isto que a meu ver escapa a quem critica a Apple. A uma marca branca qualquer não se pede nada disto, porque segue o mercado. Já de uma Apple tem que se esperar decisões polémicas destas. Faz parta da sua identidade de marca.

Não acho. A mudança não tem de ser promovida à força, mas sim impor-se naturalmente pelas qualidades de uma solução. E o USB-C tem que sobre.

É inadmissível que este rMBP não tenha pelo menos uma porta USB 3.0.
 
Não exageremos. A não ser que haja um defeito de fabrico conhecido (como uma Nvidias mobile que ao fim de uns tempos queimavam) ou hardware em overclocking, ou soluções "custom" com ventilação inexistente, o hardware não pifa por assim dá cá aquela palha. Ainda por cima qualquer CPU/GPU com mais de 10 anos tem seguramente thermal throttling e até desliga se forem ultrapassados os limites para o qual o chip está especificado para funcionar 24/24.

Eh pá, foi um exemplo.
Não me preocupa "o que falha" (seja software ou hardware).
Não é isso que está em causa, pode ser qualquer coisa.

O que está em causa é o "quando falha".

Ou seja, uma coisa é falhar por inerência da execução uma tarefa necessária (para o trabalho, para a informação importante).
Outra coisa é falhar por estar a executar uma tarefa perfeitamente desnecessária (como jogar, ou outra actividade de lazer, como ver vídeos porno).
[:D]
 
Qual é a diferença entre ser Force/3D touch ou não?
O resultado é exactamente o mesmo. Não tens noção de onde estão as teclas (só olhando).

Já alguma vez te questionaste porque razão as teclas F, J e 5 (num pad) têm um "altinho"?

Explica-me porque razão os tablets têm a opção de teclados físicos?

Achas mesmo que escrever numa bosta de ecrã (force ou não) tem o mesmo desempenho/produtividade que um teclado físico?

Não digas asneiras.

Asneiras dizes tu, que não consegues ver para lá do que há hoje. Se tu puderes vir a ter uma superfície que se transforma num teclado qualquer que tu queiras (até num teclado braile, por exemplo), onde tens force touch (ou seja, a tecla só é accionada quando pressionas e sentes um feedback táctil tal como num teclado físico), e onde possas inclusive sentir as teclas passando os dedos pela superfície, tens aí uma excelente ferramenta de produtividade. Podes ter no mesmo "teclado" várias opções de língua, e toda uma panóplia brutal de forma de interacção (botões, etc).
 
O que dizes parece fazer sentido, contudo tem a enorme desvantagem de não promover a mudança, antes pelo contrário, promove a estagnação. Se os fabricantes continuarem sempre a fazer computadores com portas diferentes para tudo, nunca vai haver qualquer estímulo para se caminhar numa direcção.
É isto que a meu ver escapa a quem critica a Apple. A uma marca branca qualquer não se pede nada disto, porque segue o mercado. Já de uma Apple tem que se esperar decisões polémicas destas. Faz parta da sua identidade de marca.

Porra, mas ainda há uns meses a direcção era sem fios. Até removeram o Jack da ilha (ando a ver muito Lost).
Agora é USB-C?!

Andam confusos, lá na Apple...
 
Não acho. A mudança não tem de ser promovida à força, mas sim impor-se naturalmente pelas qualidades de uma solução. E o USB-C tem que sobre.

É inadmissível que este rMBP não tenha pelo menos uma porta USB 3.0.

Pode ser promovida à força... não num PRO em 2016.
 
Certíssimo!!!
O problema é que estás a usar o mesmo hardware com dois propósitos distintos:
— Lazer
— Trabalho
Até aqui não há nenhum problema. O problema existe quando um propósito dispensável interfere com um propósito essencial.

Coloco-te isto nos seguintes termos:

Estás a jogar.
A gráfica está a bombar à força toda.
De repente, boum! Pifa a gráfica.
— Txxxiiii... e agora? Tinha um trabalho para acabar esta noite no XXX (programa que ias usar)...

Como é que achas que te ias sentir?
Satisfeito?
Que tinhas tido uma atitude responsável ao estar a jogar numa máquina que tem de estar disponível para trabalhar?



SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO:

https://en.wikipedia.org/wiki/Information_security


Cada um corre os riscos que quiser.

Isso não impede que eu os refira. Que era o que eu estava a fazer. No entanto, há quem ache ridículo:



Ou seja, isto é que é ridículo, e mostra que não há noção do que é Segurança da Informação.
Misturar trabalho e lazer numa máquina coloca em causa a segurança da informação.

Esse é o risco.
Que tu queiras correr o risco, é uma coisa.
Dizer que os outros são ridículos porque estão conscientes do risco, é que é absolutamente ridículo.

