Tópico dos Papás!! E Mamãs

Isso usa mas é só mesmo para a cabeça não tombar, o problema é que nas travagens o corpo acima da cintura tomba mesmo para a frente e queria evitar isso
Já usa os cintos do carro e mesmo a cadeira que usa não traz cintos próprios só mesmo os do veículo
Obrigado

Pois, não há muito a fazer, pior ainda vai ser quando passares só para o assento, aí é o corpo todo tombado para o lado se se deixar dormir.
 
2/3 voltada para trás? E espaço para as pernas?

Cadeiras 2-3 para trás não conheço.

Mas há cadeiras 0+/1 para trás que permitem 25Kg e há mesmo uma cadeira que permite 125/32Kg

Por isso há opções para andar para trás até "tarde".

A minha ainda nada para trás numa 0/1 com 3 anos e meio. É magrinha, tem 15Kg e cerca de 95cm. (por falar nisto tenho de a medir e pesar...)
 
Sim tem e o cinto fica justo ao corpo mas o problema são as travagens progressivas pois os pré tensores do cinto não atuam e o corpo puxa o cinto com ele

Tens de actuar no cinto de segurança e não na cadeira.

Será que faz sentido montar esta peça encostada (a montante) ao passador acoplado à cadeira?

Fivela de plástico para cinto de segurança infantil, cinto de segurança para crianças com fecho fixo|Cintos de segurança e estofamento| - AliExpress
 
Eu depois editei, porque troquei termos.



O meu só tem 12 kg.. e sim, o espaço para as pernas não é muito porque já toca no encosto dos bancos do carro com as pernas, mas as viagens para já são curtas.

Mas enquanto der, retardo ao máximo.
E sim, com 20kg não deve dar mesmo.
Se calhar a partir dos 15kg / 3 anos não há outra forma e temos de colocar a cadeira para a frente e aí, se adormece, a cabeça vai esta sempre a tombar.

A cabeça tombar não é exclusivo do virado para a frente, é o resultado da inclinação dos bancos, e das possibilidades de inclinação da cadeira.
Há opções de cunhas que se podem meter entre o banco e a cadeira para atenuar o problema, mas alguns carros são mais chatos que outros.
 
Tens de actuar no cinto de segurança e não na cadeira.

Será que faz sentido montar esta peça encostada (a montante) ao passador acoplado à cadeira?

Fivela de plástico para cinto de segurança infantil, cinto de segurança para crianças com fecho fixo|Cintos de segurança e estofamento| - AliExpress
Isso faz sentido, essa peça iria travar o cinto e consequentemente evitar que o corpo fosse a frente
A cabeça tombar não é exclusivo do virado para a frente, é o resultado da inclinação dos bancos, e das possibilidades de inclinação da cadeira.
Há opções de cunhas que se podem meter entre o banco e a cadeira para atenuar o problema, mas alguns carros são mais chatos que outros.
Como referi acima a cadeira está praticamente num ângulo de 90° com o assento e as costas da cadeira bem encostados atrás, mas a cadeira tem a possibilidade de desencostar o assento, ou seja puxar o assento ligeiramente a frente e com isso fazer as costas da cadeira reclinarem para trás
Abrindo assim o ângulo da cadeira e possivelmente já melhorava, a minha dúvida é se ao fazer isso não comprometo a segurança
 
Isso faz sentido, essa peça iria travar o cinto e consequentemente evitar que o corpo fosse a frenteComo referi acima a cadeira está praticamente num ângulo de 90° com o assento e as costas da cadeira bem encostados atrás, mas a cadeira tem a possibilidade de desencostar o assento, ou seja puxar o assento ligeiramente a frente e com isso fazer as costas da cadeira reclinarem para trás
Abrindo assim o ângulo da cadeira e possivelmente já melhorava, a minha dúvida é se ao fazer isso não comprometo a segurança

Olha aí uma solução....
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Outra...
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Se não quiseres gastar dinheiro o cinto das calças faz o mesmo efeito!![:)]
 
Última edição:
Bom, nova aventura à vista. O meu filho foi para a creche com 8 meses, não por necessidade, mas porque queria que tivesse estímulos, contactos com outras crianças. Mas de semana a semana andava sempre doente. Foi um martírio e ao final de uns meses acabamos por o tirar da creche. Estava para ficar com uma sra habituada a tomar conta de crianças, só fica com 1 de cada vez. Mas a minha sogra não quis... ficou então em casa dos avós, de manhã com a minha sogra, da parte da tarde fica com a bisavó e sempre se deu bem (embora a sra. seja ríspida, mas gosta muito dele e dá-lhe muita atenção), aliás, penso que ela adora tê-lo lá para ter companhia, passam sempre familiares lá por casa, amigos, tem sempre gente com quem conviver.

