Tópico da Apple

Ok!
É simples, pelo menos em teoria: Como os ecrans são capacitivos, a ideia será integrar o sensor de impressão digital em 100% da superfície do ecran. Desse modo só será possível interagir com o telefone se tivermos as nossas impressões digitais autorizadas. O sistema estará a validar constantemente o seu utilizador. Parece que a tecnologia actual ainda funciona mal e é caríssima, mas lá chegaremos. Isto abre novas possibilidades, como por exemplo permitir que certas apps ou menus sejam usadas apenas por certas pessoas, and so on, and so on...


Muito interessante!

Já agora alguém sabe responder-me se podemos ter 2 utilizadores diferentes no mesmo Iphone com esta tecnologia fingerprint?
 
Ok!
É simples, pelo menos em teoria: Como os ecrans são capacitivos, a ideia será integrar o sensor de impressão digital em 100% da superfície do ecran. Desse modo só será possível interagir com o telefone se tivermos as nossas impressões digitais autorizadas. O sistema estará a validar constantemente o seu utilizador. Parece que a tecnologia actual ainda funciona mal e é caríssima, mas lá chegaremos. Isto abre novas possibilidades, como por exemplo permitir que certas apps ou menus sejam usadas apenas por certas pessoas, and so on, and so on...

Tem um enorme problema para além dos custos, neste momento os sensores multi-espectrais combinados(como o que equipa o iPhone 5S) requerem uma unidade óptica na base de modo a reconstruir uma imagem espectral e óptica virtuais em 3D:
hzqt.png


O método capacitivo por si só seria altamente falível.
 
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Muito interessante!

Já agora alguém sabe responder-me se podemos ter 2 utilizadores diferentes no mesmo Iphone com esta tecnologia fingerprint?

Com que tecnologia? A que já apareceu com o Iphone 5S, ou esta da grelha de sensores sobre o ecran?

Se for sobre a primeira, tudo terá que passar pelo lock screen. Mas penso que o iOS7 ainda não prevê a existência de vários utilizadores.

Se for sobre a segunda, basta que o sistema esteja programado para só reagir ao toque de abertura da app X com a impressão digital do fulano A, mas não do B.
 
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Tem um enorme problema para além dos custos, neste momento os sensores multi-espectrais combinados(como o que equipa o iPhone 5S) requerem uma unidade óptica na base de modo a reconstruir uma imagem espectral e óptica virtuais em 3D. O método capacitivo por si só seria altamente falível.


Pois, por isso é que ainda deverão ser precisos uns anos para se lá chegar.
 
Com que tecnologia? A que já apareceu com o Iphone 5S, ou esta da grelha de sensores sobre o ecran?

Se for sobre a primeira, tudo terá que passar pelo lock screen. Mas penso que o iOS7 ainda não prevê a existência de vários utilizadores.

Se for sobre a segunda, basta que o sistema esteja programado para só reagir ao toque de abertura da app X com a impressão digital do fulano A, mas não do B.

Com a atual.
Em minha casa toda gente usa o meu telefone para chamadas, nunca sei por onde anda e por vezes até desaparece.[:D]
 
Digam-me uma coisa os entendidos, com os telemóveis de 64bits, será um primeiro passo para haver uma integração num único desktop de telemóveis, tablets e computadores? (um pouco à semelhança do que a Canonical pretende fazer).
 
Digam-me uma coisa os entendidos, com os telemóveis de 64bits, será um primeiro passo para haver uma integração num único desktop de telemóveis, tablets e computadores? (um pouco à semelhança do que a Canonical pretende fazer).