Ó Nuno mas tu aqui contradizes a tua célebre frase "o computador tem de me servir e não eu servi-lo a ele"
Estás a ser escravo do PC com receio que as coisas avariem
Se pensares bem.....é melhor não usares o carro nas férias senão ele pode avariar e depois não podes ir trabalhar! Mais vale não ires de férias
Não faz sentido[;)]
 
Certíssimo!!!
O problema é que estás a usar o mesmo hardware com dois propósitos distintos:
— Lazer
— Trabalho
Até aqui não há nenhum problema. O problema existe quando um propósito dispensável interfere com um propósito essencial.

Coloco-te isto nos seguintes termos:

Estás a jogar.
A gráfica está a bombar à força toda.
De repente, boum! Pifa a gráfica.
— Txxxiiii... e agora? Tinha um trabalho para acabar esta noite no XXX (programa que ias usar)...

Como é que achas que te ias sentir?
Satisfeito?
Que tinhas tido uma atitude responsável ao estar a jogar numa máquina que tem de estar disponível para trabalhar?

Estes GPUs não queimam assim do pé para a mão e sinceramente mesmo que isso acontecesse era porque já tinha algum defeito de fabrico, ainda não vi nenhum jogo dos que tenho atingir sequer 80% de utilização quanto mais 100% ao ponto de a queimar e até te digo mais, já se foram dois GPUs nos últimos 4 anos e os dois tinham defeitos de fabrico e queimaram os dois a renderizar que encosta a 100% e não a jogar. E se por acaso acontecesse a jogar sentia-me da mesma forma. Corres mais risco estando online que a jogar (pelo menos em termos de informação e ficheiros).

Para mais tenho um laptop HP (eu sei, eu sei) de 2007 que ainda dá para trabalhar em ficheiros CAD pesados, ficheiros excel com vários macros e não engonha assim tanto, com windows 7 que o vista não dá para isso..Por isso tenho sempre uma alternativa para trabalhar.Também está para ali o Vaio caríssimo da mulher mas não é grande coisa.Se existe algo overpriced aquilo é um deles.
 
Asneiras dizes tu, que não consegues ver para lá do que há hoje. Se tu puderes vir a ter uma superfície que se transforma num teclado qualquer que tu queiras (até num teclado braile, por exemplo), onde tens force touch (ou seja, a tecla só é accionada quando pressionas e sentes um feedback táctil tal como num teclado físico), e onde possas inclusive sentir as teclas passando os dedos pela superfície, tens aí uma excelente ferramenta de produtividade. Podes ter no mesmo "teclado" várias opções de língua, e toda uma panóplia brutal de forma de interacção (botões, etc).

Irra! Não é a mesma coisa.
O movimento das teclas faz parte. Não é irrelevante. Por isso é que há pessoal que não gosta das novas teclas (MacBook e agora o novo Pro).
O teclado físico, mecânico, com um bom movimento de teclas, é importante para um bom desempenho na escrita.

http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2380376,00.asp
(...)
Key Switches
One aspect of keyboard design that you'll see mentioned in reviews—but that most people don't give a second thought—is the type of switches used for individual keys. You may not care about the specific mechanisms that reside beneath the keys, but you will certainly feel the difference. The three primary types of switches are silicone dome switches, scissor switches, and mechanical switches.


Budget keyboards, such as those that come bundled with new desktop PCs, generally use silicone-dome switches, which use two dimpled layers of silicone membrane that form a grid of rubber bubbles or domes as the switch for each key. The springiness of the silicone rubber makes for a soft, mushy feel as you press each key. The switch type also requires you to bottom out with each keystroke, pressing the key to the bottom of the key well to type a letter. And because repeated flexing of the rubber membrane causes it to break down, silicone dome switches lose their springiness and responsiveness over time.


Some newer keyboards mimic the low-profile, chiclet-style keyboards found on laptops and ultrabooks. While a few of these use plain silicone dome switches, many use a scissor switch, which adds a mechanical stabilizer to each key for a uniform feel, and an attached plunger under each keycap allows for shorter key travel. As a result, scissor-switch keyboards have a shallow typing feel, but are generally more durable than rubber dome switches alone.


Most keyboard enthusiasts, however, won't have much to say for either style—instead, they'll be singing the praises of mechanical keyboards. The switches used in these are a bit more intricate, with a spring-loaded sliding keypost under every key. There are several variations available, each tweaked to provide a slightly different feel or sound, but generally, mechanical switches provide better tactile feedback and have more of the "clickety-clack" sound that many associate with typing. The sturdy switch mechanisms and springs are significantly longer lasting, and can be more easily repaired. These switches also register each keystroke with a much shorter amount of travel, making them ideal for touch typists.


