Tópico das Casas

Recentemente falei com um conhecido que vendeu a sua casa há cerca de 2 anos e fez um CPCV para comprar uma ainda em construção e arrendou para "esperar"

Alguns factos:

- A casa nova era suposto estar pronta em Setembro de 2022, está agora e falta a licença de utilização, previsão ? princípio do Verão de 2023
- Apesar de estar com um bom valor de arrendamento, já desatualizado, o senhorio facilita este processo de sair quando tiverem as coisas prontas, ou seja não se sabe exatamente quando (grande sorte aqui)
- A prestação projectada de CH na altura do CPCV é hoje mais 50% ou seja passou de 1.200 para 1.800 e ainda agravará mais até de facto se fazer o empréstimo na escritura
- No caso vão manter o plano e creio que estão a tentar arranjar formas de pedir um pouco menos emprestado, com base em poupanças (mais tempo) em descapitalização e na alienação de algum património (carro de lazer)

Seguramente haverá alguns casos destes.
 
Recebi hoje as propostas de CH através do Dr. Finanças.

Baixam-me o Spread em relação ao atual (de 1.25 para 1 ou 9,5 noutra proposta).
No entanto, ainda sem analisar as restantes taxas, o valor de mensalidade fica praticamente igual ao que tenho agora, juntando a isso os custos que estão indicados para a transferência de 2 créditos (um habitação e outro multiopções e aqui davam-me uma taxa de spread bem mais baixa, mas a mensalidade fica praticamente igual à atual), não vejo grande vantagem na troca de CH. Tenho de analisar com mais calma, mas, efetivamente, o Spread não é tudo.
 
Comam mais brioches

No ano em que assistimos ao maior recuo do século no peso da retribuição do trabalho no PIB, os salários nominais cresceram apenas 3,4% enquanto as novas rendas da habitação subiram 20,6% no conjunto do país e 28,3% no distrito de Lisboa.



Isto, como escrevi há um par de dias, ao mesmo tempo que de 2015 a 2022, o preço do m2 da habitação em Portugal cresceu 5,5 vezes mais do que o salário nominal médio auferido no país (e 7,2 vezes mais no distrito de Lisboa).

Ao resultado deste, mais ou menos explícito, mas permanente, conflito redistributivo, os economistas chamam distribuição funcional do rendimento: o que não vai para salários, vai necessariamente para lucros, rendas e juros.

A vida não pode ser esta rematada injustiça.​
 


Ai está a confirmação do que todos já sabiam.

Let the games (of "amigalhaços") begin. ​

Eu não quero ser o tipo do - eu bem avisei…mas eu bem avisei.

Eu falei naqueles que iam vender 100 ou 200 casas.

Ok, admito que não me lembrei dos que iam vender 1000 ou 2000 casas, mas estive lá perto.

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Recentemente falei com um conhecido que vendeu a sua casa há cerca de 2 anos e fez um CPCV para comprar uma ainda em construção e arrendou para "esperar"

Alguns factos:

- A casa nova era suposto estar pronta em Setembro de 2022, está agora e falta a licença de utilização, previsão ? princípio do Verão de 2023
- Apesar de estar com um bom valor de arrendamento, já desatualizado, o senhorio facilita este processo de sair quando tiverem as coisas prontas, ou seja não se sabe exatamente quando (grande sorte aqui)
- A prestação projectada de CH na altura do CPCV é hoje mais 50% ou seja passou de 1.200 para 1.800 e ainda agravará mais até de facto se fazer o empréstimo na escritura
- No caso vão manter o plano e creio que estão a tentar arranjar formas de pedir um pouco menos emprestado, com base em poupanças (mais tempo) em descapitalização e na alienação de algum património (carro de lazer)

Seguramente haverá alguns casos destes.

Nestes casos é avançar com taxa fixa e resolve o problema!
 
Fui ver preços para T1, T2, T3 e T4 em Lisboa e está um exagero e com bastante falta de oferta em muitas zonas.

Nota-se que é a falta de oferta que empurra para os valores exagerados, mas também não se tem feito nada para o alterar.



Mas acho que não vai melhorar até eles publicarem a lei. Vai ficar tudo em águas de bacalhau à espera da legislação.



Estava também à procura de dados casas para venda para comparar com os 169.000 mil créditos habitação obtidos em 2022, mas não consigo encontrar informação fidedigna.
 
Nota-se que é a falta de oferta que empurra para os valores exagerados


será falta de oferta ou será porque existem muitas pessoas a conseguirem pagar essas exorbitâncias ?

se não houvesse clientes os preços não subiam, eles desciam até
 
Construção, construção e mais construção. Mantendo-se a procura não haverá ajustamento significativo sem aumento da oferta.
 
Recentemente falei com um conhecido que vendeu a sua casa há cerca de 2 anos e fez um CPCV para comprar uma ainda em construção e arrendou para "esperar"

Alguns factos:

- A casa nova era suposto estar pronta em Setembro de 2022, está agora e falta a licença de utilização, previsão ? princípio do Verão de 2023
- Apesar de estar com um bom valor de arrendamento, já desatualizado, o senhorio facilita este processo de sair quando tiverem as coisas prontas, ou seja não se sabe exatamente quando (grande sorte aqui)
- A prestação projectada de CH na altura do CPCV é hoje mais 50% ou seja passou de 1.200 para 1.800 e ainda agravará mais até de facto se fazer o empréstimo na escritura
- No caso vão manter o plano e creio que estão a tentar arranjar formas de pedir um pouco menos emprestado, com base em poupanças (mais tempo) em descapitalização e na alienação de algum património (carro de lazer)

Seguramente haverá alguns casos destes.

Há casos em que as pessoas deixaram de ter acesso ao credito porque a taxa de esforço subiu muito.
 
Qualquer dia começam os Okupas como ali para os lados de Espanha........o Kostini deu o primeiro passo.......

Quando temos uma secretário de estado da Habitação filha de um usurpador de funções como advogado, com falsificação de habilitações como o 44 ao Domingo.......

Estamos bem entregues.
 
Qualquer dia começam os Okupas como ali para os lados de Espanha........o Kostini deu o primeiro passo.......

Quando temos uma secretário de estado da Habitação filha de um usurpador de funções como advogado, com falsificação de habilitações como o 44 ao Domingo.......

Estamos bem entregues.

Esse caso foi notícia mas rapidamente abafado.

Que raio de pais este
 
será falta de oferta ou será porque existem muitas pessoas a conseguirem pagar essas exorbitâncias ?

se não houvesse clientes os preços não subiam, eles desciam até

Na minha opinião, falta de oferta claramente pelo menos nas zonas que sigo.

É impossível nalgumas zonas ainda grandes para algumas tipologias só haver oferta que se conta com os dedos da mão. E dessas casas algumas são Airbnb a preços absurdos, porque não custa €€ nada pedir.[:D]


Recordo a paragem do Airbnb em 2020, portanto não há muito tempo e da descida de preços que houve.

Depois a recuperação que houve e vários comentámos a evolução aqui no fórum.

Agora ainda está pior nalgumas zonas e nem estamos em época alta de turismo e ainda teremos a ajuda das jornadas da juventude este ano.
 
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