Tópico das Casas

Não há só *uma* resposta a esta questão. Solteiro? Com filhos? Muitos filhos? Tem salário ou só tem 600k para viver? Trabalha de casa? Está reformado? Onde trabalha? Gosta de andar de carro? Tem hobbies?
Não interessa, se compraste uma casa boa numa zona boa é porque és "daqueles que tem aversão às zonas "de pobre". só manias" [:cool:]
 
Não interessa, se compraste uma casa boa numa zona boa é porque és "daqueles que tem aversão às zonas "de pobre". só manias" [:cool:]

Portanto um T2 ou T3 em Lisboa custar quase 1M de Euros é um bom custo/benefício? Se tivesses 1M Preferias viver em Vialonga, em Alfornelos, em Massamá e passar o resto da tua vida a fazer o que gostas ou gastar isso tudo num T2 em Lisboa e ficar quase a zeros?

Tens noção daquilo que dá para fazer com imagina 800k nesta vida? Tens noção que só se vive uma vez não tens?
 
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Não há só *uma* resposta a esta questão. Solteiro? Com filhos? Muitos filhos? Tem salário ou só tem 600k para viver? Trabalha de casa? Está reformado? Onde trabalha? Gosta de andar de carro? Tem hobbies?



PS: *Eu*, pedia 350k ao banco, metia 350k dos meus, e comprava um bom apartamento em Lisboa numa zona de boas escolas. Isto porque valorizo muito a qualidade de vida associada a não andar no pára-arranca. Mas isso sou eu.
Estou a contar 600k no banco e ir trabalhando como até agora trabalho, no pára-arranca para mim não faz diferença pois os meus horários de trabalho não apanho trânsito mas eu também não saia da zona onde vivo agora mudava era de um apartamento para moradia[;)].
E mesmo assim provavelmente só gastava 200mil pois conto que o meu apartamento valha uns 100mil.
 
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Estou a contar 600k no banco e ir trabalhando como até agora trabalho, no pára-arranca para mim não faz diferença pois os meus horários de trabalho não apanho trânsito mas eu também não saia da zona onde vivo agora mudava era de um apartamento para moradia[;)].
E mesmo assim provavelmente só gastava 200mil pois conto que o meu apartamento valha uns 100mil.


Como disse, não há uma resposta única. E ainda bem!

Agora mentalizem-se se é mais caro num determinado sítio, é porque há mais gente a querer comprar lá...
 
Pessoal, uma dúvida.

Estava a rever documentação e não encontro a licença de utilização (ou licença de habitação) do apartamento.
Supostamente isto era obrigatório para a escritura, pelo menos, mas não estou a encontrá-la.

Nessa eventualidade, de não a encontrar, isto pede-se em que serviço da Câmara (neste caso Lisboa), alguém sabe?
 
Pessoal, uma dúvida.

Estava a rever documentação e não encontro a licença de utilização (ou licença de habitação) do apartamento.
Supostamente isto era obrigatório para a escritura, pelo menos, mas não estou a encontrá-la.

Nessa eventualidade, de não a encontrar, isto pede-se em que serviço da Câmara (neste caso Lisboa), alguém sabe?

O vendedor deve fornecer sim, mas consegues isso na Câmara com toda certeza ( podes é perder dias ou semanas...)

O número da licença deve constar do CPCV.

Agora não sei se é o Notário que deve verificar ou tu...
 
Pessoal, uma dúvida.

Estava a rever documentação e não encontro a licença de utilização (ou licença de habitação) do apartamento.
Supostamente isto era obrigatório para a escritura, pelo menos, mas não estou a encontrá-la.

Nessa eventualidade, de não a encontrar, isto pede-se em que serviço da Câmara (neste caso Lisboa), alguém sabe?

Tens que ver se está averbada na certidão permanente. Se estiver é suficiente.

Só se não estiver é que tens que a tentar obter na câmara.

De que ano é a casa ? Anterior a 1951 não precisa. [;)]
 
Como disse, não há uma resposta única. E ainda bem!

Agora mentalizem-se se é mais caro num determinado sítio, é porque há mais gente a querer comprar lá...

É mesmo isto. É tão simples.

Para quem não tenha um horário muito mainstream do tipo 9-18, ou que não tenha que ir todos os dias ao seu local de trabalho, há opções mais fora dos grandes centros urbanos bem porreiras.

Já agora há um ambiente tipo suburbano, composto maioritariamente de pessoas que vivem nos arredores e trabalham nos grandes centros urbanos, tipo trabalhar nas Amoreiras em Lisboa e viver em São Marcos (linha de Sintra) e há ambientes um pouco mais rústicos com mais vida própria, por exemplo trabalhar em nas Amoreiras em Lisboa e viver em Alcabideche, mesmo na povoação. Eu pessoalmente gosto mais destes últimos.
 