O ano passado estava para o colocar aos 3 anos no JI, mas com a pandemia e toda a confusão que se gerou, preferi aguardar mais um ano.

Este ano, faz 4 agora no dia 13, já está matriculado, estou só a aguardar a primeira reunião para saber as condições, metodologias, etc. Estou relativamente tranquilo porque trabalhei na escola vários anos, inclusive com a educadora, logo, já tenho um feedback enorme do funcionamento da escola, bem como total à vontade com todo o corpo lectivo e auxiliar.

A maior batalha, para já, após meses a "fazer-lhe a cabeça" porque ele dizia sempre que não queria ir para a escola, agora já mudou a ideia, será adaptar os horários e rotinas de sono. Não conseguimos ainda que ele se deite sozinho, nem sequer que adormeça sem ninguém ao lado. Dado que também nunca fomos de nos deitar muito cedo, muitas vezes acaba por se deitar já depois da meia-noite. De manhã dorme até às 09h30/10h. Nos últimos dias já começamos a tentar deitar uma hora mais cedo, já o tenho levantado pelas 09h/09h30, mas noto que ele dormia mais se eu não o acordasse. Terá que ser uma adaptação aos poucos. Mas lá se vai fazendo.

De qualquer forma, não deixa sempre de dar aquele "friozinho na barriga", pensar como será a adaptação e novas vivências. Claro que não é diferente das outras crianças e há-de gostar e adaptar-se. Mas ele tem uma personalidade tão vincada que toda a gente fica algo admirada com comportamentos, atitudes, diálogos, convicções que ele já demonstra.

Fora isso, também estava a pensar na natação, se possível. E uma coisa para ele e para mim em simultâneo. Mas veremos isso daqui a uns tempos.
 
Não leves a mal aquilo que vou dizer mas não é uma questão de personalidade vincada e de convicções, é mais o toda a gente lhe fazer as vontadinhas
Noto isso na minha, se ficar com os avós ou ficar em casa uns tempos seja com a mãe ou avós pensa logo que é a dona disto tudo e que é a maestrina da banda
Vais ver que vai mudar muito ao ir para a pré escola, lá a música é outra mas olha que muda para melhor na minha opinião
Em relação aos horários de deitar vais ver que logo no final do 1 ou 2 dia se o deitares as 21h ele aterra logo e depois é só seguir a rotina, levanta cedo deita cedo
Vais ver que vai ser fácil
 
Não leves a mal aquilo que vou dizer mas não é uma questão de personalidade vincada e de convicções, é mais o toda a gente lhe fazer as vontadinhas
Noto isso na minha, se ficar com os avós ou ficar em casa uns tempos seja com a mãe ou avós pensa logo que é a dona disto tudo e que é a maestrina da banda
Vais ver que vai mudar muito ao ir para a pré escola, lá a música é outra mas olha que muda para melhor na minha opinião
Em relação aos horários de deitar vais ver que logo no final do 1 ou 2 dia se o deitares as 21h ele aterra logo e depois é só seguir a rotina, levanta cedo deita cedo
Vais ver que vai ser fácil

Quanto à rotina, acredito.

Quanto a fazerem-lhe todas as vontades, olha que não. Ralhamos com ele várias vezes, damos reforços positivos, explicamos todas as situações, uma palmada de vez em quando também não se livra. Já corrigiu muitos comportamentos, noutros faz finca-pé e é capaz de andar dias aborrecido e birrento com alguma mudança que lhe seja imposta. A pediatra, que é excelente e temos um feedback muito bom dela dado que a minha esposa trabalha na clínica onde ela trabalha, já nos disse que ele é muito peculiar e tem uma forma de estar diferente, muito vincada. Mesmo em determinadas alturas que ela nos aconselhou de tudo e mais alguma coisa, houve alturas em que ela própria disse: "tenham paciência, aguentem, não é fácil, mas ele tem mesmo personalidade muito vincada". Claro que num espaço e convivências em que ele vai perceber que o mundo não é só dele, as coisas vão mudar, é certo. A própria pediatra disse (e eu estou cheio de saber, trabalhei muitos anos também no pré-escolar) que se ele não entrasse no JI aos 3 anos que ia ser um ano difícil para nós. Dito e feito.

Bom, que traga já isso de mudança positiva para ele, que é bom.
 