Este assunto também me despertou curiosidade. Por que raio havia a Apple de migrar o iOS para 64 bits, pelo menos para já?
Conjugando isto com a expressão do CEO que disse que o Iphone 5S "is the most forward thinking smartphone in the world" dá a ideia que estão a preparar terreno para qualquer coisa, mas não sei o quê. A Apple não é muito de introduzir soluções nos seus equipamentos só porque sim. As suas opções de hardware costumam ser muito focalizadas em qualquer coisa de concreto.
A malta de IT aqui da minha empresa diz que os 64 bits vão facilitar muito o desenvolvimento de jogos e aplicações em simultâneo para PC/MAC, consolas (isto já é tudo 64 bits) e iOS. Sendo tudo a 64 bits é mais fácil fazer ports ou desenvolvimentos paralelos, mas não sei se os benefícios se ficam por aqui.
 
Digam-me uma coisa os entendidos, com os telemóveis de 64bits, será um primeiro passo para haver uma integração num único desktop de telemóveis, tablets e computadores? (um pouco à semelhança do que a Canonical pretende fazer).

O enorme ênfase nos 64bits foi nada mais nada menos que puro marketing. Para muitos o que irá ficar retido será "iPhone 5S the worlds first blah blaahh".

Nem tão cedo(anos) irá ser necessário aumentar o espaço de endereçamento atribuído à memória, perante tal não existe nenhum beneficio em ter o seu suporte neste momento. Mais banks de RAM activos consomem recursos mesmo que não ocupados, recursos esses preciosos numa arquitectura pensada em desperdiçar o menor possível.
 
Com que tecnologia? A que já apareceu com o Iphone 5S, ou esta da grelha de sensores sobre o ecran?

Se for sobre a primeira, tudo terá que passar pelo lock screen. Mas penso que o iOS7 ainda não prevê a existência de vários utilizadores.

Se for sobre a segunda, basta que o sistema esteja programado para só reagir ao toque de abertura da app X com a impressão digital do fulano A, mas não do B.

Acho que estao a baralhar 2 coisas. Uma e' o iOS permitir ter mais que uma conta ou perfil, outra e' permitir desbloquear o iphone por varias pessoas. Por exemplo, permitir varios dedos indicadores direito.
Quanto 'a primeira opcao duvido que a Apple alguma vez o permita.
 
Este assunto também me despertou curiosidade. Por que raio havia a Apple de migrar o iOS para 64 bits, pelo menos para já?
Conjugando isto com a expressão do CEO que disse que o Iphone 5S "is the most forward thinking smartphone in the world" dá a ideia que estão a preparar terreno para qualquer coisa, mas não sei o quê. A Apple não é muito de introduzir soluções nos seus equipamentos só porque sim. As suas opções de hardware costumam ser muito focalizadas em qualquer coisa de concreto.
A malta de IT aqui da minha empresa diz que os 64 bits vão facilitar muito o desenvolvimento de jogos e aplicações em simultâneo para PC/MAC, consolas (isto já é tudo 64 bits) e iOS. Sendo tudo a 64 bits é mais fácil fazer ports ou desenvolvimentos paralelos, mas não sei se os benefícios se ficam por aqui.

Não foi uma questão de migração... o ios 7 é que foi desenvolvido de raiz já com suporte a 32 e 64 bits. Não faria sentido desenvolverem um novo sistema operativo neste momento com suporte só de 32 bits. Logo faz todo o sentido que o novo chip desenvolvido tivesse 64 bits para retirar a melhor performace do ios 7.

PS: É bastante espectável que a nova versão de android (kitkat) também já seja 64 bits que será acompanhada por vários novos chips de 64 bits algures em 2014. Calhou a apple lançar uma major release do ios primeiro e dar o salto.
 
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O enorme ênfase nos 64bits foi nada mais nada menos que puro marketing. Para muitos o que irá ficar retido será "iPhone 5S the worlds first blah blaahh".

Nem tão cedo(anos) irá ser necessário aumentar o espaço de endereçamento atribuído à memória, perante tal não existe nenhum beneficio em ter o seu suporte neste momento. Mais banks de RAM activos consomem recursos mesmo que não ocupados, recursos esses preciosos numa arquitectura pensada em desperdiçar o menor possível.

