whereagles
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POIS.. agora vai explicar aos africanos que morrem de fome que as terras deles vão ser usadas para produzir gasolina para os países ricos.
Era a guerra.
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POIS.. agora vai explicar aos africanos que morrem de fome que as terras deles vão ser usadas para produzir gasolina para os países ricos.
Era a guerra.
Estudo
05-03-2008 10:51
Portugueses andam pouco a pé
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Andar a pé faz bem, mas nem por isso está nas preferências dos portugueses, que são os que menos “caminham“ na Europa.
Os dados constam de um estudo da Agência Europeia do Ambiente, segundo o qual Portugal é também o país europeu onde menos se anda de bicicleta.
Em média, um português caminha, por ano, 342 quilómetros, enquanto os luxemburgueses, recordistas das caminhadas neste estudo, andam 457 quilómetros por ano.
De bicicleta, a história repete-se, com Portugal a ocupar o terceiro pior lugar (correspondente a 29 quilómetros por pessoa por ano).
Os “camisolas amarelas” são a Dinamarca (936 quilómetros) e a Holanda (com 848 quilómetros).
As desculpas para o comportamento dos portugueses são muitas, mas os obstáculos também. Susana Fonseca, da organização ambientalista Quercus, diz que as políticas de ordenamento do território deveriam levar em consideração a proximidade dos vários serviços, de modo a levar as pessoas a deslocarem-se a pé.
“Há tarefas que temos de cumprir no nosso dia-a-dia que convém que as consigamos fazer relativamente próximo, sem haver grandes deslocações”, defende, sugerindo que as escolas e os locais de emprego, por exemplo, não sejam muito longe dos locais onde as pessoas habitam.
Além disso, a sindicalista considera importante criar “espaços mais agradáveis para andar a pé” nas cidades.
• MERCADOS
Petróleo passa os 105 dólares, euro bate novo máximo (actual.) O petróleo passou os 105 dólares nos mercados dos EUA, voltando assim a bater um novo recorde. O euro também chegou a um novo máximo frente ao dólar, ao passar a barreira dos 1,53 dólares.
Hoje ví o gasóleo a €1.239 e a gasolina não mexeu, mantendo-se nos €1.414, isto na Galp da A5 às 00:25.
Antes isso que serem deixadas ao abandono e não produzirem nada.
Já agora, como é que explicam que os solos livres sejam ferteis para produzir biocombustiveis e não para cultivar alimentos? []
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) decidiu ontem manter inalterada a produção, alegando que o mercado está suficientemente abastecido e que a alta de preços se deve à depreciação do dólar, a factores geopolíticos e à falta de capacidade mundial de refinação. Sem surpresa, o mercado reagiu em alta à decisão, sobretudo em Nova Iorque, com o barril a atingir um novo máximo histórico. Entretanto, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) anunciou que vai rever em baixa as perspectivas de crescimento económico mundial.
Nem os apelos de George W. Bush "comoveram" a OPEP - que controla 40% da produção mundial - a pôr mais petróleo no mercado. Antes do anúncio da decisão, já o presidente norte-americano considerava, em Washington, "um erro" manter a produção, alegando haver "riscos" de arrefecimento da economia, sobretudo daqueles que são os "melhores clientes" da OPEP. E, na terça-feira, também o presidente do Eurogrupo (grupo dos 13 países da Zona Euro) apelara à OPEP para subir a produção, actualmente em 29,67 milhões de barris por dia (excluindo o Iraque).
Os argumentos, contudo, não foram ouvidos pela OPEP, ainda que a organização tenha admitido, sem explicar porquê, antecipar a próxima reunião ordinária, prevista para Setembro.
Pouco depois de ser conhecida a decisão - e de terem sido revistas em baixa as reservas dos EUA -, o crude "bateu" em Nova Iorque o máximo histórico de segunda-feira (104 dólares), atingindo 104,64 dólares e acabando por fechar nos 104,52 dólares. Em Londres, o Brent também fechou em máximos de 101,58 dólares.
Nuno Ribeiro da Silva, especialista em assuntos energéticos, não ficou surpreendido com a decisão da OPEP, e atribui à especulação boa parte da "culpa" pela alta de preços. "Pela primeira vez, a expressão 'ouro negro' faz sentido literalmente", diz, explicando que esta matéria-prima se tornou num "refúgio" dos investidores, numa altura em que o dólar não pára de perder terreno face ao euro. Já ontem, aliás, atingiu novo mínimo, como o euro a valer 1,5302 dólares.
Sampaio Nunes, pelo contrário, acredita que a alta do petróleo é "estrutural", resultando da carência face à procura. "Acredito que este ano atinja os 110 ou 120 dólares", afirma o especialista em energia.
Entretanto, o secretário-geral da OCDE revelou, em Oslo, que a organização vai rever em baixa as perspectivas de crescimento da economia dos estados-membros, considerando que este vai ser "um ano difícil". Segundo Angel Gurria, 2008 vai ser um ano "de crescimento mais baixo e de algumas surpresas desagradáveis". A organização tinha previsto em Dezembro um crescimento de 2,3% para este ano, e prepara-se agora para rever a meta para os 2%, que comparam com os 2,7% do ano passado.
Há muitos, muitos anos que a diferença entre estes combustíveis não era tão pequena, falo com experiência no sector!
Na maioria dos países ela é ainda mais pequena, esperemos que cá continue a diminuir!
Fumarentos--->Ruaapr![]()