Tópico das Casas

O problema da habitação resolve-se em primeiro lugar com mais habitação disponível, muito condicionado desde logo pela capacidade que se pretende construir.

Ora, querer limitar a capacidade construtiva de um terreno em Lisboa, não me parece que seja a melhor solução para ter habitações mais baratas nesse local.

Depois esse disco arranhado dos estudantes e principalmente dos jovens para comprar casa, já chateia. Nem só os jovens compram casa...e achar que são os jovens que vão comprar as casas novas que se constroem agora, é viver no mundo cor-de-rosa...

Sobre o preço, tendo em conta os custos da construção atual, não há milagres, é só fazer as contas ao que custa construir. E nesse somatório da construção convém também incluir os custos com aquisição de terreno, as taxas urbanísticas, etc, que torna bastante diferente construir em Lisboa de construir em Arronches.
Para haver milagres com casas baratas em Lisboa e em Portugal, só com iniciativas de construção pública (que nos tempos que correm é cada vez mais difícil devido à escassez de mão de obra). Mas não deixa de ser incrível que, nesta república culturalmente socialista à beira mar plantada, somos dos que menos habitação pública tem na Europa, já para não falar que se fez perto de zero nesse sentido nos últimos 20 anos!

As casas vendem-se a quem tem dinheiro para as pagar, se não são jovens a ir para estas, são pessoas menos jovens que ao mudarem-se para estas, vão libertar outras para o mercado [;)]

O problema da habitação resolve-se quando o estado deixar de tratar os senhorios como bandidos e os inquilinos como desgraçadinhos. Um mercado de arrendamento saudável é a forma mais rápida de resolver a crise de habitação. Infelizmente está por nascer um politico com bolas para mexer nesse ninho de vespas.
 
Que opinião disparatada.

Problema da malta é não respeitar os gostos alheios. Então porque tu gostas de estar encafuado em casa como um enfermo, não podes respeitar quem goste de um espaço amplo no exterior, onde possa tomar o pequeno-almoço a olhar para a vista (sim, vista elevada que só se consegue num apartamento, não numa moradia como sugeres), ou ter umas belas plantas a enfeitar, por exemplo?

Há que saber viver em sociedade e perceber que há gostos para tudo. Quanto a mim as construções de hoje em dia cada vez pecam mais por varandas e janelas pequenas. Alguns prédios parecem caixotes. O que se quer, e mais uma vez falo por mim, é casas panorâmicas, quanto mais melhor.

A opinião dele não é disparatada, mas eu de qq forma adoro varandas, mas acima de tudo o que não dispenso é vista desafogada, tenho vista para o campo e serra, andar mt alto, alguns predios perto mas nada que incomode, se quiser espiar ou vice versa só com binoculos lol.

Impressiona-me como há gente que gasta fortunas em casas caríssimas em pisos baixos e/ou a poucos metros do prédio da frente que mal entra a luz do dia, mas ok, são gostos, beber o meu cafezinho na mini varanda a ver a paisagem não tem preço.
 
O problema da habitação resolve-se em primeiro lugar com mais habitação disponível, muito condicionado desde logo pela capacidade que se pretende construir.

Ora, querer limitar a capacidade construtiva de um terreno em Lisboa, não me parece que seja a melhor solução para ter habitações mais baratas nesse local.

Depois esse disco arranhado dos estudantes e principalmente dos jovens para comprar casa, já chateia. Nem só os jovens compram casa...e achar que são os jovens que vão comprar as casas novas que se constroem agora, é viver no mundo cor-de-rosa...

Sobre o preço, tendo em conta os custos da construção atual, não há milagres, é só fazer as contas ao que custa construir. E nesse somatório da construção convém também incluir os custos com aquisição de terreno, as taxas urbanísticas, etc, que torna bastante diferente construir em Lisboa de construir em Arronches.
Para haver milagres com casas baratas em Lisboa e em Portugal, só com iniciativas de construção pública (que nos tempos que correm é cada vez mais difícil devido à escassez de mão de obra). Mas não deixa de ser incrível que, nesta república culturalmente socialista à beira mar plantada, somos dos que menos habitação pública tem na Europa, já para não falar que se fez perto de zero nesse sentido nos últimos 20 anos!

