Tópico da Apple

Depende, se for na compra de um smartphone em que o cartão actual não dê, dão o outro sem entraves.

Chegando lá de para-quedas a pedir um cartão nano, podem querer cobrar o cartão novo. Aqui vai depender muito da loja, operadora e de quem nos atender.

De qualquer modo, se por ventura se armarem em esquisitos, pegas no teu cartão actual e vais a uma loja de telemóveis para o cortar, eles fazem isso num minuto e fica a funcionar a 100% na mesma.

Eu já cortei um cartão, tirei da net uma impressão com o formato do cartão e depois cortei com uma tesoura, infelizmente no meu caso não resultou :)
 
Que chatisse, vou ter que ir a meo trocar de cartão.
A rede costuma levar dinheiro por um cartão novo?

Se deixares claro que se trata de alteração de formato, pois o atual não é compatível, não podem cobrar.

Podes sempre deixar isso bem claro no pedido.. não vá eles fazerem-se esquecidos.

Em alternativa vais por exemplo a uma PhoneHouse e eles cortam-se na hora a 0€.. Ja o fiz 2 vezes..
 
Tópico da Apple

Eu quando passei do 4S para o 6 também tive de alterar o cartão.
Passei pela Vodafone e era preciso encomendar o cartão, mas como não tinha tempo para isso, eles cortaram-no lá mesmo e ficou arrumado.
Supostamente eu devia encomendar o cartão quando tivesse mais tempo e por aí fora, mas nunca mais me chateei com isso. Até ver ainda não falhou.
 
Eu quando passei do 4S para o 6 também tive de alterar o cartão.
Passei pela Vodafone e era preciso encomendar o cartão, mas como não tinha tempo para isso, eles cortaram-no lá mesmo e ficou arrumado.
Supostamente eu devia encomendar o cartão quando tivesse mais tempo e por aí fora, mas nunca mais me chateei com isso. Até ver ainda não falhou.

E esse cartão cortado que tens já é 4G?
 
Menos mal. Perguntei porque muitos dos cartões mais antigos eram ainda 3G, o que te limitava a velocidade de navegação via dados móveis.

Hoje em dia todos são 4G.
 
Menos mal. Perguntei porque muitos dos cartões mais antigos eram ainda 3G, o que te limitava a velocidade de navegação via dados móveis.

Hoje em dia todos são 4G.
Mas os cartões que não são 4G dão para cortar para Nano? acho que não...
O meu atual numero, ja vinha em formato micro-sim. 2 anos depois quando troquei simplesmente não me apeteceu pedir novo cartão e cortei na phone house.

Mas por exemplo, o meu antigo numero, que cortei para o iphone 4 para micro sim, ja não dava para cortar para nano. Isto por causa do tamanho so chip.. esse sim era apenas 3G...
 
Mas os cartões que não são 4G dão para cortar para Nano? acho que não...
O meu atual numero, ja vinha em formato micro-sim. 2 anos depois quando troquei simplesmente não me apeteceu pedir novo cartão e cortei na phone house.

Mas por exemplo, o meu antigo numero, que cortei para o iphone 4 para micro sim, ja não dava para cortar para nano. Isto por causa do tamanho so chip.. esse sim era apenas 3G...

A Vodafone antes da entrada do 4G chegou a distribuir cartões 3G que dava para cortar para nano.

Cheguei andar com um cartão 3G cortado num Iphone 5.
 
Eu tinha o meu cartão cortado. Porque quando comprei o iPhone não quis esperar uns dias para receber um cartão novo.

1 ano depois do nada a meio do dia o iPhone deixa de reconhecer o cartão. Pensei que tinha o telemóvel avariado mas pedi um cartão novo já no formato certo, estava disponível na loja. E funciona até hoje.


Por experiência própria não recomendo cortar.
 
Mas afinal estamos a falar de quê?!
De um atalho para ligar/desligar 3G/4G ou de um atalho para ligar/desligar WiFi?!
É que o atalho para ligar/desligar WiFi existe em iOS.

De qualquer modo, eu tenho sempre o WiFi ligado, e não tenho problemas de consumo
de bateria. É como eu digo: no ANDROID tinha problemas em ter 3G, WiFi e/ou Bluetooth
ligados. Em iOS não tenho. Tenho sempre tudo ligado (4G, WiFi e Bluetooth).

