Na sequência da minha recente e polémica escolha de pneus, “prometi” que vinha aqui deixar mais detalhes do teste que eu li e que acabou por contribuir decisivamente para a compra (embora não fosse o factor exclusivo).
Como introdução, alguma luz sobre a metodologia de testes, que rapidamente torna evidente que não se trata de uma simples “review” ou impressão de condução obtida em condições limitadas e sem um verdadeiro termo de comparação, já que foram literalmente dezenas de marcas diferentes testadas e todas no mesmo local e sob as mesmas condições. Só por aí…
Assim, os factores analisados passam não só pelo comportamento dinâmico com os pneus montados mas pelo teste de alta velocidade, a medição da resistência ao rolamento, um teste de atrito para calcular a duração esperada do pneu. Para tal, cada um teve que percorrer nada menos que 10.000 km (!), e isto realizado pior engenheiros independentes do DEKRA.
Para garantir a transparência do teste, que é ponto de honra da Auto Bild, a editora Axel Springer (que detém a revista) disponibiliza um link específico onde a sua política a este nível é explicada detalhadamente.
De seguida os capítulos individuais:
Travagem – que decidiu os 15 finalistas:
Aquaplaning longitudinal e em curva:
Handling sobre molhado (km/h):
Handling em seco:
Ruído exterior a 60 e a 80 km/h:
Tempo em pista redonda:
Resistência ao rolamento (em kg/tonelada):
Durabilidade média esperada (com base num percurso de 10.000 km e posterior medição de desgaste a laser):
Relação durabilidade/preço (€/1000 km):
(Segue-se a classificação geral detalhada...)