As casas vendem-se a quem tem dinheiro para as pagar, se não são jovens a ir para estas, são pessoas menos jovens que ao mudarem-se para estas, vão libertar outras para o mercado [;)]

Concordo, há muitos 'não jovens' à procura de comprar a primeira casa.

Problema é que a habitação que vai ficar liberta também não é acessível. Os custos de terreno e taxas urbanísticas fazem parte do problema, não podemos simplesmente virar as costas e definir que Lisboa é uma cidade demasiado cara para se viver nela. Até porque depois, a tendência dos preços altos é alastrar-se para o resto do país.

Já agora, quando falas em iniciativas de construção pública, estás-te a referir a habitação social?
 
Habitação social é fixe sim senhor, um bloco desses prédios está ali à porta da Av Brasil em LX, imaginem quanto custa lá 1 apartamento normal, mas esse bloco social tá lá cheio de ligações de agua/luz ilegais, elevadores sem portas porque foram vendidas para a sucata, etc, sim senhor, que maravilha ver o ordenado ser trucidado para sustentar esses parasitas.
 
Dado que percebo que há bastante gente entendida aqui no fórum, permitam-me colocar algumas dúvidas, por forma a tentar, de uma vez por todas, ajudar com informações corretas para o caso no meu condomínio.

Desde sempre, fazemos uma gestão interna do nosso condomínio, são 9 apartamentos de um lado, 6 do outro. Do nosso lado, infelizmente, o último gestor ficou-nos com cerca de 10.000€. Já saiu de cá, insolvência, ficou sem apartamento, bens, carro, etc.

Dado que ficamos sem "fundo" para obras, após nova pessoa designada para gerir o condomínio, andamos há vários anos a tentar encontrar solução para obras que são necessárias. Das várias coisas que há por fazer e que se têm de resolver, há uma ata em que os condóminos concordaram que se teria de avançar para obras de fachada. Agora, aqui começa o grande problema: há uns anos, o último andar queixou-se de infiltrações, houve uma intervenção no telhado e parece ter ficado resolvido. De resto, mais ninguém se queixa de infiltrações. No entanto, quem está na gestão, afirma que foi uma intervenção "para resolver temporariamente" e que seria necessário algo mais definitivo no futuro.

Por outro lado, a fachada exterior é em "monomassa". A maioria dos condóminos concorda que o acabamento é bonito e gostam da fachada como se encontra. Veem-se algumas fissuras, nas beiradas das janelas há uma ou outra estalada. Mas, conforme referido, ninguém se queixa de infiltrações ou humidades.
Problema maior, a "gestora" atual insiste na solução de Capoto. A maioria está contra. Compreendo que é a nova solução e que a maioria opta pela mesma, mas o que queria saber, a fundo e com conhecimento de causa de alguém que não seja interessado em simplesmente vender um serviço (até porque desconfiamos que há algum interesse da sra. em forçar a colocação do Capoto, ou por ter um apartamento alugado e que futuramente quer vender, ou por estar ligada a alguém na área), porque ninguém apresenta opções alternativas.

Ora, ter em conta que, não temos fundo e que se vem juntando algum dinheiro para estas obras, com todos a assumirem que quando chegar a altura, se predispõem a pagar o que for necessário. A ideia, da maioria, seria verificar se há possibilidade de realizar uma intervenção menos custosa que garantisse mais alguns anos sem infiltrações e com uma fachada melhor tratada, para futuramente, aí sim, pensar em algo mais definitivo.

Em termos térmicos, os apartamentos, se têm algum defeito, é serem bastante quentes. No Verão é bastante quente, no Inverno é bastante confortável. A parte dos quartos é um pouco mais fria por menos exposição solar, mas nada de preocupante.

Tive um empreiteiro conhecido que me falou em lavar toda a fachada, corrigir as fissuras e aplicar uma tela hidrófuga transparente.
Outro, falou em 3 hipóteses, mas lá está, é aplicador de Capoto e orienta sempre para a colocação do Capoto e diz que só dá garantia de obra com o Capoto.

1: que se quiséssemos, aplicava o hidrófugo, mas que não lhe parecia solução que viesse a garantir nada de novo.

2: No mínimo, lavar, corrigir as fissuras e pintar toda a fachada com tinta plástica, que pelo menos seguraria minimamente o material monomassa.

