Tópico das Casas

Alguem conhece e/ou tem opiniao propria ou de gente proxima acerca da empresa MF Casas de Madeira?

Portanto eles tratam do transporte, montagem, equipamento de luz agua etc, e levam tb o projecto para aprovaçao atraves do arquitecto.

Provavelmente vou optar por eles agora so me falta a questao de comprar terreno e depois ver a questao do " alisamento " do mesmo.

Estás a limpar o rabo antes de ir à casa de banho? 😂

Primeiro escolhes o terreno e só depois escolhes o que podes lá edificar.
 
Estás a limpar o rabo antes de ir à casa de banho? 😂

Primeiro escolhes o terreno e só depois escolhes o que podes lá edificar.

E não esquecer de algo muito importante,.escolher um terreno em condições que dê para fazer o que se quer.

É que se com garagens já há macacadas, com terrenos é melhor nem falar 😂
Muito cuidado!
 
Estás a limpar o rabo antes de ir à casa de banho? 😂

Primeiro escolhes o terreno e só depois escolhes o que podes lá edificar.

Nao, aquilo n é a ordem de trabalhos [:D]

Será pa daqui a uns anos, depois vou com calma com 1 passo de cada vez, o terreno por si só já será desafio [:p] n ha nd de jeito a preços nao proibitivos, ja pa n falar do resto mencionado acima.
 
Estive recentemente em Paris e reparei que há muito edifício que nasce estreito e depois "engorda". Qual é a razão para isso?

PXL-20250314-064651470-MP.jpg


PXL-20250314-064717813-MP.jpg


PXL-20250316-102926412-MP.jpg
 
Por falar em engordar ... https://eco.sapo.pt/2025/07/10/valor-dos-imoveis-para-efeitos-de-imi-com-maior-subida-em-dez-anos/

[...]
​O valor patrimonial tributário (VPT) dos imóveis sujeitos a IMI ascendeu a 505 mil milhões de euros no ano passado, o que representa um aumento de 7,03% face a 2023, [...]

Esta subida levou igualmente a um aumento, de quase 5%, no imposto a liquidar pelas Finanças, não tendo sido mais acentuado porque o VPT isento registou também uma variação positiva, de 1,5%, e ainda porque, em ano de eleições autárquicas, mais de metade das câmaras decidiu cobrar pela taxa mínima.
[...]
 
https://www.jornaldenegocios.pt/emp...-das-casas-dispara-18-7-no-primeiro-trimestre

"A aceleração no preço das casas em Portugal continua imparável e no primeiro trimestre deste ano assistiu-se a uma subida de 18,7% face aos primeiros três meses de 2024, com o valor mediano do metro quadrado a atingir os 1.951 euros, divulgou esta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Apesar do forte aumento no preço, o número de transações cresceu 24,9% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, ascendendo a 40.163 transações."

A crise da habitação é apenas o sintoma visível de uma patologia sistémica mais profunda.
Estagnação salarial desde a década de 1970, no ressurgimento do neo-liberalismo:
Apesar de um aumento significativo da produtividade e dos lucros empresariais nas últimas décadas, os salários reais permaneceram estagnados.

O trabalhador médio produz mais do que nunca, mas vê a sua parte na distribuição de riqueza a encolher continuamente. O tempo parece ter avançado para o capital, mas estagnado para o trabalho.

A casa deixou de ser lar e tornou-se ativo financeiro:
Tal como acções ou metais preciosos, os imóveis são acumulados por quem já detém grandes volumes de capital, tornando-se cada vez mais inacessíveis para aqueles que apenas procuram um lugar para viver. Esta lógica de financeirização é transversal e global, Lisboa, Londres, Tóquio ou Nova Iorque enfrentam dinâmicas semelhantes.

Construir mais não resolve, se persistir a lógica especulativa:
Medidas centradas exclusivamente no aumento da oferta ou na simplificação de processos administrativos, revelam-se insuficientes.

A raiz do problema? A desigualdade:
Enquanto se insistir em tratar os sintomas com paliativos "mais oferta", "menos burocracia", "reformas de mercado" ignoramos que o sistema está desenhado para concentrar riqueza e não para a redistribuir.

Sem uma reconfiguração política e económica que enfrente directamente estas desigualdades, continuaremos presos a uma sucessão de crises recorrentes, com nomes distintos mas raízes comuns.

Conhecimento é poder e até que as pessoas tenham este conhecimento e tenham coragem para inverter essa lógica, continuaremos nesta eterna sequência de crises, todas com nomes diferentes, mas sempre com os mesmos culpados onde quem ganha são sempre os mesmos.
 
​Nome empreendimento em Santo António dos Cavaleiros.


Portas meias com bairro social..

