Isto só mostra como os CT da maioria das marcas, naquela época, eram muito maciozinhos. Como se viu depois no Euro NCAP, aliás.
Eagle88: esse artigo é muito relevante e põe o dedo na ferida, levanto questões muito pertinentes. Ao contrário do que se vê muitos users reclamar aqui, que queriam um carro fosse capaz de bater a 200 km/h sem nenhum passageiro sofrer um leve arranhão sequer, é irrealista e impossível.
As leis da Física podem esticar, mas não infinitamente e talvez já tenhamos alcançado aquilo que é realista ser feito, pelo menos, em termos de segurança passiva. Infelizmente, pelos custos que envolve, talvez isso continue apenas acessível aos clientes de marcas
premium ou generalistas bem estabelecidos e sólidos. Outro problema muito bem abordado, e que até aqui nos fartamos de assinalar, é a salganhada de misturarem segurança activa e passiva numa classificação global em vez de apresentarem o grau de protecção efectivo em caso de acidente e depois uma classificação à parte para os sistemas de segurança activa.