1 milhão pode parecer muito, mas não é.
Às vezes tenho a sensação de viver na Suíça...
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1 milhão pode parecer muito, mas não é.
Se tivesse 1 milhão para gastar, comprava algo deste género e gastava o remanescente na remodelação:
https://www.remax.pt/Moradia-Venda-...3751223-1?LFPNNSource=Search&cKey=123751223-1
Ou então comprava um apartamento aqui, apesar de ainda nem estar construído:
https://www.idealista.pt/imovel/28853137/
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Este forum é como um óasis!
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E agora vamos lá também até 200.000€. O que procurariam e/ou o que comprariam?
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Este forum é como um óasis!
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E agora vamos lá também até 200.000€. O que procurariam e/ou o que comprariam?
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Bastante interessante. Temo é que uma renovação total como precisa ficaria bastante mais do que os 250k.
Uma casa de raiz boa faz-se por 1 000€ o m2!
Daí ter dito que mais vale demolir.
Às vezes tenho a sensação de viver na Suíça...
A primeira os 250.000€ deviam ser à justa...
A segunda é exactamente a casa que ia colocar!
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Essa ou uma destas:
https://www.imovirtual.com/anuncio/apartamento-no-centro-de-belem-IDO44o.html#d2351ef8e9
Bastante interessante. Temo é que uma renovação total como precisa ficaria bastante mais do que os 250k.
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E agora vamos lá também até 200.000€. O que procurariam e/ou o que comprariam?
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Banco de Portugal alerta para possível “interrupção brusca” do dinamismo do imobiliário
O Banco de Portugal (BdP) alertou esta quarta-feira para uma possível “interrupção brusca” do dinamismo do mercado imobiliário, considerando que “eventuais alterações no quadro regulamentar nacional”, juntamente com outros factores, podem fazer baixar os preços. “Uma eventual redução acentuada e brusca da procura de imóveis por não residentes também constitui um risco para a estabilidade financeira”, refere o regulador, no comunicado que acompanha o Relatório de Estabilidade Financeira de Junho.
Para a instituição liderada por Carlos Costa, continua “a existir evidência, em termos agregados, de sobrevalorização no mercado imobiliário residencial desde a segunda metade de 2017”. E deixa um aviso às entidades financeiras: “Perante esta sobrevalorização, é importante que as instituições tenham particular cuidado na definição dos critérios de concessão de crédito”. Acrescenta ainda que, “de uma forma geral, a tentativa de aumentar o volume de crédito através da fixação de spreads de taxa de juro que não cubram o risco de crédito de maneira sustentável poderá resultar, no futuro, num maior nível de incumprimento”.
“O abrandamento mais acentuado da actividade económica a nível global, decorrente em particular da materialização de eventos de tensão geopolítica, aumentos dos prémios de risco e eventuais alterações no quadro regulamentar nacional sobre o mercado imobiliário poderão vir a traduzir-se numa interrupção brusca do dinamismo do imobiliário e, consequentemente, num ajustamento em baixa dos preços”, segundo o comunicado do Banco de Portugal que acompanha o relatório.
O supervisor considera que “o mercado imobiliário português continua a estar particularmente dependente da intervenção de não residentes, seja por via do turismo, seja por via do investimento directo”.
Esta situação constitui um potencial risco para a estabilidade financeira no caso de haver “uma eventual redução acentuada e brusca da procura de imóveis por não residentes”, de acordo com Banco de Portugal.
“No último ano, o mercado imobiliário português manteve um dinamismo elevado, com um reflexo directo no volume de transacções e crescimento dos preços. Esta dinâmica tem sido justificada pelo crescimento económico, (...) mas também pelo ambiente de baixas taxas de juro e elevada liquidez, o qual induz comportamentos de procura por rendibilidade por parte dos agentes económicos”, pode ler-se no relatório.
Neste sentido, o Banco de Portugal adverte que “os bancos portugueses continuam a concentrar uma parte significativa das suas exposições no mercado imobiliário – essencialmente por via do crédito à habitação –, apesar da ligeira redução observada desde 2016”.
“A dinâmica dos preços pode representar um risco para a estabilidade financeira se introduzir prociclicidade no crescimento do crédito, nomeadamente num contexto de valorização excessiva dos preços”, reforça o supervisor no relatório.
[h=1]Preços das casas em Portugal já mostram sinais de sobrevalorização[/h] Banco de Portugal destaca riscos geopolíticos e económicos associados à adopção de medidas proteccionistas.
O grau de preocupação do Banco de Portugal (BdP) em relação à subida dos preços das casas aumentou significativamente nos últimos meses. O relatório de Estabilidade Financeira de Junho refere que “o crescimento dos preços no segmento imobiliário residencial tem sido particularmente forte” e que “na segunda metade de 2017 começaram a surgir alguns sinais, embora muito limitados, de sobrevalorização dos preços neste segmento”.
O relatório de Dezembro já mostrava alguma preocupação, mas em menor escala: “A evolução dos preços no mercado imobiliário residencial poderá também ter consequências sobre os riscos para a estabilidade financeira, caso acentue essa menor restritividade [dos bancos em conceder crédito] no caso particular do crédito à habitação”. Mas logo acrescentava que “existe, contudo, evidência de que os preços da habitação a nível nacional se encontram próximos dos níveis justificados pelos fundamentos económicos, apesar de não ser possível afastar a possibilidade de existirem apreciações excessivas em determinadas áreas geográficas, nomeadamente nos grandes centros urbanos”.