Os T2 começam nos 460.000€
Os T3 começam nos 607.000€
E há um T4 de 1.1 milhões. [:D]

Bem, SAC tem muita habitação social, mas está longe de ser/ter um "bairro social", propriamente dito.

Quanto aos preços, infelizmente é o novo normal.
 
A crise da habitação é apenas o sintoma visível de uma patologia sistémica mais profunda.
Estagnação salarial desde a década de 1970, no ressurgimento do neo-liberalismo:
Apesar de um aumento significativo da produtividade e dos lucros empresariais nas últimas décadas, os salários reais permaneceram estagnados.

O trabalhador médio produz mais do que nunca, mas vê a sua parte na distribuição de riqueza a encolher continuamente. O tempo parece ter avançado para o capital, mas estagnado para o trabalho.

A casa deixou de ser lar e tornou-se ativo financeiro:
Tal como acções ou metais preciosos, os imóveis são acumulados por quem já detém grandes volumes de capital, tornando-se cada vez mais inacessíveis para aqueles que apenas procuram um lugar para viver. Esta lógica de financeirização é transversal e global, Lisboa, Londres, Tóquio ou Nova Iorque enfrentam dinâmicas semelhantes.

Construir mais não resolve, se persistir a lógica especulativa:
Medidas centradas exclusivamente no aumento da oferta ou na simplificação de processos administrativos, revelam-se insuficientes.

A raiz do problema? A desigualdade:
Enquanto se insistir em tratar os sintomas com paliativos "mais oferta", "menos burocracia", "reformas de mercado" ignoramos que o sistema está desenhado para concentrar riqueza e não para a redistribuir.

Sem uma reconfiguração política e económica que enfrente directamente estas desigualdades, continuaremos presos a uma sucessão de crises recorrentes, com nomes distintos mas raízes comuns.

Conhecimento é poder e até que as pessoas tenham este conhecimento e tenham coragem para inverter essa lógica, continuaremos nesta eterna sequência de crises, todas com nomes diferentes, mas sempre com os mesmos culpados onde quem ganha são sempre os mesmos.

Mas qual persistir a lógica especulativa.

Em todas as transações existe especulação.

O consumidor se achar que as batatas vão descer de preço, pode especular que para a semana é mais vantajoso e não comprar.

Se achar que vai subir o preço da dourada pode especular e comprar logo.


Só deixa de existir se o estado tabelar. E mesmo assim pode existir se o estado mudar os valores da tabela.[:D]

E quando tabela pode ocorrer vendas paralelas para fugir ao tabelamento.

Que é o que acontece com por exemplo tabaco e medicamentos.



Parece que existe um mito que não existe especulação em determinados itens, quando existe em praticamente todos, com algumas excepções.

Eu sei que no mundo dos arco iris não existiria especulação, mas faz parte da psicologia humana.

Só que ao longo dos anos transformou-se a palavra só para sentido negativo, até existe lei sobre isso, como se não pudesse haver especulação de preços para baixo.

O que é quase sempre verdade, já que temos um modelo económico suportado por inflação.[:D]



Continuem a atacar o aumento de construção e aí é que o problema não se resolve mesmo.

E numa verdade de La palice quanto mais escasso o bem, mais fácil é haver especulação de preços para cima.


Usando uma notícia recente com contornos de activismo, um grupo quer identificar prédios devolutos. Eu nem acho má ideia, tirando as ideias pré-concebidas.

Lisboa perdeu muita população ao longo de 40 anos e passou muitas transformações.

Desde o quase quase fim das barracas até à degradação dos edifícios com muitas famílias a irem para os arredores porque as casas eram mais baratas e melhores.
A degradação também tira essas casas do mercado de habitação.

Até à passagem do centro para turismo e sua reabilitação e dispersão para outras zonas da cidade.

Em todos os momentos houve casas devolutas e haviam mais casas devolutas que hoje e com preços bastante mais baratos se pensarmos em poder de compra.


Não digo que não haja um problema sério, mas para algumas pessoas parece haver algum problema em perceber a relação oferta procura e como o turismo no centro alterou a procura em locais degradados onde as casas até eram mais baratas no geral.
 
Mas qual persistir a lógica especulativa.

Em todas as transações existe especulação.

O consumidor se achar que as batatas vão descer de preço, pode especular que para a semana é mais vantajoso e não comprar.

Se achar que vai subir o preço da dourada pode especular e comprar logo.


Só deixa de existir se o estado tabelar. E mesmo assim pode existir se o estado mudar os valores da tabela.[:D]

E quando tabela pode ocorrer vendas paralelas para fugir ao tabelamento.

Que é o que acontece com por exemplo tabaco e medicamentos.



Parece que existe um mito que não existe especulação em determinados itens, quando existe em praticamente todos, com algumas excepções.

Eu sei que no mundo dos arco iris não existiria especulação, mas faz parte da psicologia humana.

