Caterham Academy em Braga
Ricardo Megre de fio a pavio
Ricardo Megre foi o grande dominador da primeira jornada dos Caterham Academy que se estrearam este fim-de-semana no circuito Vasco Sameiro em Braga.
Estreia esta muito aguardada, pois a Caterham Academy foi uma das estrelas deste fim-de-semana em Braga, por isso muito do público presente, teve a oportunidade de ver pela primeira vez os Caterham em andamento, e de uma maneira geral foi do agrado de todos.
Não será demais referir que todos os Caterham presentes tinham poucos quilómetros rodados, embora alguns deles viessem a rodar por estrada para Braga, pois grande está matriculado, podendo rolar na via pública. Mesmo assim todos os pilotos tentaram logo na sessão de treinos livres fazer o melhor tempo, mas Ricardo Megre tendo em conta a sua experiência, acabaria por fazer o melhor tempo, tendo na sua esteira João Aragão Teixeira, Nuno Silva, Luís Sepúlveda, Nuno Carvalho, Carlos Faria, António Tavares, Isac Chande, José Monteiro, Alexandre de Almeida, Lobo Gonçalves, Ricardo Kendall, João Galvão, José Pedro Miranda, Alberto Grilo e José Zorro.
Os tempos desta sessão de treinos livres foram os seguintes:
1º Ricardo Megre – 1.38.312
2º João Aragão Teixeira – 1.39.732
3º Nuno Silva – 1.40.978
4º Luís Sepúlveda – 1.41.831
5º Nuno Carvalho – 1.42.188
6º Carlos Faria – 1.43.346
7º António Tavares – 1.44.396
8º Isac Chande – 1.45.776
9º José Monteiro – 1.46.736
10º Alexandre de Almeida – 1.46.837
11º Lobo Gonçalves – 1.46.908
12º Ricardo Kendall – 1.47.503
13º João Galvão – 1.47.743
14º José Pedro Miranda – 1.48.588
15º Alberto Grilo – 1.51.817
16º José Zorro – 1.52.824
Na sessão de treinos cronometrados, em termos de liderança não houve alterações de maior, pois Ricardo Megre acabou por ser o autor do melhor tempo, ficando desde muito cedo com a pole-position, tendo a seu lado Nuno Carvalho, que foi a surpresa desta sessão. Nas filas seguintes, isto em termos de grelha de partida, ficou João Aragão Teixeira, Luís Sepúlveda, José Pedro Miranda, Lobo Gonçalves, Nuno Silva, Carlos Faria, António Tavares, Alexandre de Almeida, Isac Chande, João Galvão, José Monteiro, Ricardo Kendall, António Costa, Alberto Grilo e José Zorro.
Os tempos nesta sessão de treinos cronometrados foram os seguintes:
1º Ricardo Megre – 1.35.626
2º Nuno Carvalho – 1.35.714
3º João Aragão Teixeira – 1.36.110
4º Luís Sepúlveda – 1.37.413
5º José Pedro Miranda – 1.37.726
6º Lobo Gonçalves – 1.38.051
7º Nuno Silva – 1.38.124
8º Carlos Faria – 1.38.219
9º António Tavares – 1.39.052
10º Alexandre de Almeida – 1.39.597
11º Isac Chande – 1.40.118
12º João Galvão – 1.40.294
13º José Monteiro – 1.41.148
14º Ricardo Kendall – 1.41.474
15º António Costa – 1.41.774
16º Alberto Grilo – 1.42.331
17º José Zorro – 1.46.157
Após o intervalo para almoço, acabou por ter lugar as duas semi- finais, para depois no final da mesma tarde surgir a finalíssima, que foi seguida pelo público de forma muito interessante, pois luta em pista foi algo que não faltou, tornando as mesmas bem emocionantes e muito interessantes de serem seguidas. Assim na primeira meia final, para não deixar de variar, Ricardo Megre dominou os acontecimentos, não dando qualquer tipo de trégua aos seus adversários, na qual João Aragão Teixeira ainda tentou, mas sem sucesso. Por sua vez Nuno Carvalho acabaria por se colar a Aragão Teixeira e ainda tentou a sua chance, para tentar ascender à segunda posição. De referir que após a largada, no final da recta da meta, acabaria por registar uns toques entre adversários, que culminaram em saídas de pista, originando que tanto Alexandre de Almeida e António Costa acabaram a sua prova ali mesmo.
A classificação da primeira semi-final ficou assim ordenada:
1º Ricardo Megre
2º João Aragão Teixeira
3º Nuno Carvalho
4º José Pedro Miranda
5º Luís Sepúlveda
6º Isac Chande
7º Nuno Silva
8º Carlos Faria
9º António Tavares
10º José Monteiro
11º Ricardo Kendall
12º João Galvão
13º Alberto Grilo
14º José Zorro
15º Lobo Gonçalves
A volta mais rápida desta primeira semi final foi da autoria de José Megre com 1.36.060.
