Topico do Leasing

Topico do Leasing

  • Rendimento superior a 1500 Euros - Leasing

    Votos: 25 25,5%
  • Rendimento superior a 1500 Euros - A pronto

    Votos: 31 31,6%
  • Rendimento inferior a 1500 Euros - Leasing

    Votos: 21 21,4%
  • Rendimento inferior a 1500 Euros - A pronto

    Votos: 21 21,4%

  • Total de eleitores
    98
Leasing ou a pronto?

Leasing ou a pronto?

Leasing ou a pronto?

Estou curioso em saber os resultados tendo como base salários superiores ou inferiores a 1500 Euros.

Já agora o rendimento não é do agregado familiar é individual.
 
Última edição:
Juros do crédito -> 7%

Juros de aplicações financeiras -> 12%+

Vale a pena ficar sem o dinheiro disponível? Não me parece.[;)]

P.S: Quando comprei o meu foi a pronto :D
 
Última edição:
A pronto só se se conseguirem boas reduções. Apesar de tudo é preferível fazer um leasing ou ald por espaços de tempo pouco dilatados. O dinheiro fica livre para outras aplicações. Já agora o aov não compensa. Esta é a minha opinião.[;)]
 
Leasing ou a pronto?

Estou curioso em saber os resultados tendo como base salários superiores ou inferiores a 1500 Euros.

Já agora o rendimento não é do agregado familiar é individual.

Não faz sentido analisar isto com base no rendimento individual, porque a unidade económica é sempre o agregado familiar, mesmo que a pessoa viva sozinha (nesse caso o agregado familiar equivale ao indivíduo).
 
Juros do crédito -> 7%

Juros de aplicações financeiras -> 12%+

Vale a pena ficar sem o dinheiro disponível? Não me parece.[;)]

P.S: Quando comprei o meu foi a pronto :D

Hás-de-me dizer onde arranjas juros de aplicações financeiras a 12%. Vou já lá a correr fazer uma aplicaçãozita.[;)]

Em aplicações sem risco (ou de baixo risco) não se encontra nada acima dos 6%. Para teres uma rentabilidade potencial de 12% tens que aplicar o teu dinheiro em produtos com risco, mas nesse caso também tens que estar disposto a perder esses 12% ou mesmo mais.
 
Hás-de-me dizer onde arranjas juros de aplicações financeiras a 12%. Vou já lá a correr fazer uma aplicaçãozita.[;)]

Em aplicações sem risco (ou de baixo risco) não se encontra nada acima dos 6%. Para teres uma rentabilidade potencial de 12% tens que aplicar o teu dinheiro em produtos com risco, mas nesse caso também tens que estar disposto a perder esses 12% ou mesmo mais.

Não te continues a esforçar que já deu para perceber que anda aqui muita malta desfasada da realidade. [:D]
 
Hás-de-me dizer onde arranjas juros de aplicações financeiras a 12%. Vou já lá a correr fazer uma aplicaçãozita.[;)]

Em aplicações sem risco (ou de baixo risco) não se encontra nada acima dos 6%. Para teres uma rentabilidade potencial de 12% tens que aplicar o teu dinheiro em produtos com risco, mas nesse caso também tens que estar disposto a perder esses 12% ou mesmo mais.

precisamente o que eu ia perguntar [;)]

ja agora tbm gostava de saber em que produtos posso encontrar esses 12%, dado que nem nos produtos de risco me lembro de ver percentagens tão elevadas.
 
Está mais vocacionado para as empresas. permite uma gestão da frota com custos controlados, nomedadamente ao nível das revisões, pneus etc.

só vejo aí vantagens [;)]

lá que me digas que a nivel particular os valores ainda não se encontram tão atractivos, isso é verdade.

e claro que o Tuga ainda tem o sentido de propriedade, ainda que isso o obrigue a dispender mais dinheiro.
 
só vejo aí vantagens [;)]

lá que me digas que a nivel particular os valores ainda não se encontram tão atractivos, isso é verdade.

e claro que o Tuga ainda tem o sentido de propriedade, ainda que isso o obrigue a dispender mais dinheiro.

Nem mais já tinha dito isso por outras palavras.[;)]
 
só vejo aí vantagens [;)]

lá que me digas que a nivel particular os valores ainda não se encontram tão atractivos, isso é verdade.

e claro que o Tuga ainda tem o sentido de propriedade, ainda que isso o obrigue a dispender mais dinheiro.

Seria vantajoso se o Cliente particular tivesse poder negocial, o que infelizmente (ainda) não acontece. Quando é uma empresa a comprar uma frota de 20 ou 30 carros as empresas de AOV geralmente são obrigadas a ceder um bocado para segurarem o negócio. Com um particular já não. Isto vê-se bem no valor das rendas, nomeadamente nas componentes destinadas à manutenção. Não é incomum um contrato de AOV com um Cliente de pouco peso incluir um orçamento de 300€ por ano em pneus, o que é um abuso.
Acredito que as coisas melhorem à medida que o produto se generalize mais.

A questão que o Zero7 levanta é pertinente: O AOV/renting obriga a trocar de carro continuamente, ou seja, apesar de ser um contrato de 3 ou 5 anos, se tudo correr bem acaba por ser um contrato renovado durante uns 20 ou mais anos. Ora, ninguém conhece o futuro,e portanto é normal que as pessoas tenham receio de se comprometerem desta maneira. Se, pelo contrário, comprarem o carro em leasing ou a crédito, sabem que se na altura do fim do financiamento não tiverem dinheiro para trocar por outro, sempre podem ficar com o mesmo durante mais alguns anos, pagando o valor residual (que nestes casos é mesmo residual - tipicamente 2% a 5%).

