Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

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Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

  • Vão baixar e muito

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  • Vão ser iguais ás restantes bombas

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  • Vão desactivar as bombas

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Acho que não é difícil de ver onde isto vai parar... abaixo dos $250-300 o barril não estabiliza. Isso vai-se traduzir em gasolina a 2,5-3 euros o litro. Coisa de 150 a 200 euros por depósito.

Nessa altura a classe baixa será forçada a deixar o carro e a classe média não vai poder ir de carro se morar a mais 15 km do trabalho. Os preços das casas/alugueres nos centros disparam (o que pelo menos terá o efeito secundário de incentivar ao restauro dos prédios velhos...). Dentro das cidades veremos mais bicicletas, mesmo em terrenos acidentados. É neste período que o consumo baixa e o preço estabiliza.

Depois é uma lotaria. No melhor cenário as empresas conseguem adaptar-se e os governos aguentam as tensões sociais. Neste caso, em princípio escapamos a guerras. O petróleo continuará a subir, mas mais devagar, e as renováveis entram para cobrir o défice de produção energética.

No pior cenário os países começam a ir à bancarrota, as empresas vão à falência, o desemprego explode, as pessoas saem à rua e é a confusão geral. Os governos do ocidente declaram guerra ao médio-oriente para sacar os recursos e passaremos dezenas de anos de miséria, fome e sofrimento.

[:D]

eu pressinto que a oferta vai aumentar brevemente e os preços vão se estabilizar nos 1,50€, que gasóleo quer gasolina![;)]
 
Lá tenho eu que repetir a mesma lenga-lenga. O preço do gasóleo e da gasolina não tem uma diferença constante ao longo do ano: a diferença reduz-se no outono a aumenta na primavera, porque se gasta mais gasóleo no inverno e mais gasolina no verão.

Neste momento estamos a atingir o pico de aproximação que acontece todos os anos, e veja sempre os mesmos comentários de que não tarda muito ficam ao mesmo preço. Depois ninguém repara que a diferença aumenta na primavera.

Já há uns 2 ou 3 anos a diferença chegou aos 17 cêntimos! Tenham calma!

Então antes de voltares a repetir isso, vê o que se passou o ano passado e este.

Em finais de Julho de 2006, sabes a que preço estava a gasolina ?

Ao preço de hoje - 1,38 €

Na prática, este verão não vi aumento significativo da gasolina, curiosamente aumentou mais depois do Verão.

Já o gasóleo tem vindo sempre a aumentar. Em Abril deste ano a diferença entre os dois era de 26 cêntimos, e já há algum tempo que está a 19 cêntimos.

O ano passado notei esse padrão que mencionaste, este ano não !
 
Evolução dos Preços Médios Anuais de Venda ao Público dos Combustíveis Líquidos:

Anos --- Gasolina ---- Gasóleo--->Diferença
1991 ---- 0,69€/L ----- 0,5€/L----> 0,19€
1992 ---- 0,68€/L ----- 0,5€/L----> 0,18€
1993 ---- 0,70€/L ----- 0,51€/L---> 0,19€
1994 ---- 0,77€/L ----- 0,52€/L---> 0,25€
1995 ---- 0,77€/L ----- 0,52€/L---> 0,25€
1996 ---- 0,79€/L ----- 0,56€/L---> 0,23€
1997 ---- 0,81€/L ----- 0,57€/L---> 0,24€
1998 ---- 0,84€/L ----- 0,56€/L---> 0,28€
1999 ---- 0,84€/L ----- 0,56€/L---> 0,28€
2000 ---- 0,87€/L ----- 0,68€/L---> 0,19€
2001 ---- 0,91€/L ----- 0,68€/L---> 0,23€
2002 ---- 0,92€/L ----- 0,67€/L---> 0,25€
2003 ---- 0,97€/L ----- 0,71€/L---> 0,26€
2004 ----1,033€/L -----0,788€/L--> 0,245€
2005 ----1,149€/L -----0,939€/L--> 0,21€
2006 ----1,279€/L -----1,044€/L--> 0,235€

