Esse estudo tem muito que se diga.
Isso é referente aos primeiros 90 dias após aquisição do veículo.
O problema é o que eles consideram um ... problema.
Infelizmente, cada vez que sai este estudo, os critérios de avaliação e o peso destes vão-se alterando conforme as necessidades, logo não dá para haver um registo evolucionário das diversas marcas presentes.
E os problemas referidos não implicam propriamente problemas mecânicos, como deixar o condutor apeado por falha mecânica.
Também na salganhada dos critérios de avaliação estão contempladas muitos problemas de interface, ou seja, a capacidade do utilizador em conseguir efectuar determinada tarefa para conseguir usar uma função de que o veículo dispõe.
O que implica lidar com os interfaces disponíveis através de écrans tácteis que maior parte dos modelos actualmente recorrem.
E pode ser algo tão simples como por em memória uma estação de rádio, à mudança do setup de suspensão ou caixa, que alguns modelos permitem.
E essa incapacidade ou dificuldade também fica registada como "problemas por 100 veículos". Não é questão de fiabilidade.
Ou seja, grande parte desses resultados revelam mais questões relacionadas com Interface Design. Não deixa de ser uma questão importante, mas não são impeditivos para o uso do veículo ou implicam o condutor a levar o carro à oficina para resolver uma qualquer questão.