Topico dos Crash-Tests ⚠️Euroncap- 10/10/2026

Sim, o ZX foi sendo melhorado ao longo do tempo, muito graças aos testes da "ams". Primeiro passou a levar pré-tensores nos cinto da frente, depois melhoraram a estrutura, introduziram airbags. Sem nunca ter chegado ao topo da classe, as melhorias foram evidentes. Algo de parecido aconteceu também com o Ford Escort, que quando saiu em 1990 ainda era pior. Apesar da rigidez razoável da carroçaria, a direcção penetrava demasiado no habitáculo e chegou mesmo a haver um princípio de incêndio, pois a "ams" testava sempre os carros com combustível no depósito. Essa era uma falha dos testes do ADAC, que removia todo o combustível antes de testar os carros, logo, o risco de incêndio, a existir, nunca era descoberto. :sh)

Já agora, também no primeiro Audi A3 se verificou um princípio de incêndio que levou a marca a fazer correcções na produção, ao nível das tubagens.
Boa, desconhecia isso, e o importante de facto é que as marcas vão fazendo ajustes.
Creio que o Xsara de 1997 não tinha a mesma segurança do de 1999 talvez e só devido aos airbags não serem de série em 97 mas isso se calhar até depende do país.

Quanto ao golf eu tava a reinar hehe. Porque de facto aquilo não curvava grande coisa e nem era confortável mas o seu objectivo não era esse nem de perto. Estava claramente focado noutros aspectos, mais tipo tanque de guerra.
 
Esse Corolla é da época do Nissan Sunny, creio que a geração antes do Almera. A "auto motor und sport" testou-o por volta de 1992/1993 e na altura até foi o melhor dos japunas, apesar de já revelar um risco médio de ferimentos ao nível das pernas.

Há-de estar aí para trás neste mesmo tópico.

Esse Corolla teve amarelo para a cabeça, verde para o peito e vermelho para as pernas. Apesar de ter airbag, a cabeça embatia com força no volante.Se era mau com airbag, as versões sem como as que eram cá vendidas no inicio, deveriam oferecer uma protecao ao nível do Sunny e do Civic

https://www.youtube.com/watch?v=9JzR6UCrqDA

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As pessoas não fazem a mínima ideia da energia que um monte de metal com 1000/1500 kg a dezenas de km/h leva consigo.

Estou sempre a dar este exemplo de um familiar que vinha no banco de trás do carro a dormir, sem cinto, e numa travagem média/forte (nem foi a fundo) veio bater com a cabeça nas costas do banco da frente a ponto de fazer sangue (fricção da pele contra o tecido do banco)...
 
As pessoas não fazem a mínima ideia da energia que um monte de metal com 1000/1500 kg a dezenas de km/h leva consigo.

Estou sempre a dar este exemplo de um familiar que vinha no banco de trás do carro a dormir, sem cinto, e numa travagem média/forte (nem foi a fundo) veio bater com a cabeça nas costas do banco da frente a ponto de fazer sangue (fricção da pele contra o tecido do banco)...
Tanto não fazem, que acham que, pequenas diferenças de velocidade, terão pouca influência no comportamento de uma viatura... numa travagem, ou manobra de emergência... mas basta ver os testes de manobras (alce), para perceber essa dinâmica...

Há uns anos, tive uma pessoa amiga que se recusou pôr o cinto de segurança atrás... bastou um "brake check" para dar com a cabeça no assento frontal... foi remédio santo.
 
Tanto não fazem, que acham que, pequenas diferenças de velocidade, terão pouca influência no comportamento de uma viatura... numa travagem, ou manobra de emergência... mas basta ver os testes de manobras (alce), para perceber essa dinâmica...

