Vamos lá a esclarecer uma questão. Para proteger a durabilidade das baterias, nunca é disponibilizado ao utilizador a totalidade da capacidade da bateria. A título de exemplo, um carro com bateria de 82 kWh (capacidade bruta) pode disponibilizar apenas ao utilizador 78 kWh (capacidade útil). Por isso quando é carregada a 100%, é a 100% da capacidade útil e não da bruta, ou seja, ficam ali pelo menos 5% de lado, é como se apenas carregasse a 95%.
Como no caso dos plug-in as baterias são de capacidade muito mais baixa, e vão ter muitos mais ciclos de carga/descarga, o que os fabricantes fazem para as proteger é deixar uma percentagem maior de capacidade por utilizar. Assim, quando se carrega um plug-in a 100% da sua capacidade útil, na verdade isso corresponderá a 80 ou 85% da capacidade bruta, enquanto num EV puro isso vai para os 90-95%.
Conclusão: podem atestar à vontade que isso não vai acelerar a degradação da bateria.