Mas pronto, é como eu disse, compreendo que quem use Android necessite disso. Tal
como compreendo que haja cepticismo em relação ao iOS. No entanto, e a respeito do
tema desta conversa (ligar WiFi desligar banda larga, e desligar WiFi para ligar banda
larga para poupar bateria), apenas repito o que eu disse: Não faz nenhum sentido.

EDIT:
Por isso, sim: os Android devem estar avariados by design (para necessitarem de desligar
banda larga para ligar WiFi e vice-versa, para poupar bateria).

Nuno, na realidade eu não necessito de poupar bateria desmesuradamente, faço-o porque quero em alguns dias, noutros não, ou quando sei que por algum motivo vou ter de ficar com o telemóvel ligado até às “tantas”. Até porque ando muito de carro e tenho um carregador duplo para alguma eventualidade e até o carregador do telemóvel, que me permite fazer fast charging.

Mas gostos à parte, o que eu defendo é que gosto de controlar o sistema e ter atalhos à mão, não só devido devido à bateria, mas também por questões de produtividade, que passarei a explicar e que seguramente entenderás o meu ponto de vista e necessidades. Outro ponto é aquela ideia já batida e desactualizada de que quem tem android anda sempre com as calças na mão e que só o sistema chupa a bateria toda e mais não sei o quê. E depois vêm-me com aqueles exemplos de amigos que têm androids de 50€ com 3 anos, comprados a pontos na Vodafone, cheios de bloatware, e onde os filhos desses amigos instalam os poos e jogos semelhantes. E depois fazem disso um exemplo universal e indiscutível acerca do sistema… eu também posso fazer isto: deixo aqui um printscreen com 4 horas de sistema ligado em standby, 2 horas em dados, 2 horas em wifi, 4 horas ligado a um android wear por bluetooth. 100% de bateria...

Passando aos botões: eu tenho na barra de notificações cerca de 20 atalhos que personalizar como quiser, além de poder pôr esses botões no ecrã (não tenho isto no ecrã, pus apenas para te dar o exemplo). Como podes ver tudo nativo, desde luz nocturna, bloqueio de ecrã, bloqueio de apps, modo convidado, etc, etc. Se eu uso isso tudo? Não, mas o que não uso fica para baixo, o que uso mais vezes está logo à mão quando faço scroll.

O meu problema com dados/wifi: em princípio estar ligado por wifi e ter os dados ligados pouco ou nada deve gastar. Ok, não há interferência, o wifi é o “gene dominante” e os dados estão “adormecidos” enquanto estamos ligados ao wifi. O meu problema mesmo é o contrário; é durante o dia apanhar 5 e 6 redes conhecidas e nenhuma delas “prestar” e ter de andar a navegar com uma rede deficiente quando na realidade poderia estar a navegar em 4g. Porque para mim dados não são problema, tenho 2 gb de dados no telemóvel + 1 hotspot 4g com 7 gigas que posso ligar a qualquer momento.

Exemplos concretos que me acontecem muitas vezes durante a semana: vou com dados e wifi, e estaciono perto do trabalho. Nos dias que não consigo estacionamento “à porta” fico um pouco mais longe. O wifi activa automaticamente, mesmo estando relativamente longe. A qualidade da rede é obviamente fraca, muito mais lenta do que h+ ou 4g, e obviamente não é a melhor opção para navegação bem como para a economia de bateria. Se custa alguma coisa ir aos atalhos e desligar o wifi? Claro que não, mas estas situações podem acontecer-me entre 5 a 10 vezes por dia, visto nunca estar no mesmo sítio. Melhor solução? Botãozinho wifi escarrapachado no ecrã, desligado previamente. Quando entro nos edifícios, ligo ou não o wifi no mesmo botão, depende da preguiça.

Depois tenho a situação inversa: é especialmente desagradável entrar no carro, ainda estou com a rede de casa/trabalho/familiares, mas a rede é uma bosta que já não te dá indicações gps, uma morada, ou te quebra a ligação de uma conversa através do hangouts… basicamente serve para nada.