Há uns anos, tive uma pessoa amiga que se recusou pôr o cinto de segurança atrás... bastou um "brake check" para dar com a cabeça no assento frontal... foi remédio santo.
Tambem fiz isso com a minha mãe no meu antigo fiat uno....íamos a descer uma rua inclinada prestes a parar, a uns 10 km/h e ela ja estava a tirar o cinto.
Só lhe disse " não faças isso enquanto o carro não parar " e ela " para quê ? "
Fiz uma travagem forte, o carro parou mas ela ia batendo com a cara no porta luvas....
Parvoice a minha que a podia ter aleijado, tolices dos 18 anos.
Mas certo é que ela percebeu logo [:D]
 
Ainda não há muitos anos até havia a "mania" largamente difundida de que atrás não era preciso cinto... :sh)
Oh pois, mesmo nos anos 90 ja se sabia da importância acho eu, mas, ainda não havia grande preocupação.
Lá está aquilo que ja se falou, quantos de nós não iam a dormir deitados no banco traseiro [:D]
 
E o condutor não está sujeito às mesmas forças que todos os outros? [;)]

Num teste a baixa velocidade efectuado há uns anos, não sei se a 15 km/h (o GTTDI talvez se lembre) já se dizia que era suficiente para precisamente o condutor fracturar os pulsos, caso tentasse apoiar-se no volante para não ser projectado para a frente. Portanto... [;)]
 
E o condutor não está sujeito às mesmas forças que todos os outros? [;)]

Num teste a baixa velocidade efectuado há uns anos, não sei se a 15 km/h (o GTTDI talvez se lembre) já se dizia que era suficiente para precisamente o condutor fracturar os pulsos, caso tentasse apoiar-se no volante para não ser projectado para a frente. Portanto... [;)]

crash test a baixa velocidade feito com o Golf 3. Feito por uma revista italiana e publicado na Automagazine
 
A Automagazine publicou com vários carros. Tinha um Fiat Tipo azul com restyling, também. Entre vários outros.

Fico espantado como, nos finais da década de 80 e inicio da de 90 a industria automóvel japonese era tão fraca, ao nível da segurança passiva.Uma imagem do perfeccionismo da sociedade japonesa.

Só a partir de 2001 com as 4 estrelas do Civic é que, os modelos japoneses começaram a alcançar bons resultados embora abaixo da concorrência Europeia. Antes disso arrisco a dizer que, talvez só a Subaru com o Legacy se safava

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Autocaravana Fiat Ducato vs. Citroën C5 Break:

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Ambos os veículos a 56 km/h. Os ocupantes de ambos os veículos sofrem ferimentos graves e ficam encarcerados, parte dos móveis da autocaravana são arrancados das fixações, que são constituídas apenas por alguns parafusos. Para complicar, o Ducato quase, quase capota, o que só agravaria um cenário já de si grave.

Vejam no vídeo como as costas do banco do condutor do Ducato partem, o que leva a riscos elevados não só ao nível da coluna como no abdómen, por o cinto exercer mais força sobre o condutor do que o normal.

Para ver o vídeo e detalhes sobre o que aconteceu durante o teste: https://www.adac.de/reise-freizeit/ratgeber/tests/wohnmobil-crashtest/
 
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Autocaravana Fiat Ducato vs. Citroën C5 Break:

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Os ferimentos do condutor sao motivados, pelo deslocamento vertical do volante, tal como acontecia na geração anterior. Parece-me através do vídeo não haver uma boa iteração entre, banco do condutor, cinto de segurança, airbag e coluna de directo. Os ferimentos dos passageiros traseiros, deverão ser causados pelos cintos de segurança arcaicos, isto e, sem airbags, pre-tensores ou limitadores de esforço e pelas estruturas de contraplacado que embatem nos bancos traseiros e os empurram para a frente.

Pela informação disponibilizada, neste teste, apenas estariam interessados no resultado da autocaravana. Pois não há infos sobre o estado dos ocupantes da C5. Se no fim do teste a versão normal deste furgão ainda acertou no sistema de iluminação, às tantas e por via das dúvidas a ADAC decidiu fazer o teste cá fora.

Mesmo a protecção do passageiro +e fraca, apesar de não haver ferimentos críticos. Também+em na geração anterior testada pela ADAC, o mesmo aconteceu

A criança sentada na cadeira de bebé teve resultados bons, ao nível da bacia pois a cadeira e a esferovite que a compõe absorveu a grande maioria da força do impacto dos armários e moveis em contraplacado. Se estivesse sentada de costas para a estrada numa cadeira apropriada para o efeito, as forças ao nível do pescoço certamente seriam inferiores, mas talvez houvesse lesões ao nível da faça e quiçá peito, devido aos fragmentos de madeira que se soltaram do móveis.
 
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