Tópico da Língua Portuguesa

O secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), embaixador Luís Fonseca, afirmou no Brasil que planeia acelerar as acções necessárias para a ratificação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, adianta a agência Lusa.
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Num encontro com a direcção da Academia Brasileira de Letras (ABL), sexta-feira, no Rio de Janeiro, Luís Fonseca disse que formalizará um pedido para que a instituição realize gestões junto das autoridades brasileiras.

O objectivo será acelerar a ratificação do Acordo, entre todos os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), formada pelo Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

O presidente da ABL, Marcos Vilaça, defendeu a aprovação de uma ortografia única, com um prazo de dois anos para as adaptações necessárias e início do pleno vigor do Acordo em todos os membros da CPLP.

Marcos Vilaça defendeu ainda «a necessidade de uma mobilização efectiva» para a promoção da língua portuguesa nos países da CPLP e também nas universidades europeias e norte-americanas.

Assinado a 16 de Dezembro de 1990, em Lisboa, o acordo ortográfico constitui um tratado internacional, resultado de um trabalho desenvolvido pela Academia de Ciências de Lisboa e pela Academia Brasileira de Letras (ABL) desde 1980, muito antes da criação da CPLP, em 1996.

O acordo cria um padrão ortográfico único para a língua portuguesa a ser adoptado por todos os países que constituem a CPLP, mas apenas Cabo Verde, Brasil e São Tomé e Príncipe ratificaram já o acordo. Portugal já assinou, mas ainda não ratificou. O acordo termina com a actual existência de duas normas ortográficas divergentes e ambas oficiais, uma no Brasil e outra nos restantes países de língua portuguesa.

[:vm)] [:vm)] [:vm)]
 
O secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), embaixador Luís Fonseca, afirmou no Brasil que planeia acelerar as acções necessárias para a ratificação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, adianta a agência Lusa.
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Num encontro com a direcção da Academia Brasileira de Letras (ABL), sexta-feira, no Rio de Janeiro, Luís Fonseca disse que formalizará um pedido para que a instituição realize gestões junto das autoridades brasileiras.

O objectivo será acelerar a ratificação do Acordo, entre todos os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), formada pelo Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

O presidente da ABL, Marcos Vilaça, defendeu a aprovação de uma ortografia única, com um prazo de dois anos para as adaptações necessárias e início do pleno vigor do Acordo em todos os membros da CPLP.

Marcos Vilaça defendeu ainda «a necessidade de uma mobilização efectiva» para a promoção da língua portuguesa nos países da CPLP e também nas universidades europeias e norte-americanas.

Assinado a 16 de Dezembro de 1990, em Lisboa, o acordo ortográfico constitui um tratado internacional, resultado de um trabalho desenvolvido pela Academia de Ciências de Lisboa e pela Academia Brasileira de Letras (ABL) desde 1980, muito antes da criação da CPLP, em 1996.

O acordo cria um padrão ortográfico único para a língua portuguesa a ser adoptado por todos os países que constituem a CPLP, mas apenas Cabo Verde, Brasil e São Tomé e Príncipe ratificaram já o acordo. Portugal já assinou, mas ainda não ratificou. O acordo termina com a actual existência de duas normas ortográficas divergentes e ambas oficiais, uma no Brasil e outra nos restantes países de língua portuguesa.

[:vm)] [:vm)] [:vm)]

Recuso-me a escrever essas ditas divergências do Português (original!).
 
Outro erro que cada vez também vejo mais, desde uns tempos para cá, quer neste quer noutros fóruns, é a utilização indistinta (e, por consequência errada) do e do À.

como escreveu é que está correcto? "desde uns tempos para..."?


Sim, gro, como eu escrevi é que está correcto.
Trata-se do "há" do verbo «haver» e é o núcleo do predicado de uma oração subordinada temporal "desde quando".
 