Mas lá está, compreendo que só quem tem os minutos contados é que sabe porque é que é quem vai conduzir e recebeu um sinal através do led de notificações a avisar que tem de sair em 15 minutos porque tem uma estrada cortada ou um acidente a 2 km lhe é tão importante ter os dados disponíveis logo que entra no carro e não passado 30 ou 40 segundos, o que tempo que o telemóvel demora a libertar-se da rede wifi a que estava ligado, a ligar-se aos dados, e calcular uma trajectória alternativa através do Maps. É que passado esse tempo já eu deveria ter virado à esquerda ou à direita e tomado o caminho inverso…

Pessoalmente tenho os minutos contados e tenho uma “super estrutura” montada através do meu telemóvel/smartwatch em que nada pode falhar para não faltar a nenhum dos meus compromissos, porque faço muitos quilómetros por dia, e frequentemente com muito pouca tolerância a nível de atrasos. Nunca preciso ligar o ecrã do telemóvel, nunca preciso de ter o som ligado e também nunca preciso que o ecrã se ligue ao receber qualquer notificação. Tudo está sincronizado ao minuto e nunca falho uma notificação. A única coisa que preciso é ter o telemóvel pousado à minha frente ou discretamente dentro da mala. E quando uma luz vermelha se acende, já sei que tenho 15 minutos para sair. Essa luz só serve para isso. Quando essa luz se acende (que só liga para me avisar do trânsito), ligo o ecrã, limpo o aviso, ligo o google now para saber se houve alguma alteração a nível de trânsito e desligo o wifi. Automaticamente os dados arrancam, e caso seja necessária alguma alteração a nível de rota, não preciso estar à espera da mudança automática de rede depois de estar em andamento. Que o telemóvel assume dados quando a rede wifi fica fora de alcance, sei eu; mas o que eu não quero é ter de esperar que a rede wifi fique fora de alcance. Quando ponho o carro a trabalhar, e antes de sair, já tenho de ter um novo percurso estabelecido pelo Maps.

De resto, posso dar-me ao luxo de poder estar quase um dia inteiro sem olhar para o telemóvel e a ligar constantemente o ecrã para ver chamadas perdidas, notificações, etc. Por isso é que eu digo, eu não tenho android porque acho que é o melhor so; tenho android porque é o único so que me permite ter este nível de estrutura e nunca falhar os meus compromissos. Depois, e devido ao software que mais uso (gmail, calendário google, hangouts, gmail, keep, maps, chrome), acabei por não ver mais valias nos iphones que tive nem no software semelhante disponiblizado pelo iOS.

Mas como eu digo sempre, estou sempre receptivo a mudar quando achar que aparelho/marca/so tem nesse momento alguma mais valia que considere importante. [;)]



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258b04l.jpg
 
CJR falas num ponto que eu não ligava muito, mas que actualmente dou importância, o led de notificações. Como tenho o LED com cores e posso definir uma cor de led diferente por aplicação alterando também a velocidade com que pisca, sem ligar o ecrã sei se a notificação é importante ou não e a qual aplicação se refere. Ok se der dois toques no ecrã ou carregar no botão ele também apresenta as notificações no ecrã de bloqueio, mas que dá jeito isso dá.
E por curiosidade isso que tens é um launcher ou é exclusivo da marca do teu telemóvel ?
 
(...)
Mas gostos à parte, o que eu defendo é que gosto de controlar o sistema (...)
(...)

Então, vou contar também uma história...



Mas primeiro, vou referir-me brevemente ao final do teu post.
Desliguei o iPhone do carregador por volta das 10:30.
Vi uns e-mails, acompanhei um projecto no Trello, e fui ver que novidades havia no Facebook
e aqui no fórum. Bateria às 13:10 a 99%. Sempre com tudo ligado (WiFi, 4G, e Bluetooth).



Quanto à história...

Era uma vez um puto que gostava de electricidade e electrónica. Desfazia os brinquedos
todos para fazer outras coisas com os componentes eléctricos. Fazia placas de circuitos
com percloreto de ferro, e queimava-se a sério nos ferros de soldar...

