Tópico das Casas

Em 6 anos a minha casa passou de 152 para 358 mil..... quem é que me explica isto...

Em Dezembro de 2019 um quilo de ouro valia 43 mil euros; em Dezembro de 2025 valia 122 mil euros.

Em Dezembro de 2019 uma bitcoin valia 6500 euros; em Dezembro de 2025 valia 75 mil euros.

Que estranho, coisas com fornecimento limitado sobem de valor em relação a papel-moeda que se pode mandar imprimir quanto se quiser.

É um mistério, também não sei explicar ...
 
Alguém sabe se é necessário pedir autorização ao condomínio para instalar uma rede para gatos? Envolve furar a fachada para ancorar os suportes.

No passado sei que a varanda já esteve fechada com caixilharia.

Também pedes ao condominio para pendurar um vaso ou escolher um candeeiro para a varanda?
 
Em Dezembro de 2019 um quilo de ouro valia 43 mil euros; em Dezembro de 2025 valia 122 mil euros.

Em Dezembro de 2019 uma bitcoin valia 6500 euros; em Dezembro de 2025 valia 75 mil euros.

Que estranho, coisas com fornecimento limitado sobem de valor em relação a papel-moeda que se pode mandar imprimir quanto se quiser.

É um mistério, também não sei explicar ...

É verdade que a coisa mudou radicalmente nos ultimos 6 anos mas também acho que não vale a pena ires por essas ironias dispensáveis, pois o post do user é, como evidente, num país como PT como há tanta gente a comprar T2 de suburbios a 250 / 300 mil euros....

Obvio que a procura aumenta, preço tambem, mas o cerne da questão que PENSO EU que o user refere é, num país com tanta gente a ganhar 1000 e poucos euros brutos, com supostamente 40% da populaçao que vive no limiar da pobreza , entao como é?

Claro que esses 40% de " pobres" é um tema muito relativo, daria pano para mangas.

Se é pa embirrar , é Kg e não quilo [:p] Mas mais a sério, ouro terá sempre compradores.

Casas dos anos 80 sem qq renovaçao que se vendiam a 70 agora vendem-se a 200, dá que pensar, pelos vistos também tem.
 
É verdade que a coisa mudou radicalmente nos ultimos 6 anos mas também acho que não vale a pena ires por essas ironias dispensáveis, pois o post do user é, como evidente, num país como PT como há tanta gente a comprar T2 de suburbios a 250 / 300 mil euros....

Obvio que a procura aumenta, preço tambem, mas o cerne da questão que PENSO EU que o user refere é, num país com tanta gente a ganhar 1000 e poucos euros brutos, com supostamente 40% da populaçao que vive no limiar da pobreza , entao como é?

Claro que esses 40% de " pobres" é um tema muito relativo, daria pano para mangas.

Se é pa embirrar , é Kg e não quilo [:p] Mas mais a sério, ouro terá sempre compradores.

Casas dos anos 80 sem qq renovaçao que se vendiam a 70 agora vendem-se a 200, dá que pensar, pelos vistos também tem.

Eu já parei de procurar respostas racionais.
Hoje em dia justifico tudo com procura externa e "tem que ser" por parte dos compradores nacionais (aproveitando os juros baixos)....
 
Eu já parei de procurar respostas racionais.
Hoje em dia justifico tudo com procura externa e "tem que ser" por parte dos compradores nacionais (aproveitando os juros baixos)....

Mas compradores estrangeiros para zonas xpto ou quintas rurais, já nao era novidade.

Agora para meros T2 nos suburbios cinzentos dentro e fora da AML?

NOTA: por suburbios cinzentos, vulgo linguarem barata, quero referir zonas que eram acessíveis a classes baixas e médias, se quisermos assim chamar. Em que nao eram o sitio de sonho mas as casas cumpriam bem, tinham serviços e transportes q.b.
Mas pronto nem toda a imigraçao vem viver pro talude ou para uma cave ilegal debaixo de uma loja de souvenirs, ainda assim é como dizes, deixar de ter respostas racionais.

Certo é que , por outro lado, é o mercado a funcionar. E num país onde se construiu tão pouco, onde já em 2014 os peritos falavam de uma crise na habitaçao, e em que nada foi feito, agora fazer o quê? são tudo medidas de longo prazo...
 
Se é pa embirrar , é Kg e não quilo [:p]​

Embirra melhor, pah. "Quilo" é a forma correta em português para a abreviação de quilograma. E este prefixo SI é minúsculo, 'k': kg, km, kW, etc. [:p]​

Picuinhices à parte, o facto básico do empobrecimento generalizado também me preocupa. Estava a apontar que o problema talvez não seja o preço em euros, mas a falta de poder de compra do dito, apesar dos números suaves que nos dão para a inflação.
 
E depois a imprensa não se coíbe de incentivar uma jacqueriezinha ou outra ...


A imprensa por vezes é priceless...
No parágrafo de introdução na capa diz que "brasileiros e americanos dominam a procura"
E depois ilustram com uma imagem onde a legenda diz "Um casal sueco..."

[8b][8b]:sh):sh)
 
Na minha humilde opinião os preços não vão baixar tão depressa. Nem vejo bolhas a rebentar nem nada disso no horizonte.

Há de facto um desfasamento enorme em relação aos salários. Isso é obvio.

Acho que já escrevi aqui que no meu prisma as taxas vão baixar ainda durante 2026. Provavelmente uma recessão no horizonte, taxas a descer e um QE...

Tudo coisas que abonam em favor de preços do imobiliário a subir nos próximos anos no nosso país.

