Tópico da Apple

Acabo de pousar o meu 6 na secretária e ficou manco. Adivinhem? Está torto!!! Não faço ideia de como aconteceu, ando com ele sempre no bolso do casaco, ou na mão!!! Apple vai para a m€rda!!![8b]

É por estas e por outras que costumo achar melhor comprar as versões "S".

Basta ver o antenna gate, scufgate, bengate, tudo nas versões 4, 5 e 6. Nas versões "S" não costumam haver falhas destas.

O 5S ainda hoje é excelente, a vários níveis. Só não dá para quem quer/precisa um ecrã maior.
 
Uso a capa de pele da Apple (desde o primeiro dia) que anula a protuberância da câmara e torna a traseira plana. Também lhe deveria dar resistência adicional à torção.

A primeira coisa que fiz foi, claro, tirar a capa, e o telefone está mesmo torto! Ou melhor, estava. Já lhe dei uns amassos e parece ter voltado (quase) ao lugar, e, aparentemente, sem consequências definitivas.

Mas a sério, para além de ter a capa, o telefone anda sempre na mão, ou no bolso do casaco. Como sei do bendgate desde o primeiro momento, sempre tive este cuidado que, diga-se de passagem, nunca tive com qualquer outro iPhone (ou telemóvel).

Once again: Apple vai para a m€rda!!!
 
É inadmissível num equipamento com um valor de mercado de 800€.

Para além de mim, só as minhas filhas é que mexem (esporadicamente) no telemóvel. Só estou a ver que isto tenha acontecido com elas. Porém, não estou é a ver como crianças de 5 ou 3 anos conseguiram fazer isto...
 
Nao esperem que a versão S venha resolver este problema. Isto e' um problema estrutural do telefone e não vai la' com remendos.

No caso dos 4S e 5S houve soluções para os problemas, neste caso és capaz de ter razão, até porque não estou a ver a Apple a mudar as dimensões com o 6S, como, aliás, não o fez com o 3GS, 4S e 5S face aos antecessores.

O que é pena... Portanto estou como tu, aguardo por um 6S "minus" com as tais 4" (e sem problemas estruturais) com um futuro chip A9, já com 2 GB de RAM, triple core etc :)

EDIT:

Pensava que o dobrar era (quase) só com o 6 Plus... Isto assumindo que os €800 são referentes a um 6 64GB e não um Plus 16 GB.
 
Ontem o iPhone 3GS da patroa decidui "inchar".


Já só era usado raramente, com o SIM português, mas aparentemente é um caso comum.

Não rebentou a capa traseira, apenas "empurrou" o ecra para a frente. Ainda liga, mas tenho medo de o por a carregar.

Tenho de ver em quanto fica uma bateria para esta treta :\
 
É inadmissível num equipamento com um valor de mercado de 800€.

Para além de mim, só as minhas filhas é que mexem (esporadicamente) no telemóvel. Só estou a ver que isto tenha acontecido com elas. Porém, não estou é a ver como crianças de 5 ou 3 anos conseguiram fazer isto...

Basta um pé por cima do iPhone numa zona menos plana. As coisas acontecem quando menos contamos, uma pequena distração é suficiente.
 
A mania de lançar equipamentos cada vez mais finos... por vezes pergunto-me onde essa linha irá parar.

Os materiais aplicados na construção não evoluíram em termos de resistência(talvez exceptuando o Gorilla Glass) na mesma velocidade com que reduziram a espessura dos mesmos iteração após iteração. Está claro mais dia menos dia começariam a surgir indícios de fraqueza/pouca resistência à torção nesse tipo de estruturas, que acabam por afectar a resistência e própria longevidade de um equipamento que deveria ser minimamente robusto tendo em conta que será manuseado diariamente em todo o tipo de situações do dia a dia.

Chegámos ao cúmulo de que se desejarmos realmente usar um equipamento destes sem ser tratado pior que um recém nascido, é necessário recorrer a cases, bolsas e películas. E pelos vistos mesmo assim não chega...
 
Eu gosto muito da marca, mas tenho de te dar toda a razão, a obsessão pela espessura cada vez mais reduzida está a ter vários efeitos pouco desejados. São as consequências físicas óbvias com o dobrar e até partir, e ainda o facto de haver menos espaço para uma bateria maior.