Só que ao longo dos anos transformou-se a palavra só para sentido negativo, até existe lei sobre isso, como se não pudesse haver especulação de preços para baixo.

O que é quase sempre verdade, já que temos um modelo económico suportado por inflação.[:D]



Continuem a atacar o aumento de construção e aí é que o problema não se resolve mesmo.

E numa verdade de La palice quanto mais escasso o bem, mais fácil é haver especulação de preços para cima.


Usando uma notícia recente com contornos de activismo, um grupo quer identificar prédios devolutos. Eu nem acho má ideia, tirando as ideias pré-concebidas.

Lisboa perdeu muita população ao longo de 40 anos e passou muitas transformações.

Desde o quase quase fim das barracas até à degradação dos edifícios com muitas famílias a irem para os arredores porque as casas eram mais baratas e melhores.
A degradação também tira essas casas do mercado de habitação.

Até à passagem do centro para turismo e sua reabilitação e dispersão para outras zonas da cidade.

Em todos os momentos houve casas devolutas e haviam mais casas devolutas que hoje e com preços bastante mais baratos se pensarmos em poder de compra.


Não digo que não haja um problema sério, mas para algumas pessoas parece haver algum problema em perceber a relação oferta procura e como o turismo no centro alterou a procura em locais degradados onde as casas até eram mais baratas no geral.

Não percebeste, a habitação é apenas um sintoma.

A verdadeira questão é a distribuição desigual da riqueza.
 
A crise da habitação é apenas o sintoma visível de uma patologia sistémica mais profunda.
Estagnação salarial desde a década de 1970, no ressurgimento do neo-liberalismo:
Apesar de um aumento significativo da produtividade e dos lucros empresariais nas últimas décadas, os salários reais permaneceram estagnados.

O trabalhador médio produz mais do que nunca, mas vê a sua parte na distribuição de riqueza a encolher continuamente. O tempo parece ter avançado para o capital, mas estagnado para o trabalho.

A casa deixou de ser lar e tornou-se ativo financeiro:
Tal como acções ou metais preciosos, os imóveis são acumulados por quem já detém grandes volumes de capital, tornando-se cada vez mais inacessíveis para aqueles que apenas procuram um lugar para viver. Esta lógica de financeirização é transversal e global, Lisboa, Londres, Tóquio ou Nova Iorque enfrentam dinâmicas semelhantes.

Construir mais não resolve, se persistir a lógica especulativa:
Medidas centradas exclusivamente no aumento da oferta ou na simplificação de processos administrativos, revelam-se insuficientes.

A raiz do problema? A desigualdade:
Enquanto se insistir em tratar os sintomas com paliativos "mais oferta", "menos burocracia", "reformas de mercado" ignoramos que o sistema está desenhado para concentrar riqueza e não para a redistribuir.

Sem uma reconfiguração política e económica que enfrente directamente estas desigualdades, continuaremos presos a uma sucessão de crises recorrentes, com nomes distintos mas raízes comuns.

Conhecimento é poder e até que as pessoas tenham este conhecimento e tenham coragem para inverter essa lógica, continuaremos nesta eterna sequência de crises, todas com nomes diferentes, mas sempre com os mesmos culpados onde quem ganha são sempre os mesmos.

You’ll own nothing.
 
You’ll own nothing.

Sim, essa é já uma realidade.

Sempre que aqui venho e vejo a malta a falar do irrelevante, recordo-me daquelas pessoas que na fase final do covid, quando estavam a ser entubadas, choravam e pediam a vacina.

Mas era já demasiado tarde.
 
Não percebeste, a habitação é apenas um sintoma.

A verdadeira questão é a distribuição desigual da riqueza.

Essa parte era tão BE que nem me dignei a fazer quote.[:p]


Também existe quem acredite que o mundo está mais pobre que há 30 anos.
 
  • Like
Reactions: eu
O que aprendi hoje:
Se houver muitas mais casas ( oferta) e se houver muito menos pessoas a comprar ( procura), o preço das casas sobe imenso.
Somente uma reconfiguração politica para o comunismo nos poderá salvar
 
  • Like
Reactions: eu
Hoje andei a ver T4's na Alta de Lisboa, e está pornográfico. +1M em prédios colados a um famoso bairro social da Musgueira - Bairro da Cruz vermelha.

https://www.idealista.pt/imovel/34115560/


De referir que as referências de localização, a saber "Quinta das Conchas - Quinta do Lambert, Lumiar", não são propriamente na zona onde se encontram os referido prédios. É engodo.
 
Vi ontem o camarada Raimundo a falar por causa do derrube das barracas no Bairro do Talude, em Unhos.

Porque não disponibiliza o PCP o vasto património imobiliário que tem, para alojar que não tem tecto?
 
Back
Top