Viva,
Na altura em que isso foi escrito tentava-se comparar a capacidade de manter a pressão contante mediante alterações de temperatura, entre Azoto e Oxigénio.
Para isso considerou-se constante o Volume interno do pneu, mas desprezou-se o "n", como referes.
Esse desprezar não é acidental, pois só assim se comparam "laranjas com laranjas".
A equações dos gases ideais aplica-se a gases puros, não a misturas como é o caso do ar, pelo que teria de se comparar um pneu com azoto a 100% com um com oxigénio a 100%.
Como tal, para imaginar um cenário inicial onde 2 pneus de volume igual, em iguais condições de temperatura e com pressão inicial igual, o "n" tem de ser igual em ambos os casos, senão a equação fica desiquilibrada.
Partindo então desse cenário é que se pode comparar o efeito que a variação de um dos factores (Temperatura) tem nos outros.
Quanto à opinião em relação à utilização, estou completamente de acordo: acho que o custo é maior do que o benefício mas experimentaria, se fosse de borla.
Na altura em que isso foi escrito tentava-se comparar a capacidade de manter a pressão contante mediante alterações de temperatura, entre Azoto e Oxigénio.
Para isso considerou-se constante o Volume interno do pneu, mas desprezou-se o "n", como referes.
Esse desprezar não é acidental, pois só assim se comparam "laranjas com laranjas".
A equações dos gases ideais aplica-se a gases puros, não a misturas como é o caso do ar, pelo que teria de se comparar um pneu com azoto a 100% com um com oxigénio a 100%.
Como tal, para imaginar um cenário inicial onde 2 pneus de volume igual, em iguais condições de temperatura e com pressão inicial igual, o "n" tem de ser igual em ambos os casos, senão a equação fica desiquilibrada.
Partindo então desse cenário é que se pode comparar o efeito que a variação de um dos factores (Temperatura) tem nos outros.
Quanto à opinião em relação à utilização, estou completamente de acordo: acho que o custo é maior do que o benefício mas experimentaria, se fosse de borla.