Eles entrando no contexto do JI descobrem logo o seu lugar na hierarquia.

Relativamente aos horários para dormir, o cansaço do JI vai acabar por ajudar a moldar-lhe os horários. Mas nem todos adormecem extenuados às 21h [;)][:D]
 
A minha foi para a Creche logo aos 7 meses. [:D] Não havia possibilidade de ninguém e lá foi ela.
E sim passam muito tempo doentes.... Sempre com o nariz a pingar. [s)] Felizmente e até agora sempre se safou das gastroenterites.

Mas sim agora aos 4 anos deve ir para a escola, mas já deviam ter tido essa batalha da hora de ir dormir e dormir sozinho. Com 4 anos vais ser mais complicado.
Mas com o acordar cedo, e sim acorda-o, e o dia todo na escola, chega a casa estafado e vai dormir mais cedo de certeza.

A minha com 3 anos e meio dita-se as 21h30 e mesmo assim é um pouco tarde. Agora nas férias a o ritmo mudou um pouco, mas não muito.

A natação é óptima opção, mas não o faças ao mesmo tempo, não se deve sobrecarregar as crianças com muitas mudanças ao mesmo tempo. Espera uns meses.
 
Quanto à rotina, acredito.

Quanto a fazerem-lhe todas as vontades, olha que não. Ralhamos com ele várias vezes, damos reforços positivos, explicamos todas as situações, uma palmada de vez em quando também não se livra. Já corrigiu muitos comportamentos, noutros faz finca-pé e é capaz de andar dias aborrecido e birrento com alguma mudança que lhe seja imposta. A pediatra, que é excelente e temos um feedback muito bom dela dado que a minha esposa trabalha na clínica onde ela trabalha, já nos disse que ele é muito peculiar e tem uma forma de estar diferente, muito vincada. Mesmo em determinadas alturas que ela nos aconselhou de tudo e mais alguma coisa, houve alturas em que ela própria disse: "tenham paciência, aguentem, não é fácil, mas ele tem mesmo personalidade muito vincada". Claro que num espaço e convivências em que ele vai perceber que o mundo não é só dele, as coisas vão mudar, é certo. A própria pediatra disse (e eu estou cheio de saber, trabalhei muitos anos também no pré-escolar) que se ele não entrasse no JI aos 3 anos que ia ser um ano difícil para nós. Dito e feito.

Bom, que traga já isso de mudança positiva para ele, que é bom.

Mas fazes a vontade mais importante, dás-lhe palco e é o centro das atenções. Mesmo que nao se faça as vontade. Ficar sempre doente no infantário é uma treta, mas supostamente é bom, quanto mais doente ficarem mais preparados estarão no futuro.

Preparar para dormir sozinho é uma grande luta que tenho com a maria, porque ela é bem mais permissiva, por mim ficava sózinho e com menos ajuda, mas não, vai sempre a correr, a "criança tem de ter o seu ritmo" etc etc..

(leva isto com uma pita de sal porque eu também não percebo nada do assunto)
 
Quanto à rotina, acredito.

Quanto a fazerem-lhe todas as vontades, olha que não. Ralhamos com ele várias vezes, damos reforços positivos, explicamos todas as situações, uma palmada de vez em quando também não se livra. Já corrigiu muitos comportamentos, noutros faz finca-pé e é capaz de andar dias aborrecido e birrento com alguma mudança que lhe seja imposta. A pediatra, que é excelente e temos um feedback muito bom dela dado que a minha esposa trabalha na clínica onde ela trabalha, já nos disse que ele é muito peculiar e tem uma forma de estar diferente, muito vincada. Mesmo em determinadas alturas que ela nos aconselhou de tudo e mais alguma coisa, houve alturas em que ela própria disse: "tenham paciência, aguentem, não é fácil, mas ele tem mesmo personalidade muito vincada". Claro que num espaço e convivências em que ele vai perceber que o mundo não é só dele, as coisas vão mudar, é certo. A própria pediatra disse (e eu estou cheio de saber, trabalhei muitos anos também no pré-escolar) que se ele não entrasse no JI aos 3 anos que ia ser um ano difícil para nós. Dito e feito.

Bom, que traga já isso de mudança positiva para ele, que é bom.