Mas lá está, conjugando isso com o facto de a Apple ser tão criteriosa na gestão de recursos, sobretudo por causa da gestão da bateria, que é um factor de extrema importância para os equipamentos mobile, e sabendo que eles podiam perfeitamente ter obtido o mesmo efeito de marketing por outras vias, como por exemplo, colocar mais 1 ou 2 cores no CPU, etc, as coisas não batem certo. Acho muito difícil de acreditar que a Apple fosse sacrificar a eficiência do seu equipamento só para dizer que foi a primeira a pôr um chip de 64 bits num telemóvel. Para quê?
 
Muito interessante!

Já agora alguém sabe responder-me se podemos ter 2 utilizadores diferentes no mesmo Iphone com esta tecnologia fingerprint?

Tipicamente este tipo de sensores permitem fazer o enroll de mais do que um dedo (para o caso de não ficares bloqueado se acontecer qualquer coisa ao dedo). É uma questão de configurares outras pessoas como dedos diferentes teus.
 
Mas lá está, conjugando isso com o facto de a Apple ser tão criteriosa na gestão de recursos, sobretudo por causa da gestão da bateria, que é um factor de extrema importância para os equipamentos mobile, e sabendo que eles podiam perfeitamente ter obtido o mesmo efeito de marketing por outras vias, como por exemplo, colocar mais 1 ou 2 cores no CPU, etc, as coisas não batem certo. Acho muito difícil de acreditar que a Apple fosse sacrificar a eficiência do seu equipamento só para dizer que foi a primeira a pôr um chip de 64 bits num telemóvel. Para quê?

O A7 é tranversal à Apple não é só para os telemóveis (ipad etc), e vai ser o topo de gama deles até próximo setembro no mínimo. Não faria sentido desenvolver agora um chip com uma arquitectura desactualizada. Especialmente quando no próximo ano a concorrência vai dar o salto toda.
 
Tipicamente este tipo de sensores permitem fazer o enroll de mais do que um dedo (para o caso de não ficares bloqueado se acontecer qualquer coisa ao dedo). É uma questão de configurares outras pessoas como dedos diferentes teus.

Ok, mas como diz o smithico isso não resolve a questão dos multi-utilizadores. Podes ter mais que uma pessoa a desbloquear o mesmo telemóvel, mas quer entre uma, quer entre outra, o perfil vai ser sempre o mesmo. Eu também acho que a Apple nunca irá permitir mais que um utilizador porque o negócio deles é um equipamento-uma pessoa. Só assim maximizam as vendas. Talvez apareça um dia qualquer a possibilidade de definir perfis diferentes para a mesma pessoa (tipo perfil profissional, perfil pessoal), mas mesmo quanto a isso duvido.
 
Mas lá está, conjugando isso com o facto de a Apple ser tão criteriosa na gestão de recursos, sobretudo por causa da gestão da bateria, que é um factor de extrema importância para os equipamentos mobile, e sabendo que eles podiam perfeitamente ter obtido o mesmo efeito de marketing por outras vias, como por exemplo, colocar mais 1 ou 2 cores no CPU, etc, as coisas não batem certo. Acho muito difícil de acreditar que a Apple fosse sacrificar a eficiência do seu equipamento só para dizer que foi a primeira a pôr um chip de 64 bits num telemóvel. Para quê?

Concordo, até porque me parece que isso passou completamente ao lado da maior do público (o grande destaque foi mesmo o iPhone a 75€ [:)]), como dizes passar para um quad-core, por exemplo, conseguiria esse efeito de forma muito mais eficaz. Provavelmente não veremos os efeitos imediatos desse upgrade mas acredito que a próxima geração do iOS traga novidades nesse sentido.
 
O A7 é tranversal à Apple não é só para os telemóveis (ipad etc), e vai ser o topo de gama deles até próximo setembro no mínimo. Não faria sentido desenvolver agora um chip com uma arquitectura desactualizada. Especialmente quando no próximo ano a concorrência vai dar o salto toda.

Então mas se toda a gente vai dar o salto para os 64 bits é porque há reais vantagens em fazê-lo, certo? E que vantagens serão essas?
 