É valorizável viveres num local em que haja muita coisa a distância de se poder fazer a pé.

Desde beber um café, comprar jornal, a ir comprar uma coisa de última hora que falta, tipo cebolas, arroz, ... etc. depois a possibilidade dos filhos andarem na escola publica, perto (walking distance) e com um ambiente normal (sem muitos gandulos), todas estas pequenas coisas são relevantes.
Certo, o que varia muito é o que cada um está disposto a pagar para ter essa mais valia.
Eu gosto de ter uma ou outra coisa perto, mas se for muita coisa já não gosto.
 
Se tivesses 600k no banco e fosses comprar um casa preferias gastar 150k nos subúrbios numa zona calma e ficar com 450k ou gastar tudo no centro da cidade e ficar com 0k?...

O custo/benefício de uma casa no centro de Lx é ridículo... a não ser que sejas daqueles que tem aversão às zonas "de pobre". só manias
São preferências hóme, cada um tem as suas, há que respeitar.
 
São preferências hóme, cada um tem as suas, há que respeitar.

Claro, há muitas pessoas que compram casas em zonas que estão na moda, o mais procurado está longe de ser o melhor, um T2 em Odivelas ou em Alfornelos tem um custo/beneficio muito superior a um T2 no centro de Lisboa, a diferença de preço é absurda porque há localizações que simplesmente estão na moda, há dez anos ninguém ligava a casas em certas zonas que hoje em dia são chiques porque sim.
 
Tens que ver se está averbada na certidão permanente. Se estiver é suficiente.

Só se não estiver é que tens que a tentar obter na câmara.

De que ano é a casa ? Anterior a 1951 não precisa. [;)]


Sendo assim é melhor perguntar ao notário se exige ou não...

Eu por exemplo arrendo um AP e nunca vi a licença mas número da licença consta da certidão ( é porque existe) . Mas não tenho o documento...
Em caso de venda não sei se pedem ou não.
 
Claro, há muitas pessoas que compram casas em zonas que estão na moda, o mais procurado está longe de ser o melhor, um T2 em Odivelas ou em Alfornelos tem um custo/beneficio muito superior a um T2 no centro de Lisboa, a diferença de preço é absurda porque há localizações que simplesmente estão na moda, há dez anos ninguém ligava a casas em certas zonas que hoje em dia são chiques porque sim.

Como por exemplo ?

Estás muito agarrado a essa ideia de custo/benefício que quando se fala de casa não é nada fácil de enquadrar.

Para te chocar já vi no mesmo prédio apartamentos exatamente iguais, portanto na mesma prumada, custarem o dobro (2x mais) que outros por causa de serem um andar alto com vista muito boa em oposição a um andar baixo sem vista.

Refiro-me a preços do construtor/promotor do prédio, em novo
 
Pessoal, uma dúvida.

Estava a rever documentação e não encontro a licença de utilização (ou licença de habitação) do apartamento.
Supostamente isto era obrigatório para a escritura, pelo menos, mas não estou a encontrá-la.

Nessa eventualidade, de não a encontrar, isto pede-se em que serviço da Câmara (neste caso Lisboa), alguém sabe?

como foi referido, pode estar averbado na certidão permanente e verificado pelo notário no momento da escritura, pelo menos foi o que aconteceu na minha ultima compra.

em todo o caso e por desconhecimento do tal averbamento, também solicitei ao antigo proprietário a licença de utilização. ele pediu à câmara municipal (amadora) que posteriormente enviou a certidão.
julgo que demorou em torno de 1 mês entre o pedido a emissão do documento.
 
Como disse, não há uma resposta única. E ainda bem!
Agora mentalizem-se se é mais caro num determinado sítio, é porque há mais gente a querer comprar lá...

Os exercícios que se estão a fazer aqui não têm realidade.

Quem tem 600k parados no banco? Uma minoria.

Quem tem 600k parados no banco e compra uma casa (Hab. Princ) de 150k? Uma ainda maior minoria.

Quem tem 600k parados no banco, compra uma casa de 150 e fica com 450k para "viver a vida"? Ainda menos.

Isso parecem exercícios de euromilhões/"saiu a lotaria", isto é, de ter, de repente, uma soma avultada e não ter rendimentos regulares proporcionais a essa "poupança".

A esmagadora maioria das pessoas (friso a parte da maioria) abandona os centros das cidades porque a pressão imobiliária é tal que não conseguem acompanhar os preços com o crescimento da família. Não é porque gostam de ir viver para fora de Lisboa.

Se hoje numa localização central (não estou a falar de periferias dentro da própria cidade como a Alta de Lisboa) é difícil comprar um T1 por menos de 350k, um T2 pequeno por meio milhão de euros, um T3 também muito pouco espaçoso por menos de 750k e um T4 por menos de 1M...