A informação revelada esta quarta-feira sobre os riscos nos mercados e sistema financeiro portugueses, que inclui um alerta novo para os perigos da “guerra” comercial desencadeada pelos EUA, dá especial destaque à evolução do mercado imobiliários, onde se “observa que as medidas de desvio de preços no mercado residencial face aos fundamentos económicos registam valores ligeiramente positivos desde o terceiro trimestre de 2011”.
O supervisor revela que em termos acumulados, entre o segundo trimestre de 2013 e o quarto trimestre de 2017, os preços da habitação em Portugal aumentaram 32% (em termos nominais) e 27% (em termos reais). A dinâmica de crescimento é superior à queda registada entre 2010 e 2013, que foi de 15% e 18%, em termos nominais e reais, respectivamente. “Os preços do imobiliário residencial recuperaram para níveis próximos dos registados em 2008”, refere o relatório, acrescentando que “a recuperação da oferta de habitação não tem sido suficiente para impedir o aumento dos preços”, suportados por factores como “o aumento do rendimento disponível das famílias e a redução do desemprego, assim como pela dinâmica do turismo, que tem motivado a procura específica relacionada com o alojamento local”.
O BdP reforça a preocupação pelo endividamento dos particulares, no crédito à habitação e também ao consumo. “Apesar de as famílias portuguesas “terem reduzido de forma muito significativa os seus níveis de endividamento, continuam a apresentar um dos valores mais elevados de entre os países da União Europeia”, lê-se no documento.
O stock de crédito à habitação das família tem vindo a descer desde o final de 2011, mas está a abrandar e “paralelamente, tem-se observado um aumento acentuado dos fluxos de novos empréstimos à habitação, embora registando níveis muito inferiores aos atingidos antes da crise económica e financeira (…)”.
Os bancos estão desde 2015 a facilitar a concessão de crédito às famílias, designadamente através do alargamento de maturidades e a continua descida dos spreads (margem comercial dos bancos), o que levou o BdP a anunciar no passado mês de Fevereiro uma medida macroprodencial para o crédito, impondo critérios bem mais conservadores a ter em conta antes da decisão de novos empréstimos. A medida só entra em vigor no próximo dia 1 de Julho.
No mercado imobiliário comercial - escritórios, retalho, industrial, residencial (arrendamento habitacional) - depois de “uma queda bastante acentuada, observa-se, desde 2014, uma recuperação dos preços do mercado imobiliário comercial, embora a um ritmo claramente inferior ao dos preços do mercado imobiliário residencial”. Refere o relatório, acrescentando que, “em 2017, cerca de 80% do investimento no mercado imobiliário comercial português foi efectuado por não residentes”. E “muito embora os bancos portugueses não estejam a ser os principais dinamizadores do mercado imobiliário, um eventual decréscimo acentuado de preços neste mercado teria efeitos negativos sobre o sector bancário, condicionando a venda dos imóveis detidos pelas instituições de crédito e, por outro, dificultando a diminuição dos NPL [empréstimos non-performing ou crédito de cobrança duvidosa] associados a crédito garantido por imóveis”.
O relatório começa com uma nota positiva: ”A resiliência da economia portuguesa à eventual materialização de riscos para a estabilidade financeira tem vindo a aumentar e teve sequência em 2017”. Para esse processo foi fundamental a significativa redução dos rácios de endividamento das empresas e dos particulares, e a maior robustez do sector bancário.
“Em 2017 o sistema bancário português apresentou um conjunto de desenvolvimentos positivos, que incluíram o aumento da rendibilidade acompanhado de um aumento da eficiência operacional, a redução muito significativa do elevado stock de empréstimos non-performing (NPL), e o aumento dos rácios de capita, destaca o relatório.
Ao nível dos riscos gerais, e para além da preocupação com o impacto de uma previsível subida de juros de curto prazo, embora de forma gradual, mas com impacto nos particulares, empresas e bancos, o BdP destaca que “o risco de uma reavaliação em alta dos prémios de risco a nível global permanece elevado, em particular num quadro de riscos geopolíticos e económicos, como por exemplo a adopção de medidas proteccionistas”. A este nível refere que “a concretização deste cenário tenderá a ter consequências negativas sobre a economia e o comércio mundiais”.
E T3, já agora. []
E T3, já agora.
Talvez algo deste género:
https://www.idealista.pt/imovel/29799129/
Porque um T1 não me chega, senão este: https://www.idealista.pt/imovel/29370517/
Se tivesse 1 milhão para gastar, comprava algo deste género e gastava o remanescente na remodelação:
https://www.remax.pt/Moradia-Venda-...3751223-1?LFPNNSource=Search&cKey=123751223-1
Ou então comprava um apartamento aqui, apesar de ainda nem estar construído:
https://www.idealista.pt/imovel/28853137/
Por acaso não vejo desse lado da cidade, é mais no oposto por conveniência laboral.
Para mim um T1 não vai chegar, não no formato que se encontra normalmente.
Achas que não é possível?
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