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Somos demais, não nos respeitamos a nós que somos da mesma espécie e ainda menos capacidade temos de respeitar as outras que coabitam connosco neste planeta.Não chegou a 2020, como me lembrava na escola preparatória. Tristeza.
Bem, a prenda de anos para o meu irmão:
É uma chinchila, tem 1 mês de vida penso eu.
A gaiola é provisória, nos próximos dias irá se arranjar uma grande de 2 andares com rodinhas e mais umas pintelhices para ela fazer exercício.
O animal é bastante engraçado, não pára quieto sempre de um lado para o outro.
Há pouco foi para dentro da casota e meteu a cabeça no buraquinho em cima a espreitar[], teve a sua piada. [
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Ao que tudo indica irá proporcionar uns belos momentos de diversão cá por casa. []
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Esta espécie apenas se encontra já em pequenos territórios protegidos, muito dispersos, pelo Sul continente africano, nomeadamente na Zâmbia, Zimbawe, Botswana, Namíbia, Quénia e África do Sul.
Durante o último século, o Rinoceronte Negro sofreu um drástico declínio em sua população. Entre 1970 e 1992, a população dessa espécie diminuiu 96%. Em 1970, segundo estimativas, havia 65.000 Rinocerontes Negros na África, mas em 1992-1993 restavam apenas 2.300 sobrevivendo em habitat selvagem. Entretanto, desde 1996, grandes esforços para a preservação dessa espécie tem encorajado ambientalistas a obterem bons resultados e o número de animais tem aumentado desde então. Atualmente 3.100 animais estão vivendo em habitat selvagem.
Boas...esta é a nova inquilina cá de casa! apr
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Parece que funciona a pilhas, nunca pára quieta, é a nova animação aqui de casa!
Tem 2 meses, ultimamente tem andado com uma espécie de tosse que dá a entender que vai vomitar mas não vomita...mas é muito esporadicamente e é num curto período de tempo...que poderá ser?
"Uma ocorrência surpreendente aconteceu na África do Sul, quando 31 elefantes fez uma " Jornada para pagar seu Respeito. "
Como é que eles sabiam? Algo que é maior e mais profunda do que a inteligência humana informou que o seu herói - o homem que tinha salvado suas vidas e de muitos outros animais - fez sua transição deste mundo terreno.
Lawrence Anthony (1950-2012), uma lenda na África do Sul e autor de três livros, incluindo o best-seller "O Encantador de Elefantes," resgatou bravamente a vida selvagem e reabilitou elefantes em todo o mundo das atrocidades humanas, incluindo o resgate corajoso de animais em Bagdá Zoo durante a invasão dos EUA em 2003.
Em 07 de março de 2012 Lawrence Anthony morreu. Dois dias após a sua morte, os elefantes selvagens apareceram em sua casa liderados por dois matriarcas grandes. Rebanhos selvagens separadamente chegaram em massa para dizer adeus ao seu amado amigo homem '. Um total de 31 elefantes pacientemente andou mais de 12 quilômetros para chegar a sua casa na África do Sul.
Testemunhar o espetáculo, os seres humanos estavam obviamente admirados, não só por causa da inteligência suprema e tempo preciso que estes elefantes sentiram a passagem de Lawrence, mas também por causa da profunda memória e emoção que os animais amados evocaram de forma tão organizada. Caminhando lentamente - por dias - eles fizeram o seu caminho formando uma fila, um a um, solenemente de seu habitat na floresta selvagem para sua casa.
Esposa de Lawrence, Françoise, foi especialmente tocada, sabendo que os elefantes não tinham ido a sua casa antes desse dia há mais de 3 anos! Mas ainda assim eles sabiam para onde estavam indo e eles pareciam saber o por que de eles estarem indo para a casa de Lawrence. Os elefantes, obviamente, queriam pagar o seu profundo respeito, honrando seu amigo humano que salvou suas vidas, tanto respeito que eles ficaram por 2 dias e 2 noites sem comerem nada.
Depois de honrar Lawrence Anthony, da única maneira que podia, neste tributo comovente e memorável para o homem que os salvou e a muitos outros animais em todo o mundo, essas criaturas sencientes tinham provado que elas são mais sábias e mais compassivas do que a raça humana jamais será ou jamais realizará. Então, uma manhã, eles saíram, fazendo a sua longa jornada de volta para casa..."
É uma heroína, ganhou o título de "embaixadora da boa vontade dos cães" e usa uma medalha da Cruz Vermelha ao pescoço. Kabang salvou duas meninas de serem atropeladas, perdeu a parte de cima do seu focinho no acidente, nas Filipinas, viajou até aos Estados Unidos para ser operada e regressou agora ao seu país natal onde foi recebida com pompa e circunstância.
Em Dezembro de 2011, Kabang salvou a filha e a sobrinha do seu dono, Rudy Bunggal, de serem atropeladdas por uma motorizada que seguia em excesso de velocidade.
O seu acto de heroismo foi noticiado e Kabang foi fotografada sem o maxilar superior e com parte do cérebro exposto. A fotografia começou por circular nas redes sociais da cidade onde vivia, Zamboanga, mas rapidamente chegou à capital, Manila, onde a sua história foi seguida por mais de 23 mil pessoas, através das redes sociais. O passo seguinte foi iniciar uma campanha de angariação de fundos para que a cadela pudesse ser operada.
Quando a história de Kabang chegou aos Estados Unidos, Michael Foley, dono e presidente da Global Animal Transport, uma empresa transportadora de animais, ofereceu-se para fazer chegar a cadela ao seu país, de maneira a ser tratada. Entretanto, Kabang engravidou e deu à luz seis cachorrinhos, tendo apenas um sobrevivido e só em Outubro de 2012 é que pôde embarcar.
O animal deu entrada no Hospital Universitário de California-Davies, especializado em cirurgias de reconstrução facial de cães, e foi tratado a um cancro e desparasitado. Depois, Kabang foi submetida a uma cirurgia aos dentes e um tratamento a uma das pálpebras. Foi ainda esterilizada para não voltar a engravidar. Seguiu-se a cirurgia de reconstrução do focinho mas já não foi possível recuperar a sua totalidade. Foram seis meses de intervenções, com um custo de cerca de 27 mil dólares (20 mil euros).
Oito meses depois de ter saído de Manila, Kabang regressou este sábado ao país e foi recebida em júbilo pela família a que pertence e pelos meios de comunicação social. Bem disposta, a cadela abanou a cauda e teve direito a um passeio por um centro comercial e um parque frequentado por cães e os seus donos.
Para segunda-feira, as autoridades estão a planear uma parada em honra da cadela. O seu nome significa "cores diferentes", num dialecto local. "O que queremos fazer dela é uma embaixadora da boa vontade dos cães e promover a responsabilidade dos donos dos animais", explicou Anton Lim, o veterinário que a acompanhou até Los Angeles e agora no regresso.