Com um intervalo de apenas dez minutos, faz-se nova grelha, só que totalmente invertida, pois o vencedor, Ricardo Megre largou da última posição da grelha e por aí adiante, só que de nada valeu, pois o piloto de Lisboa, em três voltas já estava a liderar a corrida, trazendo no seu encalço os seus habituais adversários, João Aragão Teixeira e Nuno Carvalho, que foram sempre a “sombra” de Megre, e acima de tudo sempre na espreita que viesse a cometer algum erro, o que não se veio a verificar. Esta segunda meia-final foi muito interessante de ser seguida, pois veio-se a verificar que aqueles pilotos com maior experiência em competição, de nada lhes valeu largar das posições de trás, pois passado algum tempo já se encontravam na frente, e assim Depois de Ricardo Megre, cortaria a linha de chegada João Aragão Teixeira, Nuno Carvalho, José Pedro Miranda, António Tavares, Isac Chande, Nuno Silva, João Galvão, Carlos Faria, Lobo Gonçalves, Alberto Grilo e José Zorro. Nesta segunda meia final não atingiram a linha de chegada José Monteiro, Luís Sepúlveda e Ricardo Kendall, enquanto António Costa e Alexandre Almeida não alinhariam. Por sua vez a volta mais rápida foi da autoria de Nuno Carvalho com 1.36.420.
Para a finalíssima, era aguardada com uma certa expectativa, isso porque faltava saber se Ricardo Megre iria ou não continuar a impor o seu domínio, o que na realidade em nada mudou em relação à segunda meia-final, pois o pódio foi o mesmo.
A verdade é que não surgiram grandes alterações, e Ricardo Megre dominou os acontecimentos desde o principio ao fim, sempre com João Aragão Teixeira no seu encalço, que por sua vez tinha Nuno Carvalho a tentar a sua sorte. Uma vez mais a volta mais rápida foi pertença de Ricardo Megre, e já não alinhou nesta finalíssima Ricardo Kendall e António Costa.
A classificação final ficou assim estabelecida:
1º Ricardo Megre – 12 voltas – 19.22.453
2º João Teixeira – 12 voltas – 19.26.236
3º Nuno Carvalho – 12 voltas – 19.30.833
4º Luís Sepúlveda – 12 voltas – 19.40.421
5º José Pedro Miranda – 12 voltas – 19.58.953
6º Isac Chande – 12 voltas – 20.11.985
7º António Tavares – 12 voltas 20.12.171
8º Carlos Faria – 12 voltas – 20.28.379
9º João Galvão – 12 voltas – 20.40.179
10º Alexandre Almeida – 12 voltas – 20.40.800
11º Lobo Gonçalves – 12 voltas – 20.44.873
12º José Maria Monteiro – 12 voltas – 20.47.440
13º Alberto Grilo – 11 voltas – 19.37.145
14º José Zorro – 11 voltas – 20.07.109
15º Nuno Silva – 11 voltas – 20.47.050
Depois da cerimónia do pódio, Ricardo Megre fez-nos um balanço da prova, dizendo”o balanço foi positivo, acho que foi um fim de semana em cheio, tentei ser o mais consistente, o carro na minha opinião é fácil de soltar, e depois pode-se fazer um pião, com a respectiva perda de tempo. Quero dar os meus parabéns ao João Aragão Teixeira e ao Nuno Carvalho, pelos lugares que obtiveram e pela luta em pista que me deram. Por outro lado quero dar também os parabéns ao pessoal da Caterham nas pessoas do Ricardo e do António, pois correu tudo bem, no entanto com o tempo há coisas a serem melhoradas. Em relação ao Caterham, é um dos carros mais divertidos que conduzi até hoje. Sobre a minha corrida, não foi muito difícil, também não tive uma grande oposição”.
Já João Aragão Teixeira comentava-nos “ em relação à prova poderia ter sido mais regular, embora o carro em si permita fazer muita coisa, embora com algumas limitações. Esta iniciativa com os Caterham é a meu ver fabulosa, está toda a gente de parabéns, e para mim foi um fim-de-semana fantástico. No meu ponto de vista o comportamento em pista do Caterham tem algumas semelhanças com o Mazda de troféu, embora o primeiro seja um pouco mais apertado no seu interior…”
Outra das surpresas, foi Nuno Carvalho que se estreou em provas de automóveis, que disse-nos logo “ a minha estreia foi excelente, pois há muitos anos que queria vir correr, e assim fui um dos primeiros a apostas neste projecto, que no meu ponto de vista não tem custos muito elevados, e foi uma aposta para me divertir. Por outro lado não tenho experiência em andar nas molhadas, por isso não me inseri nas molhadas, e optei por fazer um inicio com uma certa precaução”.
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