Pessoal podem indicar-me um criador de confiança de pug´s? Estou a pensar comprar um para oferecer!
ELVIS, O PATUDO QUE SALVOU O COELHO BEBÉ -HAJA HISTÓRIAS BOAS!
Estava ontem, ao final da manhã, o Nuno a trabalhar num telheiro, que estamos a construir para que possamos secar roupa mais facilmente, quando vê um dos nossos patudos queridos, o Elvis, ao pé de qualquer coisa que lhe pareceu um ratinho, quando se aproximou viu que se tratava de um coelho bebé, tão pequeno que nem tinha ainda os olhos abertos, o Nuno pegou no coelhinho e procurou em volta, não havia nenhuma toca, nada, será que o Elvis, que andava por ali a passear, encontrou o coelhinho e o trouxe ao Nuno? Será que percebeu que era um bebé e que precisava de ajuda? Não sabemos, mas acreditamos que sim, o pequeno Elvis é um patudo especial e o coelhinho apenas tinha um pouco de saliva à volta do pescoço, o Elvis encontrou-o, pegou nele e trouxe-o, na boca, para o pé do Nuno. Grande Elvis!
O coelhinho foi para casa de um sócio/amigo que tem uma mamã coelha a amamentar, esperemos que aceite o coelhito e este consiga sobreviver.
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Pessoal podem indicar-me um criador de confiança de pug´s? Estou a pensar comprar um para oferecer!
E sabes se o destinatário do presente quer MESMO um cão?? Cão não é presente....
Óbvio que sim [] [
]
Ok não lhe chamemos presente, mas sim surpresa []
Durante o fim de semana estivemos com a gatinha da nossa filha que esteve em tratamento com insuficiência renal.
Trouxemo-la connosco para tentar que ela recuperasse.
De tanto lhe querermos bem e evitar enfrentar a realidade, estávamos a ser egoístas e a prolongar o seu sofrimento.
Há pouco viemos do veterinário onde a adormeceram. Embora saibamos que foi para o bem dela foi impossível olhar aqueles olhos meigos sem chorar.
Sei que é um chavão, mas tanta gente a praticar tanto mal e nada lhes acontece, e a gatinha teve de sofrer lutando pela vida.
Estamos desolados, e sabemos que os próximos dias vão ser difíceis.[s)]
Durante o fim de semana estivemos com a gatinha da nossa filha que esteve em tratamento com insuficiência renal.
Trouxemo-la connosco para tentar que ela recuperasse.
De tanto lhe querermos bem e evitar enfrentar a realidade, estávamos a ser egoístas e a prolongar o seu sofrimento.
Há pouco viemos do veterinário onde a adormeceram. Embora saibamos que foi para o bem dela foi impossível olhar aqueles olhos meigos sem chorar.
Sei que é um chavão, mas tanta gente a praticar tanto mal e nada lhes acontece, e a gatinha teve de sofrer lutando pela vida.
Estamos desolados, e sabemos que os próximos dias vão ser difíceis.[s)]
Extraordinário!!!
Cadela puxou o dono e salvou-lhe a vida
"Se não fosse a cadela tinha morrido lá dentro", conta Rui Silva, 37 anos, que viu a sua casa ser consumida pelas chamas, esta quarta-feira, ao início da tarde, em S. João de Ver, Santa Maria da Feira. Foi a sua cadela "Kika" que, ao vê-lo aproximar-se da porta da cozinha pelo pátio, à procura da outra cadela, o puxou para trás, antes do rebentamento de uma botija de gás.
"Agarrou-se à minha perna, a morder-me como nunca o tinha feito e a puxar-me para trás. Deve ter pressentido", conta o dono. Na altura, Rui Silva pensava que o fogo deflagrava na parte de trás da casa. A explosão aconteceria de imediato, projetando-o mais de dez metros. "Só caí no meio das silvas, para lá do muro", conta, aliviado.
Com os três filhos menores fora, o casal Rui Silva e Lígia Rodrigues tinha-se ausentado da casa para trabalhar num terreno agrícola nas imediações, logo após o almoço. "Deixei uma máquina de roupa a lavar e fomos para o campo. Entretanto, ouvimos a vizinha a gritar que estava tudo a arder", conta Lígia Rodrigues, de 37 anos.
Quando os bombeiros chegaram, já a parte habitada da casa, uma construção antiga, estava tomada pelas chamas, devido à forte presença de materiais combustíveis, como tabiques de madeira, segundo o comandante dos Bombeiros da Feira, Manuel Neto.
O incêndio deixou a família da Rua da Carreira desalojada, não tendo sido possível ainda determinar a sua origem. A residir naquela casa arrendada desde o final de 2012 e numa situação financeira precária (a viver de umas horas que Lígia faz como empregada doméstica), a família foi realojada por dois dias numa pensão, pelos serviços de Ação Social da Feira, esperando agora ajuda para os dias seguintes. "Não temos a quem recorrer", afirma Rui Silva, desempregado há cerca de um ano.
Por motivos de segurança, os bombeiros só puderam entrar na casa mais de uma hora depois de terem chegado, já na fase de rescaldo, quando a EDP cortou a energia a um cabo de baixa tensão que atravessava o exterior da habitação.
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Lígia Rodrigues e Rui Silva, donos da cadela "Kika"
Exactamente.
Saludos
[s)]
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