Mas também já referi que não sou economista e a minha margem de erro é bem grande [:D]
 
Há 2 coisas que podem fazer baixar os preços, uma crise e a construção, ou as 2 em conjunto.
Neste momento há um boom de construção, mas também há um boom de procura.
Não se antevê uma crise para o imediato. Para já a construção está a ajudar a conter a subida apenas e só, ainda não é suficiente para baixar.
Vamos ver se se mantém ou até cresce nos próximos anos.
Há algumas soluções interessantes que aumentam um pouco a rapidez de construção, embora ainda não na dimensão e número desejável.
 
É fácil perceber que, tão cedo — ou talvez nunca —, o preço das casas não vai baixar. Basta observar que, a cada ano que passa, o desequilíbrio entre a procura e a oferta é cada vez maior. Neste momento, e nos próximos anos, deveríamos estar a construir pelo menos o triplo do que construímos atualmente apenas para dar resposta à procura. No mínimo dos mínimos, precisaríamos de cerca de 70 mil fogos por ano, quando nem metade desse valor estamos a conseguir atingir.

Por outro lado, há ainda a questão do custo de construção por metro quadrado que, como toda a gente sabe, não tem parado de aumentar. Esse aumento acaba inevitavelmente por refletir-se no preço final da habitação.
 
Tem sido engraçado ao longo dos anos neste tópico ver vozes a alegar o estoiro que teima em não acontecer, antes oelo contrário.

Tambem se fala muito no custo da construção para justificar os aumentos especulativos injustificáveis.
falando especificamente na área que me toca, nunca os aumentos da matéria prima sofreram igual alegada inflação e muito menos a mão de obra os acompanhou, pelo contrário temos andado sistematicamente a reduzir nos valores gerais de M.A nos orçamentos de forma a manter valores concorrenciais. Pior ainda é bater contra incompetententes e trafulhas que entram no ramo.
 
Por outro lado, há ainda a questão do custo de construção por metro quadrado que, como toda a gente sabe, não tem parado de aumentar. Esse aumento acaba inevitavelmente por refletir-se no preço final da habitação.

E como é que explicas os preços pedidos pelas casas velhas, pior construídas, mais ineficientes energéticamente, etc etc?
 
Há 2 coisas que podem fazer baixar os preços, uma crise e a construção, ou as 2 em conjunto.
Neste momento há um boom de construção, mas também há um boom de procura.
Não se antevê uma crise para o imediato. Para já a construção está a ajudar a conter a subida apenas e só, ainda não é suficiente para baixar.
Vamos ver se se mantém ou até cresce nos próximos anos.
Há algumas soluções interessantes que aumentam um pouco a rapidez de construção, embora ainda não na dimensão e número desejável.

Claramente existe uma assimetria no país.

Na minha cidade capital de distrito, que eu saiba, não existe neste momento nenhum prédio a ser construído que seja para habitação. Há algumas moradias isoladas e uns 4 prédios que penso que serão para residências universitárias.

E não é por falta de procura.

Fazia falta aqui um boom de construção!
 
Já na minha zona (nem falo da cidade), acordo todos os dias com os camiões, as gruas e o trolhal aos berros.
As ruas estão constantemente atulhadas de carrinhas brancas de 9l, Dynas e Kangoos de eletricistas.
 
Claramente existe uma assimetria no país.

Na minha cidade capital de distrito, que eu saiba, não existe neste momento nenhum prédio a ser construído que seja para habitação. Há algumas moradias isoladas e uns 4 prédios que penso que serão para residências universitárias.

E não é por falta de procura.

Fazia falta aqui um boom de construção!

Em Braga além de largas centenas de vivendas, alguns prédios, e por exemplo uma residência universitária com 720 camas.
Tem emitido mais de 500 novas licenças por ano entre vivendas e prédios.
Mesmo assim tem tido dos maiores crescimentos de preços, embora ainda não seja das mais caras, porque tinha bastante oferta de reserva no passado.
 
Claramente existe uma assimetria no país.

Na minha cidade capital de distrito, que eu saiba, não existe neste momento nenhum prédio a ser construído que seja para habitação. Há algumas moradias isoladas e uns 4 prédios que penso que serão para residências universitárias.

E não é por falta de procura.

Fazia falta aqui um boom de construção!

Não há mão de obra especializada para um boom da construção.
 
Pois é...

Já deveriam ter percebido que um País não vive só de uma economia assente em serviços, que é para onde a maioria dos grandes salvadores da SS vai parar. [:D]
 
Pois é...

Já deveriam ter percebido que um País não vive só de uma economia assente em serviços, que é para onde a maioria dos grandes salvadores da SS vai parar. [:D]

Não há ensino técnico decente. Temos teóricos a perder 12 anos de vida para nada saberem fazer.
 
Crise já obriga famílias a dividir casa em Portugal


https://ominho.pt/crise-ja-obriga-familias-a-dividir-casa-em-portugal/

cada vez acontece mais isto e, pelo que o meu irmão me disse há bocado, já antes da pandemia soube de casos destes, pessoal a viver com pessoas desconhecidas, a fazerem quartos em salas, etc, porque não conseguem pagar.

eu tenho uns vizinhos assim, vivem lá pelo menos 5 pessoas num T3 e já foram 6. Não sei se ainda são. provavelmente a sala terá algum tipo de cama também ou já teve. são é todos da mesma família e o apartamento é deles. ah, ainda um rato pinscher irritante também. [8b] :sh)

eu andei a ver casas durante uns meses e desisti da ideia, mesmo podendo pagar mais que a maioria. fico-me pela renda que nem é nada de especial e assim não me meto a pagar quase o dobro da prestação, que seria já cerca de 1 salário mínimo.
 
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