Encontrei esta noticia que acho no minimo preocupante.
Quem serão os idiotas mentecaptos que terão estas ideias de m.erda??[8b]


"Apenas cinco dos oitos países membros da CPLP já tinham assinado o documento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, proposto em 1990. Sendo que Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe assinaram recentemente.
Serão cerca de 40 mudanças, entre elas estão o alfabeto com 26 letras (atualmente são 23), com a inserção do "k", "w" e "y", e o fim do trema (permanece apenas em nomes próprios e derivados).
Estima-se que com essas modificações, a escrita no Brasil terá 0,45% de alteração. Enquanto que em Portugal, estima-se uma mudança de 1,6% do vocabulário escrito.
Por exemplo, os portugueses passarão a escrever "úmido" ao invés de "húmido", e também não escreverão o "c" e o "p" nas palavras onde ele não é pronunciado: "acção", "contacto", "acto", "adopção", "baptismo", "óptimo" e "Egipto".
O acento circunflexo nas palavras paroxítonas terminadas em "o" duplo será suprimida: "abençôo", "enjôo" e "vôo". No Brasil, a escrita correta será: "abençoo", "enjoo" e "voo".
Assim como o emprego do acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus decorrentes. Assim, a grafia correta passará a ser: "creem", "deem", "leem" e "veem".
O acento deixará de ser usado para diferenciar "pára" (verbo) de "para"(preposição) e também nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia", que perderão o acento agudo. "


Como!? :eek::eek:

E não há nenhum site onde estejam explícitas as razões dessa mudança? (e das várias alterações, em particular). :confused:

O único aspecto positivo que daí posso tirar, é o facto de muitas pessoas deixaram de errar consecutivamente ao escrever "práctico", "practicamente" e outras palavras nas quais colocavam o c antes da consoante, de forma errada. Nesse aspecto deixa de haver confusão possível, para quem a fazia.

De resto, todas as outras alterações me parecem inúteis. :(
 
Como!? :eek::eek:

E não há nenhum site onde estejam explícitas as razões dessa mudança? (e das várias alterações, em particular). :confused:

O único aspecto positivo que daí posso tirar, é o facto de muitas pessoas deixaram de errar consecutivamente ao escrever "práctico", "practicamente" e outras palavras nas quais colocavam o c antes da consoante, de forma errada. Nesse aspecto deixa de haver confusão possível, para quem a fazia.

De resto, todas as outras alterações me parecem inúteis. :(

Eu também nunca percebi o objectivo disto, se não falamos o mesmo Português porque é que havemos de o escrever.

Depois, poucas ou nenhumas cedências por parte do Brasil, nós é que vamos ter de assimilar o modo de escrita deles e não o contrário, porquê?

Quem é que "inventou" a língua, nós ou os índios da Amazónia?

Parecia-me mais natural que fosse o Brasil a adoptar o nosso Português escrito e não o contrário, mais natural ainda seria não haver acordo nenhum, cada uma das escritas é parte da cultura de cada um dos países, é uma riqueza própria e única, acho que isto é levar o multiculturalismo longe demais.

Uma última questão: porque é que de há uns 30 anos para cá :rolleyes: nós os portugueses somos tão fracos diplomaticamente, não impomos as nossas vontades em lado nenhum, andamos sempre a reboque dos outros, enfim somos uns bananas?
 
Mais algumas (in)corrrecções

Mais algumas (in)corrrecções

Zona? Meio-ambiente? Falésia? Migrações pendulares?

Quem é que nunca referiu estes termos ou os ouve diariamente através dos media?

Ora vamos lá... cada coisa pela seu nome!




Zona versus Área

Não diga "abusivamente" zona! É comum ouvirmos "vivo na zona de Bragança", por exemplo, mas será que já nos questionamos se o termo é o mais correcto?

Muitos pensarão - "mania de geógrafo" - mas não!
Basta consultar um dicinário de qualidade de língua portuguesa para concluirem que zona é faixa, região caracterizada por circunstância particulares ou doença!