Cumprimentos,
Gavela
 
Evolução dos Preços Médios Anuais de Venda ao Público dos Combustíveis Líquidos:

Anos --- Gasolina ---- Gasóleo--->Diferença
1991 ---- 0,69€/L ----- 0,5€/L----> 0,19€
1992 ---- 0,68€/L ----- 0,5€/L----> 0,18€
1993 ---- 0,70€/L ----- 0,51€/L---> 0,19€
1994 ---- 0,77€/L ----- 0,52€/L---> 0,25€
1995 ---- 0,77€/L ----- 0,52€/L---> 0,25€
1996 ---- 0,79€/L ----- 0,56€/L---> 0,23€
1997 ---- 0,81€/L ----- 0,57€/L---> 0,24€
1998 ---- 0,84€/L ----- 0,56€/L---> 0,28€
1999 ---- 0,84€/L ----- 0,56€/L---> 0,28€
2000 ---- 0,87€/L ----- 0,68€/L---> 0,19€
2001 ---- 0,91€/L ----- 0,68€/L---> 0,23€
2002 ---- 0,92€/L ----- 0,67€/L---> 0,25€
2003 ---- 0,97€/L ----- 0,71€/L---> 0,26€
2004 ----1,033€/L -----0,788€/L--> 0,245€
2005 ----1,149€/L -----0,939€/L--> 0,21€
2006 ----1,279€/L -----1,044€/L--> 0,235€

Cumprimentos,
Gavela
Este ano, até ao momento, a diferença está situada entre 0,18€ e 0.19€
 
Muito interessante o teu comentário, mas explica lá melhor porque razão o consumo da gasolina aumenta no verão? O consumo do gasóleo no inverno penso que se explica com os sistemas de aquecimento das casas, mas e o da gasolina no verão? :confused:

Já agora, pelo que se percebe do teu comentário, o preço do gasóleo aumenta no inverno porque o consumo aumenta. Se for assim e pelo que tenho lido/visto tem toda a lógica os preços dos dois tipos de combustível se aproximarem cada vez mais, visto que o consumo do gasóleo é cada vez maior (a realidade do parque automóvel está a mudar). Lei da oferta/procura, ou não será?

No verão há muitos mais automóveis nas estradas, em especial nos EUA e Canadá, onde o diesel tem expressão reduzida.

Quanto ao preço, o do gasóleo já é superior ao da gasolina, fruto de uma alteração do perfil de consumo do mercado, que apanhou as petrolíferas a dormir; só agora estão a alterar as refinarias para incrementar a produção de gasóleo. A diferença final de preço favorável ao gasóleo tem naturalmente a ver com os impostos.
 
Só uma pergunta:

Se alguém for abastecer a Espanha e trouxer gasolina dentro de bidons tem problemas com as autoridades?
Ou ninguém liga a isso?

Penso que sim, o mesmo se passa se por alguma razão se lembrar de trazer umas garrafas de gás butano/propano ou outro qualquer produto considerado de trasnsporte perigoso.

Apesar de a taxa do iva espanhol fazer com que os Portugueses façam de repente umas contas rápidas de multipilicação e de soma.
 
Última edição:
Citação:
Portugal pode ter reservas próprias de gás natural suficientes para cobrir 65% das necessidades do país.

É o que revela a tese de doutoramento de um estudo elaborado por um geofísico a que a revista “Visão” teve acesso.

A confirmar-se, esta descoberta pode valer 320 milhões de euros.

Hugo Matias desenvolveu uma tese de doutoramento em torno do potencial petrolífero da bacia algarvia.

A resposta é “talvez”, mas muito improvável. Para ter certezas é preciso chegar à fase de furar.

Já sobre a existência de gás natural, há um grau de incerteza menor.

O investigador levou em conta a descoberta feita há 27 anos em Espanha, na zona de Cádiz, de dois campos de gás natural.

