Um estudo da OCU adverte do perigo de pneus baratos
4 Setembro 2013
Cuidado com alguns fabricantes de pneus chineses, refere estudo realizado pela Organização de Consumidores e Usuários (OCU) .
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Um estudo realizado pela Organização de Consumidores e Usuários (OCU) garante que os condutores estão relutantes em substituir os pneus até que eles mostrem sinais evidentes de desgaste.
Já que são substituídos poucas vezes, devemos investir nuns bons "sapatos" para o nosso carro. Cuidado com alguns fabricantes de pneus chineses, refere o relatório, que proporcionam distâncias de travagem muito grandes e inseguras.
No caso do Sailun Atrezzo SH 402, insiste a organização, possui um piso inseguro pela sua distância de travagem em seco e molhado. Enquanto um carro equipado com Michelin Energy Saver (pneumático de boa qualidade) percorre 36 metros desde que o condutor pisa o travão viajando a 80 km / h até que o veículo páre, o mesmo veículo com Sailun Atrezzo precisa de 50 metros para parar e ainda se move a 45 km / h quando o veículo com Michelin já está parado .
O estudo da OCU também analisarou a aderência em seco, molhado, a duração, o ruído e consumo de combustível. Os resultados determinam que, com a medida 185/60 R 15 H o melhor é o Michelin Energy Saver e os Continental Premium Contact 5. O estudo do OCU também recomenda não comprar Nexen N-Blue HD, Kleber Dynaxer HP 3 e, sobretudo, Sailun Atrezzo SH 402.
E na medida 225/45 R 17 W e Y sobressaiem seis modelos bons: Continental Conti Sport Contact 5, Goodyear Eagle F1 Asymetric 2, Dunlop Sport Maxx RT, Vredestein Ultrac Vorti, Michelin Pilot Sport 3 e Hankook Ventus S1 Evo 2. Por seu turno, o Nexen N-8000 é apenas regular, sempre de acordo com o estudo.
O estudo acrescenta ainda que pode haver grandes diferenças de preços. Para um par de pneus com melhor qualidade pode-se pagar até 130 € a mais dependendo de onde se compra.
Texto retirado do site autoaftermarketnews.com. Abc