Em 1981, esse puto ouviu os colegas de escola falar no SINCLAIR ZX81. Como o ZX81
custava 10.500$00 (€53, mas em 81 era mesmo muuuuuito dinheiro, com a inflação galopante,
no ano seguinte já custava 11.000$00), contentou-se com o manual. Devorou o manual, que
custava 500$00, e fez o seu primeiro programa em papel. Depois, quando lá foi possível comprar
o hardware (ZX81 + 32K de RAM), lá conseguiu experimentar o programa que tinha feito em
papel. E depois desse seguiram-se muitos outros programas.

Em 1982, saiu o SINCLAIR ZX Spectrum. Este, comprado com uma ZX Printer (impressora), já
permitia ir mais longe. E a pancada aprofundou-se: ASSEMBLY. Era de tal modo que, este puto,
numa viagem de comboio de Lisboa para o Porto, foi o tempo todo a programar ASSEMBLY em
papel (num caderno quadriculado, para ter as instruções bem alinhadas, parecia um livro de
mensagens em código de espionagem da KGB, ou autista para os restantes ocupantes do
compartimento
). Mas a pancada foi ainda mais longe: chegou a estar as férias grandes (3 a 4
meses de Verão) fechado em casa a programar em assembly
.

Em 1984, uns quantos radio-amadores queriam uma cópia personalizada do programa G1FTU
RTTY. Mas não lhes agradava muito a ideia de pagar por ela, por isso, tentaram "crackar" o dito
programa. Mas não conseguiam. O pai desse puto, pediu-lhes o programa para dar ao filho para
ver se ele conseguia, e eles acharam "então se nós não conseguimos, não vai ser o puto que
vai conseguir". Ora, o puto conseguiu.

Em 1985, o puto foi para a universidade. Achou que ali era a Meca da ciência, dos computadores.
Ficou um pouco desiludido, esperava que os professores fossem crânios na matéria, mas esses
crânios eram a excepção, e não a regra. Valeu pelo VAX/VMS nas catacumbas do IST, nas quais
o puto andava até perder a noção do tempo, de tal modo que ia almoçar às 17:00, e quando
queria sair tinha de esperar que o segurança abrisse a porta às horas certas porque já era de
noite e o CIIST já só abria de hora-a-hora. E também pelo centro de cálculo com sistema UNIX,
que lhe granjeou a alcunha de "pisca" por usar uma vulnerabilidade do UNIX para colocar os
terminais dos colegas a piscar.

Em 1988 esse puto começou a trabalhar em part-time em desenvolvimento de software. Ainda
antes do acesso à Internet se vulgarizar (1995 pela Telepac, e 1996 com os pacotes Netpac),
esse puto teve de estudar a documentação UNIX para usar o protocolo TCP/IP em redes locais.

Em 1997 registou um domínio, para ter o seu próprio site, e-mail, etc.. Quando, no início dos
anos 2000, o serviço de Internet "caseiro" passou a possibilitar ligações permanentes com uma
largura de banda razoável (ADSL), passou a alojar todos esses serviços em servidores próprios
em casa.

Tudo isto porque esse puto, curioso desde infância, gosta de "desmontar os brinquedos" até ao
núcleo, para ver como funcionam, e gosta de "construir os seus próprios brinquedos" de raiz.

Actualmente, esse puto tem 48 anos. Continua curioso, e com vontade de prosseguir o seu
hobby de aprender, experimentar, e ensinar. Mesmo que não tenha aplicabilidade prática e
directa no seu trabalho do dia-a-dia, tudo o que assim se aprende acaba por ser sempre útil,
nem que seja para compreender o trabalho dos outros.

Mas, como se costuma dizer, conhaque é conhaque, serviço é serviço. E esse puto de 48 anos,
apesar de saber fazer tweaking aos sistemas, e provavelmente melhor que muitos tweakers,
quando é para trabalhar, o que pretende é um sistema que trabalhe para ele, e não um sistema
para o qual tenha de trabalhar.

Isto é, um sistema que esteja sempre pronto a usar, desde que sai da caixa. Que não necessite
perder tempo com configurações, nem em procurar aplicações para que o sistema seja mais
produtivo. Muito menos perder tempo com quebras de serviço, seja por um crash do sistema,
ou algo que não esteja bem e que necessite ser reiniciado.