Ao que tudo indica esses reservatórios chegam até Portugal e, segundo as contas de Hugo Matias, podem ter gás natural suficiente para 65% das necessidades portuguesas, tendo por referência o consumo de 2004.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=39&Cont entId=225922

Nova prospecção de gás em Janeiro

A empresa norte-americana Mohave Oil, em parceria com a canadiana DualEx Energy Internacional, vai iniciar em Janeiro a prospecção de hidrocarbonetos na zona de Aljubarrota e Alenquer, numa das maiores jazidas de gás natural da Europa.

Segundo Rui Vieira, um dos engenheiros da Mohave Oil, os trabalhos visam, sobretudo, um "estudo geofísico do terreno" para avaliar "onde é que será mais vantajoso" iniciar um furo.

O aumento do custo do barril de petróleo veio favorecer estes trabalhos já que os custos elevados de exploração poderão ser rentabilizados com o preço actual dos hidrocarbonetos, disse Rui Vieira, citado pela Lusa.

"Para já, sabemos que a jazida existe, mas é necessário avaliar se é rentável", acrescentou.

Os trabalhos de pesquisa de gás natural em Aljubarrota, Alcobaça, tiveram início em 1999, mas foram abandonados há cerca de três anos depois da exploração comercial não ter sido considerada viável. A falta de pressão e a existência de água misturada com o gás foram alguns dos problemas que os responsáveis da pesquisa encontraram no reservatório principal.

As novas prospecções vão envolver novos estudos sísmicos inovadores naqueles locais e irão obrigar a perfurações, que permitam uma análise "tridimensional" do subsolo.

"Vamos fazer uma ecografia quando no passado fizemos só radiografias", explicou Vasco Taborda, responsável pela representação da Mohave Oil em Portugal.

O presidente da Câmara de Alcobaça, José Gonçalvez Sapinho, e o presidente da Junta de Freguesia de Aljubarrota, Amílcar Raimundo, afirmaram à Lusa desconhecer o reinício dos trabalhos previstos para aquelas localidades.

Em http://jn.sapo.pt/2007/11/29/economia_e_trabalho/nova_prospeccao_gas_janeiro.html
 
Alguém sabe me dizer se em Tui ou em Valença andam à cata de pessoas que façam isso?

Bem a guarda fiscal tem representação a nível nacional, é claro que parece óbvio que nas zonas fronteiriças haja um pouco mais de atenção a determinadas movimentações de bens pelo que acima foi escrito, mas nada como a aplicação da regra comunitária de livre circulação de bens e materiais no dito espaço. (em teoria).
 
Portugueses pagam mais 271€ do que espanhóis

ANA SUSPIRO

HERNÂNI PEREIRA-ARQUIVO DN (imagem)
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As famílias portugueses pagaram mais 271 euros em combustível no ano passado do que os vizinhos espanhóis. A diferença, revelada num estudo feito pela Deloitte para a Apetro (Associação Portuguesa das Empresas Petrolíferas), resulta do facto de em Portugal a carga fiscal sobre os combustíveis ser muito mais alta do que em Espanha e que faz com os preços sejam mais caros do lado de cá: 28 cêntimos na gasolina, 11 cêntimos no gasóleo rodoviário e 11,46 euros na garrafa de butano (GPL) de 13 quilos.

O estudo da Deloitte revela que a forte assimetria fiscal está a ter custos para a economia portuguesa que este ano deverão ultrapassar os 160 milhões de euros (163 milhões de euros) provocados pela fuga do consumo de combustíveis de Portugal para o mercado espanhol, o que representa cerca de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para 2007. A previsão contabiliza a perda de receita fiscal do Estado e a quebra líquida de receitas na venda de combustíveis por parte das petrolíferas.

Os responsáveis da associação, que ontem apresentaram as conclusões do estudo, esperam que esta situação se agrave nos próximos meses, já que o aumento do preço dos combustíveis, derivado da subida do petróleo, vai ampliar o fosso de preços entre os dois países, sobretudo por causa do IVA que incide sobre o preço sem impostos, apesar do Governo ter abdicado da subida do imposto petrolífero para 2008. Por outro lado, quanto maior a diferença mais apelativo se torna para os consumidores deslocarem-se, num raio até 60 quilómetros da fronteira, a Espanha para atestar o depósito.

