Nem tanto à terra, nem tanto ao mar. É um caminho que tem de ser percorrido, mas aos poucos as diferenças vão ser cada vez menores.
Que basicamente, estamos a falar, em o windows 8 perder o ambiente de trabalho, ficar apenas com a parte metro. E em o RT ganhar mais e mais aplicações, e já agora que o hardware melhore.
O iOS e OS X felizmente não tem nada a ver, porque a apple ainda sabe a diferença entre fazer igual e aumentar a integração de sistemas.
Não, mantenho exatamente o que disse. O iOS baseia-se num kernel Darwin, o mesmo do OS X, mas compilado para ARM. Não existe qualquer compatibilidade entre os dois em termos de aplicações (que têm de ser compiladas para os CPU ARM dos iOS devices). A única maneira de instalr apps np iOS é através da Apple store. O OS X tem, desde o Lion, ganho algumas coisas muito ao jeito do iOS.
O Windows RT baseia-se num kernel winNT, o mesmo do windows 8, compilado para ARM. Não existe qualquer compatibilidade entre os 2 em termos de aplicações. A única maneira de instalar apps no RT é através da MS store. O windows 8 ganhou algumas features que permitem uma utilização fácil em tablets (estou a escrever isto a partir de um tablet win 8 neste momento), mas que parecem algo estranhas num desktop.
Por isso, neste momento, o RT está para o 8 *exatamente* como o iOS está para o OS X.
Quanto aos processadores ARM, o sucesso deles tem sido em aparelhos de baixo consumo, pois a sua arquitetura presta-se a fazer SOCs com um TDP muito baixo, para telemóveis, tablets, leitores multimedia, etc. Em termos de performance estão anos luz abaixo de um CPU x86 médio. E até nisso a Intel voltou a baralhar as contas, com o lançamento do atom clovertrail, um x86 com um consumo médio inferior a 2W, e com uma performance cerca de 50% superior ao mais rápido dos CPU ARM...