Então mas se toda a gente vai dar o salto para os 64 bits é porque há reais vantagens em fazê-lo, certo? E que vantagens serão essas?

A arquitectura de 64 bits é superior em tudo à de 32 bits, é uma evolução natural. Aliás basta veres que eles anunciam que o A7 a correr ios 7 é 2 x's mais rápido que o A6. Segundo li também anunciam que a duração de bateria é igual entre o 5c e o 5s, nem sequer existe um drawback na actualização.

Os próximos tablets concorrentes do Ipad devem correr a nova arquitectura Haswell de 64 bits (esta geração reduziu bastante o consumo energético e vai aumentar largamente o tempo útil das baterias em tablets) e vão pressionar bastante a apple, o A7 parece um resposta interessante.

PS: Diria que num futuro próximo os ipad também passarão a usar intel [;)]
 
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Não foi uma questão de migração... o ios 7 é que foi desenvolvido de raiz já com suporte a 32 e 64 bits. Não faria sentido desenvolverem um novo sistema operativo neste momento com suporte só de 32 bits. Logo faz todo o sentido que o novo chip desenvolvido tivesse 64 bits para retirar a melhor performace do ios 7.

PS: É bastante espectável que a nova versão de android (kitkat) também já seja 64 bits que será acompanhada por vários novos chips de 64 bits algures em 2014. Calhou a apple lançar uma major release do ios primeiro e dar o salto.

64bits não é sinónimo de maior performance. Significa sim um aumento do espaço de endereçamento. Em sistemas 32bits só existem endereços suficientes para "endereçar" 4096MB. Acima desse valor precisamos de uma word maior e daí se passar para endereços de 64bits. Até ao dia em que seja lançado um iPhone/iPad com >4GB de RAM, esse endereçamento extra é desnecessário.
 
Nokia Premium? Nunca vi a Nokia como uma marca premium, sempre teve telemóveis para todas as carteiras e oferecia mais do que a concorrência pelo mesmo dinheiro.
O resultado da Nokia foi tudo menos banalização, mas sim falta de inovaçao em relação a concorrência.
Seguindo o teu raciocínio a Samsung já devia ter falido de tal maneira que esta banalizada.

Que idade tens?
Provavelmente não tens idade para te lembrares do tempo em que a NOKIA era PREMIUM.

Primeiro, o que é PREMIUM?

Um produto é PREMIUM quando, sendo comparado com os restantes produtos com as
mesmas características, está no segmento de preço mais elevado. Por exemplo um
FIAT 500 é PREMIUM (embora a marca não seja) porque está na fatia de preço mais
elevado de entre os concorrentes (carros citadinos).

Uma marca é PREMIUM quando os seus produtos são PREMIUM.

Sabes que estás na presença de um PREMIUM quando as pessoas exclamam:
- Eh! Tens um FERRARI? Deixa ver.
- Eh! Tens um Mac? Deixa ver.
- Eh! Tens uma BANG & OLUFSEN? Deixa ver.

Basicamente, as pessoas têm carros, computadores e aparelhagens, mas poucos são os
que compram equivalentes a preços mais caros (PREMIUM). Por isso suscitam curiosidade
quando as pessoas vêem um desses produtos que estão fora dos seus orçamentos, e que
por isso são raros de encontrar nas mãos de um conhecido.

Ora, a GSM apareceu há mais de 20 anos, e pouco depois em Portugal. Por volta de
1994 (não tenho a certeza) tive o meu primeiro telemóvel GSM. Sei que foi antes dos
MIMO, e os MIMO apareceram em 1995.

Por esta altura, os aparelhos MAINSTREAM (o oposto de PREMIUM, ou seja, produtos de
grande consumo) eram os ALCATEL, MOTOROLA (lembram-se dos FLARE?), e outros que
a maioria das pessoas tinha por serem os mais acessíveis ($$$$ - ainda não era €€€€).