A Apetro refere ainda que a perda fiscal para o Estado será também maior, embora não aponte dados concretos. O estudo reporta-se ao ano de 2006 e tem por base a comparação de dados fornecidos pelas associadas de venda de combustíveis entre 2002 e Abril de 2007. A conclusão aponta para uma perda global para a economia no ano passado de 147 milhões de euros pelo facto de 2,1% do consumo de combustíveis dos portugueses se ter deslocado para Espanha, atraído por diferenças que chegam aos 28 cêntimos por litro na gasolina (22%), 11 cêntimos (11%) no gasóleo e 32% no GPL, para o butano de 13 quilos. Alto Minho, Chaves e Bragança, Beira Interior e Douro, Alentejo e raia do Algarve são regiões onde o fenómeno tem mais peso.

O Estado é um dos principais perdedores com uma quebra na receita fiscal, entre imposto petrolífero, IVA e outros impostos cobrados em produtos e serviços que acabam por ser adquiridos do outro lado da fronteira, de 84 milhões de euros que entram nos cofres espanhóis. As petrolíferas e revendedores perdem 73 milhões de euros. Para além do desvio de 139 milhões de litros para o outro lado da fronteira, valor que deverá chegar aos 155 milhões este ano, o estudo contempla o feito do chamado fuel tourism que contempla por arrasto de outros bens e serviços e que terá representado 22 milhões de euros em 2006.

O trabalho faz ainda projecções para quais seriam os impactos para Portugal, quer ao nível das receitas do Estado quer das famílias, da nivelação dos impostos sobre os combustíveis com a carga fiscal espanhola. Por um lado, as famílias portuguesas teriam um alívio na sua factura de consumo superior a mil milhões de euros, ou 271 euros por agregado, valor que inclui o custo acrescido dos combustíveis, mas também de produtos e serviços que são mais caros por causa dos combustíveis. Por outro lado, a nivelação com Espanha teria custado 771 milhões de euros de receita ao Estado, o equivalente a 2,4% da receita fiscal de 2006.

A Apetro reconhece as dificuldades orçamentais do País e em vez de pedir apenas uma baixa do nível fiscal nacional prefere falar em harmonização fiscal, o que passaria também pelo aumento de impostos em Espanha. É que um dos problemas resulta do facto do mercado nacional, que tem taxas um pouco acima da média da UE, sofrer do efeito de estar ao lado do país que menos impostos cobra.|

Em http://dn.sapo.pt/2007/11/29/economia/portugueses_pagam_mais_271_que_espan.html

O senão de abastecer em Espanha
 
Bem ainda não será com OE de 2008 que a % fiscal aplicada aos derivados do petróleo ficam ao mesmo nível tributário com os produtos concorrentes pelo menos a nível interno como alguma da oposição pretendia.

Em contrapartida houve uma prosposta da oposição aprovada que até poderá ter algum impacto em termos energéticos/ecológicos, veremos.

A maioria aprovou ainda duas iniciativas do Bloco de Esquerda: uma de alargamento da dedução fiscal (majoração de 10 por cento) com juros e obras em habitação própria nos edifícios com maior eficiência energética.....

Em http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?id_news=89969

Partilhar carro é uma boa solução

Agência Internacional da Energia está ciente do problema e insiste numa série de medidas “compulsivas” para fazer frente ao consumo descontrolado de energia.

Os especialistas dizem que Portugal desperdiça 60% da energia que consome. A Agência Internacional da Energia está ciente do problema e insiste numa série de medidas “compulsivas” para fazer frente ao consumo descontrolado, que tanto pesa sobre o endividamento da economia doméstica. Medidas que terão de ser postas em prática caso o choque petrolífero assuma proporções mais preocupantes.