Um iPhone 6 e 6 + com 8/8,5 mm e ambos com maiores baterias (e mais resistentes) parece-me que seria um melhor compromisso, mas a Apple quer em todas as iterações do iPhone diminuir a espessura.

O que eventualmente terá de parar... Aliás já se nota que foram longe demais, pelo menos estes valores de espessura conjugados com estes materiais e construção.
 
Também não me importava nada de uns milímetros a mais, em prol de uma bateria com mais capacidade. Mas pronto, reduzir a espessura é melhor para o marketing.

A bateria "ninguém" liga, não se vê, enquanto que a espessura tem impacto no design e isso é um dos factores que leva as pessoas a comprar.
 
A questão da espessura tem muito marketing à mistura mas não é só isso. Cala mais fundo na filosofia de design da Apple e do Johnny Ive, que vai beber muito ao movimento Bauhaus do início do Séc. XX, mais tarde estupendamente aplicado ao design industrial de uma forma modernizada por Dieter Rams e seus seguidores (ver design da Braun da década de 60 e 70). Esta filosofia tem uma máxima que é algo do género: O melhor design é a ausência de design. Ou seja, a relação entre a pessoa e a função do objecto deve ser o mais directa possível, sem artifícios estéticos desnecessários, sem lixo visual. O objecto deve ser praticamente invisível ao utilizador. Isto aplicado aos iphones, ipads, etc, significa que a atenção do utilizador deve estar focalizada naquilo que o utilizador está a fazer e não no objecto em si mesmo. Ora esta filosofia só se esgota quando o utilizador puder inter-agir com… o ar! Há portanto uma obsessão quase doentia pela re-análise constante do objecto com uma pergunta em mente: o que posso fazer para melhorar e ganhar eficiência de forma a tornar ainda mais limpa a relação da pessoa com o objecto. A pergunta nunca é “o que posso acrescentar mais ao objecto”, mas sim “o que posso retirar mais ao objecto” de forma a que ele fique mais invisível ao utilizador. Isto porque há uma consciência clara de que o objecto não é um fim em si, mas um meio. Portanto tornar o objecto cada vez mais fino é uma das formas de fazer este caminho.
 
A questão da espessura tem muito marketing à mistura mas não é só isso. Cala mais fundo na filosofia de design da Apple e do Johnny Ive, que vai beber muito ao movimento Bauhaus do início do Séc. XX, mais tarde estupendamente aplicado ao design industrial de uma forma modernizada por Dieter Rams e seus seguidores (ver design da Braun da década de 60 e 70). Esta filosofia tem uma máxima que é algo do género: O melhor design é a ausência de design. Ou seja, a relação entre a pessoa e a função do objecto deve ser o mais directa possível, sem artifícios estéticos desnecessários, sem lixo visual. O objecto deve ser praticamente invisível ao utilizador. Isto aplicado aos iphones, ipads, etc, significa que a atenção do utilizador deve estar focalizada naquilo que o utilizador está a fazer e não no objecto em si mesmo. Ora esta filosofia só se esgota quando o utilizador puder inter-agir com… o ar! Há portanto uma obsessão quase doentia pela re-análise constante do objecto com uma pergunta em mente: o que posso fazer para melhorar e ganhar eficiência de forma a tornar ainda mais limpa a relação da pessoa com o objecto. A pergunta nunca é “o que posso acrescentar mais ao objecto”, mas sim “o que posso retirar mais ao objecto” de forma a que ele fique mais invisível ao utilizador. Isto porque há uma consciência clara de que o objecto não é um fim em si, mas um meio. Portanto tornar o objecto cada vez mais fino é uma das formas de fazer este caminho.

Gostei!

Estamos sempre a aprender [;)]
 
Aplica-se a tudo, desde carros a sistemas operativos.
Por isso é que eu costumo dizer que um bom sistema operativo (entenda-se a parte
GUI desse sistema) deve ser invisível. O propósito de um SO é correr aplicações.
Se perdemos tempo com o SO, então é um péssimo SO. Daí eu ter ficado farto do
Windows. Estou à espera que um SO trabalhe para mim (OS X), e não um em que
eu tenha de trabalhar para ele (Windows).
 
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