Tópico das Casas

Continuo a dizer que mais importante que pedir 50% ou 100% do valor do imóvel é o valor que se pede VS os rendimentos que se tem!

Por isso prefiro que venham os 100%, se for possível. Caso não seja darei entrada no mínimo possível também!

Quanto mais ficar na conta poupança melhor! [:D][:D]
Nas 2x que comprei casa fiz o mesmo.

Comprei sempre com o mínimo de entrada possível e o máximo de tempo possível a pagar.

Depois conforme for correndo a vida logo se vê.

Prefiro encarar a despesa mensal de uma casa como algo para toda a vida.
Quase como se vivesse numa casa arrendada.
Prefiro assim, e ter o valor da poupança sempre intacto e o sobrar-me o máximo possível dos salários ao fim do mês.

No entanto para além disso desta última vez que comprei casa, certifiquei-me que a prestação da mesma não ia ultrapassar mais do que 30% dos valores dos nossos rendimentos mensais, mesmo que as taxas subisse 2% em relação ao valor registado na altura da compra.
 
Nas 2x que comprei casa fiz o mesmo.

Comprei sempre com o mínimo de entrada possível e o máximo de tempo possível a pagar.

Depois conforme for correndo a vida logo se vê.

Prefiro encarar a despesa mensal de uma casa como algo para toda a vida.
Quase como se vivesse numa casa arrendada.
Prefiro assim, e ter o valor da poupança sempre intacto e o sobrar-me o máximo possível dos salários ao fim do mês.

No entanto para além disso desta última vez que comprei casa, certifiquei-me que a prestação da mesma não ia ultrapassar mais do que 30% dos valores dos nossos rendimentos mensais, mesmo que as taxas subisse 2% em relação ao valor registado na altura da compra.

Pois...também estou a fazer contas dessa forma!
[;)]
 
Concordo.
Convém que a prestação mensal a pagar ao banco com seguros não ultrapasse 1/3 do total dos rendimentos do casal.

Quem ganhar líquidos 2500e (casal) a prestação não convém ultrapassar os 850e.
No meu caso passa um pouco o 1/3 mas há boas perspetivas de subida de ordenados de ambos
 
Concordo.
Convém que a prestação mensal a pagar ao banco com seguros não ultrapasse 1/3 do total dos rendimentos do casal.

Quem ganhar líquidos 2500e (casal) a prestação não convém ultrapassar os 850e.
No meu caso passa um pouco o 1/3 mas há boas perspetivas de subida de ordenados de ambos

A regra do 1/3 é uma realidade que deveria ser cumprida, mas acho que quando falamos de valores mais altos se torna perigosa.

Uma coisa é 1/3 de 1500€ outra bem diferente é 1/3 de 5000€. Em caso de problemas o resistir a uma ou outra situação é diferente.


No meu caso, quando pedi crédito habitação optei pelos 100%:
1) porque quis aproveitar o dinheiro que tinha para mobilar a casa a meu gosto;
2) porque o que ia poupar não chegava a 1000€.

E estou satisfeito com a decisão. De momento estou com uma taxa de esforço para a prestação a rondar os 10/11% e já acho um valor alto. É que a par da prestação há toda uma série de despesas que me fazem gastar á vontade mais 1400€ por mês, o que acumulado com a prestação dá um valor jeitoso.

No vosso caso não sei, mas somando os meus 1400€ de custo de vida aos vossos 850€ já daria um valor acima dos 2200€ o que pouco sobra para meter de lado.

Estabeleci objectivos de poupança este ano, e tomei consciência de despesas que me pareciam á vista pequenas e que agora somadas dão uma quantia grande.

Na minha opinião devemos entender as dividas como algo que nos rouba dinheiro todos os meses, mais não seja nos juros, logo quanto mais rápido as eliminar mais dinheiro conseguirei ter para aquilo que mais gosto de fazer. É uma espécie de aguentar, comprar por baixo, fazer esforços para mais tarde colher os frutos desse esforço.

Mas isto claro, há diversos pontos de vista e cada um está certo para quem o executa. [;)]
 
A regra do 1/3 é uma realidade que deveria ser cumprida, mas acho que quando falamos de valores mais altos se torna perigosa.

Uma coisa é 1/3 de 1500€ outra bem diferente é 1/3 de 5000€. Em caso de problemas o resistir a uma ou outra situação é diferente.


No meu caso, quando pedi crédito habitação optei pelos 100%:
1) porque quis aproveitar o dinheiro que tinha para mobilar a casa a meu gosto;
2) porque o que ia poupar não chegava a 1000€.