Portanto, apesar de este puto de 48 anos ser um GEEK/NERD que gosta de ter um hobby para
andar a "escarafunchar" em código máquina, em termos de sistemas para trabalhar gosta que
tudo funcione sem preocupações.

E se um developer lhe apresenta alguma coisa que consuma tempo para colocar a funcionar
de forma produtiva, pejado de configurações e afins, o que este puto de 48 anos quer é que
esse developer apanhe sarna com uma gravidade tal que morra de tanto se coçar
.

Conclusão:

Por tudo isto, esse puto de 48 anos adora o seu Mac e o seu iPhone.

Mac:

Adora que o Mac lhe tenha configurado a sincronização de email, contactos, notas, calendário,
etc. por simplesmente ter feito login na sua conta GOOGLE através do browser SAFARI. Idem
para FACEBOOK, LINKEDIN, etc.

Adora que o Mac lhe tenha feito uma simples pergunta de sim/não, quando detectou um Apple
Airport Time Capsule para o qual poderia fazer backups do sistema, e que após a resposta de
"sim" os backups sejam feitos automaticamente de hora-a-hora sem que seja necessário mexer
uma palha.

Adora que o Mac esteja desenhado para funcionar um dia de trabalho (8h ou mais) sem ser
necessário recarregar a bateria. Que seja possível ter um carregador em casa, outro na secretária,
e que não seja necessário andar com um carregador atrás, nem se preocupar com isso, quando
vai para reuniões tanto na empresa como fora dela.

Adora que o Mac não necessite de ser encerrado, que baste fechar a tampa, e que esteja sempre
pronto quando se abre, sem ter de esperar tempo que arranque até conseguir começar a trabalhar.
Que isto possa ser feito meses a fio. Que não tenha updates a serem feitos que o impeçam de
encerrar o computador quando tem pressa de sair. Que não tenha updates a serem instalados
quando pretende fazer login para começar a trabalhar.

Adora que o Mac tenha corrector ortográfico em qualquer local onde se possa escrever (de
browser a células de uma folha de cálculo), qualquer que seja a língua que se pretende usar,
sem ter de mudar de língua.

Adora que o Mac lhe permita trabalhar sem ter de se preocupar em gravar e/ou versionar o seu
trabalho, porque o sistema faz isso por ele.

Adora que o Mac lhe evite a preocupação de ter um anti-vírus que coloca o computador mais
lento, e muitas vezes com problemas que não teria sem o anti-vírus.

iPhone:

Adora que o iPhone lhe permita não se preocupar com ligar/desligar WiFi, 4G, Bluetooth,
porque está desenhado para aguentar um dia inteiro com tudo isso sempre ligado, e que
assim lhe baste ter o carregador em casa, onde o liga apenas quando se deita, e desliga
quando se levanta.

Adora que o iPhone tenha tudo sincronizado com o Mac, de modo a poder consultar o seu
trabalho em qualquer lugar. Sejam notas, lembretes, calendário, etc. mas também outras
aplicações como o Tyme, e que isto possa ser feito sem ter de criar contas adicionais (o Tyme
usa a iCloud para sincronizar a App iPhone com a de Mac).

Adora que o iPhone lhe permita trabalhar com as aplicações sem ter de estar sempre a colocar
um código de acesso, bastando usar a impressão digital (PayPal, por exemplo).



NOTA:
Agradeço os vossos accolades por este post tão longo... SEM LINKS!!! [:)]
 
Isso da bateria é tudo muito lindo, mas sem usar o iPhone. O meu 6 nunca sobrevive a um dia sem uma carga intermédia. Vou no comboio a chupar 3g ou 4g para navegar no tapatalk ou no safari, muito pior quando vou de carro a usar o meo music.
Um ou outro jogo rápido, podcast sempre a bombar e adeus bateria. Depois de carregada à noite, chego ao almoço bem a baixo de metade. A meio da tarde carrego e à noite, dependendo da utilização já está por volta dos 60 ou menos.
Nada de Bluetooth e dados muitas vezes desligados. O iPhone é muito bom, mas não em autonomia...
 