3: Aplicação do Capoto. Perguntei se haveria possibilidade de aplicar o Capoto só na fachada dos quartos, dado que é a zona mais fria, ele disse que não, para o Capoto fazer efeito, que teria de ser colocado em todo o prédio.

Há dias, apareceu cá um "empreiteiro"? Vendedor... da empresa Alfaiate. A indicar que a sra. que gere os condomínios foi pedir um orçamento. Encontrou uma vizinha minha, entrou logo a pés juntos. Como temos um terreno que pertence ao condomínio, mas não serve para construção, temos de andar sempre a limpar aquilo, ultimamente fez-se uma espécie de horta comum para minimizar o "lixo". Estavam a olhar para lá e a minha vizinha pensou que até poderia estar interessado no terreno.
Perguntou se era do prédio, se tínhamos floreiras nas varandas, como é que era em termos de infiltrações. Disse que lhe pediram orçamento, que nos preparássemos que as obras iam começar em breve e que pelo estado do prédio, não ia ficar nada barato.
Por acaso, passei àquela hora, a minha vizinha chama-me, "sou da empresa tal, venho a pedido de não sei quê, isto está mau, tem ali muitas fissuras graves, não acredito que não hajam infiltrações, isto tem de estar cheio de humidade nos apartamentos... prezamos pela qualidade e damos garantia de obra, têm de fazer um caderno de encargos, que é o ideal, depois o Capoto é a melhor solução do mundo..." perguntei se antes do capoto os prédios caíam todos "ah, não, andava-se anualmente a renovar e a dar retoques que não servem para nada, isto é a melhor solução que existe".... depois de eu ter feito 2 ou 3 questões às quais ele não me soube dar resposta... "pronto, já vi que ainda têm muitas questões por resolver no condomínio, conversem, porque não vamos fazer um orçamento só para nos dizerem que não querem, porque somos fantásticos e é por isso que somos das melhores empresas e damos garantia e andamos de cara erguida...." virou costas e foi-se embora.

Muito mais havia para dar exemplo, mas o texto já vai longo. Opiniões? Se quiserem, posso tirar umas fotos das fachadas para dar uma ideia geral.

Não percebo tecnicamente de obras, mas percebo na óptica do utilizador! E percebo ainda melhor o inferno dos condomínios, pois já tive a infelicidade de andar por alguns enquanto condómino.
No meu 1º apartamento optou-se por essa gestão caseira (um morador), tudo correu bem, pagava-se menos, até ao dia em que foi necessário fazer obras. Porque como não é uma empresa de gestão de condomínios nem sequer existia assistência jurídica, para coisas tão simples como, um grupo de condóminos (a maioria) recusar reparar um problema de áreas comuns (infiltrações graves) e a pessoa afectada ainda precisar de pagar a um advogado para esclarecer o óbvio. Nos outros apartamentos foi sempre empresa, que não resolve todos os problemas mas pelo menos, a lei aplica-se.
Aconselho a mudança para empresa.
Sobre as obras e os interesses pessoais de quem está à frente, isso resolve-se com 3 orçamentos. Já sei que há a possibilidade de se congeminar para ganhar 1 dos orçamentos, mas também se resolve, como já aconteceu comigo e vizinhos, entendermos que os 3 orçamentos estavam acima do mercado e irmos nós próprios pedir mais um orçamento.

Sobre o capoto, não percebo nada, mas aqui perto de minha casa, um bloco de apartamentos foi todo renovado com capoto há uns 5/6 anos, passado 1 ano estava feio com manchas de água a escorrida, a cor com manchas em certas zonas e este ano vi que montaram os andaimes e pintaram o prédio todo de novo, parece-me uma solução que exige uma manutenção muito apertada e pintar um prédio não deve ser barato.
Onde vivi nunca foi necessário recuperar fachadas, por isso não conheço as soluções no mercado.
 