Not all keyboards are created equal. In fact, not all keyboards are even laid out the same beyond the standard QWERTY keys. Roughly half of the keyboards available offer a 10-key numeric pad, even though it's an ideal tool for anyone who frequently needs to tally numbers or enter data into a spreadsheet. Smaller distinctions include placement of the arrow, Page Up and Down, and Home and End keys. Additionally, most current keyboards have basic media features such as playback controls and volume up and down.
(...)
 
Num aparte, para já ainda não estoirou o macOS após a reinstalação.

Por isso lamento, mas formatações aparentemente também são necessárias no Mac. Este durou 3 anos, vá lá.
 
http://lifehacker.com/how-to-choose-the-best-mechanical-keyboard-and-why-you-511140347
(...)
Mechanical keyboards, or keyboards with full, individual switches under every key, have exploded in popularity recently, although the technology inside is as old as the keyboard itself. There's really no substitute for that solid, clicking sensation under your fingers as you type, and the satisfying sound each key makes when you press it. However, choosing the best mechanical keyboard can be tricky, since there are dozens of models, different switch types, and more popping up every day.
(...)
You probably know someone who already sings the virtues of their mechanical keyboard (or that person may be you). There are several reasons to consider a mechanical model, some of which you may have heard:


  • Mechanical keyboards can minimize typos. Depending on the type of switches you get (and we'll dive into that later), you not only get specific tactile feedback when you've pressed a key and it's registered on the screen, you'll also never wonder whether or not you've actually tapped a key or not. Once you get familiar with the way the tactile "bump" feels with certain typing-friendly mechanical keyboards, you'll find yourself more sure of the keys you've pressed and not double-typing to make sure you've actually pressed a button. The sound of a mechanical keyboard can reinforce the tactile feedback as well, as opposed to quieter scissor or membrane keyboards, where you may not even know if you've hit the right key in the first place.
  • You want a keyboard that'll stand the test of time (and use). One of the biggest benefits of mechanical keyboards is that they're durable and meant to stand up against heavy use. Depending on the model you buy, the keys are rated for dozens of millions of keypresses, which is way above and beyond the standard duty expectation of a membrane keyboard. If you're the type of person who wants a good keyboard to stick with you for the long haul, or you notice you're hard on your membrane keyboards, a mechanical could change the way you work. Plus, since the switches are mechanical, the keys pop off and go back on easily—that means a lost key or bent scissor switch doesn't mean a keyboard in the trash can. Cleaning and maintenance are a snap.
  • Mechanical keyboards are more satisfying to use. This is pretty subjective, but most people who use a mechanical model on a daily basis will tell you that it's just a more satisfying typing experience. The audible key-clicks and the sure knowledge every time you press down on a key that it's registered properly is a feeling you really have to experience to appreciate. Plus, as we mentioned, depending on how you use your computer, that audible and tactile feedback can improve your game or help you minimize typos, especially if you're a fast typer. There's even debate over whether using a mechanical keyboard (or at least some mechanical keyboards specifically) can alleviate the pain of RSI (Repetitive Strain Injury) in heavy users.
  • You have a strong sense of nostalgia. If you're old enough to remember the IBM Model M keyboard or more recently the Apple Extended Keyboard, you can probably recall how they felt to use, and the sounds they made when you clicked away on them, whether they were your first computers or you used to work on them regularly. Modern mechanical keyboards can bring that sensation back, depending on the switches you buy. We'll get to that in a moment.
These aren't the only reasons, but they're some of the best ones. Not everyone is going to love a mechanical keyboard. Some people will find them too heavy, too clunky, too loud, or just outright annoying compared to slimmer, quieter scissor switches or membrane keyboards. They're often a bit more expensive than traiditional keyboards as well, esepcially if you're the type who's comfortable using whatever keyboard came with your PC or you picked up for $5 at your local department store. If you're an enthusiast however, do yourself a favor and give one a try, if not at home then in a computer or electronics store like a Fry's or Micro Center. You'll immediately feel the difference, and you'll want to take one home with you.
(...)
 
Num aparte, para já ainda não estoirou o macOS após a reinstalação.

Por isso lamento, mas formatações aparentemente também são necessárias no Mac. Este durou 3 anos, vá lá.

Só foi necessário para remover aquilo que aí instalaste e que não deverias ter instalado (hack, driver, ou vírus).
[:p]
 
Para não falar...há malta que tem (como eu) IGPU paradinha. Só a usei para instalar o OSX. De resto, vai morrer sem trabalhar, se tiver que esperar pela falha da gráfica...
 
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