Partilhar o carro com outras pessoas, limitar a circulação das viaturas, penalizar a baixa ocupação dos veículos, investindo e incentivando o uso de transportes públicos são algumas das medidas mais eficazes para reduzir os impactos dos preços altos do petróleo na economias, frisa a AIE. Limitar a velocidade nas auto-estradas a 90km/hora e tirar um dia ou mais à semana de trabalho (mantendo o horário semanal) também teriam resultados benéficos.

Todos os especialistas ouvidos pelo Diário Económico consideram que uma mudança de comportamento dos portugueses, particulares e empresas, quer no consumo quer no tipo de investimentos, é muito importante para ajudar a mudar o paradigma. Se há vontade e dinheiro para isso, é outra questão. “Há tanto por fazer ao nível da eficiência, sobretudo respeitar as leis que já existem e que regulam a construção dos edifícios”, exemplifica Ribeiro da Silva.

Para uma pequena economia aberta e dependente como a portuguesa, a subida do preço do petróleo traz sempre um preço significativo. “Por cada dez dólares de subida na cotação do barril há uma perda no crescimento potencial das economias da OCDE de 1,3 a 1,5 pontos percentuais”, explica Ribeiro da Silva. “Em 2004 a factura energética de Portugal foi de três mil milhões de euros e em 2006 passou para o dobro: foram quase três mil milhões de euros que voaram e que poderiam ter ficado na economia nacional”, não fosse o elevado desperdício, acrescenta.


Um inverno difícil

Segundo os analistas internacionais, o preço do petróleo alto veio para ficar. Esta semana, a cotação fez uma ‘pausa para respirar’ na sua escalada imparável. O barril já esteve à beira dos 100 dólares na bolsa de Nova Iorque, mas será uma questão de tempo até que os contratos se aproximem dessa barreira “mítica”. Ontem, o contrato do Nymex estava em 92,2 dólares e o Brent (Londres) em quase 91 dólares. Os países da OPEP reúnem no próximo dia 5 de Dezembro e estão a ponderar um aumento de quotas que poderá ser de 500 mil barris diários ou mais. Mas basta que a reunião do cartel seja um fracasso ou que o inverno norte-americano seja muito rigoroso para que os preços do crude cheguem aos 100 dólares, observou um analista da GlobalInsight, em declarações à Reuters.

Fatih Birol, economista-chefe da AIE, diz que o preço do petróleo está hoje cinco vezes acima do seu custo de produção. “No Médio Oriente, um barril deverá custar 20 dólares”, ilustra.

Contudo, há quem observe que é cada vez mais caro chegar ao petróleo que existe. “Em apenas dois anos o custo de produção de um barril aumentou cerca de 70%, algo que não acontecia há décadas”, ilustra Agostinho Pereira de Miranda, advogado e consultor há mais de 30 anos no ramo da energia.

O relatório anual “World Energy Outlook 2007”, da AIE, confirma que para compensar a explosão da procura de países como a China (que ultrapassará os EUA como o maior consumidor mundial de petróleo na próxima década) e a Índia é preciso investir muito durante os próximos anos em novas tecnologias para chegar rapidamente ao ouro negro de mais difícil acesso. A AIE lamenta que os exportadores estejam a “desinvestir” e estima que, para saciar a sede do mundo por petróleo, é preciso investir 5,4 biliões de dólares (3,7 biliões de euros) até 2030: quase quatro vezes a riqueza anual gerada em Espanha. É de esperar algum reforço na capacidade de produção “nos próximos cinco anos”, mas há “muita incerteza” quanto à sua suficiência, avisa a agência.

Em http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/destaque/pt/desarrollo/1063559.html
 
quem trabalha na mesma empresa e tem os mesmos horários... é curioso, vê-se tantos carros nas ruas às 9h e às 18h com apenas uma pessoa, é um desperdício enorme...
 
Para o user que tinha dúvidas sobre a livre-circulação de mercadorias na União Europeia:

http://europa.eu/abc/travel/shop/index_pt.htm

"Não há quaisquer limites para os bens adquiridos e transportados nas deslocações entre países da União Europeia , desde que estes bens se destinem a uso pessoal e não a serem comercializados."

