LOL não há em PT o S! ahahahah
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Fantástico!!
Em alguns trajetos, perdoem-me a comparação, mas parece o Knight rider (mas sem efeitos "especiais") em "Pursuit mode", uma verdadeira besta devoradora de alcatrão e terra diga-se tb eheh [br]
Se a nós meros clientes/admiradores/apaixonados do Grupo (e da marca Lancia) nos entristece ver algo bestial assim desaparecer, quero acreditar que os donos e representantes desta marca gloriosa, tenham reservada uma carta na manga (que ainda não pudemos ver) para num futuro não muito distante, de um rumo bem delineado para a mesma, e que se desvaneça de uma vez por todas, a fumaça que paira no seu caminho, que teima em não ter um fim à vista!
Um regresso eventual da verdadeira Lancia ao mercado, implica perentoriamente, por um carro(s) de ralis, nomeadamente o Delta e /ou Stratos.
A falta do "green" e da crise em que a marca/grupo mergulhou pode ainda colar por algum tempo, mas qdo o Grupo encarreirar, a Lancia não deve e não pode continuar a ser preterida e despresada por mais tempo algum!
Mesmo que a marca fique "adormecida" por alguns anos, creio que resurgirá a fazer jus à sua fama e glória dos tempos que com saudade relembramos e nos marcaram.
Entretanto, se for para fazer misturas descabidas e descaraterização por completo da sua imagem que nos ficou, sou a favor que cessem a sua produção por tempo que entendam (responsáveis) adequado ao seu "estudo" e reflexão do que pretendem fazer em concreto.
Para mim, não faz qualquer sentido desaparecer (seria uma atrocidade para o Grupo), não só pela sua história no seio do Grupo, e nomeadamente tb pelo palmarés que trouxe consigo, assim como a projeção e o reconhecimento Mundial da sua visão e brilhantismo automóvel!
Mesmo adormecida, para mim continua a ser uma das fundações principais deste Grupo. A ver o que o futuro nos reserva []
Mandas vir e ficas com carro exclusivo.
Agora talvez tenhas que "descer" para 1.6 120cv.
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Partilho parte da tua opinião, no entanto há várias considerações a ter:
- Até a enorme BMC, ou Leyland, mais conhecida por Austin e Morris, chegaram a ser muito muito grandes e desapareceram;
- Tal como muitas marcas, a Lancia quando perdeu o Senhor Lancia teve problemas e mais tarde não acabou porque lhe deitaram a mão, a FIAT no caso;
- A grande glória desportiva da Lancia corresponde quase à fase Abarth da Lancia.
O grupo corria com FIAT Abarth e Abarth e depois teve uma fase em que se virou para a Lancia, até nas pistas e com resultados, até nos Protótipos.
- Tudo isto quando a Alfa Romeo era rival da FIAT. (Faz falta rivalidade interna a ambas no fundo).
A Alfa representava o poder do Estado e a FIAT o poder do Privado em Itália.
- Quando a Alfa chegou à beira da porta fechar, foi a FIAT que lhe deitou a mão.
- Há um evidente "problema" de ter ficado com a Alfa e a Lancia no mesmo grupo.
Durante os primeiros anos a Lancia "Abarth" ficou ainda a prolongar a participação e com os melhores resultados no desporto, sendo que uma geração depois de produtos a Alfa já com o seu modelo 155 de era "FIAT" teve muito sucesso em provas de Turismo também.
No entanto é fácil de ver que não é fácil ter a Lancia e a Alfa ao mesmo tempo, se bem que em termos de mercado automóvel até é fácil para nós imaginar as duas marcas, mas tendo necessariamente que a Lancia perder a veia desportiva que outrora teve.
Temos o exemplo do 156 e Lybra no mercado. Acho que eram ambos bem apresentados e posicionados. Iguais em algumas coisas mas bastante diferentes em carácter, se bem que no papel até podiam ser muito próximos, como um Lybra 2.0 20v 155cv ou um 156 2.0 150cv.
Podia haver várias hipóteses no grupo FIAT,
uma seria uma ideia tipo VW de fazer imensos carros com bases iguais, alterando o aspecto, equipamentos, etc... com marcas diferentes.
Outra será (a que pessoalmente me agrada mais) pegar nas várias marcas do grupo FIAT e dividir segmentos e sub segmentos por elas, sem que concorram entre si.
É curto, para mim...