O problema não está tanto em vocês, mas sim no tempo "excessivo" (mas que por via das necessidades tem de ser) passa com os avós!
Noto bem também no meu, quando passa muito tempo em casa dos avós. Principalmente quando a irmã esteve para nascer tive que o deixar dois dias em casa dos avós enquanto acompanhava o parto. Fonix que o garoto vinha logo diferente!
E não rara a vez em que o deixo em casa dos avós maternos ou paternos e peço para não darem determinadas coisas a comer, e chego e encontro o garoto a comer precisamente aquilo que disse para não comer![8b]
Ou então se um gajo repreende o garoto a frente dos avós lá é esbocejado um "oh coitadinho"!
E depois levam as respostas que não gostam (os avós) e ficam melindrados! Chiça, quando era no meu tempo um gajo fazia alguma coisa de mal levava logo com aquela repreensão do: " estás te a por a jeito de não tarda levar uma galheta no focinho que te ponho torto!" Agora com os netos é "oh coitadinho!"[:D]

Quanto a saga do dormir, é necessário mais firmeza da vossa parte! Não é ele que manda nem que dita as regras! O meu mais velho sempre dormiu na cama dele, muitas vezes para o habituarmos tivemos que sair do quarto com ele a chorar ou a sair a rastejar para ele não dar co tá de nós a sair.
Agora nas férias por via das necessidades teve que dormir no mesmo quarto que nós, mas numa cama separada ao lado da nossa, quando viemos perguntou logo se eu podia ficar com ele até adormecer, ao qual respondi negativamente. As rotinas e os limites somos nós que impomos e não eles! [;)]
 
Ficar nos avós até "tarde" (3/4 anos). Tem coisas boas e más.

Se por um lado pode até ter um pouco mais de atenção, fica mais protegido de doenças.
Mas por outro lado, irá sempre aprender menos (a menos que os avós sejam muito activos e imaginaticos).
Algumas doenças dão de facto mais imunidade, pelo que se não apanha com 1 ou 2 anos, vai apanhar mais tarde.

A minha na escola tem música, inglês e ginástica. 3 actividades que acaba por ganhar muita destreza e que por vezes em casa do avós não teria.

O que perde um pouco na escola é sair. Com os avós pode ir as compras, ao parque, ver o mar, animais o que na escola é mais limitado.
 
A minha(11meses) na creche vai ter Musica e ginástica, e para o mês que vem deve começar a ir a piscina com a mãe.

Também pode sair um dia de vez em quando para ir passear com os avós e aproveita o melhor dos dois mundos.
 
Ficar nos avós até "tarde" (3/4 anos). Tem coisas boas e más.

Se por um lado pode até ter um pouco mais de atenção, fica mais protegido de doenças.
Mas por outro lado, irá sempre aprender menos (a menos que os avós sejam muito activos e imaginaticos).
Algumas doenças dão de facto mais imunidade, pelo que se não apanha com 1 ou 2 anos, vai apanhar mais tarde.

A minha na escola tem música, inglês e ginástica. 3 actividades que acaba por ganhar muita destreza e que por vezes em casa do avós não teria.

O que perde um pouco na escola é sair. Com os avós pode ir as compras, ao parque, ver o mar, animais o que na escola é mais limitado.


Já se sabe que não há um equilíbrio perfeito. Quando tem umas coisas, não tem outras. Nos JI eu dei aulas de música a várias turmas. Essa vivência ele tem, tem uma bateria já com alguma qualidade e já tem bom sentido rítmico, percebe as noções de ritmo/divisão simples em 4 tempos, vai fazendo já dois ritmos básicos com destreza e lateralidade esquerda/direita e membros superiores/membros inferiores.
As aprendizagens de leitura/escrita, vai recebendo também da nossa parte.

Quanto à saúde, confesso que se calhar somos demasiado protectores... mas passamos por uma situação antes dele de um aborto espontâneo às 8 semanas. Já tinhamos dito à família da gravidez e tudo, foi muito complicado.
Quando ele nasceu, tudo saudável, tirando a parte de não dormir praticamente nada. Aos 8 meses pregou-nos um susto em que chorou desalmadamente durante quase 1 hora e depois começou a desfalecer. Ficou tipo corpo morto nos braços da minha esposa. Fomos à clínica, fomos ao hospital, fez análises, sonografia, etc... trinta por uma linha, ficou lá 3 dias. Até hoje, ninguém conseguiu explicar o que aconteceu.
Depois no infantário era logo, 2 dias lá, 2 semanas em casa, medicação. Mais 2 dias lá, mais duas semanas em casa... mais uns dias, lá estava o telemóvel a tocar que ele estava com febre. Fomos ontem à pediatra, é um pouco como ela disse. Vai ficar doente? Óbvio, mas não vai ser com o quadro clínico agravado que apresentava quase sempre, dado agora ter mais defesas.
 
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