...obviamente que é difícil/impossivel à classe média -e mesmo média-alta- comprar em Lisboa.

Ficam os que herderam.

Ou os que fazem enormes compromissos com o espaço e vão aguentando (ausência de garagem, rapaz/rapariga a partilharem o mesmo quarto, 3 miúdos enfiados no mesmo quarto, quartos "+1" sem janela, etc.).

Por último, o grande benefício de uma localização central para uma vida social com mais saídas e cultura/espetáculos tem uma fase da vida de maior interesse (geralmente quando não temos a família constituída) e não se mantem necessariamente, no mesmo formato ou intensidade, ao longo da vida.

Chega a uma altura que é, muitas vezes, mais importante estar ao pé de espaços verdes, ou do rio/mar ou até de um centro comercial com um simples cinema, ou conseguir viver numa zona mais calma sem o caos sonoro, de trânsito ou de comércio inerente a viver nas zonas mais centrais de Lisboa.

Que em Lisboa pode ser viver ao lado do entra e sai de um hotel/hostel, café/restaurante, ouvir todo o barulho da rua ao sábado de manhã ou o trânsito do final de tarde, os bêbados da noite, etc, etc. etc. Isso é qualidade de vida? Não é.

E escapar a isso em Lisboa numa localização central exige MUITO dinheiro.

Nomeadamente o conforto sonoro é muito difícil de conseguir se não se habitar em construção nova e/ou em andares mais elevados. E o conforto sonoro, dentro de casa, é o mais difícil de obter numa localização central.

E, por isso, é que temos zonas "suburbanas" com um preço de m2 que supera até zonas centrais de Lisboa: oferecem outras características de maior qualidade de vida sem, preferencialmente, um grande tempo de deslocação no pára-arranca.

Dito isto, viver fora da cidade numa zona suburbana com comércio e serviços é uma coisa. Mesmo aí conseguir "chegar" a uma moradia é muito difícil.

Outra é ir viver para "o campo", afastado de tudo e incluindo a capacidade de estar próximo de família e/ou amigos.

Conheço várias pessoas que ao fim de uns tempos dessa decisão de irem para o campo, e para muito boas casas, que se arrependeram por estarem longe de tudo, sobretudo das suas relações sociais.

É preciso muito cuidado para tomar essas opções de vida e pesar muito bem os benefícios vs desvantagens.

Sobretudo pelo simplismo de comparar T2 apertado em Lisboa vs moradia "espetacular" na murrunhanha de cima e não perceber como há loucos que preferem viver em Lisboa. E, não, não é para se dizer que se vive em Lisboa ou porque snobismo.
 
O vendedor deve fornecer sim, mas consegues isso na Câmara com toda certeza ( podes é perder dias ou semanas...)

O número da licença deve constar do CPCV.

Agora não sei se é o Notário que deve verificar ou tu...

Tens que ver se está averbada na certidão permanente. Se estiver é suficiente.

Só se não estiver é que tens que a tentar obter na câmara.

De que ano é a casa ? Anterior a 1951 não precisa. [;)]


Fui rever comunicações da altura com a agência e parece que a Licença de utilização está inscrita na Certidão Permanente do imóvel.

Fui confirmar e realmente aparece lá um parágrafo a referir isso, com uma referência ("Nº Autorização") com um código e "CML" pelo meio:
"----------------------------------------------------------------------------------------------
Conservatória do Registo Predial de Lisboa
OFICIOSO
AP. 1918 de 2018/03/20 2018/03/21 14:56:27 - Autorização de Utilização
No AUTORIZAÇÃO : No 108/UT-CML/2018
DATA AUTORIZAÇÃO : 2018/02/26
ENTIDADE EMISSORA : CÂMARA MUNICIPAL
"

Parece ser uma coisa legítima. E pelos vistos foi o suficiente.

Pensava que seria necessário um documento específico/independente, mas pelos vistos basta isto.
 
o que me faz impressão é a facilidade/ banalidade que se fala de 400k/500k ou mesmo 600k, não é crítica a ninguém, apenas uma constatação

há 15 anos falava-se de 250/300k como sendo muito dinheiro, hoje são os novos 400/500, mas não vejo ordenados para pagar isto... :sh)
 
Sobretudo pelo simplismo de comparar T2 apertado em Lisboa vs moradia "espetacular" na murrunhanha de cima e não perceber como há loucos que preferem viver em Lisboa. E, não, não é para se dizer que se vive em Lisboa ou porque snobismo.


Acredita que é

A maior parte das pessoas de boas famílias ou mais chiques nem lhes passa pela cabeça viverem em sítios como Almada, Odivelas, Amadora, Loures e são zonas/cidades com todo o tipo de serviços essenciais e se calhar mais seguras do que o centro de Lx.
 
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