Preferia perder a cabeça e importar um de Itália!
http://suchen.mobile.de/auto-inserat/lancia-delta-1-9-mjt-twinturbo-dpf-executive-piacenza/180761524.html?
lang=es&pageNumber=2&__lp=2&scopeId=C&sortOption.sortBy=searchNetGrossPrice&makeModelVariant1.makeId=14700&makeModelVariant1.modelId=4&makeModelVariant1.modelDescription=twin&makeModelVariant1.searchInFreetext=false&makeModelVariant2.searchInFreetext=false&makeModelVariant3.searchInFreetext=false&features=NAVIGATION_SYSTEM&damageUnrepaired=ALSO_DAMAGE_UNREPAIRED&export=ALSO_EXPORT
Lancia Delta 1.9 MJT Twinturbo DPF Executive
Lancia Delta 1.9 MJT Twinturbo DPF S by MOMO como Sedán en Rende - Cosenza - CS
Guloso.
Já viste o 1.6 que é o carro de uso diário para distâncias maiores do Ricardo?
(O Homem tem que colar um post it a dizer gasóleo no bocal, [])
Bicolor Cinza / Preto, pele, tecto panorâmico, 120cv.
Sendo ele um dos maiores seguidores do "de origem", até porque colecciona... no "electrodoméstico" rendeu-se a meter molas -30mm e o irmão deu-lhe um "jeitinho ao mapa", coisa pouca... talvez 140-150 e já está muito razoável.
Claro que não é um 2000.
Edit: biturbo tens por exemplo este usado,
Lancia Delta 1.9 M-Jet TwinTurbo Platino só
esse da Mundauto deve estar banhado a ouro.
Ainda o vão vender por 17-18k vais ver!
Já a algum tempo que não vinha aqui, neste caso em particular é para juntar mais 1 foto.View attachment 117435, Delta 1.3 LX a juntar aos outros 2.
Amigo Deltabiturbo, peço desculpa por responder agora, o meu é um Delta 1.4 ie a gasolina.
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Partilho parte da tua opinião, no entanto há várias considerações a ter:
- Até a enorme BMC, ou Leyland, mais conhecida por Austin e Morris, chegaram a ser muito muito grandes e desapareceram;
- Tal como muitas marcas, a Lancia quando perdeu o Senhor Lancia teve problemas e mais tarde não acabou porque lhe deitaram a mão, a FIAT no caso;
- A grande glória desportiva da Lancia corresponde quase à fase Abarth da Lancia.
O grupo corria com FIAT Abarth e Abarth e depois teve uma fase em que se virou para a Lancia, até nas pistas e com resultados, até nos Protótipos.
- Tudo isto quando a Alfa Romeo era rival da FIAT. (Faz falta rivalidade interna a ambas no fundo).
A Alfa representava o poder do Estado e a FIAT o poder do Privado em Itália.
- Quando a Alfa chegou à beira da porta fechar, foi a FIAT que lhe deitou a mão.
- Há um evidente "problema" de ter ficado com a Alfa e a Lancia no mesmo grupo.
Durante os primeiros anos a Lancia "Abarth" ficou ainda a prolongar a participação e com os melhores resultados no desporto, sendo que uma geração depois de produtos a Alfa já com o seu modelo 155 de era "FIAT" teve muito sucesso em provas de Turismo também.
No entanto é fácil de ver que não é fácil ter a Lancia e a Alfa ao mesmo tempo, se bem que em termos de mercado automóvel até é fácil para nós imaginar as duas marcas, mas tendo necessariamente que a Lancia perder a veia desportiva que outrora teve.
Temos o exemplo do 156 e Lybra no mercado. Acho que eram ambos bem apresentados e posicionados. Iguais em algumas coisas mas bastante diferentes em carácter, se bem que no papel até podiam ser muito próximos, como um Lybra 2.0 20v 155cv ou um 156 2.0 150cv.
Podia haver várias hipóteses no grupo FIAT,
uma seria uma ideia tipo VW de fazer imensos carros com bases iguais, alterando o aspecto, equipamentos, etc... com marcas diferentes.
Outra será (a que pessoalmente me agrada mais) pegar nas várias marcas do grupo FIAT e dividir segmentos e sub segmentos por elas, sem que concorram entre si.
A última opção, sem que as marcas do grupo concorram entre si, causa um problema bem grande, que é o limitar das possibilidades da marca.