Isso da bateria é tudo muito lindo, mas sem usar o iPhone. O meu 6 nunca sobrevive a um dia sem uma carga intermédia. Vou no comboio a chupar 3g ou 4g para navegar no tapatalk ou no safari, muito pior quando vou de carro a usar o meo music.
Um ou outro jogo rápido, podcast sempre a bombar e adeus bateria. Depois de carregada à noite, chego ao almoço bem a baixo de metade. A meio da tarde carrego e à noite, dependendo da utilização já está por volta dos 60 ou menos.
Nada de Bluetooth e dados muitas vezes desligados. O iPhone é muito bom, mas não em autonomia...

Usas um Lamborghini para lavrar um terreno agrícola?
Depende do modelo, certo?

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lamborghini-nature-r-a-tractor-field-equipment-267355.jpg

No meu entender, os smartphones são essencialmente ferramentas de comunicação (originalmente
permitiam apenas fazer e receber chamadas, depois apareceram os SMS, e agora são computadores
de bolso), ou seja, receber informação, e fornecer informação.

Eu vejo-os como ferramentas de trabalho, mas nada impede que outras pessoas os vejam como
centros de lazer.

Resta saber é o propósito para o qual foram desenhados.

Na minha óptica, os iPhones foram desenhados para serem boas ferramentas de trabalho, e não
para serem centros de entretenimento. Assim, parece-me natural que as baterias, e o consumo de
carga, estejam desenhados para aguentarem um dia de trabalho em funções associadas com...
trabalho. Se pretendessem que fossem usados para utilizações diversas dessas, teriam desenhado
os equipamentos de forma diferente.

Do mesmo modo o MacBook Pro (por exemplo), foi desenhado para aguentar um dia de trabalho
(8 horas), em funções relacionadas com trabalho. Se tivesse um propósito diferente, teria um GPU
diferente, por exemplo.
 
Isso da bateria é tudo muito lindo, mas sem usar o iPhone. O meu 6 nunca sobrevive a um dia sem uma carga intermédia. Vou no comboio a chupar 3g ou 4g para navegar no tapatalk ou no safari, muito pior quando vou de carro a usar o meo music.
Um ou outro jogo rápido, podcast sempre a bombar e adeus bateria. Depois de carregada à noite, chego ao almoço bem a baixo de metade. A meio da tarde carrego e à noite, dependendo da utilização já está por volta dos 60 ou menos.
Nada de Bluetooth e dados muitas vezes desligados. O iPhone é muito bom, mas não em autonomia...

Nem mais.

Embora a minha utilização seja bem diferente da tua, o problema é o mesmo.
 
Boa tarde.

Parti o vidro do meu iPhone 6s, no entanto, o ecra continua a funcionar na sua plenitude.

Alguem me pode ajudar com um local de reparação em Lisboa e em conta?

Obrigado desde já pela ajuda.
 
Isso da bateria é tudo muito lindo, mas sem usar o iPhone. O meu 6 nunca sobrevive a um dia sem uma carga intermédia. Vou no comboio a chupar 3g ou 4g para navegar no tapatalk ou no safari, muito pior quando vou de carro a usar o meo music.
Um ou outro jogo rápido, podcast sempre a bombar e adeus bateria. Depois de carregada à noite, chego ao almoço bem a baixo de metade. A meio da tarde carrego e à noite, dependendo da utilização já está por volta dos 60 ou menos.
Nada de Bluetooth e dados muitas vezes desligados. O iPhone é muito bom, mas não em autonomia...

Nos primeiros tempos de iPhone 6S fiquei super convencido com a autonomia. Mesmo com o fator novidade durava pelo menos um dia.

Mas vinha de um 4S a correr iOS 8.x já com a bateria a 70% da capacidade original pelo que facilmente era fácil ficar agradado.

Agora já começo a achar que a autonomia não é nada de extraordinário...

Claro que cumpre bem e mesmo a usar bastante aguenta pelo menos um dia (12-16h).

Mas por exemplo aguentar 48h não é fácil, mesmo com utilização relativamente soft..

Para mim essencial é um smartphone aguentar um dia de trabalho sem ir à carga. Isso é o mínimo olímpico, mas gostava de conseguir 2 dias sem sem poupanças como é possível no 6/6S Plus e nalguns phablets Android de topo.
 
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