E estou satisfeito com a decisão. De momento estou com uma taxa de esforço para a prestação a rondar os 10/11% e já acho um valor alto. É que a par da prestação há toda uma série de despesas que me fazem gastar á vontade mais 1400€ por mês, o que acumulado com a prestação dá um valor jeitoso.

No vosso caso não sei, mas somando os meus 1400€ de custo de vida aos vossos 850€ já daria um valor acima dos 2200€ o que pouco sobra para meter de lado.

Estabeleci objectivos de poupança este ano, e tomei consciência de despesas que me pareciam á vista pequenas e que agora somadas dão uma quantia grande.

Na minha opinião devemos entender as dividas como algo que nos rouba dinheiro todos os meses, mais não seja nos juros, logo quanto mais rápido as eliminar mais dinheiro conseguirei ter para aquilo que mais gosto de fazer. É uma espécie de aguentar, comprar por baixo, fazer esforços para mais tarde colher os frutos desse esforço.

Mas isto claro, há diversos pontos de vista e cada um está certo para quem o executa. [;)]
A minha prestação é de 400€ já com seguros
 
A regra do 1/3 é uma realidade que deveria ser cumprida, mas acho que quando falamos de valores mais altos se torna perigosa.

Uma coisa é 1/3 de 1500€ outra bem diferente é 1/3 de 5000€. Em caso de problemas o resistir a uma ou outra situação é diferente.


No meu caso, quando pedi crédito habitação optei pelos 100%:
1) porque quis aproveitar o dinheiro que tinha para mobilar a casa a meu gosto;
2) porque o que ia poupar não chegava a 1000€.

E estou satisfeito com a decisão. De momento estou com uma taxa de esforço para a prestação a rondar os 10/11% e já acho um valor alto. É que a par da prestação há toda uma série de despesas que me fazem gastar á vontade mais 1400€ por mês, o que acumulado com a prestação dá um valor jeitoso.

No vosso caso não sei, mas somando os meus 1400€ de custo de vida aos vossos 850€ já daria um valor acima dos 2200€ o que pouco sobra para meter de lado.

Estabeleci objectivos de poupança este ano, e tomei consciência de despesas que me pareciam á vista pequenas e que agora somadas dão uma quantia grande.

Na minha opinião devemos entender as dividas como algo que nos rouba dinheiro todos os meses, mais não seja nos juros, logo quanto mais rápido as eliminar mais dinheiro conseguirei ter para aquilo que mais gosto de fazer. É uma espécie de aguentar, comprar por baixo, fazer esforços para mais tarde colher os frutos desse esforço.

Mas isto claro, há diversos pontos de vista e cada um está certo para quem o executa. [;)]

Eu acho que 1400€ de despesas que referes que estão directamente ligadas à casa excessivo!

Actualmente pago 270€ e irei passar a cerca de 500€/mês com seguros.

Qualquer arrendamento de t3 anda nos 600€ se for um apartamento médio/baixo.

Quando referes os 1400€ presumo que estejas a incluir gastos com combustíveis e alimentação, caso contrário não consigo perceber!
 
Por acaso ando em dúvida sobre compra de casa. Sempre vivi em casas alugadas e nunca senti grande necessidade de fazer um investimento tão grande.

Às vezes estou mais virado para o assunto e cheguei a fazer algumas visitas a apartamentos que me chamaram mesmo à atenção. Mas a partir de Setembro vou para o Reino Unido pelo menos por 1 ano. Talvez fique por lá ou me mude para outro país.

Por outro lado, faz-me alguma confusão não ter sítio próprio onde ficar quando quiser vir a Portugal. E mesmo assim o mais lógico seria alugá-lo enquanto estivesse fora, pelo que nunca estaria disponível para mim.

Para além disso, teria de ser muito bem localizado, o que se traduziria num investimento alto e não sei até que ponto me compensaria um compromisso financeiro tão longo.
 
Por acaso ando em dúvida sobre compra de casa. Sempre vivi em casas alugadas e nunca senti grande necessidade de fazer um investimento tão grande.

Às vezes estou mais virado para o assunto e cheguei a fazer algumas visitas a apartamentos que me chamaram mesmo à atenção. Mas a partir de Setembro vou para o Reino Unido pelo menos por 1 ano. Talvez fique por lá ou me mude para outro país.

Por outro lado, faz-me alguma confusão não ter sítio próprio onde ficar quando quiser vir a Portugal. E mesmo assim o mais lógico seria alugá-lo enquanto estivesse fora, pelo que nunca estaria disponível para mim.

Para além disso, teria de ser muito bem localizado, o que se traduziria num investimento alto e não sei até que ponto me compensaria um compromisso financeiro tão longo.

não compres!

