Hoje optei por ir fazer estrada sozinho, na prática Lisboa -> Guincho -> Colares -> Sintra -> Carcavelos -> Lisboa.
Notei nas pernas o facto de ter ficado uma semana sem pedalar. Foi interessante verificar o comportamento das pessoas conforme o tipo de bicicleta que levavam. Passo a explicar, talvez por se estar a aproximar a data do "famoso" Troia-Sagres vêem-se muitos ciclistas com bicicletas de BTT com pneus de estrada (muitos mais que o normal). Mas vê-se igualmente que nem todos estão "habituados" a andar na estrada, isto pelo comportamento que têm.
Atenção que não estou a generalizar, mas isto foi o que se passou hoje. Passei por um ciclista numa bicicleta de estrada ali na zona de Caxias. cumprimentei-o e vi que ele se meteu na minha roda, deixei-o ir e passados menos de 1000m ele passou-me para a frente. Desde aí até ao Guincho fomos sempre a revezar-nos na frente. Está visto que era um ciclista que sabe o que é andar na estrada e as claras vantagens de ir protegido sem ir a dar o peito ao vento. Assim, existiu um claro entendimento entre os dois com benefícios para ambos apr

Depois, na subida do Guincho até a Azoia passei por um de btt que também se colou na minha roda. Como era a subir e a velocidade era pouco, as vantagens de ir na roda são menos, pelo que me lixei para ele e fiz a subida ao meu ritmo. No entanto para o "testar", houve alturas onde reduzi a velocidade a ver se ele passava para a frente para "ajudar". Acham que o fez? Pois... No fim da subida parei para "libertar líquidos" e foi a única maneira de ele me largar a roda, só faltava ele ter parado também para "libertar líquidos" [

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E não fica por aqui, no regresso a casa em Carcavelos apanhei novamente outro com uma BTT que mais uma vez se colou na minha roda. Mais uma vez a técnica de reduzir a velocidade, mas ele não passava pelo que em Paço de Arcos parei mesmo para ele me largar. Eu sei que alguns de vocês não compreendem o facto de eu me importar com isto, mas só quem anda em estrada sabe a diferença que é ir de peito ao vento, ou na roda, pelo que na minha roda a aproveitar-se do meu esforço só vai quem eu quero.
No entanto estes pequenos episódios não chegam para estragar a bela manhã que passei, adorei a parte desde Colares até ao palácio da Pena com passagem por Monserrate. É simplesmente a estrada/subida mais bonita que já fiz até hoje em estrada apr
Aqui está a VN numa paragem no Guincho para ajustar o sensor do ciclometro, visto que tinha deixado de marcar.
No entanto hoje também tive um pequeno problema técnico com as Crank, nas descidas quando não ia a pedalar por vezes o cepo deixava de rolar livremente dando um pequeno solavanco na corrente. Nunca chega a prender totalmente mas é desagradável. Estive agora a desmontar o cepo, a dar um limpeza e a meter umas gotas de óleo nos linguetes a ver se resolve o problema.
Aqui a zona do cubo onde encaixa o cepo. Interessante verificar que as rodas não são para quick-release, levando depois um adaptador para QR
O cepo com o detalhe dos lingetes
O cepo já montado no sitio com o adaptador para QR já no sitio
E aqui já com a cassete Dura-ace 11-21
Verifiquei igualmente os rolamentos do cepo e ambos estão em bom estado. Agora estou curioso para experimentar a roda para ver se resolveu o problema...