Onde se encaixaria uma Lancia?
A meu ver, a Lancia sempre precisaria de um "navio-almirante", e nesse caso, até poderia estar a morder os calcanhares de um Maserati Ghibli. Mas por essa lógica, nem seria hipótese considerada, pois não iriam querer 2 "irmãos" a combater no mesmo segmento. Então como ter um ponto de referência que sirva de manifesto sobre o que deve ser a marca?
Simples diferenciação nos propósitos de cada modelo (mais desportivo no Maser, mais elegância e conforto no Lancia) permitiria facilmente os 2 no mesmo segmento, apontando apenas para clientes tipo distintos.
No outro extremo, o seg. A/B, a Lancia com o Y e o Fiat com o 500 até podem ser hipotéticos concorrentes, apesar de ambos apostarem no mesmo cliente tipo, alguém que procura algo mais que o simples citadino/utilitário.
E não haveria problema com isso, pois o 500 é apenas 3p, e o Y 5p e tem um pouco de mais espaço no geral, como acontece agora.
Só falta um desenho que convença toda a gente para o Y, como o 500 o tem.
E alguma publicidade, porque de momento, acredito que muita gente já não saiba o que é uma Lancia.
A meu ver, não existe problema em ter modelos do mesmo grupo a combaterem no mesmo segmento. Existem muitos consumidores tipo diferentes, pelo que é só apontar baterias para tipos de consumidor bem definidos, e projectar o modelo X ou Y nesse sentido. Como a VW faz. E com sucesso. O que faria diferente relativamente À abordagem da VW, era encontrar soluções de hardware que permitissem maior flexibilidade ao nivel da escolha de motorizações, elementos de chassis, transmissões, etc..., de modo a que cada modelo consiga se diferenciar convincentemente do seu irmão (a MQB, apesar de excelente solução industrial, uniformiza em demasia)
Por exemplo, o facto de a Fiat dar a exclusividade de uso do novo 1.75 à Alfa Romeo apenas, a meu ver, é um bom passo pra garantir uma identidade única à gama da marca. E parece que esse tipo de opções é para continuar.
No caso da VW, podemos encontrar a mesma combinação mecânica/transmissão na Skoda, Seat, VW e Audi nos seus modelos que concorrem nos mesmos segmentos. Existe diferenciação, e também atracção diversa pelos simbolos presentes, mas falta exclusividade. É como se a diferenciação ficasse apenas pela pele e pouco mais.
Tendo em conta o passado da Lancia, poderia ter uma gama vasta, do segmento A/B ao E, com as mais diversas tipologias. Hatchback, sedan, coupé, cabrio, crossover/suv, carrinha, mpv.
Mas precisariam de começar com um manifesto de intenções, um halo car. Algo que marcasse, se desse a conhecer ao mercado e transmitisse eficazmente a mensagem do que a Lancia trata.
Houve um concept, já faz bons anos (é de 2002), que poderia encaixar perfeitamente nesse papel.
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Tinha a presença necessária, marcava bem as intenções da marca, e poderia ser o ínicio de uma nova aventura. Como muitas outras coisas ficou-se pelo concept...
Já tinha tido uma desilusão enorme quando o excelente concept Dialogos foi completamente deturpado no corpo do Thesis. As ideias por detrás do Dialogos eram muito boas, até na abordagem ao conceito de topo de gama. Infelizmente, houve demasiados receios na viabilização da coisa (uma guerra entre marketing e design, com o marketing a vencer, o que levou à saída do Mike robinson, agora na Bertone), e o Thesis resulta como um mix estranho entre o "velho" mundo dos topos de gama e uma pele mais individualista.
De qualquer forma, os clones Chrysler também nunca serão veículos eficazes na transmissão dos valores Lancia ou do que a Lancia deverá ser.
É por isso que a estratégia irá mais dia menos dia falhar, provavelmente com a redução da Lancia ao seu mercado doméstico, onde o Y ainda vende consideravelmente, ou ao fim da marca.
A não ser que os designers tenham conseguido realmente um estilo fantástico que encaixe tão bem numa marca como na outra nas próximas gerações de modelos. E mesmo assim, dificilmente a Lancia sairá da cepa torta, dado o estado miserável do mercado europeu, e do investimento necessário para que a Lancia volte a estar nas bocas do mundo, isto é, Europa, já que dificilmente será uma marca global.