Exato... e aqui que reside o meu dilema.
Tenho 35 anos e neste momento estou numa fase de acumulação de ativos financeiros, e nesta fase de lateralização dos mercados financeiros é uma altura de ouro para acumular para o longo prazo.
Gostaria de me reformar antecipadamente aos 50-55.
Comprei uma casa em 2020, um t2 em carcavelos por 239k a 1500m da praia, faculdade e afins (entretanto os preços aqui na zona dispararam completamente).
Sendo uma zona com elevada procura e rendas elevadas, o meu objetivo sempre foi viver lá a médio prazo (4-8 anos) e depois colocar no mercado de arrendamento.
Isto porque tenho muita flexibilidade onde posso trabalhar e gostaria de sair da zona metropolitana de lisboa para criar familia com a rapariga (1h-2h de lisboa).
Neste momento apenas tenho uma divida CH em nome individual, 209k a 38 anos com 0.47% juros e 1% spread já atualizado em setembro o que corresponde a uma taxa de esforço total de 28% (já com seguros e não tenho despesas adicionais devido a beneficios corporativos).
Dilema, onde será que ao fim de 20 anos o capital que tenho agora rentabilizará mais (tendo em conta juros compostos):
- Abater o Crédito a habitação independentemente do objetivo de ser alugar a casa mais tarde, posso abater 7.5% agora e mais 10% até fevereiro (março volta a atualizar a taxa).
Consigo abater 14k anualmente em adição a aquilo que é a prestação mensal.
OU
- Continuar esta fase boa de acumulação de ativos, acumumular também capital para eventuais bons negocios que possam surgir para a 2ª casa onde me vou juntar com a mulher e aguentar a bomboca por enquanto... sabendo que também parte da bomboca e da divida é comida pela inflação sendo que, ao fim do dia, a casa será para alugar daqui a uns tempos trazendo mais uma fonte de liquidez (as rendas da zona são atualmente mais do dobro da minha prestação atual e as casas desaparecem em menos de 1 mês).
Tenho 6 meses para me decidir [

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