Ok, eu reformulo, estava a falar de carros clássicos, e não de charutos velhos. [

]
Pois, mas todo e qualquer carro clássico ou mesmo histórico antes de o ser, por uma altura na vida é um charuto velho [

].
Mas isso não invalida nada aquilo que disse. E já que um gajo tem despesas, que usufrua ao máximo do clássico, ou do histórico, ou do charuto velho, ou o que quiseres chamar [

].
Mas atenção, isto sou eu [

]. Quando o meu carrito se tornar um clássico (embora esteja consciente de que nunca será um histórico), que já falta pouco, vou continuar a usufruir dele como sempre fiz desde que o tenho, desde há 11 anos. Mas repito, isto sou eu. Cada qual faz aquilo que lhe vier à gana [

]
Tenho carros com keyless há 14 anos, e nunca me desapareceu nenhum. E se desaparecer, tenho sempre seguro de DP, com cobertura de FR. [

]
E ainda bem que isso nunca aconteceu. Mas o meu ponto é que é muito mais fácil fanar um carro keyless do que um convencional... pelo menos sem causar danos pois tudo o que é preciso é um PC ou um Smartphone. E habilidade para isso, evidentemente [

].
Quanto a esse seguro de DP, o que andas tu a fazer, seu maroto [

]?...
[

][

]
Pode-se então considerar que todos os Arocs bloqueiam quando entram na A1 no nó do carregado, ou que a Mercedes desativou esse software em todos os Arocs no mundo? Claro que não, são pequenas afinações, que até podem ter ocorrido apenas nesse caso.
Se acontecia em todo o mundo, confesso que desconheço. Mas os primeiros 10 Arocs que vieram para esta empresa em 2016, todos eles tinham esse problema na A1. Já estes últimos 3 que vieram recentemente, até ver ainda não deram problemas nesse aspecto. Sendo que da frota de antes do reinado do actual dono, só ficaram lá 3 MAN TGX de 2011, 2 Volvo FM7 de 2001 e um Volvo FL10 de 1996 (que foi todo restauradinho) que nunca deram problemas de maior. Voltando às primeiras Arocs da empresa, felizmente nunca aconteceu nenhum acidente. Mas e se porventura o bloqueio repentino das rodas tivesse provocado um acidente, como seria? Ok, se levassem uma passa por trás teoricamente o culpado seria quem bate, mas e na prática? E se provocasse um despiste?
Tudo isto para dizer que este tipo de tecnologias por mais bonitas que sejam, não é tudo rosas. Há que colocar todos os cenários possíveis, tanto para o bem como para o mal. Se um acidente for provocado por falha mecânica ou humana é relativamente fácil, mas e se a falha for tecnológica, como é que vai provar que não foi falha humana? Como é que se descalça essa bota?
Sempre defendi que as tecnologias devem ser feitas para auxiliar o ser humano, e não para o substituir. Mais do que isso, defendo que é o ser humano quem deve controlar a máquina, e não o contrário. Mas a tendência está a ser o oposto, e isso só dá azo a teorias de conspiração de que as máquinas vão dominar-nos um dia. Aliás, até já abriram um tópico neste fórum sobre isso mesmo.