No Natal ficas em casa de familiares, em férias Airbnb ou HomeAway e resolves a coisa
se pretendes fazer vida fora de PT, o ideal é não comprares, a não ser que seja uma grande oportunidade de investimento (para arrendamento, e aí tens de ter alguém que te trate das coisas cá)

porvavelmente se fosse na casa dos 20's e como o mercado está, já estaria lá fora e nunca na vida compraria.
Como tenho vida estabilizada em Lisboa (carreira, filhas, etc) acabei por comprar, mas se tiver que ir para fora não é porque tenho casa comprada. Ou vendo ou alugo
 
Por acaso ando em dúvida sobre compra de casa. Sempre vivi em casas alugadas e nunca senti grande necessidade de fazer um investimento tão grande.

Às vezes estou mais virado para o assunto e cheguei a fazer algumas visitas a apartamentos que me chamaram mesmo à atenção. Mas a partir de Setembro vou para o Reino Unido pelo menos por 1 ano. Talvez fique por lá ou me mude para outro país.

Por outro lado, faz-me alguma confusão não ter sítio próprio onde ficar quando quiser vir a Portugal. E mesmo assim o mais lógico seria alugá-lo enquanto estivesse fora, pelo que nunca estaria disponível para mim.

Para além disso, teria de ser muito bem localizado, o que se traduziria num investimento alto e não sei até que ponto me compensaria um compromisso financeiro tão longo.
Na tua situação, comprar é um erro.

Quando cá vieres arranjas sítio onde ficar, facilmente.
 
não compres!

No Natal ficas em casa de familiares, em férias Airbnb ou HomeAway e resolves a coisa
se pretendes fazer vida fora de PT, o ideal é não comprares, a não ser que seja uma grande oportunidade de investimento (para arrendamento, e aí tens de ter alguém que te trate das coisas cá)

porvavelmente se fosse na casa dos 20's e como o mercado está, já estaria lá fora e nunca na vida compraria.
Como tenho vida estabilizada em Lisboa (carreira, filhas, etc) acabei por comprar, mas se tiver que ir para fora não é porque tenho casa comprada. Ou vendo ou alugo

Muita gente me diz isso, principalmente porque já ando há muitos anos aos saltos. Tirei o curso no UK, depois vim para cá trabalhar, depois fui outra vez para fora, depois voltei outra vez para trabalhar numa multinacional que felizmente dá a possibilidade de sermos alocados a qualquer pais onde está presente. É precisamente por esse motivo que em Setembro estou de regresso ao UK.

A casa dos 20's já lá vai para mim também. [:D]
 
Eu acho que 1400€ de despesas que referes que estão directamente ligadas à casa excessivo!

Actualmente pago 270€ e irei passar a cerca de 500€/mês com seguros.

Qualquer arrendamento de t3 anda nos 600€ se for um apartamento médio/baixo.

Quando referes os 1400€ presumo que estejas a incluir gastos com combustíveis e alimentação, caso contrário não consigo perceber!

1400€ é o custo de vida, gás, luz, água, alimentação, condominio, carro, seguros, jantares, férias...etc. [;)]
Olha que se gastam rápido.[:D]
 
Eu com 20 e picos bazava daqui pa fora sem qq dúvida...
Estou farto disto.
Este país é o contrario do gajo do meu avatar.
É um país para velhos em que a antiguidade justifica uma brutal desigualdade salarial quer no privado quer no publico.
 
Eu com 20 e picos bazava daqui pa fora sem qq dúvida...
Estou farto disto.
Este país é o contrario do gajo do meu avatar.
É um país para velhos em que a antiguidade justifica uma brutal desigualdade salarial quer no privado quer no publico.
Isso depende de tanta coisa.

Lá fora ganha-se bem melhor, mas o custo de vida é também superior.

Pela minha experiência pessoal, acho que quem conseguir um emprego decente e quando digo decente é com vencimentos de pelo menos o dobro do salário mínimo, aqui mais para o Minho ou interior do país, consegue uma vida equilibrada.
 
Aliás, pelo que descreves, acho que nem deves comprar aqui, nem em lado nenhum.

Pelo menos até teres ideia de que é para assentar de vez ;)

Sim, naturalmente, Se não compro aqui, não vou comprar em mais lado nenhum. A comprar seria aqui porque a Portugal volto sempre com alguma frequência, esteja onde estiver.

O assentar de vez é muito aborrecido, não faço planos. [:D] Aliás, depois de acabar o curso voltei porque precisava de mudar de ares. Ao fim de 2 anos estava a trepar paredes, já não aguentava cá estar e foi por isso que saí. Agora está a passar-se mais ou menos o mesmo.
 
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