Não percebo tecnicamente de obras, mas percebo na óptica do utilizador! E percebo ainda melhor o inferno dos condomínios, pois já tive a infelicidade de andar por alguns enquanto condómino.
No meu 1º apartamento optou-se por essa gestão caseira (um morador), tudo correu bem, pagava-se menos, até ao dia em que foi necessário fazer obras. Porque como não é uma empresa de gestão de condomínios nem sequer existia assistência jurídica, para coisas tão simples como, um grupo de condóminos (a maioria) recusar reparar um problema de áreas comuns (infiltrações graves) e a pessoa afectada ainda precisar de pagar a um advogado para esclarecer o óbvio. Nos outros apartamentos foi sempre empresa, que não resolve todos os problemas mas pelo menos, a lei aplica-se.
Aconselho a mudança para empresa.
Sobre as obras e os interesses pessoais de quem está à frente, isso resolve-se com 3 orçamentos. Já sei que há a possibilidade de se congeminar para ganhar 1 dos orçamentos, mas também se resolve, como já aconteceu comigo e vizinhos, entendermos que os 3 orçamentos estavam acima do mercado e irmos nós próprios pedir mais um orçamento.

Sobre o capoto, não percebo nada, mas aqui perto de minha casa, um bloco de apartamentos foi todo renovado com capoto há uns 5/6 anos, passado 1 ano estava feio com manchas de água a escorrida, a cor com manchas em certas zonas e este ano vi que montaram os andaimes e pintaram o prédio todo de novo, parece-me uma solução que exige uma manutenção muito apertada e pintar um prédio não deve ser barato.
Onde vivi nunca foi necessário recuperar fachadas, por isso não conheço as soluções no mercado.

Parece mais um erro na aplicação do ETICS, ou falta de qualidade dos materiais utilizados.

Tenho uma casa com esse sistema, colocado em 2014, e foi pintada este ano porque na fachada mais exposta ao sol o pigmento (massa projectada) começou a perder a tonalidade.

Já agora uma achega relativamente às tintas, pelo que me foi veiculado por alguns pintores e por um fabricante, é que neste momento a duração normal anda pelos 7 anos, e eventualmente os 10 anos nas tintas de gama superior. Obviamente que a localização do imóvel e respectiva envolvente têm uma palavra a dizer.

Como curiosidade, de acordo com o antigo director de produção de um dos maiores fabricantes em PT, a durabilidade está intimamente ligada à concentração de dióxido de titânio na tinta. Quanto maior for, maior a durabilidade.
 
Parece mais um erro na aplicação do ETICS, ou falta de qualidade dos materiais utilizados.

Tenho uma casa com esse sistema, colocado em 2014, e foi pintada este ano porque na fachada mais exposta ao sol o pigmento (massa projectada) começou a perder a tonalidade.

Já agora uma achega relativamente às tintas, pelo que me foi veiculado por alguns pintores e por um fabricante, é que neste momento a duração normal anda pelos 7 anos, e eventualmente os 10 anos nas tintas de gama superior. Obviamente que a localização do imóvel e respectiva envolvente têm uma palavra a dizer.

Como curiosidade, de acordo com o antigo director de produção de um dos maiores fabricantes em PT, a durabilidade está intimamente ligada à concentração de dióxido de titânio na tinta. Quanto maior for, maior a durabilidade.

A minha casa também tem capoto, mas tem um telhado que protege a parede (é mais largo que a casa). No prédio em causa, sem telhado, tudo o que era janelas e varandas tinha riscos escuros por onde escorre a água.
Os prédios onde habitei todos eles tinham "azulejos", não sei o termo, o primeiro ainda tem a mesma fachada desde o ano 2000, apresentável.
 
Concordo, há muitos 'não jovens' à procura de comprar a primeira casa.

Problema é que a habitação que vai ficar liberta também não é acessível. Os custos de terreno e taxas urbanísticas fazem parte do problema, não podemos simplesmente virar as costas e definir que Lisboa é uma cidade demasiado cara para se viver nela. Até porque depois, a tendência dos preços altos é alastrar-se para o resto do país.

Já agora, quando falas em iniciativas de construção pública, estás-te a referir a habitação social?

Habitação social e habitação a custos controlados.
Principalmente esta última deveria ser mais implementada e valorizada, mas as pessoas nem se lembram que existe...

O público alvo também é ligeiramente diferente, habitação social é para dar as casas "de graça", muitas vezes a quem nada faz, são fontes de problemas sociais, etc.

Custos Controlados nada mais é do que construção equivalente à corrente que as massas conseguiram comprar (com sorte...), para classe média.

As regras são diferentes, as áreas a considerar são diferentes entre a habitação social e a habitação a custos controlados.