Além disso, onde é que as financeiras ganham dinheiro? Na cobrança dos juros das rendas, pois claro! Mas é só aí? Não. As financeiras obtêm excelentes rentabilidades na venda das viaturas em fim de contrato. Por outras palavras, a financeira apropria-se de uma parte do valor do automóvel que em condições normais seria apropriada pelo Cliente.

Há uma solução alternativa que só alguns Bancos apresentam (e algumas financeiras ligadas aos concessionários), que me parece interessante: o ALD com contrato de manutenção associado. Tem todas as vantagens do AOV com a diferença de que no fim do contrato o Cliente fica sempre com o carro na sua posse, pagando o valor residual. Como a financeira não vai ficar com o carro no fim, para o revender, não tem interesse em inflacionar o valor residual. Tipicamente consegue-se negociar estes contratos com um valor residual de 80% da cotação Eurotax. Ou seja, o Cliente paga o valor residual e fica com ele, ou então paga o valor residual, vende-o (terá uma margem teórica de 20% na venda), e faz novo contrato para outra viatura.
 
Seria vantajoso se o Cliente particular tivesse poder negocial, o que infelizmente (ainda) não acontece. Quando é uma empresa a comprar uma frota de 20 ou 30 carros as empresas de AOV geralmente são obrigadas a ceder um bocado para segurarem o negócio. Com um particular já não. Isto vê-se bem no valor das rendas, nomeadamente nas componentes destinadas à manutenção. Não é incomum um contrato de AOV com um Cliente de pouco peso incluir um orçamento de 300€ por ano em pneus, o que é um abuso.
Acredito que as coisas melhorem à medida que o produto se generalize mais.

A questão que o Zero7 levanta é pertinente: O AOV/renting obriga a trocar de carro continuamente, ou seja, apesar de ser um contrato de 3 ou 5 anos, se tudo correr bem acaba por ser um contrato renovado durante uns 20 ou mais anos. Ora, ninguém conhece o futuro,e portanto é normal que as pessoas tenham receio de se comprometerem desta maneira. Se, pelo contrário, comprarem o carro em leasing ou a crédito, sabem que se na altura do fim do financiamento não tiverem dinheiro para trocar por outro, sempre podem ficar com o mesmo durante mais alguns anos, pagando o valor residual (que nestes casos é mesmo residual - tipicamente 2% a 5%).

Além disso, onde é que as financeiras ganham dinheiro? Na cobrança dos juros das rendas, pois claro! Mas é só aí? Não. As financeiras obtêm excelentes rentabilidades na venda das viaturas em fim de contrato. Por outras palavras, a financeira apropria-se de uma parte do valor do automóvel que em condições normais seria apropriada pelo Cliente.

Há uma solução alternativa que só alguns Bancos apresentam (e algumas financeiras ligadas aos concessionários), que me parece interessante: o ALD com contrato de manutenção associado. Tem todas as vantagens do AOV com a diferença de que no fim do contrato o Cliente fica sempre com o carro na sua posse, pagando o valor residual. Como a financeira não vai ficar com o carro no fim, para o revender, não tem interesse em inflacionar o valor residual. Tipicamente consegue-se negociar estes contratos com um valor residual de 80% da cotação Eurotax. Ou seja, o Cliente paga o valor residual e fica com ele, ou então paga o valor residual, vende-o (terá uma margem teórica de 20% na venda), e faz novo contrato para outra viatura.

Parabéns! Seja pelo teu conhecimento de causa, seja pela paciência.
Está tudo convenientemente explicado. Pena eu que não tenho pachorra para escrever tanto, logo depois do almoço. apr:) apr:) apr:)
 
Como funciona o leasing ? :sh)

Tecnicamente, o leasing é uma operação de financiamento que consiste na cedência de utilização de um determinado bem por parte de uma Locadora (Banco) a um Cliente (locatário), durante um período de tempo, mediante o recebimento de uma renda. Neste tipo de operações o Cliente tem a opção de adquirir o equipamento, no final do prazo, pelo valor residual.

Na prática, e enquanto particular, podes olhar para isto como se fosse um empréstimo normal, com a diferença de que a última renda é diferente das outras, porque corresponde a um valor (chamado valor residual), que pode ir de 1 euro a 6% do valor inicial do contrato (os bancos/financeiras não costumam permitir mais que isto).
Legalmente a propriedade do automóvel é do Banco. Só passa a ser tua quando pagas o valor residual no final do contrato.

Vantagens para particulares só vejo 2:
1. Quanto maior for o valor residual, menos pagas nas rendas (mas isto é uma vantagem muito relativa)
2. Como a propriedade do automóvel é do Banco/financeira, este considera que a operação tem menos risco do que um empréstimo normal. Daí que esteja disposto a fazer preços mais baixos e/ou prazos de pagamento mais dilatados.


A grande vantagem destas operações é para as empresas: uma empresa pode deduzir 100% da renda (amortização de capital + juros) como custo financeiro, o que lhe permite reduzir o lucro tributável, e portanto pagar menos IRC. Se a empresa fizesse um empréstimo normal só poderia deduzir a parte dos juros. Em suma, para empresas, o leasing é uma operação fiscalmente mais eficiente que o empréstimo.

Em suma, para um particular, o leasing tem poucas vantagens face ao cédito automóvel com reserva de propriedade, por isso é que é pouco utilizado neste domínio dos particulares.
 
Voltar
Superior