IVA

"Visto que o IVA e os impostos especiais de consumo estão incluídos nos preços e que as taxas dos impostos variam de país para país, quando se faz compras noutro país da União Europeia, pode ser interessante tirar partido de algumas diferenças de preços."

Portanto este saltimbanco que temos de portugueses a irem fazer compras a Espanha está previsto há anos, e é para que haja maior concorrência entre os regimes fiscais!!! Ou seja, recomenda-se! O nosso problema é que o nosso IVA é de 21 % e o Espanhol é de 16%. Ninguém manda a Espanha ter uma economia que funciona melhor que a nossa para terem impostos mais baixos. Se ainda beneficiam com portugueses a irem lá fazer compras, bom para eles. Nós só temos que ter um Estado que faça o país funcionar melhor e de forma mais eficiente para podermos competir a nível fiscal se quisermos.
 
Para o user que tinha dúvidas sobre a livre-circulação de mercadorias na União Europeia:

http://europa.eu/abc/travel/shop/index_pt.htm

"Não há quaisquer limites para os bens adquiridos e transportados nas deslocações entre países da União Europeia , desde que estes bens se destinem a uso pessoal e não a serem comercializados."

IVA

"Visto que o IVA e os impostos especiais de consumo estão incluídos nos preços e que as taxas dos impostos variam de país para país, quando se faz compras noutro país da União Europeia, pode ser interessante tirar partido de algumas diferenças de preços."

Portanto este saltimbanco que temos de portugueses a irem fazer compras a Espanha está previsto há anos, e é para que haja maior concorrência entre os regimes fiscais!!! Ou seja, recomenda-se! O nosso problema é que o nosso IVA é de 21 % e o Espanhol é de 16%. Ninguém manda a Espanha ter uma economia que funciona melhor que a nossa para terem impostos mais baixos. Se ainda beneficiam com portugueses a irem lá fazer compras, bom para eles. Nós só temos que ter um Estado que faça o país funcionar melhor e de forma mais eficiente para podermos competir a nível fiscal se quisermos.

As dúvidas continuam em certos tipos de produtos transaccionados, principalmente naqueles acima referidos, de resto nada de novo foi acrescentado.
 
o problema é que se trata de transportar gasolina em bidões...

Ora bem, no meu entender, não podes transportar gasolina em bidons não por causa das leis comunitárias, mas porque a gasolina carece de uma forma especial de transporte, em veículos apropriados que cumpram determinadas normas de segurança.

Um jerrycan ainda vá, mais que isso não deve ser permitido.

Quanto às botijas de gás, eu não sei se é proibido o transporte na mala do carro... eu por acaso troco a garrafa ao lado de casa, mas há botijas à venda em postos de combustível e que eu saiba a malta leva as botijas na mala. Se assim é todos os dias em todo o lado, como é que se pode proibir que se vá a Espanha comprar uma botija? Qual o critério para "não se poder andar com botijas na mala"?

Será apenas proibido transportar "mais do que uma"?
 
Ora bem, no meu entender, não podes transportar gasolina em bidons não por causa das leis comunitárias, mas porque a gasolina carece de uma forma especial de transporte, em veículos apropriados que cumpram determinadas normas de segurança.

Um jerrycan ainda vá, mais que isso não deve ser permitido.

Quanto às botijas de gás, eu não sei se é proibido o transporte na mala do carro... . Se assim é todos os dias em todo o lado, como é que se pode proibir que se vá a Espanha comprar uma botija? Qual o critério para "não se poder andar com botijas na mala"?

Será apenas proibido transportar "mais do que uma"?

É. (apesar de se verificar a situação descrita ).

O critério é que é considerado transporte de mercadoria perigosa/explosiva, logo só com autorização é que tal é possível.

Convém que pelo menos o transporte das mesmas seja feito na vertical conforme as próprias instruções de segurança da dita (pois o gás está em estado liquido).
 
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