Ah, e não existe só em prédios novos para venda, existe também em habitações menores, existe para aluguer e existe na reabilitação do património edificado (podem ser habitações ou até edifícios públicos convertidos para habitação).

O problema disto é que as entidades que gerem estas iniciativas funcionam mal e devagar, não acompanham a demanda do mercado.

Umas páginas atrás já se falou bastante disto, inclusive foi um modelo com algumas implantação até aos anos 90, mas que a partir daí morreu.
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Habitação social e habitação a custos controlados.
Principalmente esta última deveria ser mais implementada e valorizada, mas as pessoas nem se lembram que existe...

O público alvo também é ligeiramente diferente, habitação social é para dar as casas "de graça", muitas vezes a quem nada faz, são fontes de problemas sociais, etc.

Custos Controlados nada mais é do que construção equivalente à corrente que as massas conseguiram comprar (com sorte...), para classe média.

As regras são diferentes, as áreas a considerar são diferentes entre a habitação social e a habitação a custos controlados.


Ah, e não existe só em prédios novos para venda, existe também em habitações menores, existe para aluguer e existe na reabilitação do património edificado (podem ser habitações ou até edifícios públicos convertidos para habitação).

O problema disto é que as entidades que gerem estas iniciativas funcionam mal e devagar, não acompanham a demanda do mercado.

Umas páginas atrás já se falou bastante disto, inclusive foi um modelo com algumas implantação até aos anos 90, mas que a partir daí morreu.
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Exato, defendo mais essa opção, habitação social não é solução também, o público alvo não é o pretendido, o que se pretende aqui é conferir à classe média capacidade de comprar/arrendar habitação sem ter que arranjar dois empregos, ou sabe-se lá mais o quê para conseguir dinheiro.
 
Não percebo tecnicamente de obras, mas percebo na óptica do utilizador! E percebo ainda melhor o inferno dos condomínios, pois já tive a infelicidade de andar por alguns enquanto condómino.
No meu 1º apartamento optou-se por essa gestão caseira (um morador), tudo correu bem, pagava-se menos, até ao dia em que foi necessário fazer obras. Porque como não é uma empresa de gestão de condomínios nem sequer existia assistência jurídica, para coisas tão simples como, um grupo de condóminos (a maioria) recusar reparar um problema de áreas comuns (infiltrações graves) e a pessoa afectada ainda precisar de pagar a um advogado para esclarecer o óbvio. Nos outros apartamentos foi sempre empresa, que não resolve todos os problemas mas pelo menos, a lei aplica-se.
Aconselho a mudança para empresa.
Sobre as obras e os interesses pessoais de quem está à frente, isso resolve-se com 3 orçamentos. Já sei que há a possibilidade de se congeminar para ganhar 1 dos orçamentos, mas também se resolve, como já aconteceu comigo e vizinhos, entendermos que os 3 orçamentos estavam acima do mercado e irmos nós próprios pedir mais um orçamento.

Sobre o capoto, não percebo nada, mas aqui perto de minha casa, um bloco de apartamentos foi todo renovado com capoto há uns 5/6 anos, passado 1 ano estava feio com manchas de água a escorrida, a cor com manchas em certas zonas e este ano vi que montaram os andaimes e pintaram o prédio todo de novo, parece-me uma solução que exige uma manutenção muito apertada e pintar um prédio não deve ser barato.
Onde vivi nunca foi necessário recuperar fachadas, por isso não conheço as soluções no mercado.

Na aplicação do Capoto, poupa-se, muitas vezes, nas soleiras e nos rufos, que têm de ser mudados dada a espessura do capoto em relação à fachada original.

Eu já entreguei um orçamento à administradora, parece-me que "cagou de alto" para aquilo.
O pessoal quer mudar de administração, querem colocar-me a mim lá ou a um outro vizinho que também parece sempre ser bastante sério em todas as questões, mas não estou com pachorra para isso.
Só lá para janeiro é que se vai ver isto, dado que, ultimamente, a sra. aparece para recolher o valor dos condomínios e pouco mais.
 
Euribor já abaixo dos 3% a seis meses... 2025 será o ano em que baixa de 2%?


Bom, enquanto se imprime dinheiro como se não houvesse amanhã + taxas de juro baixas... vamos todos fazer um esforço mental e imaginar o que virá aí...


É esquecer as contas poupanças e voltar a investir em mais tijolo... :sh)
 
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