Já os NOKIA eram raros. Muito raros. Porque eram caros. Eram PREMIUM.
Durante muitos anos era:
- Eh! Tens um NOKIA? Deixa ver.

Entretanto a NOKIA enveredou por uma estratégia de vender telemóveis aos consumidores
em geral, em lugar de apenas aos profissionais que necessitavam de um telemóvel. Ou
seja, quando o acesso aos telefones móveis se começou a generalizar, e cada pessoa era
um potencial comprador.
Isto começou quando a NOKIA criou o 5110. Este foi o primeiro telemóvel da NOKIA virado
para o consumidor, em lugar de ser destinado ao profissional.

Estávamos em 1998. Até aqui a NOKIA era PREMIUM.

Mas mesmo nesta altura as pessoas ainda diziam:
- Eh! Tens um NOKIA? Deixa ver.

A NOKIA deixou de ser PREMIUM quando as pessoas deixaram de fazer esta questão. Foi
por volta de 2000, quando lançaram o 3310.

De qualquer modo, as pessoas continuaram a associar a NOKIA a produtos PREMIUM durante
ainda mais alguns anos (a imagem de uma marca não se muda de um dia para o outro).

O problema é que a NOKIA começou a investir bastante na produção de produtos de grande
consumo, e a investir pouco na qualidade dos produtos de topo.
O resultado está à vista.
Os clientes dos produtos PREMIUM começaram a ter problemas nos seus aparelhos caros,
problemas que não deveriam existir em aparelhos de topo. E já toda a gente tinha um NOKIA.
A NOKIA já não era PREMIUM.
E os compradores de produtos mais caros já nem associavam o atributo de "qualidade" à
marca.

Nos últimos 10 anos a NOKIA deixou de ser PREMIUM, e deixou de estar associada à
noção de produtos de qualidade.

Se fores ver a cotação da NOKIA, verás o crescimento até 2000 (data do 3310), seguido
da queda do valor bolsista. Ainda conseguiu recuperar um pouco em 2007, mas por muito
pouco tempo, continuando a sua perda de valor até à miséria de valor actual.

Portanto, há mais de 13 anos atrás a NOKIA era de facto PREMIUM.



Quanto à SAMSUNG... nunca foi PREMIUM.
O facto de ter produtos PREMIUM não faz dela PREMIUM. Tal como a FIAT.

Ou seja, eu nunca disse que era mau não ser PREMIUM, antes pelo contrário. O problema
é que no mercado de grande consumo a concorrência é feroz, e a NOKIA deixou-se
papar. Se tivesse permanecido no segmento PREMIUM não teria de lidar com a concorrência
das margens pequenas em negócios de volume. Isto é, onde se as vendas sofrerem uma
pequena quebra o prejuízo é enorme. No mercado PREMIUM a margem de lucro é grande,
e não depende tanto do volume das vendas, portanto, pequenas quebras nas vendas são
apenas "soluços".

É esta a diferença entre estar no mercado de grande consumo, ou no mercado PREMIUM.

A APPLE, ao estar posicionada no segmento PREMIUM, pode dar-se ao luxo de falhar nas
vendas, desde que mantenha uma imagem de marca apetecível. Basicamente, uma marca
PREMIUM apenas tem de cuidar da imagem de marca, ao passo que uma marca de grande
consumo necessita de cuidar da imagem, e necessita de vender muito por ter margens
menores.

Outro exemplo da dependência das vendas é a produção.
Uma marca PREMIUM pode dar-se ao luxo de ter uma produção pequena, porque as pessoas
fazem filas e colocam encomendas, ficando dispostas a esperar até terem o produto.
Uma marca de grande consumo já não se pode dar a esse luxo. Se o produto estiver na
prateleira, vende. Se não estiver na prateleira, arriscam-se a que as pessoas comprem outro
produto.
Ora, ser obrigado a uma grande produção, para que o produto possa estar sempre presente
nas prateleiras, com margens tão pequenas, é um RISCO ENORME. As marcas de grande
consumo são obrigadas a correr este risco, as marcas PREMIUM não.
 
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