Assim, o termo mais correcto a aplicar será área!

Mas quando deve aplicar o termo "zona"? Aqui ficam alguns exemplos:
- em cartografia, a intercepção do fuso com a faixa dá-nos uma zona (Portugal continental integra a zona 29/T);
- sempre que se refira a um domínio bioclimático (formações vegetais na zona temperada continental);
- doença (inflamação dos glânglios nervosos na região dorsal).






Meio-ambiente versus Ambiente ou Meio

Diariamente ouvimos o "senhor ponto verde", entre muitos outros, referir - "proteger o meio-ambiente"!

Mais uma falta grave! Se há algo a proteger, nesta situação, é a língua portuguesa! Pois, estamos perante um pleonasmo - é o mesmo que dizer "subir para cima" ou "descer para baixo"!

Opte simplesmente por dizer meio ou ambiente (ambas sinónimos).







Falésia versus Arriba

Felizmente a palavra arriba tem sido preferida em relação a falésia pelos nossos jornalistas!

Não diga "falésia", mas opte por arriba - pois, o termo "falésia" é um galicismo!







Migrações Pendulares versus Movimentos Pendulares

Atenção professores de Geografia! Há autores de manuais escolares que para se referirem aos famosos movimentos pendulares atribuem a designação "migrações pendulares" - está incorrecto!
Deve dizer movimentos pendulares!

Segundo as Nações Unidas, uma migração implica mudança de residência e, por vezes, de situação profissional, por um período mínimo de 1 ano (migração permanente) ou 6 meses (no caso das migrações temporárias ou sazonais)!
 
Outro erro que cada vez também vejo mais, desde uns tempos para cá, quer neste quer noutros fóruns, é a utilização indistinta (e, por consequência errada) do e do À.

Pelo contrário.

No que concerne a unidades de tempo, utiliza-se sempre o verbo haver. 10 anos, desde uns tempos, etc.
 
porta-aviões e não portaviões, por exemplo.

BAINHA
...e não "baínha".

BANCARROTA
...e não "banca-rota".

BEBÉ
...e não "bébé".
BEGE
...e não "beige" nem "beje".

BÊNÇÃO
...e não "benção".
BENEFICÊNCIA
... e não "beneficiência".

BURBURINHO
...e não "borborinho".

DECERTO
Dif. de DE CERTO.

DÉFICE
...aportug. do latim "deficit" (e nunca o barbarismo "deficite").

DEFINIÇÃO
...e não "defenição".

DEFINIR
...e não "defenir".

DESDE
Não se escreve "desde Moscovo" mas de Moscovo, nem "desde a Bairrada até ao Algarve" mas da Bairrada ao Algarve.

DESEQUILÍBRIO
...e não "desiquilibrio".

DESPENDER
...e não "dispender".
 
Qual a origem dos dois pontos?

Qual a origem dos dois pontos?

Qual a origem dos 2 pontos ":"? E que nome se dá a este símbolo para além de "2 pontos"?
 
Dúvida sobre português

Dúvida sobre português

Boas pessoal,


Tenho aqui uma dúvida, que apesar se parecer pouco importante dentro do contexto actual pode valer muito dinheiro.


Qual é a forma correcta da frase:


Fui ao supermercado e comprei: frutas, legumes, carne, etc..

Fui ao supermercado e comprei: frutas, legumes, carne, etc.

A diferença está no 1 ou 2 pontos!


Algum destes 3 exemplos está correcto?

O Dr., saíu.

Onde está o Dr.?

É o Dr..


Há algum sítio fidedigno online onde possa consultar as regras de pontuação quando se trata de abreviaturas?


Gracias
 
Tens sempre de colocar os 2 pontos.

O ponto DR. tem a função de abreviar a palavra doutor e não o de terminar a frase, logo --> Dr..

Digo eu...:sh)

Quanto a sites caro amigo...não faço a mínima ideia...:sh)
 
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