Tópico das Casas

Pode muito bem ser essa a média, porque contratos antigos pagarão bem menos que isso. O problema são os outros 50% de contratos bem acima desse valor.

Eventualmente.
Mas há maneiras de apresentar os dados.
Deviam ser por exemplo por montante em dívida.

Claro que se pegarmos no Zé que comprou uma casa em 1980 a 45 anos e custou 50.000€, agora que já só faltam 3 anos de prestação, paga pouco mas o montante em dívida é baixo.
Não é o mesmo que o Jorge que comprou casa de 350.000€ em 2020 a 45 anos. E que ainda lhe faltam 43 anos de prestações.

Digamos que o 1º paga 80€ de prestação, o 2º paga 1000€, Na verdade a média é 540€.
Mas isso é totalmente enganador do reflexo das dívidas.
 

Mais uma notícia enganadora/falaciosa.

Título: 90% dos créditos têm taxa de esforço inferior a 27%

Corpo da notícia: 90% dos créditos realizados desde 2019 foram contratualizados com uma taxa de esforço inferior a 27%


Ou seja, quando foram contratados até podiam ter taxa de esforço inferior a 27%. Não quer dizer que hoje ainda tenham. É aliás provável que essa taxa de esforço tenha aumentado (e vá aumentar no futuro próximo).

Tenho até algumas dúvidas que os bancos façam o controlo da taxa de esforço de forma pró-activa.
 
Não fazem, naturalmente.

Até para se implementar os PARI e PERSI é um filme e existe/iu imensa resistência.....

Vai rebentar novamente, já o venho dizendo há algum tempo, a única coisa que pode safar é se o desemprego se mantiver a bons niveis; agora com fabricas a fechar, negocio a arrefecer..... nem quero pensar.
 
Mais uma notícia enganadora/falaciosa.

Título: 90% dos créditos têm taxa de esforço inferior a 27%

Corpo da notícia: 90% dos créditos realizados desde 2019 foram contratualizados com uma taxa de esforço inferior a 27%


Ou seja, quando foram contratados até podiam ter taxa de esforço inferior a 27%. Não quer dizer que hoje ainda tenham. É aliás provável que essa taxa de esforço tenha aumentado (e vá aumentar no futuro próximo).

Tenho até algumas dúvidas que os bancos façam o controlo da taxa de esforço de forma pró-activa.
Ou a taxa de esforço pode ter descido. Basta teres um aumento de rendimentos.
 
Sim, nesse aspecto sim. Estava a pensar em, periodicamente, fazer algum tipo de renegociação (alterando o prazo, amortizando, por ex).

Na minha situação actual, o actual banco (BPI) continua a dizer que apenas tem a taxa 12 meses para a apresentar para o crédito, o que será um aumento grandito para a renovação, que se reflecte no início de Dezembro (usando o simulador no site dá para ter uma ideia).
Do balcão apenas me saberão dizer o valor certo calculado no início do mês.... que é quando for descontar a prestação de Novembro e é apresentado o valor da próxima.... (o mês de referência para o meu crédito é o mês de Setembro)

Significa que não me ajudam em nada, para saber o novo valor basta ver na aplicação o valor [:D]
Enfim.
 
Aqui existem 2 situações:
1 - créditos novos vão ser temporariamente mais difíceis de obter e acredito que possa levar a ajuste nos preços.
2- quem já tem créditos vai acomodar as subidas desde que não haja desemprego
 
Aqui existem 2 situações:
1 - créditos novos vão ser temporariamente mais difíceis de obter e acredito que possa levar a ajuste nos preços.
2- quem já tem créditos vai acomodar as subidas desde que não haja desemprego

Vai acomodar, vamos ver. Se se confirmar a subida das taxas de referência em 1,25% até ao final do ano e a Euribor acompanhar a tendência, seguiremos para uma Euribor a 12M a 4%.
Isto no meu caso por exemplo, passarei de uma taxa de esforço de 10% para cerca do dobro.

Obviamente que estou capaz de o fazer, mas já me vai custar e de que maneira perder tanto conforto no orçamento mensal. Agora juntemos a isto a revisão do preço da energia que em muitos contratos ainda não se verificou, bem como toda a restante inflação e isto vai custar a todos, mas os que estão a 30% ou mais de taxa de esforço, vão ficar rapidamente no sufoco.
 
Sim, nesse aspecto sim. Estava a pensar em, periodicamente, fazer algum tipo de renegociação (alterando o prazo, amortizando, por ex).

Na minha situação actual, o actual banco (BPI) continua a dizer que apenas tem a taxa 12 meses para a apresentar para o crédito, o que será um aumento grandito para a renovação, que se reflecte no início de Dezembro (usando o simulador no site dá para ter uma ideia).
Do balcão apenas me saberão dizer o valor certo calculado no início do mês.... que é quando for descontar a prestação de Novembro e é apresentado o valor da próxima.... (o mês de referência para o meu crédito é o mês de Setembro)

Significa que não me ajudam em nada, para saber o novo valor basta ver na aplicação o valor [:D]
Enfim.

Não acompanhei a discussão para trás mas no link consegues fazer tu a simulação.

Basta saberes o capital, o prazo em falta e a tx média do mês relevante.

Para o Outubro, a média da 12m até agora é 2,64%. Óbvio que faltam 3 sessões que pode fazer variar a média.


https://www.doutorfinancas.pt/calculadora-de-prestacao-de-credito-habitacao/
 
Vai acomodar, vamos ver. Se se confirmar a subida das taxas de referência em 1,25% até ao final do ano e a Euribor acompanhar a tendência, seguiremos para uma Euribor a 12M a 4%.
Isto no meu caso por exemplo, passarei de uma taxa de esforço de 10% para cerca do dobro.

Obviamente que estou capaz de o fazer, mas já me vai custar e de que maneira perder tanto conforto no orçamento mensal. Agora juntemos a isto a revisão do preço da energia que em muitos contratos ainda não se verificou, bem como toda a restante inflação e isto vai custar a todos, mas os que estão a 30% ou mais de taxa de esforço, vão ficar rapidamente no sufoco.

Tudo é facilmente preterido para pagar o CH
 
Vai acomodar, vamos ver. Se se confirmar a subida das taxas de referência em 1,25% até ao final do ano e a Euribor acompanhar a tendência, seguiremos para uma Euribor a 12M a 4%.
Isto no meu caso por exemplo, passarei de uma taxa de esforço de 10% para cerca do dobro.


Obviamente que estou capaz de o fazer, mas já me vai custar e de que maneira perder tanto conforto no orçamento mensal. Agora juntemos a isto a revisão do preço da energia que em muitos contratos ainda não se verificou, bem como toda a restante inflação e isto vai custar a todos, mas os que estão a 30% ou mais de taxa de esforço, vão ficar rapidamente no sufoco.

Dobro?

Estive agora a simular e para passar para o dobro, no meu caso, as euribor teriam de subir acima dos 8%...
 
Não consigo colocar visível, de qualquer forma parece-me será bastante apelativo

Amanha irei entrar em contacto com eles, já é onde tenho CH, vamos ver se deixam trocar…
 
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